Redação

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Técnica de enfermagem morre em grave acidente entre carro e van na BR-407, em Juazeiro

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Uma jovem morreu em um grave acidente registrado nesta sexta-feira (31), na BR-407, nas proximidades do distrito de Massaroca, zona rural de Juazeiro, na região Norte da Bahia. Conforme as informações preliminares, a vítima foi identificada como a técnica de enfermagem Aline Oliveira.

Segundo relatos de populares, o acidente envolveu um carro de passeio e uma van, que chegou a capotar após a colisão. Ainda não há informações oficiais sobre o que teria provocado o acidente.

Ainda de acordo com as primeiras informações divulgadas, Aline Oliveira era moradora de Senhor do Bonfim, também na região Norte da Bahia. Ela não resistiu aos ferimentos e morreu ainda no local.

O caso será investigado pelas autoridades competentes. Até o momento, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) não divulgou detalhes sobre as circunstâncias do acidente.

Caso Jefferson: Polícia Civil instaura inquérito após denúncia da família de jovem morto em ação policial

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Os familiares de Jefferson Pereira Silva, de 23 anos, morto durante uma ação da Polícia Militar no último dia 24, no bairro Tabuleiro, em Juazeiro, na região Norte da Bahia, seguem buscando justiça para o caso. Eles contestam a versão apresentada pela 75ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM), que informou ter havido confronto, e afirmam que o jovem estava desarmado, sofria de transtornos mentais e foi perseguido e morto durante a abordagem.

Em nova entrevista ao Portal Preto no Branco nesta sexta-feira (31), João Silva Pereira, pai de Jefferson, afirmou que registrou uma queixa na Delegacia de Polícia Civil e que um inquérito já foi instaurado.

“Fui ao delegado, prestei a queixa. Fiz também o levantamento da ação policial. As pessoas que estavam presentes já foram intimadas pelo delegado e estão prestando depoimento. A Polícia Civil já abriu o inquérito após a denúncia e começaram as oitivas”, afirmou.

O pai informou ainda que, além da investigação conduzida pela Polícia Civil, também pretende buscar a apuração do caso em outras instâncias.

“Ainda não entrei com uma ação no Ministério Público, mas já conversei com o promotor. Também vamos levar o caso à Corregedoria da Polícia Militar”, disse.

O PNB solicitou à Polícia Civil informações sobre o andamento das investigações e aguarda uma resposta. Nós também solicitamos uma nota à Polícia Militar da Bahia, mas até o momento não obtivemos resposta.

Em nota encaminhada ao Portal Preto no Branco, o CPRN havia informado que o jovem “ao perceber a presença da guarnição, empreendeu fuga. Durante o acompanhamento, o indivíduo efetuou disparos de arma de fogo contra os policiais militares, que reagiram à injusta agressão “, versão contestada pela família que tem um vídeo onde o rapaz aparece correndo e sendo perseguido por uma motocicleta. O passageiro do veículo, um PM, dispara alguns tiros em direção ao jovem. O CPRN também afirmou que : “após cessarem os disparos, ele foi encontrado ferido, sendo imediatamente socorrido para uma unidade de saúde, onde o óbito foi constatado pelo médico plantonista”.

Outra informação da PMBA que a família contesta, é de que na ocorrência, “foram apreendidos um revólver calibre .38, um cartucho intacto e cinco estojos deflagrados do mesmo calibre, além de uma quantidade de substância análoga a crack, uma balança de precisão e um aparelho celular”.

” Meu filho não estava armado. Ele foi perseguido e executado”

Em entrevista ao programa Preto no Branco, na manhã da última segunda-feira (27), o pai do jovem afirmou que o relato da 75ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM), de que houve confronto armado, “não corresponde ao que aconteceu”.

“Meu filho estava saindo da casa da irmã, no bairro Itaberaba, e seguia para a casa da mãe quando encontrou a viatura. Como ele sofria com transtornos mentais e carregava um trauma causado por uma abordagem policial anterior, entrou em estado de choque e começou a correr. Foi aí que começou a perseguição. Em nenhum momento ele atirou contra os policiais, porque ele não tinha arma e nunca teve passagem pela polícia”, afirmou.

Ainda segundo o pai, um dos policiais teria dado continuidade à perseguição utilizando a motocicleta de um homem que passava pelo local.

“Como a viatura não conseguia passar por causa de umas tubulações existentes na via, esse policial parou um motociclista e exigiu que ele o levasse, coagindo esse cidadão. Nós temos imagens que mostram meu filho correndo, desarmado, enquanto o policial o perseguia na garupa da motocicleta e efetuava disparos”, relatou.

Ainda conforme a família, Jefferson tentou se refugiar em uma residência no bairro Tabuleiro, mas teria sido alcançado pelos policiais.

“Meu filho ainda conseguiu entrar em uma casa para tentar se proteger, mas os policiais foram atrás dele e o executaram. Foi uma execução. Meu filho não era bandido, como a Polícia está dizendo. Era um rapaz trabalhador, estudioso. Nós fomos até a escola onde ele estudava, conversamos com os professores e todos confirmaram que ele tinha um bom comportamento. Ele enfrentava problemas psicológicos e já estava com consulta marcada no CAPS. O que fizeram com ele foi uma covardia”, declarou o pai, emocionado.

A família afirma que pretende buscar justiça para o caso e a responsabilização dos envolvidos.

“Nós queremos justiça. Queremos que esse caso seja investigado com seriedade e que os policiais envolvidos respondam pelo que fizeram. Já reunimos provas, temos imagens, depoimentos e um abaixo-assinado com assinaturas de moradores do bairro Tabuleiro que conheciam meu filho. Também vamos levar o caso à Corregedoria”, concluiu.

Redação PNB 

Funcionários do Hospital Regional de Juazeiro voltam a cobrar estacionamento após novos furtos de motocicletas

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Funcionários do Hospital Regional de Juazeiro (HRJ), na região Norte da Bahia, voltaram  a cobrar  um espaço seguro para estacionar suas motocicletas dentro da unidade de saúde. Segundo os relatos encaminhados ao Portal Preto no Branco, a ausência de estacionamento destinado aos servidores tem obrigado os profissionais a deixarem seus veículos em ruas próximas ao hospital, onde, de acordo com eles, os casos de furtos têm sido frequentes.

Todos os dias saímos para trabalhar sem saber se vamos encontrar nossa moto onde deixamos. Não temos um local seguro dentro do hospital e somos obrigados a estacionar nas vias próximas, ficando vulneráveis à ação de criminosos”, relataram.

Um dos casos mais recentes é o furto de uma motocicleta Honda CG 160 Fan, pertencente a um colaborador da unidade.

“Esse problema não é novo. A direção da unidade e os órgãos responsáveis precisam adotar medidas para garantir mais segurança aos trabalhadores. O estacionamento destinado às motos foi interditado para a realização de uma obra há cerca de dois meses e, mesmo após a conclusão dos serviços, o local continua fechado”, acrescentam.

O Portal Preto no Branco está encaminhando, mais uma vez para a direção do Hospital Regional de Juazeiro.

Outras reclamações 

De acordo com os trabalhadores, a previsão inicial era de que a interdição do estacionamento durasse apenas dois dias.

“Disseram que seria apenas por dois dias, mas isso já tem quase dois meses. A obra foi concluída e, até agora, não liberaram o estacionamento nem deram qualquer previsão de quando o espaço voltará a funcionar”, relatou uma funcionária no início deste mês.

Sem acesso ao estacionamento, os profissionais afirmaram que são obrigados a deixar as motocicletas estacionadas nas imediações do hospital, ficando expostos à ação de furtos, principalmente durante o turno da noite.

“Estamos vindo trabalhar e deixando nossas motos à mercê dos bandidos. Essa semana já teve uma moto roubada. A gente fica preocupado durante todo o plantão sem saber se vai encontrar o veículo quando sair”, disse outra funcionária.

Os funcionários relataram a ausência de segurança no local e os furtos já registrados.

“No mês passado já furtaram peças de motos que estavam estacionadas do lado de fora. Sem contar os inúmeros roubos que já aconteceram por aqui e ninguém se responsabiliza”, afirmou outro funcionário.

Os trabalhadores também questionaram a existência de um espaço na entrada destinada aos funcionários que, segundo eles, não é utilizado para estacionamento das motocicletas.

“Tem um espaço grande na entrada dos funcionários, mas o hospital diz que é para guardar apenas o carro do chefe. Nós também somos funcionários. Já ganhamos tão pouco para ainda correr o risco de perder nosso meio de transporte. Precisamos que um local seja destinado para o estacionamento das motos com urgência”, relataram.

 

Redação PNB 

Profissionais de apoio relatam demissões na rede municipal de Juazeiro e questionam rompimento de contratos em vigência

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Professoras contratadas para atuar como profissionais de apoio na rede municipal de ensino de Juazeiro, na região Norte da Bahia, procuraram o Portal Preto no Branco para denunciar demissões que, segundo elas, estão ocorrendo mesmo com contratos ainda vigentes. As trabalhadoras afirmam que foram comunicadas sobre os desligamentos de forma repentina e cobram explicações da gestão municipal.

“Nós fizemos a seleção para professora, alcançamos a pontuação e fomos chamadas. Quando chegamos à Seduc, disseram que a gente ia ser apoio. Foi uma surpresa, porque fizemos a seleção para ser professora e não para atuar como apoio. Eu entrei em setembro de 2025. O meu contrato era de dois anos, podendo ser renovado por mais dois, e não tem nem um ano. Agora avisaram que eu e todas as professoras que estão como apoio estamos sendo demitidas”, contou uma profissional

As profissionais dizem que a medida atinge um grande número de trabalhadoras e que a notícia foi recebida com indignação.

“São muitas professoras. Fizemos compromissos financeiros, temos contas para pagar e, simplesmente, avisam de um dia para o outro que a pessoa está fora da escola. A gente fica desesperada, sem saber o que fazer e a quem recorrer, porque o nosso contrato ainda está vigente”, desabafou outra professora.

O Portal Preto no Branco encaminhou os relatos para a Secretaria de Educação de Juazeiro e aguardamos uma resposta.

Redação PNB

Hospital Regional de Juazeiro abre processo seletivo para contratação de Auxiliar Administrativo

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O Hospital Regional de Juazeiro (HRJ), administrado pelas Obras Sociais Irmã Dulce (OSID), abriu nesta quarta-feira (29), o processo seletivo para o cargo de Auxiliar Administrativo. Os interessados devem enviar o currículo anexado em formato PDF através do endereço de e-mail curriculo.hrj@irmadulce.org.br, até o dia 02 Agosto (domingo). No assunto do e-mail, deve ser informado o nome da vaga.

Poderão participar da seleção para o cargo de Auxiliar Administrativo os candidatos que possuam ensino médio completo. É desejável que tenham conhecimento em informática básica. Além disso, é desejável experiência mínima de 6 (seis) meses na função ou em atividades similares.

As funções também estão disponíveis para Pessoas com Deficiência (PCD).

Caso o candidato tenha alguma dúvida sobre processo e seleção, entrar em contato como HRJ pelo número de telefone:(74) 2102-2867.

Ascom

Operação do Denarc apreende mais de 52 kg de drogas em Petrolina após 45 dias de investigação

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Uma operação da Polícia Civil de Pernambuco resultou na apreensão de aproximadamente 1,2 quilo de cocaína e 51 quilos de maconha em Petrolina, no Sertão de Pernambuco. A ação foi realizada nesta quinta-feira (30) pela 12ª Delegacia de Polícia de Repressão ao Narcotráfico (12ª DPRN/Denarc).

De acordo com a Polícia Civil, a apreensão é resultado de uma investigação iniciada há cerca de 45 dias, após uma ocorrência anterior que levou à apreensão de uma grande quantidade de drogas com características semelhantes às encontradas nesta nova ação. A partir das informações obtidas, foi instaurado um inquérito policial contra o investigado, e as equipes passaram a monitorar seus deslocamentos e a logística utilizada para o transporte dos entorpecentes.

Durante a operação, os policiais abordaram um homem identificado pelas iniciais L.V.S.A., que indicou o imóvel onde o material ilícito estava armazenado. No local, foram encontrados aproximadamente 1,2 quilo de cocaína e 51 quilos de maconha. Todo o material foi apreendido e encaminhado para exames periciais.

Ainda segundo a Polícia Civil, as investigações continuam para identificar outros possíveis integrantes do grupo criminoso, além de esclarecer a origem das drogas, a logística de transporte e os destinatários da carga apreendida.

Redação PNB

Sesau suspende atendimentos das equipes de Saúde da Família da UBS de Itamotinga nesta sexta-feira (31) para dedetização

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A Secretaria Municipal de Saúde de Juazeiro (Sesau) informa que os atendimentos das duas equipes de Saúde da Família da Unidade Básica de Saúde (UBS) de Itamotinga estarão suspensos nesta sexta-feira (31), em razão da realização do serviço de dedetização da unidade.

A medida é necessária para garantir a segurança de usuários e profissionais, contribuindo para a manutenção de um ambiente mais adequado para a prestação dos serviços de saúde.

Os atendimentos das equipes de Saúde da Família serão retomados normalmente na próxima segunda-feira (3).

Durante o período de suspensão, os casos de demanda espontânea poderão ser atendidos normalmente no Pronto Atendimento (PA) de Itamotinga, que funciona diariamente a partir das 19h, mantendo a assistência à população também durante o sábado e o domingo.

Ascom

“Esperei 4 meses e, no dia do exame, não tinha profissional para fazer”, desabafa paciente após ter ressonâncias canceladas na Policlínica Regional de Juazeiro; SESAU esclarece

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Uma moradora de Juazeiro procurou o Portal Preto no Branco para denunciar o cancelamento de exames de ressonância magnética que estavam agendados há quatro meses na Policlínica Regional. Segundo a paciente, ao chegar à unidade nesta quinta-feira (30), foi informada de que os procedimentos não seriam realizados por falta de profissional.

“Hoje, 30 de julho, eu estava marcada na Policlínica da Avenida Raul Alves para fazer três ressonâncias: do joelho direito, do joelho esquerdo e da coluna. Meu horário era às 7h30, mas cheguei às 7h. Quando fui atendida, me informaram que nenhum dos exames seria realizado porque não tinha profissional para fazer. Depois de uma espera de quatro meses, cheguei no dia marcado e simplesmente recebi um ‘não’. É muito triste passar todo esse tempo esperando e, quando finalmente chega a data, descobrir que o exame não vai acontecer por falta de profissionais”, desabafou Isabel Tavares.

Segundo Isabel, a orientação recebida foi procurar novamente a Secretaria de Saúde de Juazeiro para solicitar um novo agendamento.

“Mandaram eu voltar para a Secretaria de Saúde para entregar a documentação e remarcar. Fui lá e apenas disseram que fariam uma nova marcação, mas sem qualquer estimativa de prazo. Agora, só Deus sabe quando esses exames serão remarcados”, afirmou.

Portadora de fibromialgia, Isabel diz que a situação aumenta a preocupação com a própria saúde.

“Eu sou portadora de fibromialgia e preciso desses exames. Agora vou aguardar, na vontade de Deus, porque a saúde de Juazeiro está um descaso. É muito triste esperar quatro meses e, quando chegar o dia, voltar para casa sem conseguir fazer o exame”, concluiu.

Encaminhamos a situação para a Secretaria de Saúde de Juazeiro. Em nota, a SESAU informou que “a suspensão temporária dos exames agendados nesta quinta-feira (30) ocorreu em razão de uma manutenção corretiva na unidade responsável pela realização dos procedimentos. A Sesau reitera que o atendimento será retomado normalmente nesta sexta-feira (31). Os pacientes que tiveram seus exames afetados estão sendo contatados para reagendamento, que será realizado de forma prioritária, com previsão de remarcação em curto prazo, conforme a disponibilidade da rede. A Secretaria reforça que, em nenhum momento, foi informado aos usuários que não haveria previsão para o reagendamento dos exames. O procedimento adotado pela rede é garantir a remarcação dos pacientes o mais breve possível, evitando prejuízos à continuidade da assistência. A Sesau lamenta os transtornos ocasionados pela necessidade da manutenção corretiva e reafirma seu compromisso em assegurar o acesso da população aos serviços de saúde com qualidade e agilidade”.

Redação PNB 

Ex-funcionários da IGI, empresa prestadora de serviços à Prefeitura de Casa Nova cobram pagamento de verbas trabalhistas; processos já foram transitados em julgado

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Ex-funcionários terceirizados que prestaram serviços à Prefeitura de Casa Nova, na região Norte da Bahia, por meio da empresa IGI procuraram o Portal Preto no Branco para denunciar a demora no recebimento de verbas trabalhistas. Segundo eles, apesar de o caso estar na Justiça e haver valores bloqueados judicialmente, o pagamento ainda não foi realizado.

“Os ex-funcionários da Prefeitura de Casa Nova, terceirizados contratados pela empresa IGI, continuam sendo vítimas de uma grande injustiça. Depois que a empresa deixou de cumprir suas obrigações trabalhistas, foi necessário recorrer à Justiça para garantir um direito básico: receber pelo trabalho realizado”, relataram.

Os trabalhadores afirmam que o processo já avançou, mas alegam que a prefeitura tem dificultado a conclusão do caso.

“O mais revoltante é que o dinheiro já está bloqueado judicialmente, mas a Prefeitura de Casa Nova insiste em protelar o processo. Em vez de buscar uma solução e respeitar os direitos dos trabalhadores, recusa acordos e utiliza todos os meios para adiar um pagamento que pertence, por direito, aos ex-funcionários”, disseram.

Ainda de acordo com os denunciantes, a situação tem afetado dezenas de famílias que aguardam a liberação dos valores.

“Não estamos pedindo favor. Estamos exigindo o cumprimento da lei e o respeito à dignidade de dezenas de famílias que aguardam há muito tempo pelo que lhes é devido. Chega de enrolação. A população precisa saber o que está acontecendo”, afirmaram.

Ao PNB, a advogada dos trabalhadores, Dra. Ana Augusta, esclareceu que a última decisão que determinou o bloqueio dos valores não comporta mais recursos, de modo que a discussão acerca da retenção dessas verbas já se encontra definitivamente superada.

“Os recursos bloqueados correspondem a valores que seriam destinados ao pagamento das faturas do IGI e permanecem sob a posse do Município de Casa Nova. Ressalta-se, ainda, que os valores referentes a essas faturas já foram empenhados pelo Município, demonstrando que os recursos estavam previamente reservados para essa finalidade.
Entretanto, mesmo diante de processos já transitados em julgado, nos quais não subsiste qualquer controvérsia sobre o direito dos trabalhadores, o Município de Casa Nova continua se opondo à liberação dos valores aos trabalhadores e interpondo recursos de caráter protelatório, retardando injustificadamente o pagamento de créditos trabalhistas já reconhecidos por decisões definitivas da Justiça do Trabalho. Tal postura prolonga a espera de trabalhadores que há anos aguardam o recebimento das verbas rescisórias que lhes são legalmente devidas”, acrescentou.

O PNB entrou em contato com a Prefeitura de Casa Nova em busca de esclarecimentos sobre o caso, mas até o momento não obteve respostas.

Redação PNB