Redação

33265 POSTS 20 COMENTÁRIOS

Petrolinense viaja mas não consegue se apresentar em Reality Show

0

leticagal

Na semana passada foi confirmada a participação da petrolinense Letícia Galena nas audições do novo reality show X Factor, que será exibido pela Band.

Letícia chegou a viajar a São Paulo, porém não conseguiu se apresentar. Lamentavelmente, Lorena ficou doente e foi aconselhada a não participar: “Você vende rifas, consegue dinheiro, chega até aqui, fica doente e perde a voz, a vida me desgraçando… “disse ela nas redes sociais.

Amigos e familiares, sentidos com a situação, deram palavra de incentivo: “Relaxa e não fica triste. Você vai tentar de novo e vai conseguir!” disse uma amiga, outra chegou a dizer: “se não foi dessa vez é porque Deus tá planejando coisas melhores”.

Um dia antes da desistência, Letícia chegou a postar uma foto em seu perfil de facebook com a seguinte legenda: “Sobre eu não conseguir lidar com 8 graus e não estar sentindo meus dedos”.

leticia

Parece que o programa X Factor não foi uma boa para os artistas da região, Elisson Castro, cantor do Forró Pega Leve também foi selecionado, porém, como perdeu os documentos há algumas semanas, não pôde embarcar para as audições, como postamos aqui na sexta-feira, confira detalhes.

Portal Zap

Salário mínimo fica abaixo do valor necessário para sobreviver, diz pesquisa

0
Aprenda a atrair dinheiro

Aprenda a atrair dinheiro

Para suprir as necessidades básicas, o salário mínimo deveria ser de R$ 3.940,24. Esse é o valor apontado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) como o mínimo necessário para trabalhadores garantirem comida, casa, transporte, saúde e educação de uma família de quatro pessoas. Na ponta do lápis, o montante equivale a quatro vezes o mínimo de R$ 880.

Segundo o Decreto-Lei 399, de 1938, no governo de Getúlio Vargas, o salário mínimo deveria ser o suficiente para prover alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene e transporte ao trabalhador. No cálculo do mínimo necessário, o Dieese segue essa premissa à risca e leva em conta uma família de quatro pessoas (dois adultos e duas crianças).

E essa discrepância tem crescido com o aumento do custo de vida. O mínimo necessário de 3.940,24, calculado em junho, é 4,2% maior em relação a maio, mês no qual esse valor era de R$ 3.777,93. O aumento tem relação com o encarecimento da cesta básica.

A alta da inflação acaba tendo peso ainda maior no orçamento da parcela da população que recebe menos, conforme explica o economista e membro do Conselho Regional de Economia (Corecon-MG) Adriano Miglio Porto. “Quem ganha o salário mínimo tende a ter gasto mais intenso vinculado a produtos e serviços essenciais, como transporte, alimentação, água e energia elétrica. Se aumenta o preço do feijão, esse gasto de alimentação tira a possibilidade de consumo de outros bens”, afirma.

Mas o especialista explica que, embora seja o menor valor que um trabalhador pode receber, o salário mínimo traz grande impacto na economia e funciona como uma espécie de termômetro. “Ele ativa a economia como se fosse adrenalina na veia. Normalmente, os mais pobres consomem mais quando recebem mais dinheiro. Quando começa a segurar o salário mínimo, corre o risco de ocorrer o contrário”, reforça o economista. Para se ter uma ideia, o aumento do mínimo de R$ 788 para R$ 880 em 2016 deve injetar R$ 57 bilhões na economia nacional, segundo o Dieese.

Diário de PE

Tecnologias inovadoras em saúde são tendência mundial e no Brasil

0

download (4)

Aliar inovação e tecnologia de ponta à área da saúde é uma tendência mundial que se fortalece no Brasil atualmente, disse à Agência Brasil o professor Alex Lucena, do Laboratório de Engenharia de Software do Centro Técnico Científico da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ). Ele coordenou na quarta-feira (6) o painel “A TI e a Revolução na Saúde”, no 14º Rio Info, considerado um dos principais eventos do país dedicados à tecnologia da informação (TI).

“Eu costumo dizer que não tem nada mais importante que a saúde, e a tecnologia hoje vem entrando fortemente nesta área, fazendo com que as pessoas vivam mais tempo, com mais qualidade, melhorando a relação com os cuidados que se tem e os diversos atores, como hospitais, laboratórios, clínicas”, disse Lucena. O Laboratório de Engenharia deSoftware da PUC-RJ iniciou há três anos pesquisas para responder ao desafio da Escola de Medicina da instituição de ser uma escola ligada à tecnologia de ponta, principalmente na área de ‘mobile health‘ (saúde móvel). Há um ano e meio, o laboratório criou a empresa 4H Tecnologia e Saúde, cuja missão é colocar o paciente como ponto central e transformar o fluxo de informações do sistema de saúde.

Alex Lucena citou pesquisa internacional que estima que os investimentos de empresas do ramo da saúde em projetos de inovação tecnológica no Brasil podem atingir R$ 17 bilhões nos próximos dois anos. Esse montante inclui investimentos pesados de multinacionais no país, como a compra do grupo Amil pela United Health, dos Estados Unidos.

Segmentos como robótica, nanotecnologia, câncer, DNA estão recebendo investimentos pesados em todo o mundo para o financiamento de pesquisas, mencionou. O Hospital Israelita Albert Einstein, por exemplo, tem um orçamento de R$ 200 milhões somente para as áreas de Big Data e ‘analytics’. “É muito dinheiro que está sendo investido, inclusive pelos grandes grupos nacionais”.

Lucena assegurou que tudo, hoje, permeia a tecnologia da informação e comunicação (TIC). Ele aposta no crescimento do mercado de ‘e-saúde’ no Brasil. O país já tem, salientou, um dos melhores sistemas de telemedicina do mundo no campo público. No setor da saúde, apontou as cinco áreas tecnológicas de maior evidência no país: telemedicina; ‘Mobile health’  ou ‘m-health’; prontuários eletrônicos; ‘analytics‘ (dados); e internet das coisas. Esta última é uma revolução tecnológica que conecta aparelhos eletrônicos do dia a dia à internet e o processamento desses dados consegue mudar para melhor a vida de um indivíduo.

A utilização de ferramentas tecnológicas na área médica, como o celular, vem contribuindo para salvar vidas, indicou o professor. Por meio do aplicativo ‘WhatsApp‘, destacou que a população já vem usando a tecnologia para visitas virtuais a médicos. No Brasil, é necessária uma adaptação à legislação, porque consultas à distância ainda não são permitidas. A legislação brasileira exige que um profissional de saúde esteja junto do paciente. Já nos Estados Unidos,”isso é livre”.

Com o uso de tecnologias avançadas, Lucena disse que “não vai ser incomum, nas próximas gerações, pessoas vivendo bem, com mais de 100 anos”. O ‘WhatsApp’, por exemplo, é uma realidade já comprovada. A agilidade no atendimento médico e a possibilidade de tratamento remoto de problemas de saúde são benefícios proporcionados aos usuários da TIC nessa área. A tendência atende à demanda da própria sociedade e do mercado, apontou. “Não vejo como regredir isso, não. Pelo contrário”.

Senado pode votar proibição de limite de velocidade em internet fixa

0

001 (1)

As operadoras de internet poderão ser proibidas de estabelecer limite de velocidade na oferta do serviço em contratos de banda larga fixa. A medida consta de projeto de lei (PLS 174/2016) do senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES), que recebeu parecer favorável do relator, senador Pedro Chaves (PSC-MS), e está em pauta para votação, na próxima terça (12), na Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT).

A proposta, de acordo com a Agência Senado, altera o Marco Civil da Internet (Lei nº 12.965/2014) para vedar os planos de franquia de dados na banda larga fixa. Ao justificar o PLS 174/2016, Ferraço observou que diversos aspectos do exercício da cidadania dependem da internet, como ensino a distância, declaração do imposto de renda e pagamento de obrigações tributárias. Nesta perspectiva, não seria razoável limitar o tráfego de dados na rede.

O relator também considerou a limitação da internet fixa como um retrocesso.

“Representaria um freio ao avanço da inovação e ao desenvolvimento das empresas da nova economia, além de prejudicar ações governamentais para a inclusão digital, o acesso à informação, à cultura e à educação”, avaliou Pedro em seu parecer.

Bocão News

Produtores rurais participam de curso sobre cortes artesanais de caprinos e ovinos

0

Cursistas

Que tal aprender a tirar da carcaça de um bode ou de um carneiro cortes finos como filé mignon, contra filé, picanha e carré francês? Uma turma de criadores de caprinos e ovinos da região de Juazeiro, norte da Bahia, agentes do Programa Bioma Caatinga, técnicos em zootecnia e outras pessoas ligadas à cadeia produtiva desses animais tiveram o privilégio de observar como são feitos esses cortes. O curso realizado no abatedouro Campo do Gado em Juazeiro, foi ministrado pelo o produtor rural especializado em cortes artesanais e derivados de caprinos e ovinos, Isaias Valim, que mora em São Paulo. Isaias, trabalha com a criação e a venda de bodes e carneiros desde a adolescência e se especializou em cortes para vender seus produtos por um preço melhor. Ele veio à região conhecer projetos ligados a caprinovinocultura e aceitou o convite de prodores rurais para fazer uma demonstração do que ele faz em São Paulo para agregar valor à carne de bode e carneiro.

“Esse curso é muito importante para capacitar o que  a gente  está produzindo, porque a gente precisa agregar valor nesses cortes. Então quando eu via, anos atrás, que estava só comercializando carcaças e depois essas carcaças eram desdobradas em cortes, eu pensei: por que não fazer?” disse Isaias. O pai dele foi dono de açougue e ele foi trabalhando dentro do açougue da família para se especializar nesta área.  Segundo Isaias, as mesmas peças que tem no boi também tem no carneiro e no bode e ele foi fazendo os cortes que já existiam no mercado, mas também passou a desenvolver seus próprios cortes. A partir daí passou a vender a carne de caprinos e ovinos por um preço bem melhor que o preço que ele conseguia na carcaça.

Para se ter uma ideia da valorização da carne vendida em cortes basta fazer a comparação. O quilo da carne de bode ou carneiro é vendido hoje em açougues e supermercados dos municípios assistidos pelo o Programa Bioma Caatinga (Remanso, Casa Nova, Curaçá, Uauá e Juazeiro), como manta salgada ou como carcaça a um preço que varia entre R$ 13,00 e R$ 19,00. Em São Paulo, depois de fazer os corte, Isaias Valim chega a vender o filé mignon, por exemplo a R$ 150,00 o quilo. O carré é vendido entre R$ 75,00 e R$ 85,00 o quilo. A picanha de carneiro a R$ 55,00 o quilo. O pernil redondo a R$ 45,00 e a paleta a R$ 40,00 reais o quilo. O corte mais barato é o pescoço que é vendido a R$ 20,00 o quilo. De um único animal é possível fazer mais de 30 cortes para a alta gastronomia.

Anamaria Ribeiro, que tem uma empresa de consultoria na área da caprinovinocultura, foi uma das organizadoras do curso e disse que implantar essa metodologia de comercialização na região é uma forma de dar mais poder ao produtor para cobrar um preço melhor por seu produto, como também valorizar o seu trabalho e melhorar a sua condição de vida. “A gente tem aí como produzir melhor aqui pra nossa região e inclusive exportar para outras regiões” destacou Anamaria.

Letícia Secchi, que é criadora de caprinos e ovinos no município de Casa Nova, participou do curso e saiu encantada por a possibilidade de aumentar a renda com a venda da carne de caprinos e ovinos em cortes. “Os cortes trazem uma possibilidade grande para os chefes de cozinha trabalhar, fazerem pratos diferenciados e isso agrega muito valor ao nosso produto. Assim, a carne produzida por nós vai ganhar um melhor valor no mercado e a gente está atrás disso mesmo, de garantir um retorno melhor para esse tipo de produto” frisou Letícia. A empresária pretende implantar a nova metodologia em sua empresa rural a médio prazo. “A gente tem um projeto de construir uma casa de cortes, onde a gente abateria caprinos e ovinos nos frigoríficos locais e mandaria a carcaça para esse nosso entreposto e lá faríamos os cortes que seriam vendidos no mercado da região” concluiu Letícia Secchi.

Josenaldo Rodrigues – Coapseri/Programa Bioma Caatinga

Leitora denuncia falta de humanização dos motoristas que prestam serviço no TFD , em Juazeiro-BA

0

Uma das leitoras do Portal Preto no Branco enviou para a nossa redação uma denúncia sobre suposta falta de humanização no atendimento dos usuários dos transportes do programa Tratamento Fora do Domicílio de Juazeiro-BA. Os motoristas que conduzem os pacientes  para a capital baiana, Salvador-BA, estariam tratando essas pessoas de forma desumana.

A autora da denúncia pediu para não ser identificada por medo de possíveis retaliações.

DENÚNCIA:

Estou indignada com a forma com que os motoristas que transportam os pacientes do TFD para Salvador, bem como ” auxiliam” na mobilização  para o tratamento nos hospitais, tem tratado os doentes. Hoje minha prima que está com câncer de mama chegou humilhada, além da doença ainda passa por situações humilhantes.

Os motoristas vivem de cara feia  para esperar o término dos atendimentos agendados nos hospitais. Fazem ameaças de que não vão esperar, muitas vezes, mais de sete da noite em uma capital onde essas pessoas não tem nenhum parente. E para completar, este final de semana a casa de apoio vai para outro imóvel, todos os pacientes tiveram que retornar as suas casas no interior com muitas malas e bagagens, uma vez que vão para Salvador passar meses.

Hoje o motorista “jogou” estas pessoas á margem da BR, tendo elas que chegar até a rodoviária ou ponto de ônibus arrastando bolsas pesadas. Minha prima não pode carregar peso e me relatou que muitas pessoas com câncer tiveram que arrastar suas bagagens. Desumano, Imoral.

Quem são estes motoristas que não tem um pingo de humanidade? Que trata pessoas doentes muitas vezes sem condição de pegar se quer um ônibus como se fossem um nada?? Deixo aqui minha indignação e revolta. Quero observar que o atendimento dentro da casa de apoio é digno, com alimentação, higiene e respeito. Mas os motoristas estão humilhando os pacientes isso já acontece há muito tempo, é que as pessoas  não denunciam por estarem debilitadas emocionalmente. TRISTE ISSO!

 

MP diz que pedalada no BNDES não é crime

0

Em despacho, procurador alega que atrasos do governo para banco não são operações de crédito ilegais; argumento reforça defesa da presidente Dilma no processo do impeachment.

1467041349025

A Procuradoria da República no Distrito Federal entendeu que os atrasos em repasses do Tesouro Nacional para o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), uma das “pedaladas” do governo Dilma Rousseff, não foram empréstimos ilegais. A conclusão consta de despacho do procurador Ivan Marx, no qual ele arquiva procedimento aberto para apurar se houve crime de integrantes da equipe econômica nessas operações específicas.

O procurador ainda vai se manifestar sobre outras manobras atribuídas à gestão da petista, inclusive os atrasos na transferência de recursos do Plano Safra para o Banco do Brasil – um dos fundamentos formais do processo do impeachment. Ele adianta que, nesse caso, sua posição deve ser a mesma. “Foi muito similar (a prática) e, possivelmente, eu vá dizer que não existe (crime).”

Os argumentos do parecer coincidem com os apresentados pela defesa da presidente afastada na Comissão do Impeachment e devem reforçar o discurso dos que apoiam a permanência dela no cargo. Recentemente, peritos nomeados pelo Senado concluíram também que Dilma não teve participação direta ao autorizar as pedaladas, embora tenha assinado decretos de suplementação orçamentária supostamente ilegais.

Ao Estado, Ivan Marx lamentou que o Ministério Público Federal (MPF) não tenha sido ouvido no processo de impeachment. “Quem tem atribuição de dizer se determinada prática é crime ou improbidade é o MPF. É o único ator que não foi chamado a depor na comissão.”

As pedaladas foram atrasos no repasse de recursos para bancos públicos bancarem obrigações do governo com programas sociais e empréstimos subsidiados. Com isso, os saldos das contas desses programas ficaram negativos nas instituições, que tiveram que cobrir os gastos com o dinheiro depositado pelos correntistas. Para o Tribunal de Contas da União (TCU), esses atrasos configuraram empréstimos ilegais entre os bancos e seu controlador, a União, porque não foram autorizados pelo Legislativo.

Ao retardar os pagamentos, o governo também indicava que suas despesas naqueles períodos eram menores, produzindo um resultado fiscal artificial.

O BNDES é o gestor do Programa de Sustentação do Investimento (PSI), que empresta dinheiro a grandes empresas a juros mais baixos que os de mercado. A diferença entre as taxas é coberta pelo Tesouro, que não fazia os repasses conforme pactuado.

Para Ivan Marx, não houve crime nesse caso porque a manobra do governo não se enquadra precisamente  no conceito de operação de crédito previsto na Lei de Responsabilidade Fiscal. “O conceito legal não pode ser ampliado em respeito ao princípio da legalidade estrita. Além disso, o direito penal é indene de dúvidas de que resulta vedada a analogia prejudicial ao réu”, alegou.

O procurador argumenta que houve “um simples inadimplemento contratual, quando o pagamento não ocorre na data devida”. “Entender de modo diverso transformaria qualquer relação obrigacional da União em operação de crédito, dependente de autorização legal, de modo que o sistema resultaria engessado. E essa, obviamente, não era a intenção da Lei de Responsabilidade Fiscal”, argumenta.

Com base nas conclusões, foram excluídos da investigação penal o ministro interino do Planejamento, Dyogo Henrique de Oliveira, e o ex-presidente do BNDES Luciano Coutinho. Nos próximos dias, Ivan Marx decidirá se arquiva ou apresenta denúncia criminal contra integrantes da equipe econômica de Dilma sobre as pedaladas do Plano Safra; dívidas no pagamento de tarifas e taxas à Caixa Econômica Federal; e procedimento indevido do Ministério das Cidades ao registrar em restos a pagar dívidas referentes ao Programa Minha Casa Minha Vida (PMCMV). Nesses três casos, o TCU viu ilegalidades.

Improbidade. Ivan Marx sustenta que, embora as pedaladas do BNDES não sejam crime, elas serviram ao propósito do governo de maquiar o resultado fiscal, o que configura improbidade administrativa, um tipo de delito civil. As autoridades responsáveis devem, portanto, responder a ação a respeito.

Pastor acusado de pedofilia vai responder em liberdade

0

portaldoholanda-705323-imagem-foto-amazonas

O pastor Felipe Heiderich, acusado de crime de pedofilia contra o enteado de 5 anos, vai responder em liberdade. Ele se encontrava em sistema de prisão temporária e como o Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) não pediu a conversão em prisão preventiva o pastor será liberado.

“Havia sido decretada a prisão temporária do acusado, que só vale durante a fase de inquérito. A partir do momento que o Ministério Público ofereceu a denúncia, o inquérito foi encerrado. Ressalto que o MPRJ não pediu a prisão preventiva, mas somente medidas cautelares”, informou o juiz Paulo Cézar Vieira de Carvalho Filho, titular da 17ª Vara Criminal da Capital.

Felipe Heiderich, está proibido de se aproximar da mulher, a pastora Bianca Toledo e do filho dela de 5 anos. Felipe também será monitorado por tornozeleira eletrônica. “Determinei o monitoramento eletrônico e que o réu fique proibido de se aproximar da criança e da mãe”, explicou o magistrado em decisão divulgada hoje (8).

Felipe estava preso na Cadeia Pública José Frederico Marques (Bangu 10), no Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu, na Zona Oeste do Rio.

EBC Brasil

Povos do Semiárido vão às ruas contra o golpe e em defesa dos direitos

0

Juazeiro (BA) e Petrolina (PE) vão sediar ato público com a presença do ex-presidente Lula nesta segunda-feira (11) em defesa da continuidade de ações de Convivência com o Semiárido

SELO-1

Agricultoras e agricultores familiares do Semiárido se reunirão nesta segunda-feira (11), na Orla de Juazeiro (BA), a partir das 16h, no Ato Público “Semiárido contra o Golpe – Nenhum Direito a Menos” para denunciar o golpe que culminou com o afastamento da presidenta Dilma Rousseff (PT) e protestar contra os retrocessos que ameaçam os povos dessa região. Em seguida as/os manifestantes, que defendem a continuidade das políticas sociais e iniciativas de Convivência com o Semiárido, seguem para realizar Ato no município viznho: Petrolina.

O ex-presidente Lula estará presente nas duas cidades, onde mais de 10 mil pessoas são esperadas para reafirmar para todo o país as políticas sociais implementadas nos últimos 13 anos, as quais mudaram a vida de milhares de pessoas no Semiárido. Além disso, o objetivo é denunciar as ameaças que todas estas políticas vem sofrendo devido a medidas retrógradas, a exemplo da exitnção de ministérios e cortes de orçamentos de programas e projetos essenciais para o povo do Semiárido brasileiro.

Políticas ameaçadas

Hoje no Semiárido um milhão de famílias têm cisterna ao lado de casa para beber e cerca de 120 mil famílias podem produzir alimentos com água armazenada em diversas tecnologias sociais. Uma política, porém, com os dias contados, uma vez que o contrato assinado entre a ASA e o extinto MDS previa a construção de 31.080 cisternas de placas para consumo humano, em nove meses, porém só foram repassados recursos suficientes para 54% da meta. Caso o restante do valor não seja repassado, 14.470 famílias deixarão de ser atendidas com cisternas de água para beber.

O Semiárido concentra mais de 1/3 dos estabelecimentos da agricultura familiar, responsável por 70% dos alimentos que chegam à mesa da população, contudo políticas voltadas para esse setor sofreram cortes e desmontes em poucos dias do governo interino de Michel Temer (PMDB). Outro retrocesso foi a extinção dos Ministérios de Desenvolvimento Agrário (MDA) e do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), responsáveis pelas políticas nas áreas de reforma agrária e segurança alimentar.

Para o coordenador da ASA Pernambuco, Alexandre Henrique Pires, a população do Semiárido brasileiro por séculos foi excluída dos processos de desenvolvimento da região e do país, sendo relegada a uma condição de subdesenvolvimento. “Negar o direito a água e ao que foi construído ao longo desses últimos 16 anos pela ASA como metodologia de trabalho que garante a participação como uma condição indispensável para gerar essas transformações, é antes de tudo querer confinar essa população ao suplicio e à condições subumanas, para as quais não existem mais espaço na sociedade contemporânea”, afirma.

O Ato está sendo organizado pela Articulação Semiárido Brasileiro (ASA) e pela Frente Brasil Popular (FBP) que é formada por partidos de esquerda e movimentos sociais como o MST, MAB, MPA, Levante Popular da Juventude, Consulta Popular, Pastoral da Juventude Rural, Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag) e Marcha Mundial das Mulheres (MMM).

Serviço

Ato público “Semiárido contra o Golpe – Nenhum direito a menos”

Segunda-feira, 11/07,

16h, Orla de Juazeiro (BA)

18h, Orla de Petrolina (PE)

ASA – Articulação do Semiárido