Redação

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Entrega das casas para 46 famílias do Residencial Santo Expedito I, em Juazeiro, será nesta quinta (22)

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A entrega das casas do Residencial Santo Expedito I será realizada nesta quinta-feira (22), às 9h30, em Juazeiro, no norte da Bahia. A cerimônia marca mais uma etapa do Programa Minha Casa, Minha Vida no município, com a conclusão do processo para 46 famílias que aguardavam a liberação dos imóveis.

O residencial possui 204 unidades habitacionais. Desse total, 156 famílias já receberam as casas. Com a assinatura dos contratos realizada na quarta-feira (21), outros 46 beneficiários avançaram para a etapa final antes da entrega. A documentação de dois candidatos ainda está em análise pela Caixa Econômica Federal (CEF), e a previsão é que a entrega dessas unidades ocorra no início de novembro.

Assinatura dos contratos

Na tarde de quarta-feira (21), os 46 beneficiários assinaram os contratos com a Caixa Econômica Federal durante uma cerimônia realizada no Colégio Estadual Rui Barbosa, no bairro Santo Antônio. As famílias já haviam passado pela etapa de vistoria dos imóveis.

O secretário de Ordem Pública e Habitação, Giovanne Silva, acompanhou o procedimento e destacou a importância da conquista para os contemplados. Segundo ele, os dois candidatos que ainda não assinaram os contratos dependem da resolução de trâmites burocráticos.

“Hoje estamos aqui no Rui Barbosa, realizando a assinatura dos contratos de mais 46 beneficiários do Residencial Santo Expedito I. Ainda ficam faltando dois beneficiários, por conta de trâmites e algumas questões burocráticas, que ainda não estão aptos para a assinatura dos contratos. Mas isso será resolvido em breve. É um momento importante, porque moradia traz dignidade, e o Minha Casa, Minha Vida voltou a avançar em Juazeiro”, afirmou.

O superintendente de Habitação, Edvaldo Santos, também acompanhou a assinatura e ressaltou a expectativa das famílias que aguardavam pela casa própria.

“Hoje é um dia de muita alegria para essas famílias que esperaram tantos anos pela oportunidade de conquistar a casa própria. Sabemos que, para muitas delas, foram anos pagando aluguel e enfrentando dificuldades. Estamos acompanhando de perto essa etapa, para que os beneficiários possam iniciar uma nova história em suas casas. Moradia é dignidade, segurança e qualidade de vida. Nosso compromisso é continuar trabalhando para que todo o processo seja concluído e mais famílias possam realizar esse sonho”, declarou.

A assinatura dos contratos contou com o acompanhamento da Prefeitura de Juazeiro, por meio da Secretaria de Ordem Pública e Habitação (SOPH), que prestou orientações aos beneficiários durante o procedimento.

Redação PNB

Entidades divulgam manifesto pela valorização do serviço público

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Às vésperas do segundo turno das eleições gerais, dezenas de entidades representativas de servidores públicos federais divulgaram manifesto para alertar quanto à polaridade de propostas que se apresentam ao país no próximo domingo (25).

Dois projetos de Estado profundamente distintos estão em disputa: um de esquerda e outro de direita. De acordo com as instituições, as consequências serão decisivas não só para o futuro do serviço público, mas também para as condições de trabalho, os direitos e a valorização de seus servidores.

O documento, publicado nessa terça-feira (20), avalia que, de um lado, reaparecem propostas de reforma administrativa que, sob o argumento de modernizar o Estado, podem comprometer a estabilidade dos servidores, ampliar a precarização dos vínculos de trabalho e fragilizar a capacidade do Poder Público de atuar com autonomia, continuidade e independência técnica.

“A estabilidade não é privilégio corporativo: constitui uma garantia institucional contra pressões políticas e econômicas. É uma condição para que o servidor exerça suas atribuições em defesa do interesse público.”

O manifesto também critica a gestão do presidente argentino Javier Milei, embasada na política de redução da máquina administrativa. Decreto assinado nessa terça-feira pelo chefe do Executivo do país andino instituiu plano de demissão voluntária que pode alcançar 21 mil servidores públicos. Desde janeiro de 2023, o governo Milei fechou 77 mil vagas no serviço estatal argentino.

“A experiência argentina sob a gestão de Javier Milei – marcada por severas medidas de ajuste, cortes no setor público e redução de estruturas estatais – oferece um alerta sobre os custos sociais e institucionais de políticas dessa natureza.”

Principais pontos
O documento das entidades que atuam em áreas estratégicas do Estado brasileiro cita as perspectivas de congelamento ou redução salarial, restrições ao ingresso de novos servidores e demissões em larga escala, medidas associadas a programas de ajuste fiscal que podem comprometer a prestação de serviços essenciais.

“Não se trata apenas de discutir remunerações, mas de preservar carreiras, conhecimento técnico e capacidade de resposta do Estado às necessidades da população.”

As entidades de classe do serviço público também apontam como fundamental, o direito à negociação coletiva e à livre organização sindical. Para esses grupos, a interrupção dos canais de diálogo, o enfraquecimento das entidades representativas e as tentativas de restringir a atuação sindical ameaçam conquistas históricas e comprometem a construção de soluções negociadas para os conflitos entre servidores e governo.

O manifesto ressalta que a experiência recente demonstra que o diálogo institucional pode produzir resultados concretos, ainda que insuficientes, para reparar integralmente as perdas acumuladas pelos servidores.

“Após anos de restrições e prolongada defasagem remuneratória, o atual governo retomou os processos de negociação com as entidades representativas e promoveu reajustes salariais para o funcionalismo federal, além de reabrir espaços de interlocução sobre condições de trabalho e valorização das carreiras.”

A carta também compara os modelos de gestão pública dos últimos governos. Segundo o texto, o período anterior, marcado pelo assédio institucional e moral, por conflitos com o funcionalismo e perseguição a servidores, restrições à negociação e iniciativas de reforma administrativa de caráter regressivo, deixou um legado de perdas do poder de compra, desvalorização e insegurança.

“O período atual, por sua vez, restabeleceu canais de diálogo e negociação, retomou reajustes e reconheceu a importância dos servidores para o funcionamento do Estado. Embora persistam desafios, a diferença entre esses modelos é concreta: de um lado, a redução de estruturas e a compressão de direitos; de outro, a reconstrução da interlocução institucional e a recuperação, ainda parcial, da valorização do serviço público.”

O manifesto também avalia que propostas de redução de gastos sociais e de cortes no orçamento federal podem comprometer políticas públicas essenciais de transferência de renda, moradia, fornecimento de medicamentos e de incentivo educacional.

As entidades destacam que defender o serviço público é atuar a favor da democracia, da capacidade do Estado de formular e executar políticas públicas de os direitos da população

“Neste momento decisivo, as entidades signatárias reafirmam seu compromisso com um Estado democrático, eficiente, socialmente responsável e capaz de assegurar direitos. A sociedade e os servidores públicos precisam avaliar com atenção as propostas em debate e suas consequências de longo prazo. O futuro do serviço público não é uma questão corporativa: é uma escolha sobre o país que queremos construir.”

O manifesto é assinado pelas seguintes entidades de classe:

Sindicato Nacional dos Auditores-Fiscais da Receita Federal do Brasil (Sindifisco Nacional);
Sindicato Nacional dos Servidores do Ministério das Relações Exteriores (Sinditamaraty);
Associação Nacional dos Especialistas em Políticas Públicas e Gestão Governamental (Anesp);
Sindicato Nacional dos Servidores do Ipea (Afipea Sindical);
Sindicato Nacional dos Peritos Federais Territoriais (SINDPFA / Territorial Sindical);
Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho (Sinait);
Associação Nacional dos Servidores da Carreira de Planejamento e Orçamento (Assecor);
Associação dos Diplomatas Brasileiros (ADB Sindical);
Sindicato Nacional dos Auditores e Técnicos Federais de Finanças e Controle (Unacon Sindical);
Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita do Brasil (Anfip);
Associação Nacional dos Fiscais Federais Agropecuários (Anffa);
Associação Nacional da Carreira de Desenvolvimento de Políticas Públicas (Andeps);
Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Superintendência de Seguros Privados (Sindsusep).

Agência Brasil

Morador alerta para alta velocidade na Avenida Saul Rosa, em Juazeiro, após acidentes; AMTT diz que aguarda materiais para instalar redutores

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Um morador do bairro Pedra do Lord, em Juazeiro, na região Norte da Bahia, entrou em contato com o Portal Preto no Branco para alertar sobre acidentes de trânsito que estariam sendo registrados na Avenida Saul. Segundo Rafael, a via foi asfaltada pela Prefeitura, mas os redutores de velocidade não foram implantados.

“Na Avenida Saul Rosa, a prefeitura fez o asfalto, porém não colocou redutores de velocidade. Já tivemos três acidentes graves porque os carros passam em alta velocidade”, relatou Rafael ao Portal Preto no Branco.

O morador destaca ainda que as ocorrências estão concentradas em um cruzamento da avenida.

“Pedimos que os redutores sejam instalados para evitar novos acidentes e garantir mais segurança à população”, finalizou.

Procurada pelo PNB, a Autarquia Municipal de Trânsito e Transporte (AMTT) informou que “já realizou os estudos técnicos necessários para a implantação de redutores de velocidade na Avenida Saul Rosa, no bairro Pedra do Lord, além de instalar placas de sinalização no local. A execução do serviço será realizada pela Secretaria de Obras (SOEST), assim que os materiais necessários estiverem disponíveis. A AMTT segue acompanhando a demanda e reforça a importância de que os condutores respeitem os limites de velocidade e a sinalização existente, contribuindo para a prevenção de acidentes e contribuindo com a segurança de todos”.

Redação PNB

Prefeitura de Juazeiro divulga cotação dos hortifrutigranjeiros comercializados no Mercado do Produtor nesta quarta-feira (21)

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A Prefeitura de Juazeiro, por meio da Autarquia Municipal de Abastecimento (AMA), divulgou, nesta quarta-feira (21), a cotação dos produtos hortifrutigranjeiros comercializados no Mercado do Produtor de Juazeiro. Entre os itens em destaque está o alho, comercializado em diferentes variedades e com preços que variam conforme a procedência.

O alho é um ingrediente bastante utilizado na culinária brasileira, presente no preparo de diversos pratos, molhos e acompanhamentos. Além de seu valor gastronômico, o alimento contém compostos bioativos, como a alicina, estudados por seus potenciais benefícios à saúde, especialmente em relação à saúde cardiovascular.

No Mercado do Produtor, a caixa de alho nacional, com 10 quilos, custa R$ 180,00, enquanto o quilo é comercializado por R$ 18,00. Já a caixa de alho chinês, também com 10 quilos, está sendo vendida por R$ 207,50, com o quilo a R$ 20,75. O alho argentino apresenta o menor preço entre as variedades citadas, com a caixa comercializada por R$ 177,50 e o quilo por R$ 17,75.

A cotação diária do Mercado do Produtor de Juazeiro pode ser acompanhada no perfil oficial do equipamento no Instagram, @mercadodoprodutorjuazeirooficial. A lista completa dos produtos comercializados e seus respectivos preços também está disponível para consulta clicando aqui.

O Mercado do Produtor de Juazeiro funciona de segunda a sexta-feira, das 2h às 22h; aos sábados, das 2h às 17h; e aos domingos, a partir das 21h. O equipamento é um dos importantes centros de comercialização e distribuição de produtos hortifrutigranjeiros do país, contribuindo para o abastecimento de comerciantes e consumidores de diversas regiões e para o fortalecimento da economia regional.

Ascom

Família segue à procura de idoso com Alzheimer desaparecido há mais de dois meses em Juazeiro

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A família de Luiz Guilherme da Silva continua em busca de informações que possam ajudar a localizar o idoso, desaparecido desde a manhã do dia 2 de agosto, após sair de casa no bairro João Paulo II, em Juazeiro, no norte da Bahia. Segundo os familiares, ele tem Alzheimer e pode estar desorientado.

De acordo com as informações divulgadas, o idoso saiu de casa por volta das 6h, dizendo que iria cuidar de uma roça próxima à linha do trem, embora os familiares afirmem que ele não possui uma propriedade no local.

No dia 07 de agosto, após o caso ser divulgado pelo Portal Preto no Branco, familiares relataram que Luiz Guilherme havia sido visto no distrito de Carnaíba do Sertão, na zona rural do município, mas deixou o local antes que a família conseguisse chegar até ele.

Quando foi visto pela última vez, Luiz Guilherme vestia uma blusa azul e usava um boné vermelho. A família segue mobilizada e pede a colaboração da população para obter informações que ajudem a esclarecer o paradeiro dele.

Quem tiver informações sobre Luiz Guilherme da Silva pode entrar em contato com a filha dele, Rafaela, pelo telefone (74) 98100-2049.

Redação PNB

Ministros do TSE discutiram bloqueio de canais políticos no WhatsApp às vésperas da eleição

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O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, e o vice-presidente da Corte, André Mendonça, discutiram com colegas a possibilidade de impor restrições a canais de WhatsApp com mais de 200 mil usuários nas 48 horas anteriores ao segundo turno das eleições, no próximo domingo (25).

A proposta, que foi debatida nos últimos dias e dividiu a Corte, atingiria canais como o “Exército do Lula”, que conta com quase 8 milhões de seguidores, e o canal “Tropa do Flávio”, que tem 2,7 milhões.

Nas últimas semanas, o canal de mensagens liderado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG) gerou embates no cenário político do segundo turno e virou alvo de disputas judiciais entre as campanhas.

Em nota, o gabinete do ministro André Mendonça informou que os integrantes da Corte discutiram o tema em duas reuniões, realizadas na sexta-feira (16) e na terça-feira (20), e coube ao ministro elaborar uma minuta de resolução, que seria submetida para a avaliação dos demais.

À TV Globo, Nunes Marques afirmou não ser “favorável a mudança de última hora”. A resolução não deve avançar, segundo informações de outros ministros da Corte.

A nota do gabinete afirma que, “por tradição, cabe ao vice-presidente do Tribunal redigir os atos normativos que o colegiado vai apreciar. Era natural, portanto, que essa tarefa coubesse ao Ministro André Mendonça. A minuta não é uma iniciativa individual”.

O texto prossegue: “A necessidade de sua elaboração parte de um entendimento construído em conjunto, o texto ainda está em discussão interna, e qualquer versão final depende de deliberação colegiada do Tribunal”.
O gabinete também afirma que “nessas reuniões, houve consenso entre todos os ministros sobre a necessidade de tratar do assunto”.

E que o objetivo “é proteger a integridade do pleito nas horas que antecedem e sucedem a votação, quando não há tempo hábil para resposta ou correção de conteúdos ilícitos”.

O que diz a proposta
A resolução em debate previa equiparar regras de proibição para impulsionamento de conteúdo aos canais.

🔎Conforme as regras da Justiça Eleitoral, o impulsionamento pago de propaganda eleitoral na internet é permitido até 22 de outubro. A partir do dia 23, a prática fica proibida, inclusive para conteúdos contratados anteriormente. A restrição vale até 26 de outubro.

O texto da resolução, à qual a TV Globo teve acesso, diz o seguinte: “No período compreendido entre as 48 horas antes e as 24 horas depois da eleição, aplica-se o disposto no § 11 deste artigo aos canais de transmissão de conteúdo de natureza político-eleitoral com mais de 200.000 (duzentos mil) seguidores”.

Segundo o texto, “consideram-se canais de transmissão de conteúdo de natureza político-eleitoral, o canal, grupo, comunidade ou lista de transmissão em aplicativo de mensagens instantâneas ou em plataforma digital, inclusive de transmissão ao vivo, de acesso aberto ou mediante convite, que transmita conteúdo de natureza político-eleitoral, em especial aqueles informados à Justiça Eleitoral pelas campanhas, os administrados por candidatos, partidos, federações e detentores de mandato eletivo”.

Canal fora do ar

A campanha do candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) oficializou em 13 de outubro o registro do endereço eletrônico do canal de WhatsApp conhecido como “Exército do Lula” no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

O registro ocorreu após uma série de impasses e embates jurídicos que o canal de WhatsApp enfrentou na Justiça Eleitoral.

O vaivém começou após a campanha de Flávio Bolsonaro (PL) pedir a suspensão do canal por suposta divulgação de informações falsas.

O ministro Nunes Marques, presidente da Corte Eleitoral, determinou a suspensão do canal. Horas depois, o corregedor-geral eleitoral, Ricardo Villas Bôas Cueva, decidiu manter a página ativa, contrariando a decisão de Nunes Marques.

O ministro, então, determinou que a equipe técnica do TSE fizesse uma análise do canal. Como resultado, o relatório não encontrou conteúdos falsos nas publicações examinadas que estavam no ar.

Nunes Marques então condicionou o funcionamento do canal o registro formal na Justiça Eleitoral, exigência que foi cumprida pela campanha de Lula (PT).

G1

Quaest, 2º turno: Flávio Bolsonaro, 45%; Lula, 44%

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Pesquisa Quaest do segundo turno, divulgada nesta quarta-feira (21), mostra Flávio Bolsonaro (PL) com 45% das intenções de voto, contra 44% de Lula. A situação é de empate técnico, com 1 ponto de diferença entre os dois candidatos.

Flávio Bolsonaro (PL): 45% (eram 46% há uma semana)
Lula (PT): 44% (eram 44%)
Branco/nulo/não vai votar: 9% (eram 9%)
Indecisos: 2% (era 1%)

Em relação à pesquisa Quaest anterior, divulgada há uma semana, no dia 14, Flávio Bolsonaro oscilou um ponto para baixo (tinha 46%) e Lula manteve os 44%. A situação já era de empate técnico e assim se manteve. O percentual de votos em branco, nulos e de pessoas que não vão votar se manteve em 9%. Os indecisos passaram de 1% para 2%.

Em pesquisas eleitorais, o empate técnico acontece quando candidatos têm uma diferença de pontuação menor do que a margem de erro. Na Quaest, a margem é de dois pontos para mais ou para menos. Ou seja, se a diferença entre os candidatos for de até quatro pontos, a situação é de empate técnico.

A pesquisa Quaest de 20 de outubro ouviu 2.154 pessoas de 16 anos ou mais, entre os dias 17 e 20 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) como BR-08535/2026.

Rejeição
De uma semana para outra, a rejeição a Lula caiu de 53% para 47%. A rejeição a Flávio Bolsonaro oscilou dois pontos para baixo, de 54% para 52%.

Transferência de votos
A Quaest mostra também a transferência de votos do primeiro para o segundo turno, com as evoluções desde a pesquisa anterior, de uma semana atrás.

A margem de erro para esses recortes varia e é maior, porque são grupos menores de eleitores.

Declaram voto em Lula: passou de 34% no dia 14 de outubro para 48% agora
Declaram voto em Flávio Bolsonaro: passou de 30% para 33%
Branco/nulo/não vai votar: passou de 30% para 16%
Indecisos: passou de 6% para 3%
Eleitores de Ronaldo Caiado (margem de erro: 24 pontos)

Flávio Bolsonaro: passou de 42% para 57%
Lula: passou de 23% para 21%
Branco/nulo/não vai votar: passou de 33% para 22%
Indecisos: passou de 2% para 0
Eleitores de Renan Santos (margem de erro: 20 pontos)

Flávio Bolsonaro: passou de 40% para 51%
Lula: passou de 14% para 25%
Branco/nulo/não vai votar: passou de 43% para 24%
Indecisos: passou de 3% para 0
Eleitores que não votaram ou votaram em branco/nulo (margem de erro: 6 pontos)

Lula: passou de 43% para 40%
Flávio Bolsonaro: passou de 38% para 36%
Branco/nulo/não vai votar: passou de 17% para 21%
Indecisos: passou de 2% para 3%
Pesquisa espontânea
Na pesquisa espontânea, quando os eleitores entrevistados respondem sem ver os nomes dos candidatos, Flávio Bolsonaro e Lula têm 40% cada um.

O número de indecisos passou de 7% para 14% desde a semana passada, e o percentual de votos em branco e nulos variou de 8% para 6%.

Entre as mulheres, o percentual de indecisos passou de 8% para 17%. Entre os eleitores independentes — que não são nem petistas nem bolsonaristas, nem de direita nem de esquerda –, a parcela de indecisos foi de 13% para 31%.

Decisão de voto
A Quest perguntou aos eleitores se a decisão de voto deles era definitiva ou se ainda podia mudar. Veja o que os entrevistados responderam:

É definitiva: 90%
Pode mudar: 10%
Entre eleitores de Lula, 90% dizem que a decisão é definitiva e 9%, que ainda podem mudar o voto. Entre eleitores de Flávio Bolsonaro, os números são 93% e 7%, respectivamente.

Expectativa de vitória
Entre os entrevistados, 54% acham que Flávio Bolsonaro vai vencer a disputa (eram 53% na pesquisa anterior), e 37% apontam Lula como favorito (eram 35%).

G1

Moradora de Petrolina chama eleitores de Lula de “burros”, “comedores de capim” e “fedorentos” durante ato com presidente

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Vídeos recebidos pelo Portal Preto no Branco mostram uma mulher, moradora de Petrolina, no Sertão de Pernambuco, dirigindo ofensas a eleitores e apoiadores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Nas gravações, ela se refere às pessoas como “burros”, “comedores de capim”, “fedorentos” e “pobres”, além de utilizar outros xingamentos e afirmar que a “cidade está fedendo a carniça”

Os vídeos foram publicados nessa terça-feira (20), no perfil do Instagram da filha da mulher, que se apresenta na rede social como criadora de conteúdo.

As declarações foram realizadas durante o ato de campanha do presidente e candidato à reeleição, Lula, na região de Juazeiro, na Bahia, e Petrolina, em Pernambuco, como parte da agenda do segundo turno das eleições de 2026.

Durante a mobilização, a Ponte Presidente Dutra, que liga os dois municípios, foi ocupada por milhares de pessoas que foram acompanhar o evento. Segundo a organização, mais de 100 mil apoiadores participaram do ato, que marcou a última agenda de campanha do presidente no estado antes do segundo turno.

Redação PNB

Moradora questiona suspensão de câmeras em Petrolina durante ato de Lula; informações apontam que equipamentos foram usados pelo GSI

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Uma moradora de Petrolina, no Sertão de Pernambuco, questionou a suspensão da transmissão ao vivo das câmeras de monitoramento da cidade durante o ato de campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), realizado nessa terça-feira (20), na região. Segundo ela, a transmissão pelo canal oficial da Autarquia Municipal de Mobilidade (AMMPLA) foi interrompida por volta das 12h e não voltou a funcionar.

“Eu gostaria de pontuar que desde às 10hrs da manhã de ontem (20) eu estava acompanhando a ponte pelos canais da AMMPLA em Petrolina e da prefeitura de Juazeiro para verificar a movimentação quanto ao ato de Lula aqui no Vale e constatei que a de Petrolina foi desligada por volta de 12hrs e não ligou mais. A câmera fica 24 horas ligada por isso gostaria de saber porquê foi desligada em um momento crucial”, questionou.

Informações extraoficiais recebidas pelo PNB indicam que as câmeras permaneceram ligadas durante o ato e foram utilizadas pela equipe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI). Segundo essas informações, a equipe utilizou a estrutura do Centro Integrado de Comando e Controle (CICC) de Petrolina para acessar as imagens das câmeras instaladas na cidade e realizar o monitoramento da segurança do presidente.

Conforme o relato recebido pelo portal, a transmissão foi retirada do acesso público, mas os equipamentos continuaram funcionando e as imagens ficaram à disposição dos órgãos de segurança e da equipe do GSI.

Procurada pelo PNB, a Prefeitura de Petrolina, por meio da AMMPLA, confirmou a suspensão da transmissão pública e informou que a medida ocorreu por questões de segurança presidencial, a pedido do GSI.

Confira a nota oficial na íntegra:

“A Prefeitura de Petrolina, por meio da Autarquia Municipal de Mobilidade (AMMPLA), informa que a transmissão ao vivo pelo canal oficial da Autarquia foi suspensa na tarde desta terça-feira (20), por questões de segurança presidencial. A medida atende a uma solicitação do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), em decorrência do ato político que ocorre na Ponte Presidente Dutra e na área central de Petrolina”.

O ato de campanha ocupou a Ponte Presidente Dutra, que liga Petrolina a Juazeiro, na Bahia. Segundo a organização, mais de 100 mil apoiadores participaram da mobilização, que marcou a última agenda de Lula no estado antes do segundo turno das eleições.

Redação PNB