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Aprovação da Coronavac para crianças e adolescentes emperra na Anvisa

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Fachada do edifício sede da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

A aprovação da Coronavac para crianças e adolescentes está emperrada na Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). Enquanto o Instituto Butantan, responsável no Brasil pela produção da vacina contra Covid, afirma ter apresentado os documentos necessários para a liberação, o órgão regulador nega ter recebido informações suficientes para a autorização.

O Butantan havia anunciado que entregaria na semana passada os dados solicitados pela Anvisa. Segundo a agência, no entanto, o instituto não havia entrado com novo pedido do uso da Coronavac para crianças e adolescentes até esta segunda-feira (15).

O Butantan argumentou que a solicitação ainda não ocorreu porque, em reunião no dia 5 entre seus técnicos e representantes da Anvisa, foram solicitados dados adicionais.

O primeiro pedido para autorização de uso para o público dos 3 aos 17 anos foi feito em 30 de julho pelo Butantan e negado em 18 de agosto pela Anvisa. À ocasião, a agência afirmou que a mostra do estudo apresentado, com 586 participantes, era insuficiente e que não havia informações sobre os resultados de cada um dos subgrupos de faixas etárias (de 3 a 5 anos, de 6 a 11 e de 12 a 17).

A equipe técnica da agência apontou ainda a falta de dados sobre a eficácia em crianças com comorbidades ou imunossuprimidas, ou seja, com sistema imunológico debilitado.

Segundo o Butantan, as informações solicitadas em agosto foram apresentadas na reunião para os técnicos da Anvisa, que então pediram mais informações, entre elas as da fase 3. Esse estágio é o último das pesquisas antes que se obtenha o registro oficial na agência de vigilância e que ocorra, na fase 4, a aplicação na população.

No caso da pandemia da Covid-19, as vacinas para maiores de 18 anos foram autorizadas pela Anvisa, no início deste ano, em caráter emergencial, com os resultados da fase 2. Desde então, Pfizer e AstraZeneca receberam autorização definitiva no Brasil, enquanto Janssen e Coronavac seguem com o aval emergencial.

Na semana passada, o laboratório chinês Sinovac, que desenvolveu a Coronavac, produzida no Brasil pelo Butantan, anunciou que dados preliminares de ensaios clínicos da fase 3 em crianças e adolescentes, feitos na África do Sul, no Chile, na Malásia e nas Filipinas, comprovaram a segurança para essa faixa etária.

Países como Chile, Equador e Indonésia já aprovaram a Coronavac para crianças e adolescentes, além da China.

Segundo o laboratório chinês, não houve efeitos colaterais graves, e os registros de reações foram de dor no local da injeção, dor de cabeça e febre.

Presidente do Butantan, Dimas Tadeu Covas disse à Folha que, com as pesquisas e com a aplicação, em outros países, da Coronavac em crianças e adolescentes, já estão evidentes a sua segurança e eficácia. “É muito importante para o Brasil que se aprove a Coronavac dos 3 aos 17 anos e não há mais razão para prorrogar essa decisão.”

A Anvisa afirmou, por meio da assessoria de imprensa, que é necessário que o Instituto Butantan entre “com um pedido mais sólido e com as informações para esse público-alvo, para que a análise e os resultados tenham desfecho positivo”.

A agência informou que é preciso “realizar o protocolo formal com o pedido de ampliação de uso da Coronavac em crianças e adolescentes”. “Nesta petição”, afirmou a Anvisa, “o Butantan deve apresentar os estudos de eficácia e segurança para esses públicos, inclusive com os dados clínicos de fase 3”.

A Anvisa confirmou a reunião realizada com o Butantan, na qual houve, segundo a agência, “uma pré-submissão”, com “uma apresentação de Power Point com uma breve descrição de dados”. A agência negou que tenham sido exigidos novos documentos. “Nessa reunião, a Anvisa identificou que faltavam informações para que fosse possível avançar para um pedido e posterior análise.”

Há uma nova reunião agendada para a próxima sexta-feira (19), às 11h. “Ressaltamos a importância de o Instituto Butantan tratar o processo dentro das diretrizes regulatórias do Brasil, as quais são semelhantes aos preceitos da Organização Mundial de Saúde”, afirmou a Anvisa à Folha, por meio de nota.

Bocão News

Novo Bolsa Família começa a ser pago entre incertezas sobre PEC e valor de R$ 400

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Moeda Nacional, Real, Dinheiro, notas de real

O programa social Auxílio Brasil começa a ser pago nesta quarta-feira (17), com aumento de 17,8% no valor médio (para R$ 217,18) em relação ao antecessor Bolsa Família. Agora, para chegar ao mínimo anunciado de R$ 400, o governo pretende concentrar forças para aprovar a PEC (proposta de emenda à Constituição) dos Precatórios e fala que a prorrogação do auxílio emergencial não está no radar.

O tempo para se conseguir a aprovação da PEC, no entanto, joga contra a estratégia e mantém a incerteza sobre os valores a serem pagos.

O líder do governo no Senado e relator do texto dos precatórios, senador Fernando Bezerra (MDB-PE), citou nos últimos dias 2 de dezembro como data-limite para a aprovação do texto.

O prazo já é mais elástico que o citado pela equipe econômica em conversas sobre o tema. Antes, o time sinalizava que a PEC teria de ser aprovada até meados de novembro; depois, até o fim deste mês.

As mudanças precisam ser colocadas em prática ainda neste ano para não desrespeitarem a lei eleitoral –que impede o aumento do benefício em 2022.

Governo e Congresso deixaram de cortar custos e a proposta de Orçamento de 2022 está no limite do teto, que impede o crescimento real dos gastos federais.

A PEC dos Precatórios dribla o teto ao postergar o pagamento de sentenças judiciais programadas para o ano e ainda muda a regra de correção anual do limite de gastos, liberando ao governo espaço de mais R$ 91,6 bilhões em 2022 sem a necessidade de revisar outras despesas –o que eleva o déficit nas contas públicas e o endividamento do país.

O Brasil está no vermelho desde 2014, sua dívida passa de R$ 5,4 trilhões e os custos com juros são pagos pela sociedade como um todo.

Diante das incertezas sobre a aprovação da PEC, a prorrogação do auxílio emergencial começou a ser cogitada por governo e aliados como uma forma de ampliar o pagamento aos mais vulneráveis.

Mas a medida não é um consenso entre os próprios membros do Executivo mesmo após a sinalização favorável do TCU (Tribunal de Contas da União).

Entre membros da equipe econômica, uma eventual prorrogação do auxílio emergencial tem sido vista como incompatível com as exigências de imprevisibilidade e urgência estabelecidas pela Constituição para os créditos extraordinários (fora do teto de gastos), já que a pandemia está arrefecendo.

Além disso, o Orçamento de 2022 ainda está em aberto –o que, na teoria, fornece condições para que os pagamentos previstos sejam feitos seguindo as regras tradicionais (com corte de despesas em outras áreas).

A PEC que adia pagamentos de precatórios da União (valores devidos pelo Estado e cobrados pela Justiça) foi aprovada na Câmara dos Deputados na semana passada e agora será analisada pelo Senado.

Apesar de ter passado na Câmara com relativa celeridade, a proposta já começa a enfrentar obstáculos na Casa legislativa vizinha.

Senadores ainda resistem a uma tramitação acelerada da PEC dos Precatórios e podem colocar em risco até mesmo as previsões mais pessimistas do governo, inclusive promovendo alterações no texto.

A liderança do governo diz acreditar que a PEC possa ser aprovada no Senado durante o esforço concentrado destinado inicialmente para a sabatina e votação de indicações para cargos. Os trabalhos estão marcados para os dias 30 de novembro e 1º e 2 de dezembro.

Esse período ofereceria uma janela com alto quórum, uma vez que o esforço concentrado traz os congressistas a Brasília –pois a votação de indicações de autoridades são obrigatoriamente presenciais.

Propostas de emenda à Constituição precisam ser aprovadas em dois turnos com 49 votos dos senadores.

O cronograma já representa uma derrota para o Ministério da Cidadania, que calculava que a proposta deveria ter sua tramitação concluída até o dia 20 de novembro, para que o benefício pudesse ser pago em dezembro.

No entanto, os senadores cobraram do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), que a proposta passasse inicialmente pela CCJ (Comissão de Constituição e Justiça).

O presidente da CCJ, senador Davi Alcolumbre (DEM-AP), anunciou na semana passada que a PEC deve entrar na pauta da sessão do dia 24.

Mesmo assim, ainda há congressistas e líderes que defendem a ida da PEC dos Precatórios para outras comissões.

À Folha o líder do PSDB, Izalci Lucas (DF), defendeu que a proposta seja analisada pela CAE (Comissão de Assuntos Econômicos).

Alguns senadores ainda querem mudanças no texto aprovado pela Câmara, o que implicaria no retorno da PEC para aquela Casa legislativa. O principal ponto de divergência é o tamanho do espaço no Orçamento criado pela aprovação da proposta.

Três senadores –Alessandro Vieira (Cidadania-SE), Oriovisto Guimarães (Podemos-PR) e José Aníbal (PSDB-SP)– chegaram a propor individualmente suas próprias propostas de PEC para viabilizar um novo programa social.

Eles dizem acreditar que é possível pagar o Auxílio Brasil e as dívidas com precatórios sem furar o teto dos gastos e consideram excessivo o espaço aberto no Orçamento.

Bezerra vem dizendo que vai usar esta semana para dialogar com os senadores e tentar convencê-los de que o espaço que será aberto no Orçamento é “justo, adequado e necessário”.

Como a Folha mostrou, o governo continua trabalhando com outros planos para caso a PEC trave no Senado.

Essas cartas na manga, inclusive, serão usadas nas negociações com os senadores. O argumento é que a edição de uma MP (medida provisória) seria ainda mais danosa para o Brasil, considerando que haveria uma forte reação do mercado.

Bahia Notícias

Novo ensino médio só será implantado na Bahia a partir de 2023

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Em todo o Brasil, em 2022, os alunos do primeiro ano do ensino médio vão encontrar uma escola diferente da que existe atualmente. Na Bahia, essa regra é uma exceção. Ao contrário das outras unidades federativas, o Conselho Estadual de Educação da Bahia (CEE-BA) estabeleceu que só em 2023 e 2024 é que as instituições de ensino públicas e particulares do estado são obrigadas a alterar o currículo referencial para o Ensino Médio.

Isso foi determinado, pois só em 2022 é que será implementado o Documento Curricular Referencial da Bahia (DCRB) do Ensino Médio. É esse documento que vai servir de referência para as escolas montarem suas matrizes curriculares e submeterem à aprovação do próprio CEE. A DCRB, inclusive, deve ter como base as orientações da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), que desde 2018 foi aprovada.

Em todo o Brasil, em 2022, os alunos do primeiro ano do ensino médio vão encontrar uma escola diferente da que existe atualmente. Na Bahia, essa regra é uma exceção. Ao contrário das outras unidades federativas, o Conselho Estadual de Educação da Bahia (CEE-BA) estabeleceu que só em 2023 e 2024 é que as instituições de ensino públicas e particulares do estado são obrigadas a alterar o currículo referencial para o Ensino Médio.

Isso foi determinado, pois só em 2022 é que será implementado o Documento Curricular Referencial da Bahia (DCRB) do Ensino Médio. É esse documento que vai servir de referência para as escolas montarem suas matrizes curriculares e submeterem à aprovação do próprio CEE. A DCRB, inclusive, deve ter como base as orientações da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), que desde 2018 foi aprovada.

De acordo com o presidente do CEE, Paulo Gabriel Nacif, a alternação no cronograma aconteceu, dentre outros motivos, para ampliar o debate para a construção de um documento que respeite a diversidade e a realidade de cada região. “O Conselho está atento e vem cumprindo com suas atribuições no processo de implementação da BNCC na Bahia, assegurando os princípios educacionais e os direitos de aprendizagem de todos os estudantes do território estadual, em toda a Educação Básica”, reforçou.

A Resolução que altera o cronograma foi aprovada pelos 24 conselheiros estaduais de Educação e homologada pelo secretário da Educação do Estado, Jerônimo Rodrigues.

Correio

Covid-19: Boletim dessa segunda-feira não apresenta alterações em Petrolina

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O boletim epidemiológico dessa segunda-feira (15) informa que está com 25 leitos de UTI ativos, destes, 15 continuam ocupados, sendo oito pacientes de Petrolina e sete de outras cidades da região. Assim, a taxa de ocupação é de 60% no município.

Não há o registro de novos casos, com isso, o município continua com 34.405 pessoas já infectadas pelo novo coronavírus. Desse total, 32.592 já estão recuperadas, isso representa 94,7% de cura clínica.

Não há óbitos, assim, o município está com 575 óbitos em decorrência do novo coronavírus.

Outras informações

A Secretaria de Saúde também divulgou informações complementares sobre a pandemia em Petrolina
– Casos investigados: 591 pessoas sendo monitoradas, há possibilidade de estarem infectadas.
– Casos descartados: Até agora, 147.932 casos já foram descartados. As pessoas que foram testadas tiveram resultados negativos.
– Casos ativos: O município tem 1.238 casos ativos do novo coronavírus.
Outras informações sobre a pandemia podem ser conferidas no site: petrolina.pe.gov.br/coronavirus.

Débora Sousa – Ascom Sesau

Mercado do Produtor de Juazeiro divulga cotação desta segunda-feira

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O Mercado do Produtor de Juazeiro divulgou a cotação dos produtos comercializados no entreposto nesta segunda-feira (16). Os valores apresentados são obtidos através de pesquisa diária no mercado, que funciona de segunda a sexta-feira (das 2h às 22h) e aos sábados (das 2h às 17h) e aos domingos à partir das 21h.

O consumidor que for ao Ceasa ao longo do dia pode encontrar Abóbora Comum por R$ 1,20 o Kg; Batata-Doce por R$ 50,00 o saco com 26kg; Batatinha por R$ 175,00 o saco com 50kg; Beterraba por R$ 45,00 o saco com 20kg e Cebola Pêra Cx 3 por R$ 45,00 o saco com 20kg.

Veja a cotação completa

COTAÇÃO 16-11-2021

Welington Alves – Ascom AMA

Intervalo entre segunda dose e dose de reforço cairá para 5 meses

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O intervalo entre a segunda dose da vacina contra a covid e a dose de reforço será reduzido de seis para cinco meses no Brasil. A dose de reforço é aplicada em idosos, imunossuprimidos e profissionais da saúde.

Segundo o jornal O Globo, o anúncio será feito pelo Ministério da Saúde nesta terça-feira (16). A pasta também avalia recomendar a dose de reforço da vacina contra a Covid para pessoas de 18 a 59 anos.

O intervalo menor entre as doses já vigora em Minas Gerais, Natal, Rio Grande do Sul e Santa Catarina, por decisão das respectivas secretarias de Saúde. No Espírito Santo, a redução já é para quatro meses e, no Guarujá (SP), para dois.

Para o o novo ciclo de vacinação em 2022, a pasta decidiu usar 354 milhões de doses. O planejamento inclui uma dose de reforço para pessoas de 18 a 60 anos e duas doses (uma em cada semestre) para idosos com mais de 60 anos e imunossuprimidos, além de eventuais ampliações do público-alvo (para menores de 12 anos, por exemplo), se houver aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Correio 24 horas

Pix completa um ano com nova funcionalidade de devolução

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No aniversário de um ano, o Pix, sistema de pagamento instantâneo do Banco Central (BC), ganha nova funcionalidade. Entra em vigor hoje (16) o Mecanismo Especial de Devolução, que agilizará o ressarcimento ao usuário vítima de fraude ou de falha operacional das instituições financeiras.

O mecanismo está regulamentado por uma resolução editada pelo BC em junho. Desde então, as instituições financeiras estavam se adaptando aos procedimentos.

Até agora, em uma eventual fraude ou falha operacional, as instituições envolvidas precisavam estabelecer procedimentos operacionais bilaterais para devolver o dinheiro. Segundo o BC, isso dificultava o processo e aumentava o tempo necessário para que o caso fosse analisado e finalizado. Com o Mecanismo Especial de Devolução, as regras e os procedimentos serão padronizados.

Pix Saque e Troco

Outras novidades para o Pix virão em breve. A partir do dia 29 estarão disponíveis o Pix Saque e o Pix Troco, que permitem o saque em espécie e a obtenção de troco em estabelecimentos comerciais e outros lugares de circulação pública.

No Pix Saque, o cliente poderá fazer saques em qualquer ponto que ofertar o serviço, como comércios e caixas eletrônicos, tanto em terminais compartilhados quanto da própria instituição financeira. Nessa modalidade, o correntista apontará a câmera do celular para um código QR (versão avançada do código de barras), fará um Pix para o estabelecimento ou para a instituição financeira e retirará o dinheiro na boca do caixa.

O Pix Troco permite o saque durante o pagamento de uma compra. O cliente fará um Pix equivalente à soma da compra e do saque e receberá a diferença como troco em espécie. O extrato do cliente especificará a parcela destinada à compra e a quantia sacada como troco.

Open banking

Ainda neste trimestre, o BC pretende estender o iniciador de pagamentos ao Pix. Por meio dessa ferramenta, existente para pagamentos por redes sociais e por aplicativos de compras e de mensagens, o cliente recebe um link com os dados da transação e confirma o pagamento.

Atualmente, o iniciador de pagamentos existe para compras com cartões de crédito e de débito. O BC pretende ampliar a ferramenta para o Pix, o que só será possível por causa da terceira fase do open banking (compartilhamento de dados entre instituições financeiras), que entrou em vigor no fim de outubro.

Com a troca de informações, o cliente poderá fazer transações Pix sem abrir o aplicativo da instituição financeira, como ocorre hoje. O usuário apenas clicará no link e informa a senha ou a biometria da conta corrente para concluir a transação. Tudo sem sair do site de compras, do aplicativo de entregas ou da rede social.

Estatísticas

Até o fim de outubro, segundo os dados mais recentes do BC, o Pix tinha 348,1 milhões de chaves cadastradas por 112,65 milhões de usuários. Desse total, 105,24 milhões são pessoas físicas e 7,41, pessoas jurídicas. Cada pessoa física pode cadastrar até cinco chaves Pix e cada pessoa jurídica, até 20. As chaves podem ser distribuídas em um ou mais bancos.

Em um ano de funcionamento, o volume de transações pelo Pix deu um salto. Em outubro, o sistema de pagamentos instantâneos movimentou R$ 502 bilhões, contra R$ 25,1 bilhões liquidados em novembro do ano passado. Segundo o Banco Central, 75% das transações do Pix em outubro ocorreram entre pessoas físicas, contra 87% no primeiro mês de funcionamento. Os pagamentos de pessoa física para empresa saltaram de 5% para 16% no mesmo período.

Empresas e governo

O aumento nos pagamentos a empresas decorre de funcionalidades adicionadas ao longo deste ano para estimular o recebimento de Pix por empresas e prestadores de serviço. Em maio, começou a funcionar o Pix Cobrança, que substitui o boleto bancário e permite o pagamento instantâneo por meio de um código QR (versão avançada do código de barras) fotografado com a câmera do celular.

Em julho, começou a ser ofertado o Pix Agendado, que permite o agendamento de cobranças, com a definição de uma data futura para a transação. Em setembro, o oferecimento da funcionalidade por todas as instituições financeiras passou a ser obrigatório.

As transações entre pessoas físicas e o governo aumentaram de R$ 2,25 milhões em novembro de 2020 para R$ 409,83 milhões em outubro deste ano. Apesar de pequenas em relação ao total movimentado, essas operações estão subindo graças a medidas como o pagamento de alguns tributos por grandes, micro e pequenas empresas e à quitação de taxas federais por meio do Pix.

Segurança

O Pix completa um ano em meio a preocupações com a segurança do sistema. Por causa do aumento de sequestros-relâmpago e de fraudes relacionadas ao Pix, o BC limitou, em outubro, as transferências a R$ 1 mil entre as 20h e as 6h. Medidas adicionais de segurança foram adotadas, como o bloqueio, por até 72 horas, do recebimento de recursos por pessoas físicas em caso de suspeita de fraude.

Em setembro, ocorreu o incidente mais sério com o Pix registrado até agora. Uma brecha de segurança no Banco Estadual de Sergipe permitiu o vazamento de 395 mil chaves Pix do tipo telefone. Na ocasião, não foram expostos dados sensíveis, como senhas, valores movimentados e saldos nas contas, mas os números de telefone de clientes capturados por pessoas de fora da instituição, que foi punida pelo BC.

Se casos semelhantes ocorrerem, as próximas punições poderão ser mais duras. No fim da semana passada, o BC acelerou as notificações às instituições financeiras que violarem os regulamentos do Pix e diminuiu as situações em que as multas serão isentas.

Agência Brasil

“O que vi aqui é estarrecedor”: Alex Tanuri denuncia situação de abandono do Caps II

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Em visita ao Centro de Atenção Psicossocial/CAPS II, realizada na manhã da ultima quinta-feira, 11, o vereador Alex Tanuri constatou a situação de abandono do equipamento de saúde. Além da estrutura física precária, a piscina está tomada pelo limbo e se tornou foco para possível propagação da dengue. O quadro é chocante.

“O que vi aqui é estarrecedor. Parece que nestes onze meses da gestão Suzana o equipamento sequer foi visitado por alguém da Secretaria de Saúde e, se foi, a incompetência estará constatada porque nada foi feito”, disse Alex.

Faltam medicamentos, há pacientes que esperam com a receita nas mãos há meses e o prédio se encontra completamente entregue ao descaso. “A prefeita se elegeu prometendo cuidar da saúde pública. O que temos na prática é a deterioração do que existia, funcionárias com salários em atraso e faltam até os remédios mais básicos. Um verdadeiro caos”, reforçou o vereador.

O Caps foi criado para ser uma uma unidade especializada em saúde mental para tratamento e reinserção social de pessoas com transtorno mental grave e persistente. Os centros oferecem um atendimento interdisciplinar, composto por uma equipe multiprofissional que reúne médicos, assistentes sociais, psicólogos, psiquiatras, entre outros especialistas. Em Juazeiro, todavia, apesar do esforço dos profissionais, a administração municipal ignora a importância dos serviços que deveriam ser prestados na unidade.

Ascom/Alex Tanuri

Comissão Eleitoral do STTAR Petrolina homologa chapas e conclui lista de aptos a votarem no pleito da entidade em 2021

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A Comissão Eleitoral das eleições do STTAR (Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Assalariados Rurais de Petrolina) publicou neste domingo, 14, as chapas homologadas para o pleito 2021 da entidade que acontece dia 30 de novembro em primeira convocação, ou 7 de dezembro, caso o quórum mínimo de 20% do total de associados aptos a votarem, não seja alcançado na primeira convocação.

No dia 7, o quórum cai de 20% para 10% do total de associados autorizados para escolher a nova diretoria do STTAR de Petrolina. Não houve nenhuma impugnação de nomes que compõem as chapas legalizadas para a disputa.

Os eleitos ocuparão um mandato de quatro anos deste que é o maior sindicato de trabalhadores do Nordeste e um dos maiores do Brasil.

DUAS CHAPAS

As duas chapas já anunciadas foram legalizadas pela Comissão Eleitoral. Elas disputam a diretoria e o conselho fiscal do STTAR Petrolina para o quadriênio 2022/2025.

A Chapa 1 é encabeçada por Leninha e Elizangela e a Chapa 2 tem Maria Joelma e Adelina. Leninha Lima é a atual presidente e disputa a reeleição.

Segundo o presidente da Comissão Eleitoral do STTAR, Nilberto Michael, que conta ainda com Rafaela Coelho e Fábio Silva como colegas de trabalho, nesta segunda, 15, será conhecido o total de associados aptos a votarem este ano nas eleições do sindicato.

“Estamos concluindo a listagem e vamos divulgar nos meios de comunicação, nas redes sociais do Sindicato e deixar coladas nos murais do STTAR para conhecimento público”, revelou Nilberto.

CAMPANHA

A partir deste 15 de novembro, pelo calendário aprovado em assembleia geral extraordinária realizada dia 30 de outubro, a campanha está autorizada e segue até o dia 29.

Ascom