PNB

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CDL Juazeiro lança campanha “Natal do São Francisco” com maior premiação da história do comércio local

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A Câmara de Dirigentes Lojistas de Juazeiro (CDL) lançou, na manhã desta sexta-feira (28), num café da manhã para a imprensa regional, a edição 2025 do Natal do São Francisco, consolidando a cidade como referência em campanhas promocionais Na região.

Este ano, os consumidores vão concorrer a uma das maiores premiações já realizadas na região: 5 TVs de 50 polegadas, dois caminhões de prêmios e um Renault 0km.

Durante o lançamento, lideranças do setor produtivo e autoridades municipais reforçaram a importância da campanha para o fortalecimento do comércio local, em um período estratégico de fim de ano.

Estiveram presentes o prefeito de Juazeiro, Andrei Gonçalves; o presidente da CDL Juazeiro, Elder Guimarães; o vice-prefeito Tiano Felix; o Secretário de Desenvolvimento econômico de Juazeiro, Tércio Tolentino, o presidente do Sindilojas, Carlos Neiva; o presidente da ACIAJ, George Falcão; representantes da Cielo, parceira da iniciativa; dentre outros parceiros.

A campanha, que já está ativa para lojistas, vai envolver diversos segmentos, estimulando vendas, circulação econômica e valorização da rede varejista local. A CDL reforça que, a cada R$ 50 em compras, o cliente recebe um cupom; e pagamentos realizados na maquininha Cielogarantem três cupons, aumentando as chances de participação.

Com a grande adesão, o Natal do São Francisco promete movimentar o comércio, atrair consumidores e fortalecer a economia da cidade durante todo o mês de dezembro.

Neste sábado (29), às 10h da manhã, o Papai Noel da Campanha Natal do São Francisco chega à Orla de Juazeiro, no ponto das barquinhas da Travessia Juazeiro/Petrolina, trazendo a magia do natal para a cidade.

A campanha de prêmios para clientes começa no dia 1º de dezembro e segue até o final do mês.

 

Ascom

Bahia pode ampliar licença-maternidade para 180 dias e estender benefício a servidores que atuam como “pais solo”

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Os servidores públicos da Bahia podem receber uma ampliação da licença-maternidade e paternidade com uma possível mudança na Lei 6.677/1994, que dispõe sobre o Estatuto dos Servidores Públicos Civis da Bahia, das Autarquias e das Fundações Públicas Estaduais. Um projeto de lei protocolado nesta quarta-feira (26), de autoria do deputado estadual Zé Raimundo (PT), sugere que o benefício seja ampliado para 180 dias para as mulheres, estendendo-se também para os “pais solo”.

Atualmente, conforme o Estatuto dos Servidores, a licença-maternidade é de 120 dias, podendo ser início a partir do 9º mês de gestação, e a paternidade é de cinco dias a partir do nascimento da criança ou da adoção. A proposta atualiza o texto, dando a possibilidade de o benefício ser concedido a partir da alta hospitalar da mãe e ampliando a licença-paternidade para 20 dias.

Um destaque também é a oportunidade de pais solo, biológicos ou adotivos, receberem os mesmos 180 dias de licença que as mulheres. O PL de Zé Raimundo afirma que o benefício será assegurado quando o homem for “o único responsável pelos cuidados da criança recém-nascida, adotada ou sob guarda judicial”.

“Negar ao pai solo o mesmo prazo de afastamento necessário para estabelecimento do vínculo e para os cuidados iniciais representa discriminação indireta que contraria os princípios constitucionais da igualdade, da proteção à família e do melhor interesse da criança. A extensão da licença-maternidade ao pai solo, na medida em que ele é o único responsável, traduz aplicação prática desses princípios”, escreveu Zé Raimundo em justificativa.

Para justificar a ampliação da licença-paternidade e maternidade, Zé Raimundo argumentou que houve uma transformação social desde a implantação do Estatuto dos Servidores em 1994. Segundo o parlamentar, a ampliação do benefício é necessária para estabelecer um vínculo entre pais e filhos, além de citar exemplos de outros estados que estenderam as licenças de cuidados para os filhos recém-nascidos.

“A extensão da licença-paternidade favorece, simultaneamente, o estabelecimento precoce do vínculo afetivo entre pai e filho(a), comprovadamente benéfico ao desenvolvimento socioemocional da criança, a repartição de responsabilidades de cuidado entre os genitores, contribuindo para a igualdade de gênero no trabalho e em família, a redução de sobrecarga sobre a mãe, com efeitos positivos na saúde materna e infantil, bem como maior segurança para pais solo (biológicos ou adotivos) que, sendo os únicos cuidadores, necessitam de afastamento compatível com os cuidados que a criança demanda”, argumentou o deputado.

Cenário nacional

No início de novembro, a Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que amplia gradualmente de 5 para 20 dias a licença-paternidade. Na ocasião, o período da licença seria implantado progressivamente ao longo de quatro anos de vigência da futura lei, começando com 10 dias durante os dois primeiros anos, subindo para 15 dias no terceiro ano e 20 dias no quarto ano.

Inicialmente, o relator da proposta, deputado federal Pedro Campos (PSB-PE), havia estabelecido o total de 30 dias de licença-paternidade após transição de cinco anos, mas negociações em Plenário resultaram em um período menor devido a dificuldades fiscais da Previdência.

O impacto de despesas e perda de receitas previsto é de R$ 4,34 bilhões em 2027, quando a licença for de 10 dias. Esse impacto chegaria a R$ 11,87 bilhões em 2030, se a licença fosse de 30 dias.

A proposta agora retornou ao Senado, local onde foi criada, devido às mudanças aprovadas pela Câmara dos Deputados.

No STF

Em setembro, o Supremo Tribunal Federal (STF), através de decisão do ministro Dias Toffoli, negou seguimento a um pedido que buscava a equiparação imediata da licença-paternidade à licença-maternidade. O caso foi impetrado por um membro do Ministério Público da Bahia (MP-BA), que argumentava que os 20 dias de licença-paternidade que usufruiu eram insuficientes para os cuidados com sua filha recém-nascida.

O impetrante sustentava que a ausência de uma lei federal que regulamente plenamente o direito, previsto no artigo 7º, inciso XIX, da Constituição Federal, há mais de 37 anos, violava seus direitos fundamentais e perpetuava uma desigualdade de gênero.

O autor do mandado de injunção citou o julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade por Omissão (ADO) 20, no qual o próprio STF reconheceu a mora do Congresso Nacional em editar a norma regulamentadora. Naquela ocasião, a Corte concedeu um prazo de 18 meses para que o Legislativo sanasse a omissão, sob pena de o próprio Tribunal fixar o período da licença-paternidade. O impetrante alegou que, não obstante esse prazo, seu caso era urgente e inadiável, pois envolvia os primeiros meses de vida de sua filha, um período irrepetível.

Ao analisar o caso, o ministro Toffoli destacou que a Constituição Federal, em seu Ato das Disposições Constitucionais Transitórias (ADCT), já previu uma regra para o exercício provisório do direito: cinco dias de licença-paternidade. A existência dessa norma transitória, segundo a consolidada jurisprudência do STF, descaracteriza a omissão legislativa absoluta, que é pressuposto essencial para o cabimento do mandado de injunção.

Em outro caso, numa decisão tomada em setembro do ano passado, o STF assegurou aos servidores públicos civis e militares do Espírito Santo uma licença de 180 dias nos casos de paternidade solo, tanto biológica quanto adotante.

Na oportunidade, o plenário também entendeu que, para casais homoafetivos de servidoras públicas mulheres, uma das mães terá direito à licença-maternidade, e a outra ao período equivalente à licença-paternidade. Servidoras civis temporárias ou em comissão também têm direito à licença-maternidade.

Bahia Noticias 

STF forma maioria para reconhecer racismo estrutural no país

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Ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) formaram a maioria de votos para reconhecer a existência do racismo estrutural no país e debatem reconhecimento do chamado estado de coisas inconstitucional, termo que reconhece omissão do estado no enfrentamento do racismo presente na sociedade. A votação foi realizada na quinta-feira (27) e após entendimento foi suspensa, podendo ser retomada em uma data ainda não prevista.

A votação também determina a criação de um plano nacional de enfretamento ao racismo estrutural, o governo terá 12 meses a partir do fim do processo judicial, para concluir a revisão ou criar um novo. O próximo julgamento deve definir as diretrizes que vão nortear a elaboração do plano.

O debate sobre racismo estrutural encontra divergências no reconhecimento do chamado estado de coisas inconstitucional. Parte dos ministros entendem que algumas medidas já foram tomadas nos últimos anos para combater o racismo e que não há omissão do atual governo, não há consenso nesse ponto e o placar está 5 votos a 3 contra o reconhecimento.

Como votaram os ministros

O ministro Luiz Fux é relator do caso e íniciou a votação, Fux votou a favor do reconhecimento que o que o Estado falha de forma grave, contínua e estrutural na proteção dos direitos da população negra, que é majoritariamente pobre e para determinar a adoção do plano nacional. Em seguida, Flávio Dino acompanhou o relator e também foi favorável.

O ministro Cristiano Zanin em seu voto reconhece que há um cenário de desigualdade racial no Brasil e de graves violações contra os direitos fundamentais.

“A compreensão do racismo estrutural, como fruto da construção do estado brasileiro, explica o próprio cenário de extrema desigualdade racial existente no Brasil”, afirmou.

O ministro André Mendonça reconhece o racismo presente na sociedade, mas não concorda com o termo racismo institucional

“Eu tenho dificuldade com o conceito de racismo institucional. Eu não posso partir do pressuposto de que as instituições públicas em si sejam racistas.  Acho que pessoas dentro das instituições são racistas, mas não as instituições”, argumentou.

O que diz o Governo

Em nota divulgada à imprensa, a Advocacia-Geral da União (AGU) informou que está compremetida com a adoção do plano, o comunicado foi emitido na quarta-feira (26)

“O governo federal, por meio do Ministério da Igualdade Racial, manterá seu protagonismo na coordenação do processo, articulando a participação da sociedade civil — especialmente do Movimento Negro — e dos demais entes federativos, de modo a construir diretrizes que tornem o plano nacional efetivo, colaborativo e viável em todo o território nacional”, disse a AGU.

 

Notícia Preta

Expectativa de vida dos brasileiros mantém alta e sobe para 76,6 anos, diz IBGE

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Idosos na região central de Brasília.

Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgados nesta sexta-feira mostram que a expectativa de vida da população brasileira chegou aos 76,6 anos em 2024. O cenário mantém a tendência de alta após o período da pandemia, quando o número caiu para 72,8 anos em 2021. Na última publicação do IBGE, referente ao ano de 2023, a expectativa de vida dos brasileiros era de 76,4 anos. Em 1940, primeiro ano com registros do indicador, a média do tempo de vida da população era de 45,5 anos.

Em outros países, a maior esperança de vida ao nascer para ambos os sexos, em 2024, pertence a Mônaco, com 86,5 anos. Em seguida vem San Marino (85,8), Hong Kong (85,6), Japão (84,9) e Coreia do Sul (84,4).

Entre as mulheres, a longevidade subiu para os 79,9 anos, aumento de 0,2 em relação ao ano de 2023. Já para os homens, a expectativa foi para 73,3 anos em 2024, contra 73,1 anos na publicação anterior.

A diferença de expectativa de vida entre gêneros é recorrente no Brasil e pode ser explicada pelos padrões de comportamento entre homens e mulheres. Enquanto mulheres procuram maior atendimento médico e cuidam mais da saúde, homens tendem a se expor a mais riscos, e são a maior parte das vítimas de acidentes e da violência, aponta o IBGE

Mortalidade infantil

A taxa de mortalidade infantil no Brasil — número de óbitos de bebês com menos de 1 ano de idade a cada mil nascimentos — caiu para 12,3 em 2024. Em 1940, o número era 146,6, enquanto em 2000 era de 28,1. Em 2023, a taxa era de 12,5.

O indicador ainda não retornou ao menor patamar pré-pandemia (12,1 em 2019 e 11,4 em 2020). O mesmo vale para a mortalidade de crianças entre 1 e 4 anos de idade: 2 em 2019 e 1,6 em 2020, contra 2,2 registrado em 2024.

De acordo com o IBGE, a queda da mortalidade das crianças do Brasil, de modo geral, está associada às campanhas de vacinação em massa, atenção ao pré-natal, aleitamento materno, ação dos agentes comunitários de saúde e aos programas de nutrição infantil.

“Também contribuíram para a diminuição desse fatídico indicador os aumentos da renda, da escolaridade e do número de domicílios do país com acesso a serviços de saneamento adequado. A diminuição dos níveis de mortalidade, por sua vez, vem contribuindo para elevar a expectativa de vida dos brasileiros ao longo dos anos”, explica o instituto.

Expectativa por idade

Em 1940, um indivíduo que chegasse aos 60 anos de idade viveria, em média, mais 13,2 anos, sendo mais 11,6 anos para os homens e mais 14,5 anos para as mulheres. Já em 2024, o número sobe para 22,6 anos, sendo mais 20,8 anos para homens e mais 24,2 anos para as mulheres.

Aos brasileiros que chegam aos 70 anos de idade, a expectativa é que vivam mais 15,2 anos (16,3 entre as mulheres e 14 para os homens). Já aos 75, o indicador é de 11,9 anos para ambos os sexos, caindo para 9 anos entre os idosos com mais de 80 anos de idade.

Em comparação com 1940, a cada mil pessoas que atingiam os 60 anos de idade, somente 213 chegariam os 80 anos. Já em 2024, em um grupo do mesmo tamanho, 623 completariam os 80 anos.

O Globo

Termina nesta sexta (28) prazo para adesão ao Refis do IPVA

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06/06/2023 Brasília (DF) - Venda de carros na Cidade do Automóvel em Brasília. Foto Rafa Neddermeyer/ Agência Brasil

Os proprietários de veículos em débito com o Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) gerados até 2024 ainda podem quitar o tributo com o desconto de 95% nas multas e acréscimos moratórios. O prazo para participar do Refis IPVA Bahia vai até esta sexta-feira (28). Para fazer a adesão, basta acessar o site www.sefaz.ba.gov.br, clicar no banner “Refis IPVA Bahia” e seguir o passo a passo no simulador após informar o Renavam do veículo ou o número do Processo Administrativo Fiscal (PAF).

“As condições são válidas para todos os débitos com o IPVA inscritos ou não em dívida ativa, que tenham sido gerados até 31 de dezembro de 2024. Até o momento, mais de 20 mil baianos já aderiram ao programa”, observa o diretor de Arrecadação da Secretaria da Fazenda do Estado da Bahia, Augusto Guenem.

A lei do Refis IPVA Bahia estabeleceu também a remissão, ou seja, o perdão dos débitos tributários do IPVA com valor abaixo de R$ 460,00. Outro benefício do pacote foi o perdão ou remissão parcial de 50% dos débitos tributários relativos à Taxa de Licenciamento Anual de veículos.

Como aderir

Logo depois de acessar o simulador disponível no  www.sefaz.ba.gov.br, o contribuinte deverá digitar o número do Renavam do veículo ou do Processo Administrativo Fiscal e clicar em aplicar filtro. Após alguns segundos, o sistema irá mostrar colunas com o valor devido e o valor de pagamento à vista. Clicando-se no botão avançar, a tela do sistema irá mostrar um detalhamento do débito.

Para dar prosseguimento, basta clicar em efetuar pagamento. A ferramenta irá abrir uma nova tela e o contribuinte precisará informar a data de quitação do débito, que deve ser até o dia 28 de novembro, e depois selecionar novamente o botão avançar. Nesta nova etapa, o usuário irá emitir o Documento de Arrecadação Estadual (DAE) clicando na opção “Emitir DAE”. É importante que o contribuinte habilite as permissões de pop-up para o domínio gov.br, para possibilitar a visualização do DAE e depois salvá-lo em formato PDF.

Mais informações

Para obter mais informações o contribuinte pode acessar a Carta de Serviços ao Cidadão, no site da Sefaz-BA, e buscar por Refis IPVA Bahia. Ele terá acesso a orientações e a um link para perguntas e respostas sobre o programa.

Ascom/ Sefaz-BA

Projeto de Lei Elaine Gonçalves: Após morte de adolescente, Câmara de Juazeiro aprova regulamentação para acesso de menores ao Rio São Francisco

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Foto: reprodução

A Câmara Municipal de Juazeiro aprovou na manhã desta sexta-feira (28), o projeto de lei que regulamenta o acesso de menores de 18 anos às atividades recreativas às margens do Rio São Francisco, no trecho entre a Croinha e o Angari. A iniciativa, proposta pelo vereador Dionísio Gomes (PDT), recebeu o nome simbólico de “Elaine Gonçalves”, em homenagem à adolescente de 13 anos que morreu afogada no dia 16 de novembro, na região da Croinha, caso que mobilizou a comunidade e reacendeu debates sobre a falta de segurança no rio.

Em vídeo anunciando a aprovação, o vereador destacou que o projeto surge da preocupação com o aumento de ocorrências de afogamento envolvendo crianças e adolescentes, especialmente em períodos de maior movimento.

“Esse projeto de lei regulamenta a entrada de menores de 18 anos às margens do Rio São Francisco, para que possamos evitar acidentes como afogamentos, como aconteceu com a homenageada. Quero agradecer aos vereadores, que, por unanimidade, votaram no projeto”, afirmou.

Pelo texto aprovado, o município passa a ter responsabilidades diretas na organização e fiscalização do trecho entre a Croinha e o Angari. A lei determina que a prefeitura contrate salva-vidas por meio de processo seletivo, instale boias, cordas e outros equipamentos de demarcação das áreas de banho, além de manter atuação integrada com a Guarda Municipal e os Conselhos Tutelares. Também será obrigatória a oferta de vigilância aquática e terrestre aos sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h, após esse horário, a segurança dos menores passa a ser de responsabilidade exclusiva dos responsáveis legais. A legislação prevê ainda que os estabelecimentos comerciais localizados às margens do trecho regulamentado exibam informações visíveis sobre a obrigatoriedade do acompanhamento de menores e do uso de coletes salva-vidas.

Com a regulamentação, a expectativa é de que o uso recreativo das margens do rio se torne mais seguro, especialmente para crianças e adolescentes, que estão entre as principais vítimas desse tipo de ocorrência.

Relembre o caso que motivou a homenagem

Elaine Gonçalves se afogou no final da tarde de domingo, 16 de novembro, enquanto tomava banho no Rio São Francisco, na região conhecida como Croinha, em Juazeiro, no Norte da Bahia. A adolescente chegou a ser socorrida por pescadores e mergulhadores, mas foi encontrada sem sinais vitais aparentes e não resistiu após dar entrada no Hospital Regional.

Redação PNB

Dê o seu voto: Andrezza é finalista do Festival de Música Educadora FM com a música “Chá de Sumiço”; saiba como votar

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A cantora e compositora Andrezza está entre os 50 finalistas do 23º Festival de Música Educadora FM, considerado o maior festival de premiação em dinheiro do país dedicado a composições inéditas. Ela concorre com a canção “Chá de Sumiço” na categoria Música com Letra e agora depende do voto popular para avançar na disputa.

No Festival de Música Educadora, além das categorias técnicas, o público tem papel decisivo na escolha da “Música Mais Votada pelos Ouvintes”. A votação segue aberta até 1º de dezembro, e o(a) artista vencedor(a) recebe um prêmio adicional de R$ 10 mil, além de maior destaque na programação da Rádio Educadora FM.

A artista celebra a indicação e pede o apoio dos admiradores de seu trabalho no Vale do São Francisco. “Chá de Sumiço”, sua música finalista, está disponível no site oficial do festival, onde também é possível registrar o voto.

Como votar em Andrezza

Para participar, basta acessar o site do Festival Educadora FM, localizar a música “Chá de Sumiço”, de Andrezza Santos, e votar. É necessário informar CPF e e-mail, sendo permitido apenas um voto por CPF/e-mail.

A cerimônia de premiação acontece no dia 7 de dezembro, com transmissão ao vivo pela TVE Bahia e pela Rádio Educadora FM.

 

Redação PNB

Mais de 60% dos casos de câncer colorretal no Brasil têm diagnóstico tardio

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Mais de 60% dos casos de câncer colorretal no Brasil chegam aos serviços de saúde já em estágios avançados (3 e 4), quando o tumor invade estruturas profundas ou apresenta metástases. A informação é de um novo estudo da Fundação do Câncer, lançado nesta quarta-feira (27), Dia Nacional de Combate ao Câncer.

O levantamento analisou 177 mil casos atendidos em hospitais públicos e privados e revela um cenário de diagnóstico tardio, que reduz as chances de cura, exige tratamentos mais complexos e eleva os custos.

O estudo também mostra desigualdades no acesso ao cuidado oncológico: o Sudeste concentra quase metade dos casos (49,4%) e recebe pacientes de outras regiões, enquanto o Centro-Oeste lidera o deslocamento de pessoas que precisam buscar atendimento fora do estado onde vivem (18%). Parte desse fluxo (16%) migra para o Sudeste.

“A elevada proporção de diagnósticos tardios evidencia fragilidades importantes no acesso ao diagnóstico e no rastreamento do câncer colorretal no Brasil”, afirma Luiz Augusto Maltoni, diretor-executivo da Fundação do Câncer. Segundo ele, o deslocamento entre regiões impacta diretamente o tempo até o início do tratamento e a sobrevida dos pacientes.

O estudo aponta ainda relações importantes entre comportamentos de risco e a incidência do tumor. Capitais com maior proporção de fumantes —como Florianópolis, Porto Alegre, Curitiba e Campo Grande— também registram altas taxas da doença, reforçando o tabagismo como fator de risco.

A obesidade aparece como outro componente relevante: Porto Alegre, Campo Grande, Rio de Janeiro e São Paulo, todas com prevalência de obesidade de 24% ou mais, figuram entre as cidades com maior incidência.

“Quando observamos que fatores como tabagismo e obesidade se sobrepõem às altas taxas de incidência, fica evidente que o câncer colorretal reflete as condições de vida da população”, afirma o epidemiologista Alfredo Scaff, coordenador do estudo. Ele defende políticas de prevenção primária e ações contínuas para alimentação saudável e atividade física.

Os dados também reforçam a necessidade de ampliar o rastreamento. Quase 86% dos pacientes diagnosticados têm 50 anos ou mais. Para Scaff, o Brasil deveria migrar de um modelo oportunístico —quando o exame só ocorre se o paciente procura o serviço— para um programa populacional, além de avaliar a redução da idade de início do rastreamento para 40 anos, como já feito nos Estados Unidos.

O levantamento também traça o perfil dos pacientes: 47,7% têm apenas ensino fundamental, e há maior proporção de brancos (34,6%), seguidos por negros (30,9%). Cirurgia é o tratamento inicial mais frequente no país. As análises consideram dados dos Registros Hospitalares de Câncer entre 2013 e 2022.

O Ministério da Saúde estima 45 mil novos casos de câncer colorretal em 2024. A Fundação do Câncer projeta um crescimento de 21% na incidência entre 2030 e 2040.

 

UOL

Presidente Lula anuncia criação de universidades voltadas aos povos indígenas e ao esporte

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O governo federal deu um novo passo na ampliação da rede de ensino superior público no país. Nesta quinta-feira (27), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva encaminhou ao Congresso Nacional dois projetos de lei que propõem a criação de instituições inéditas no sistema federal: a Universidade Federal Indígena e a Universidade Federal do Esporte. Se aprovadas, ambas devem iniciar suas atividades em 2027.

O anúncio ocorreu durante uma cerimônia no Palácio do Planalto, que reuniu autoridades e lideranças. Participaram do evento os ministros Camilo Santana (Educação), André Fufuca (Esporte) e Sonia Guajajara (Povos Indígenas), além da ex-ministra do Esporte Ana Moser.

A proposta da Universidade Federal Indígena surge como resposta a uma reivindicação histórica de povos tradicionais. A instituição será estruturada em rede, articulando conhecimentos ancestrais e pesquisa acadêmica, com foco na formação de profissionais indígenas e no fortalecimento de práticas pedagógicas próprias dos territórios.

Já a Universidade Federal do Esporte dá continuidade a um compromisso assumido por Lula no início do segundo semestre, quando se reuniu com atletas da ginástica rítmica. A instituição deverá oferecer formação especializada em áreas estratégicas do esporte nacional.

As duas universidades vão oferecer cursos temáticos de graduação e pós-graduação temáticos, visando a formação de atletas, no caso da Universidade do Esporte, e autonomia dos povos indígenas, no caso da Universidade Indígena.

Redação PNB