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Juazeiro sedia primeira reunião da CRIE Pernambuco – Bahia

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A Secretaria de Saúde de Juazeiro (Sesau) sediou, nesta segunda-feira (31), a primeira reunião da Comissão de Cogestão da Região Interestadual de Saúde do Vale do Médio São Francisco PE-BA (CRIE). O encontro aconteceu no auditório da Universidade do Vale do São Francisco (Univasf) e reuniu representantes de municípios da Bahia e de Pernambuco, com o objetivo de discutir a assistência à saúde da Macrorregião Norte e da IV Macrorregião de Saúde de Pernambuco.

Durante a reunião, foram debatidas estratégias para aprimorar o atendimento na rede de saúde, fortalecer a pactuação entre os municípios e garantir uma assistência mais eficiente à população. O encontro também abordou desafios e soluções para a regulação de pacientes, a distribuição de recursos e o fortalecimento da rede hospitalar na região.

O secretário de Saúde de Juazeiro, Helder Coutinho, destacou a importância da iniciativa para melhorar a integração entre os municípios e ampliar o acesso aos serviços de saúde. Ele também ressaltou a grande responsabilidade que é gerir o Sistema Único de Saúde (SUS).

“Esse diálogo entre os gestores da Bahia e de Pernambuco é fundamental para garantir que a população tenha um atendimento de qualidade e que possamos avançar em soluções conjuntas para os desafios da saúde pública. Como gestores do SUS, temos a responsabilidade de assegurar que os serviços cheguem a quem mais precisa, de forma humanizada e eficiente. Juazeiro tem um papel estratégico nesse processo e seguimos empenhados em fortalecer essa cooperação”, disse Helder Coutinho.

A reunião marcou o início de um processo de alinhamento entre os municípios, visando aprimorar a gestão da saúde na região e promover ações que beneficiem diretamente os cidadãos do Vale do Médio São Francisco.


Ascom Sesau PMJ

Dez estados aumentam imposto sobre compra em site estrangeiro a partir de abril

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Comércio eletrônico,Cartão de Crédito

Dez estados vão aumentar o ICMS (imposto sobre mercadorias e serviços) sobre compras em sites estrangeiros pelo Regime de Tributação Simplificada de 17% para 20% a partir de 1º abril.

O aumento é parte de um acordo fechado no ano passado pelos secretários estaduais de Fazenda. Os demais estados e o Distrito Federal ainda não sinalizaram, no entanto, se vão implementar a mudança e, se decidirem elevar o tributo, a nova alíquota só poderá entrar em vigor em 2026.

O aumento do tributo já está definido em Minas Gerais, Acre, Amapá e sete estados do Nordeste. As exceções na região são Maranhão e Pernambuco.

Nesses dois estados e também no Rio de Janeiro, Tocantins e Distrito Federal a mudança depende de um decreto dos governadores. São locais em que a lei já permite alíquotas de pelo menos 20% para os produtos em geral.

Nos outros 12 estados, incluindo São Paulo, o aumento só pode ser feito por meio de projeto de lei aprovado nas suas Assembleias Legislativas. Nesses locais, o percentual aplicado aos produtos em geral é inferior aos 20%, e as exceções precisam do aval dos deputados estaduais.

Qualquer aumento proposto em 2025, seja por edição de decreto ou aprovação de lei, só pode entrar em vigor a partir de janeiro de 2026, devido à regra da anualidade para elevação de impostos.

Os dez estados que vão elevar o tributo em abril deste ano aprovaram a mudança em dezembro de 2024 e precisaram respeitar também o período de 90 dias para aplicar a nova alíquota.

Em junho de 2023, os governadores decidiram unificar em 17% o ICMS nas compras em sites estrangeiros, que passaram a seguir as regras de tributação do programa Remessa Conforme, considerando a menor alíquota vigente na época entre as unidades federativas.

Em dezembro do ano passado, o Comsefaz, comitê de secretários de Fazenda, aprovou um acordo que permite elevar o tributo a 20%, atendendo a uma demanda do varejo nacional. Como se trata de uma autorização para definir a alíquota, a aplicação do que foi combinado depende de cada governador.

O Imposto de Importação do governo federal não muda, e a decisão de elevar o ICMS não foi tomada pelo presidente Lula, como esclareceu o Palácio do Planalto após o anúncio da decisão dos secretários estaduais de Fazenda em dezembro.

Estados que optaram por elevar o ICMS para 20%:

  • Acre
  • Alagoas
  • Bahia
  • Ceará
  • Minas Gerais
  • Paraíba
  • Piauí
  • Rio Grande do Norte
  • Roraima
  • Sergipe

Estados sem previsão de aumento

A Secretaria de Fazenda e Planejamento de São Paulo disse que não pode aplicar para essas importações alíquotas superior a 18%, percentual da chamada alíquota modal, aquela cobrada sobre a maioria dos produtos que circulam no estado, e não respondeu se planeja ou não mudar a lei.

O Rio de Janeiro informou que aplica uma alíquota de ICMS de 16%, mais 1% para o FECP (Fundo Estadual de Combate à Pobreza e às Desigualdades Sociais), e que o aumento desse percentual precisaria ser feito por meio de um projeto de lei, a ser debatido, votado e aprovado pela Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro).

O governo do Distrito Federal disse que ainda estuda se vai adotar a medida proposta.
Aumento de carga

O programa Remessa Conforme foi criado prevendo isenção do imposto de importação para valores de até US$ 50, mesmo se o envio fosse feito por uma pessoa jurídica para uma pessoa física. Em 2024, o Congresso aprovou o fim dessa isenção, em uma discussão que ficou conhecida popularmente como ‘taxa das blusinhas’.

A regra aprovada previu aplicação de imposto de importação de 20% para compras até US$ 50. Para produtos acima desse patamar e de até US$ 3.000 o tributo federal é de 60%, com redução de US$ 20 no imposto a pagar.

O ICMS estadual incide sobre o valor da compra, incluindo frete, e também sobre o imposto de importação. O tributo é calculado de acordo com o endereço de entrega do produto.

Uma compra de US$ 50 (cerca de R$ 300) terá sua carga total de imposto de importação federal e ICMS estadual elevada de 45% para 50%, segundo cálculos da Abvtex (Associação Brasileira do Varejo Têxtil). Isso representa um custo a mais de quase R$ 15.

Edmundo Lima, diretor-executivo da Abvtex, afirma que o ICMS nas compras em sites estrangeiros teria de ir a 25% para que houvesse tributação equivalente à média sobre o produto nacional. A associação pediu aos governadores que reduzissem o imposto para as empresas brasileiras ou, como segunda opção, elevassem a tributação sobre as importações.

“A nossa primeira intenção era que o varejo e a indústria nacional também pagassem 17%, mas isso ficou fora de cogitação, então não restava outra alternativa a não ser majorar o ICMS”, afirma.

“Estamos neste momento sensibilizando os demais estados para que também internalizem isso o mais breve possível. É importante ter uma mesma alíquota entre todos os estados e o Distrito Federal.”

A Amobitec (Associação Brasileira de Mobilidade e Tecnologia), entidade que reúne grandes plataformas de e-commerce, como Amazon, Shein e Alibaba, diz que manifesta preocupação com o aumento da alíquota sobre compras internacionais em alguns estados.

“A imposição de um ICMS maior, no caso de 20%, vai elevar para até 50% a carga tributária total, considerando a incidência da taxação federal prevista pelo Programa Remessa Conforme. Como resultado, haverá tendência de redução no volume de compras internacionais e provável recuo na arrecadação fiscal”, diz a associação.

“Os consumidores também terão impacto e ficam sujeitos a aumento de preços nos dez estados que estão optando pelo ICMS de 20%.”

A entidade afirma ainda não haver dados que considerem o impacto das mudanças sobre toda a economia, considerando também os pequenos negócios afetados.

Entenda o Regime de Tributação Simplificada 

– É aplicado a encomendas internacionais com valor aduaneiro (soma dos bens + frete + seguro) de até US$ 3.000 destinados a pessoas físicas e jurídicas.

– Essas compras são tributadas atualmente com Imposto de Importação de 60% e ICMS de 17%, mas possuem isenção do IPI (imposto sobre industrializados) e PIS/Cofins.

– Para compras realizadas em sites inscritos no Programa Remessa Conforme da Receita Federal, com produto destinado a pessoas físicas, a alíquota é de 20% quando o valor aduaneiro (soma do valor dos bens, frete e seguro) for de até US$ 50.

– Para produtos acima desse valor, a alíquota do imposto de importação é de 60%, com desconto do equivalente a US$ 20 sobre o valor desse tributo.

– O ICMS de 17% (ou 20% em alguns locais a partir de abril) se aplica independentemente de a compra ser efetuada ou não em sites cadastrados no Remessa Conforme.

 

Bahia Notícias 

Projeto de lei propõe penas mais duras para violência contra idosos

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02/06/2023 - Brasília Disque 100 tem 47 mil denúncias de violência contra pessoas idosas. Foto: Sabinevanerp/ Pixabay

A Câmara dos Deputados analisa um projeto de lei que pode endurecer as punições para crimes de violência contra idoso. A PL 4581/24 prevê pena de 2 a 5 anos de reclusão para quem pratica violência física, psicológica, sexual, patrimonial ou moral, além da pena específica definida para o tipo de violência praticada.

A proposta prevê que a punição poderá ter aumento em até dois terços se o agressor for familiar de até terceiro grau da vítima, como filhos, tios e sobrinhos.

O deputado Antonio Carlos Rodrigues (PL-SP), autor do projeto, embasa a PL com dados da Fiocruz para afirmar que mais de 60% dos casos de violência contra idosos ocorrem dentro de casa e dois terços dos agressores são filhos, que agridem mais do que filhas, seguidos por noras ou genros, e cônjuges, nesta ordem.

A proposta será analisada pelas comissões de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Se aprovada seguirá para o Senado.

 

Redação PNB

Com 20.132 novos postos em fevereiro, a Bahia gerou 27.605 vagas no ano

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Em fevereiro de 2025, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), a Bahia gerou 20.132 postos com carteira assinada (diferença entre 99.593 admissões e 79.461 desligamentos).

Assim, com 20.132 novos vínculos, o território baiano registrou um saldo superior ao do mês de fevereiro do ano passado (+9.544 vagas). A Bahia, dessa forma, passou a contar com 2.165.544 vínculos celetistas ativos, uma variação de 0,94% sobre o quantitativo do mês anterior. Os dados foram sistematizados pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI).

No mês, as cinco atividades registraram saldo positivo. O segmento de Serviços (+11.473 vagas) foi o que mais gerou postos. Em seguida vieram Comércio; reparação de veículos automotores e motocicletas (+2.552 postos), Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (+2.476 empregos), Indústria geral (+2.462 vínculos) e Construção (+1.170 vagas).

O Brasil preencheu 431.995 novas vagas e o Nordeste contabilizou um ganho de 37.090 postos – alta de 0,91% e elevação de 0,47% sobre o estoque do mês anterior, respectivamente. A Bahia (+0,94%), portanto, exibiu aumento relativo maior do que o do país e do que o da região nordestina.

Segundo a especialista em produção de informações econômicas, sociais e geoambientais da SEI, Lucigleide Nascimento, “a geração de postos com registro em carteira em fevereiro de 2025 na Bahia pode ser encarada como uma boa notícia, pois foi quase o dobro da geração do mesmo mês do ano anterior, com destaque para as Atividades Administrativas e Serviços Complementares, que gerou mais 3.586 vagas”.

Das 27 unidades da Federação, houve crescimento do emprego celetista em 26 delas. A Bahia apresentou o oitavo maior saldo. Em termos relativos, a unidade baiana situou-se na 12ª posição.

No Nordeste, exceto Alagoas (-5.471 postos), todos os estados experimentaram alta do emprego formal, com a Bahia assinalando o melhor resultado. Pernambuco (+7.588 vínculos) foi o segundo melhor colocado da região. Em termos relativos, o estado baiano também se situou na primeira posição.

Acesse a série histórica do CAGED no painel do Mercado de Trabalho na plataforma do InfoVis Bahia (https://infovis.sei.ba.gov.br/).

Ascom/SEI

Enem 2025: Prazo para pedir isenção da inscrição inicia em 14 de abril; saiba quem tem direito

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Os estudantes que desejam solicitar a isenção da taxa de inscrição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2025 poderão fazer o pedido a partir do dia 14 de abril. O prazo seguirá até 25 de abril, e a solicitação deve ser feita na Página do Participante, no site oficial do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

A isenção da taxa é um benefício concedido a candidatos que se enquadram em determinados critérios socioeconômicos.

Quem tem direito à isenção?

De acordo com o edital do Enem, podem solicitar a isenção:
• Estudantes do último ano do ensino médio em escolas públicas em 2025.
• Candidatos que cursaram todo o ensino médio na rede pública ou como bolsistas integrais em escolas particulares, desde que tenham renda familiar per capita igual ou inferior a um salário mínimo e meio.
• Pessoas inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) com Número de Identificação Social (NIS) ativo e renda familiar de até meio salário mínimo por pessoa ou total de até três salários mínimos.

Justificativa de ausência

Quem teve isenção no Enem 2024, mas não compareceu aos dois dias de prova, precisa justificar a ausência para conseguir nova isenção. A justificativa deve ser feita no mesmo período da solicitação e precisa ser acompanhada de documentos que comprovem o motivo da falta.

Vale lembrar que conseguir a isenção não significa estar automaticamente inscrito no Enem 2025. Todos os candidatos, isentos ou não, precisarão fazer a inscrição oficial durante o período determinado pelo Inep.

Redação PNB

Governo vai enviar notificações via WhatsApp para recuperar celular roubado

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O governo federal vai enviar notificações para celulares roubados ou furtados e que foram habilitados em uma nova linha telefônica. A medida integra uma nova fase do serviço Celular Seguro, programa que visa combater o roubo e o furto de aparelhos celulares no país.

As notificações serão enviadas pelo WhatsApp. A atualização será implementada até a próxima sexta-feira (4), segundo apurou a CNN.

Na mensagem, o usuário será comunicado de que precisará devolver o aparelho na delegacia da Polícia Civil mais próxima da respectiva residência e prestar esclarecimentos.

Caso não faça a devolução, o indivíduo poderá ser alvo de um inquérito por furto, roubo, receptação ou associação criminosa.

O Celular Seguro oferece, como funcionalidades, as opções de Bloqueio Total e Modo Recuperação.

Na opção Bloqueio Total, desativa a linha telefônica, as contas vinculadas às instituições parceiras e o IMEI (sigla em inglês para o número de identificação do celular), inutilizando o aparelho.

Já no modo Recuperação, há a possibilidade de bloquear a linha telefônica e as contas vinculadas às instituições parceiras, mantendo o IMEI ativo. Essa opção permite o retorno do aparelho à rede de telefonia tão logo seja instalado um novo chip, viabilizando a recuperação pela polícia.

 

CNN Brasil

Pé-de-meia: nascidos em janeiro e fevereiro recebem nesta segunda

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Os beneficiários do programa Pé-de-Meia 2025 nascidos em janeiro e fevereiro recebem nesta segunda-feira (31) o Incentivo Matrícula no valor de R$ 200. O benefício corresponde à primeira parcela do ano do programa federal apelidado de Poupança do Ensino Médio. O benefício pode ser sacado a qualquer momento, ou seja, o estudante não precisa esperar a formatura no ensino médio para usufruir dos recursos financeiros.

A Caixa confirma que, neste mês, foram disponibilizadas cerca de 3,9 milhões de parcelas, sendo 1,3 milhão para novos estudantes, que ingressaram no primeiro ano do ensino médio público em 2025.

Depósitos

O Incentivo Matrícula é pago em parcela única anual e será depositado de forma escalonada até 7 de abril, conforme o mês de nascimento do estudante.

Todos os incentivos do Pé-de-Meia são pagos pelo Ministério da Educação (MEC) em conta aberta automaticamente pela Caixa Econômica Federal em nome dos estudantes dos três anos do ensino médio contemplados.

Caso o estudante já tenha, em seu nome, uma conta ativa no banco público, não será necessária abertura de nova conta para crédito do incentivo, desde que sejam do tipo poupança.

Para estudantes menores de 18 anos, o responsável legal deve autorizar a movimentação da conta pelo App Caixa Tem, por meio da opção Programa Pé-de-Meia, permitir acesso a um menor, ou em uma agência bancária. Ainda será necessário que seja realizado o upload [carregamento do arquivo] da carteira de identidade do estudante.

Caso o responsável legal não seja o pai ou a mãe do beneficiário, o consentimento para movimentação dos valores do Pé-de-Meia deverá ser feito presencialmente em uma agência bancária da Caixa.

Quem tem direito

O programa federal do Ministério da Educação (MEC) funciona como um incentivo financeiro para que o estudante de baixa renda da rede pública permaneça na escola e se forme no ensino médio, sem abandonar os estudos para trabalhar.

Para participar do Pé-de-Meia, o aluno não precisa se inscrever. Todo estudante que se encaixa nos critérios é incluído automaticamente no programa.

Os critérios para ser beneficiado pela política educacional são:

  • estar matriculado, em 2025, no ensino médio regular de uma escola pública ou na modalidade da Educação de Jovens e Adultos (EJA);
  • ser parte de família incluída no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico) do governo federal.
  • o estudante precisa ter Cadastro de Pessoa Física (CPF).

O Ministério da Educação não faz contato com elegíveis ao Pé-de-Meia.

Para saber se tem o direito a receber os benefícios, o estudante do ensino médio da rede pública de ensino deve consultar o aplicativo Jornada do Estudante do MEC. O agendamento dos pagamentos e os futuros depósitos também poderão ser conferidos no app.

A ferramenta pode ser baixada em smartphones e tablets e o login é feito com o próprio Cadastro de Pessoa Física (CPF) do estudante na conta no portal único de serviços digitais do governo federal, o Gov.br. A conta pode ser de nível de segurança bronze.

Calendário

A parcela única anual do Incentivo-matrícula de R$ 200 será depositada a partir desta segunda-feira até 7 de abril, conforme cronograma abaixo.

·         nascidos em janeiro e fevereiro recebem nesta segunda-feira (31);

·         nascidos em março e abril recebem nesta terça-feira (1º de abril);

·         nascidos em maio e junho recebem nesta quarta-feira (2 de abril);

·         nascidos em julho e agosto recebem na quinta-feira (3 de abril);

·         nascidos em setembro e outubro recebem na sexta-feira (4 de abril);

·         nascidos em novembro e dezembro recebem em 7 de abril.

Incentivos pagos

A chamada Poupança do Ensino Médio tem quatro tipos de incentivos, entre eles, o incentivo-matrícula, pago nesta semana:

·         incentivo-matrícula: por matrícula registrada no início do ano letivo, valor pago uma vez por ano, no valor de R$ 200. O saque é imediato.

·         incentivo-frequência: por frequência mínima escolar mensal de 80% do total de horas letivas. Para o ensino regular, são nove parcelas durante o ano letivo de R$ 200, disponíveis para saque a qualquer momento. A soma é de R$ 1,8 mil por ano.

·         aos alunos da EJA, o bônus é pago em quatro parcelas de R$ 225, por semestre cursado. O valor total semestral é de R$ 900.

·         incentivo-conclusão: por conclusão e com aprovação em cada um dos três anos letivos do ensino médio e participação em avaliações educacionais. O valor recebido é R$ 1 mil por ano letivo, podendo chegar a R$ 3 mil no fim da educação básica. O saque depende da obtenção de certificado de conclusão do ensino médio;

·         incentivo-Enem: por participação comprovada nos dois dias do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), no último ano do ensino médio. Os R$ 200 são pagos em parcela única ao estudante matriculado no terceiro ano e ficam disponíveis para saque.

Calendário

A Portaria nº 143/2025 do MEC estabelece o calendário de pagamento do programa Pé-de-Meia em 2025.

Além dos depósitos relativos ao incentivo-matrícula, ainda estão programados os pagamentos das bolsas de incentivo-frequência dos estudantes nas aulas e participação no Enem. Os pagamentos seguem um cronograma que varia conforme o mês de nascimento do estudante.

 

Agência Brasil

Paciente denuncia longa espera por atendimento na emergência do Hospital Regional de Juazeiro

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Um paciente que buscou atendimento no Hospital Regional de Juazeiro, no norte da Bahia, denunciou a longa espera para ser atendido no domingo (30). Em contato com o Portal Preto no Branco, ele relatou que chegou ao hospital às 9h da manhã com uma crise de ansiedade, mas precisou aguardar por horas até receber atendimento.

“Cheguei no hospital regional de Juazeiro às 9 horas da manhã com crise de ansiedade, peito dormente, estava quase caindo duro no chão, e não tinha médico. Só fui atendido às 15h30 da tarde. Fiquei esperando esse tempo todo para ser atendido, sem almoçar e passando mal. Que descaso é esse Juazeiro?”, questionou ele.

Além da demora, o paciente relatou dificuldades para conseguir a medicação.

“Depois de toda a espera, o médico ainda quase não quis dar a medicação porque cheguei lá com crise de ansiedade, estava numa emergência todo torto. Só deu porque eu fiz barraco”, desabafou o paciente.

Estamos encaminhando a situação para a gestão do HRJ em busca de esclarecimentos.

 

Redação PNB

Medicamentos têm menor reajuste médio desde 2018

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Os medicamentos terão o menor reajuste médio desde 2018, conforme a resolução da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (Cmed), publicada nesta segunda-feira (31) no Diário Oficial da União. Embora o teto de reajuste tenha ficado em 5,06%, equivalente à inflação oficial acumulada em 12 meses, esse percentual só incidirá sobre cerca de 7% dos remédios.

O aumento não é automático e depende de as empresas farmacêuticas enviar o relatório de comercialização à CMED. Após essa fase, o reajuste na prática só é cobrado à medida que os estoques das farmácias forem repostos.

Como todos os anos, a resolução da Cmed divide os medicamentos em três níveis de reajuste, conforme o grau de concorrência. Os percentuais são os seguintes:

•      Nível 1: 5,06%;

•      Nível 2: 3,83%;

•      Nível 3: 2,6%.

Os remédios do nível 1, no entanto, só representam 7,8% do total de medicamentos. O nível 2 corresponde a 15%. O nível 3 representa 77,2%.

Ao considerar a série histórica, os percentuais de aumento para os remédios de nível 2 e 3 são os mais baixos desde 2018, quando o nível 2 ficou em 2,47% e o nível 3, em 2,09%. Em relação aos medicamentos de nível 1, o aumento de 5,06% é superior ao reajuste de 4,5% de 2024, mas inferior à alta de 5,6% em 2023.

Entenda o cálculo

O aumento nos preços de medicamento ocorre sempre em 31 de março de cada ano. A prática é regulamentada pela Lei 10.742/2003, que estabelece as diretrizes para a regulação de preços.

Para calcular o reajuste dos medicamentos, a Cmed considera primeiramente a inflação oficial pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumulado de março do ano anterior a fevereiro do ano atual. Para chegar aos três níveis de reajuste, o órgão pega o IPCA e considera os seguintes parâmetros:

•     subtração de um fator de produtividade (fator X);

•     acréscimo de fator de ajuste de preços relativos entre setores (fator Y);

•     acréscimo de fator de ajuste com base na concorrência dentro de um mesmo setor (fator Z), que mantém, reduz ou anula o desconto no fator X.

Divulgado todos os anos por meio de nota técnica, o fator de produtividade é estabelecido com base em projeções de ganhos de produtividade da indústria farmacêutica. Se houver previsão de queda no Índice de Produtividade do Trabalho do Setor Farmacêutico, o fator X deve ser igual a zero.

O fator Y representa custos de produção não medidos pelo IPCA, como tarifas de energia, variação cambial e preços de insumos. O fator Z corresponde a concorrência e custos não capitados pelo IPCA específicos de um setor.

O percentual de reajuste de cada medicamento é calculado pegando o IPCA em 12 meses até fevereiro (5,06% em 2025), subtraindo o fator X e somando os fatores Y e Z. Caso o fator X fique em zero, o fator Z também será zero.

No fim de janeiro, a Cmed já divulgou que houve ganho de produtividade de 2,459% de 2024 para 2025. No fim de fevereiro, o órgão informou que o fator Y ficou negativo em -0,70904 e, portanto, ficará em 0 para este ano.

Usado para classificar os medicamentos em níveis 1, 2 e 3, o nível Z é definido da seguinte forma:

•     Nível 1: medicamentos em mercados mais competitivos e sem desconto do Fator X;

•     Nível 2: medicamentos em mercados moderadamente concentrados, com desconto de 50% do Fator X;

•     Nível 3: medicamentos em mercados muito concentrados, com desconto integral do Fator X.

 

 

Agência Brasil