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Dois homens são presos por tráfico de drogas durante ação da PM no bairro Coréia, em Juazeiro

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Dois homens foram presos por tráfico de drogas na noite da terça-feira (26), no bairro Coréia, em Juazeiro, no norte da Bahia. A ação foi realizada por policiais da 73ª Companhia Independente de Polícia Militar, durante rondas ostensivas na comunidade.

De acordo com a Polícia Militar, os agentes identificaram atitude suspeita dos envolvidos e realizaram a abordagem. Durante a ação, foram apreendidas 14 trouxinhas contendo substância semelhante à maconha, 12 trouxinhas contendo substância semelhante à cocaína, uma balança de precisão e R$ 57 em espécie.

Ainda segundo a PM, os dois envolvidos e todo o material apreendido foram encaminhados à Delegacia de Polícia Civil do município. No local, foi lavrado um Auto de Prisão em Flagrante Delito (APFD) e registrado um ato infracional.

Redação PNB, com informações Ascom 73ª CIPM

Idoso de 60 anos é assassinado a tiros no bairro Vila Vitória, em Petrolina

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Um idoso foi assassinado a tiros na manhã desta quarta-feira (27), na rua 17 do bairro Vila Vitória, em Petrolina, no Sertão de Pernambuco. A vítima foi identificada como Misael Ramos da Silva, de 60 anos.

Segundo informações preliminares, dois homens chegaram ao local em uma motocicleta e efetuaram diversos disparos de arma de fogo contra ele. Misael foi atingido e morreu ainda no local antes de receber atendimento médico. Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) chegou a ser acionada, mas apenas confirmou o óbito.

Após o crime, policiais militares isolaram a área até a chegada das equipes do Instituto de Medicina Legal (IML).

A Polícia Civil de Pernambuco deve investigar o homicídio.

Redação PNB

Candidato aprovado em seleção para entrevistador social do Bolsa Família, em Juazeiro, cobra convocação: “Estamos aguardando desde o ano passado”; SEAD responde

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Um dos candidatos aprovados no processo seletivo realizado pela Prefeitura de Juazeiro em 2025 para o cargo de entrevistador social do programa Bolsa Família entrou em contato com o Portal Preto no Branco para cobrar as convocações. Segundo ele, passados cerca de oito meses após a conclusão da seleção, os aprovados ainda aguardam convocação.

“Estamos aguardando desde o ano passado para sermos chamados e nada. Se a intenção não era convocar os aprovados, então por que fizeram o processo seletivo? Nenhum dos aprovados foi chamado”, disse.

Ele também questiona a realização de supostas contratações emergenciais para ocupação das funções.

“Disseram que fizeram um contrato emergencial de três meses, podendo renovar por mais três. Só que já se passaram mais de seis meses e o pessoal aprovado no processo seletivo, até o momento, ficou de fora. Se existiam candidatos aprovados no processo seletivo, não deveriam ter feito contratos emergenciais com terceiros. O processo seletivo está válido, então era para terem convocado os aprovados”, relatou.

O candidato também destacou os impactos da falta de profissionais no atendimento à população e cobrou mais transparência da gestão municipal.

“Estamos falando de uma função muito importante. Sempre que tem atualização do cadastro do Bolsa Família, vemos reclamações dos beneficiários em relação à equipe pequena para atender uma grande demanda. Isso prejudica a qualidade do serviço, porque são poucas pessoas para muita gente. Então, a convocação traria mais qualidade no atendimento, além de ocuparmos a nossa vaga, que é nossa por direito enquanto aprovados. Estamos há oito meses aguardando alguma posição da gestão e nada. Não temos nenhuma previsão e nunca somos informados sobre quando seremos convocados”, afirmou.

Encaminhamos o caso para a gestão municipal, em busca de esclarecimentos. Em nota, a Secretaria de Administração (SEAD) informou que “o processo seletivo realizado em 2025 foi destinado exclusivamente à formação de cadastro reserva. Dessa forma, a eventual convocação de candidatos aprovados ocorre de acordo com a necessidade da administração pública, observados os critérios de conveniência e oportunidade, dentro do prazo de validade do certame.

A SEAD ressalta que as contratações emergenciais foram adotadas como medida excepcional e temporária, com o objetivo de garantir a continuidade dos serviços essenciais vinculados ao Cadastro Único e ao Bolsa Família, evitando prejuízos ao atendimento da população que mais necessita.

A gestão municipal reforça que todas as medidas adotadas seguem os princípios da legalidade, da responsabilidade fiscal, da transparência administrativa e do interesse público.

Os atendimentos relacionados ao Cadastro Único e ao Bolsa Família seguem sendo ofertados de forma normal, suficiente e muito competente, na sede do Cadastro Único, nos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) e por meio do ônibus do programa Social em Movimento, ampliando o acesso da população aos serviços socioassistenciais.”

Redação PNB

Trabalhador critica perícia do INSS, em Juazeiro, após ter benefício negado: “São 2 anos de tratamento, tenho todos os laudos, e só o perito está certo?”

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Em contato com o Portal Preto no Branco, um morador de Juazeiro, no norte da Bahia, reclamou do atendimento recebido durante uma perícia médica realizada no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) do município. Segundo ele, o pedido relacionado ao auxílio por incapacidade temporária previdenciária para mobilidade reduzida foi negado, apesar dos diversos laudos e exames médicos apresentados.

“Sou PCD e tenho, inclusive, o símbolo PCD registrado no meu RG/CIN. Tenho gonartrose irreversível nos dois joelhos, além de sérios problemas no calcanhar e no tornozelo”, relatou.

O trabalhador contou que realiza tratamento ortopédico há cerca de dois anos e compareceu à perícia levando diversos documentos médicos comprovando a doença.

“Fui para a perícia munido de atestados médicos, receitas, RX dos joelhos, RX do pé e ultrassom. O médico sequer olhou os documentos”, afirmou.

Segundo ele, o atendimento durou pouco mais de quatro minutos e, durante a consulta, o perito questionou apenas se ele estava trabalhando.

“Ele perguntou se eu estava trabalhando e eu respondi que sim. Aí ele falou, de pronto, que a perícia era para quem não estava trabalhando e passava ali para não ficar sem receber. Meu joelho estava inchado, meu tornozelo inchado, eu com dores, levando o documentos de vários especialistas, e nada adiantou. Em quatro minutos ele disse que estou apto”, disse.

O trabalhador explicou que atua em funções que exigem esforço físico constante.

“Minha função requer subir em torres de telecomunicações, subir em poste, percorrer trecho em terreno irregular, subir escada e carregar peso. Há tempos não aguento realizar minhas funções de maneira devida por conta da minha condição de saúde”, contou.

Ele também afirmou possuir um rompimento de tendão, mas disse que o médico alegou não identificar problemas que justificassem o benefício.

“Estou com um rompimento no tendão e o médico disse que não viu nada errado e que estou apto para as funções”, relatou.

Indignado com o resultado da perícia, o morador afirmou que pretende recorrer judicialmente da decisão.

“Tenho todos os laudos, dois anos de tratamento documentado, e só o dele tem razão? Meu advogado vai acionar judicialmente e solicitar uma perícia independente”, concluiu.

PEC do fim da escala 6×1 mantém limite de duas horas extras por dia e flexibiliza regras durante transição; entenda

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Manifestante pede o fim da escala de trabalho 6 por 1 — Foto: Edilson Dantas / O Globo

O relatório da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala 6×1 não altera o limite atual de até duas horas extras diárias previsto na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). O texto mantém as regras gerais sobre horas extras, mas abre espaço para acordos coletivos criarem regras próprias para a transição da jornada semanal de 44 para 40 horas.

O acordo fechado entre o presidente Lula e o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), prevê a redução de 44 horas para 40 horas semanais de trabalho em uma transição de um ano. Os dois dias de folga por semana passarão a valer 60 dias após a promulgação, ou seja, quando entra em vigor após ser aprovado no Congresso.

A proposta deve ser votada nesta semana.

Horas extras

A PEC não altera as regras atuais da CLT sobre adicional de horas extras nem o teto de duas horas adicionais por dia. Hoje em dia, o salário precisa ser pelo menos 50% maior durante cada hora extra trabalhada. O percentual varia de acordo com cada categoria.

O texto define que, durante o período de transição, a diferença entre o limite de 40 horas semanais e 42 horas (que passará a valer 60 dias após a promulgação) não será necessariamente considerado horas extras. As regras podem ser definidas por acordo coletivo entre empresas e sindicatos, ou ainda serem regulamentadas via projeto complementar.

Na prática, isso significa que sindicatos e empresas poderão negociar se essas duas horas semanais a mais seriam remuneradas como horas extras, com adicional de 50% ou em algum sistema de compensação por banco de horas.

Exceções

 

Pelo texto, não se aplicam as regras relativas à duração do trabalho e ao controle da jornada para trabalhadores com curso superior e que ganham acima de R$ 21.188.

O valor representa duas vezes e meia o teto do INSS (em R$ 8.475,55). Segundo o texto, isso poderá ser alterado por liberalidade do empregador ou se houver previsão em acordo ou convenção coletiva de trabalho.

O Globo

Morador do Residencial Praia do Rodeadouro, em Juazeiro, relata falta constante de água em Juazeiro e cobra ações do SAAE: “Não aguentamos mais esse sofrimento”; Autarquia se manifesta

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Um morador do Residencial Praia do Rodeadouro, em Juazeiro, entrou em contato com a redação do PNB para relatar problemas constantes no abastecimento de água da comunidade e cobrar providências do Serviço de Água e Saneamento Ambiental (SAAE). Segundo os relatos, a falta d’água tem se tornado frequente nas últimas semanas, dificultando atividades básicas do dia a dia.

“Já estamos há semanas sofrendo com esse problema. A água chega e falta na mesma hora, não dá para confiar em momento nenhum. É impossível lavar a louça, tomar um banho direito ou fazer qualquer tarefa doméstica. Não aguentamos mais esse sofrimento”, relatou.

Ele afirma ainda que uma intervenção chegou a ser realizada no local, mas o problema voltou a acontecer pouco tempo depois.

“O prefeito esteve aqui, prometeu solução, até fez algo na hora, mas não durou muito tempo. Em pouco tempo, voltou tudo a ser como era antes: a água sumiu de novo”, disse.

O morador pede que o SAAE adote medidas definitivas para regularizar o abastecimento na comunidade.

“Precisamos urgentemente que o SAAE tome uma providência. Não queremos mais palavras, precisamos de uma solução definitiva. Queremos apenas o que é nosso direito: água em casa quando precisarmos”, disse.

Encaminhamos o caso para o Serviço de Água e Saneamento Ambiental de Juazeiro. O órgão informou: “estamos fazendo vistoria em todo o sistema para identificar possíveis problemas. Além da parada de emergência para a troca do registro. Quando o sistema para a rede é dispressurizada e leva de 24 a 48 horas para o abastecimento ser normalizado a depender da distância do bairro”.

 

Redação PNB

“A verdade sobre o Bolsa Família” por João Gilberto Guimarães

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Falta ao brasileiro consciência de classe. Talvez essa seja uma das maiores tragédias sociais do país. Muitos dos que atacam programas sociais vivem, direta ou indiretamente, dos efeitos positivos que eles geram na economia. O pequeno comerciante vende mais quando o pobre pode comprar. A feira movimenta quando há renda circulando. O mercadinho do bairro, a farmácia, o açougue, o vendedor ambulante e até grandes redes varejistas lucram e contratam mais quando existe dinheiro na mão da população mais pobre. Criticar o Bolsa Família sem compreender isso é ignorar como funciona a própria economia brasileira.

Recentemente, o apresentador Luciano Huck afirmou, durante um fórum empresarial, que cidades com forte presença do Bolsa Família poderiam acabar desestimulando a saída das famílias do programa. Usando como exemplo o município de Senhor do Bonfim, Huck declarou que “ao concentrar 56% da sua economia no Bolsa Família, você não gera nenhum estímulo para elas saírem”.

A fala repercutiu nacionalmente e recebeu resposta do ministro de Assistência Social, Família e Combate à Fome do Brasil, Wellington Dias, que classificou a declaração como fruto de desinformação e preconceito contra os mais pobres. Segundo o ministro, os números apresentados não correspondem à realidade econômica de Senhor do Bonfim, cuja economia é sustentada principalmente pelo comércio, pelos serviços, pelo turismo, além da agropecuária e da indústria.

Para além de uma disputa de versões, o episódio revela um problema recorrente no debate público brasileiro: a tentativa constante de transformar pobreza em culpa moral. Existe uma narrativa muito conveniente para setores da elite econômica e midiática segundo a qual o pobre é pobre porque “não quer trabalhar”, porque “se acostumou com ajuda” ou porque “prefere viver de benefício”. A realidade, porém, é completamente diferente.

Grande parte das pessoas que recebem o Bolsa Família trabalha. São trabalhadores informais, diaristas, agricultores, vendedores ambulantes, entregadores, empregadas domésticas, mães solo e milhões de brasileiros que vivem em empregos precários, mal remunerados e sem estabilidade. O programa não substitui trabalho. Ele complementa renda e garante condições mínimas de sobrevivência para famílias que frequentemente enfrentam jornadas exaustivas apenas para conseguir colocar comida na mesa.

Os próprios dados do governo desmontam o discurso de que o Bolsa Família cria acomodação. Segundo Wellington Dias, quase 10 milhões de pessoas deixaram o programa nos últimos anos justamente porque melhoraram de vida, conseguiram emprego ou aumentaram sua renda como pequenos empreendedores. Se o programa gerasse dependência permanente, esses números simplesmente não existiriam.

Além disso, beneficiários do Cadastro Único e do Bolsa Família estão entre os que mais ocupam novas vagas de emprego no país. Isso acontece porque a transferência de renda cria uma base mínima de estabilidade para que famílias possam procurar trabalho, investir em pequenos negócios e manter os filhos na escola. Não se trata de “dar dinheiro sem retorno”, mas de estimular a economia local e reduzir desigualdades históricas.

O Bolsa Família também possui reconhecimento internacional. O modelo brasileiro de transferência de renda inspirou políticas públicas em mais de uma centena de países e se tornou referência mundial no combate à pobreza extrema. Não é coincidência. Países desenvolvidos compreenderam algo que parte da elite brasileira ainda se recusa a aceitar: distribuir renda movimenta a economia, reduz violência, melhora indicadores sociais e amplia oportunidades.

Existe ainda uma profunda contradição no discurso de quem critica o Bolsa Família enquanto defende isenções bilionárias para grandes empresas, perdão de dívidas fiscais e privilégios históricos para os mais ricos. Quando o Estado ajuda banqueiros, grandes empresários ou setores do mercado financeiro, chamam de incentivo econômico. Quando ajuda o pobre a comprar arroz, feijão e gás de cozinha, chamam de assistencialismo.

No fundo, o debate sobre o Bolsa Família revela muito mais sobre a visão de mundo de quem critica do que sobre o programa em si. O problema nunca foi o dinheiro destinado aos pobres. O problema é que, para alguns, pobre só é aceitável quando permanece invisível, silencioso e resignado à própria miséria.

Por João Gilberto Guimarães Sobrinho é escritor e Cientista Social formado pela Universidade Federal do Vale do São Francisco

Morador do distrito de Juremal, em Juazeiro, relata transtornos causados após obra de pavimentação inacabada: “Risco para a população”

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Evaldo, morador de Juremal, distrito de Juazeiro, no norte da Bahia, entrou em contato com o Portal Preto no Branco para relatar transtornos causados por uma obra de pavimentação iniciada pela Prefeitura de Juazeiro e que, segundo ele, segue sem conclusão. De acordo com o morador, ruas receberam intervenções para o início dos serviços, mas os trabalhos teriam sido interrompidos, deixando vias esburacadas, esgoto a céu aberto e dificuldades de mobilidade para a população.

“A gestão começou a pavimentar as ruas, mas veio o período chuvoso e nunca mais voltaram. Deixaram aqui de todo jeito. Vieram, esburacaram e deixaram assim. Já estamos praticamente na metade do ano e há ruas com esgoto danificado, sem nenhuma providência do poder público”, disse.

Segundo ele, devido à ausência de conclusão do serviço, os moradores estão convivendo com esgoto a céu aberto, mau cheiro e grande quantidade de muriçocas.

“Tem pessoas que precisam fazer refeições tampando o rosto por conta do mau cheiro. Crianças saem de casa para ir à escola e se deparam com esgoto na porta de casa. Sem contar as muriçocas, que são muitas. Isso é uma questão de saúde pública”, afirmou.

O morador também cobrou providências do Serviço de Água e Saneamento Ambiental.

“Não é justo a população pagar um preço tão alto. Esgoto a céu aberto traz doenças. É um risco para a população”, concluiu.

Encaminhamos a reclamação para a Prefeitura de Juazeiro e aguardamos uma resposta.

 

Redação PNB

Protesto de agricultores na Ponte Presidente Dutra provoca grande congestionamento no tráfego entre Petrolina e Juazeiro

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O protesto realizado por agricultores afetados pela demarcação da Reserva de Vida Silvestre (RVS) Tatu-Bola já provoca um grande congestionamento na Ponte Presidente Dutra, que liga os municípios de Petrolina, no sertão de Pernambuco e Juazeiro, no norte da Bahia, na manhã desta terça-feira (26).

Os manifestantes chegaram à ponte após concentração na Avenida das Nações, em Petrolina, e seguem realizando o ato no local. Com isso, o trânsito ficou completamente lento na travessia entre as duas cidades, causando longas filas de veículos nos dois sentidos. Motoristas que precisam se deslocar pela ponte enfrentam, neste momento, parada total do tráfego.

O protesto é organizado pela Associação Comunitária dos Campesinos Afetados pela Reserva de Vida Silvestre Tatu-Bola (ASCCAMP/RVS). Os agricultores cobram do Governo de Pernambuco uma solução para os impactos causados pela criação da unidade de conservação ambiental, que abrange áreas dos municípios de Petrolina, Lagoa Grande e Santa Maria da Boa Vista.

Redação PNB