Preto no Branco

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“As cordas invisíveis do São João de Petrolina”, por João Leopoldo

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O encerramento do São João de Petrolina de 2026 deixou uma imagem difícil de ignorar: um pátio grandioso, grandes investimentos, patrocinadores de peso, atrações nacionais e, em muitos momentos, um público aquém do esperado. Mais do que discutir números oficiais, vale refletir sobre um aspecto que talvez explique o distanciamento entre a festa e as pessoas: o modelo que foi adotado.

O São João, como o conhecemos no Nordeste, sempre foi uma celebração viva e coletiva. Sua força nunca esteve apenas nos grandes shows, mas no encontro entre vizinhos ao redor das fogueiras, nas apresentações das quadrilhas juninas, no forró pé de serra, nas comidas típicas e nas barracas de sisal entrelaçadas com palha de coco, que recriavam a paisagem do sertão.

Era uma festa construída pela iniciativa popular e para o povo. E isso não é saudosismo; é memória cultural. É evidente que as modernas estruturas metálicas oferecem mais segurança e que o entretenimento evoluiu.

A produção tornou-se mais sofisticada e os patrocinadores passaram a ocupar papel central. Não há problema algum em profissionalizar um evento ou buscar investimentos privados.

O problema surge quando a lógica comercial passa a determinar o formato da festa, privilegiando atrações que pouco dialogam com as tradições juninas e relegando a cultura popular a um papel secundário.

Costumo chamar, de forma propositalmente provocativa, de “áreas de preservação cultural” os espaços destinados ao verdadeiro simbolismo junino: as quadrilhas, os trios de forró, as casas cenográficas e outros elementos que representam a identidade do São João tradicional.

Embora importantes, esses espaços acabam confinados a um pequeno trecho da festa, cercados por uma gigantesca estrutura voltada ao consumo e à exploração comercial.

A iniciativa de reservar um “cantinho” para a cultura popular parece, à primeira vista, um gesto de valorização. Na prática, porém, lembra a lógica de grandes empreendimentos rurais que promovem extensos desmatamentos e preservam apenas uma pequena área da vegetação nativa para cumprir exigências legais. Mantém-se um fragmento da paisagem original, enquanto todo o restante é transformado.

Foi exatamente essa a sensação transmitida pelo São João de Petrolina: preservou-se um pequeno recorte da tradição para justificar um modelo fortemente orientado pelo lucro.

No centro da festa predominava a lógica do consumo, marcada por preços abusivos de bebidas e comidas, que afastaram parte do público e reduziram o tempo de permanência de quem decidiu participar.

É difícil compreender como um evento financiado com recursos públicos municipais, estaduais e federais, somados a vultosos investimentos privados, à comercialização de áreas patrocinadas, camarotes e espaços exclusivos, além do patrocínio de empresas de apostas esportivas, ainda consegue cobrar valores tão elevados do consumidor final: o povo.

Se houve recursos suficientes para erguer estruturas monumentais, montar áreas VIP, comercializar espaços privilegiados e pagar cachês milionários, também deveria haver prioridade para garantir conforto, acessibilidade, banheiros em número suficiente e condições dignas para quem realmente sustenta a festa com sua presença.

Não faz sentido imaginar um evento dessa dimensão deixando o público em geral espremido entre camarotes, áreas patrocinadas e estruturas comerciais, pagando caro para consumir e recebendo, em troca, muito menos conforto do que aqueles que puderam comprar experiências exclusivas.

Em muitos momentos, a impressão era de que o grande público servia apenas para preencher o cenário das transmissões televisivas, das fotografias, das imagens feitas por drones e helicópteros.

Era mais importante produzir a imagem de uma multidão do que garantir que essa multidão desfrutasse da festa com dignidade. Há muitos anos, Juazeiro experimentou um modelo semelhante ao adotar o Carnaval de blocos e cordas, separando quem podia pagar do restante da população.

O resultado foi o enfraquecimento de uma tradição construída pelos grupos carnavalescos e pelo povo. O São João de Petrolina parece ter criado uma versão mais sofisticada desse modelo.

As cordas continuam existindo, mas agora são invisíveis. Não são feitas de cabos, e sim de poder aquisitivo. Quem podia pagar encontrava conforto, serviços exclusivos, banheiros sem filas, espaços privilegiados e melhores condições para assistir aos shows.

Quem não podia, permanecia comprimido entre as estruturas montadas para os demais. A diferença é que, desta vez, o povo parece não ter aceitado esse papel.

A resposta veio silenciosamente. Muitos preferiram não comparecer. Outros permaneceram por pouco tempo. Não apenas por razões econômicas ou pela programação artística, mas porque deixaram de se reconhecer naquele ambiente.

Não existe receita pronta para organizar uma festa popular dessa dimensão. Mas é possível afirmar que seu sucesso não pode ser medido apenas pelo tamanho da estrutura, pela quantidade de patrocinadores, pelos cachês milionários ou pelo número de influenciadores digitais mostrando bastidores e curiosidades nas redes sociais.

O verdadeiro sucesso de um São João deve ser medido pelo sentimento de pertencimento que desperta em seu povo. Ainda há tempo para repensar esse modelo.

O São João de Petrolina continua sendo uma das maiores festas do Brasil e possui enorme potencial para crescer sem abrir mão de sua identidade. Modernizar é necessário. Buscar investimentos privados também. Mas nenhuma estratégia de marketing será capaz de substituir aquilo que sempre foi o maior patrimônio do São João: a cultura popular e as pessoas que lhe dão vida.

Á crítica circunstancial que faço sobre o São João, pretende propor uma reflexão sobre um modelo de gestão das festas populares e sobre a mercantilização da cultura, sem perceber o abismo. Porque, quando o povo deixa de se reconhecer na festa, o que se perde não é apenas público.

Perde-se a própria alma do São João. E, por isso, o São João de Petrolina desde ano, dificilmente deixará saudades.

João Leopoldo Gestor e Ativista Cultural

PEC nº 14/2021: Como fica a aposentadoria de Agentes Comunitários de Saúde e de Combate às Endemias? Veja resposta com Dr. Hélder Moreira

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O Senado Federal deve apreciar, nos próximos dias, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 14/2021 e, se aprovada, ela finalmente criará a aposentadoria especial dos agentes comunitários de saúde e dos agentes de combate às endemias.

O tema tem levantado controvérsias e é tratado como uma “pauta-bomba” pela imprensa, pois, segundo noticiado, teria potencial para elevar as despesas com o pagamento de aposentadorias dessas duas categorias.

O montante estimado para cobrir o custo dos novos benefícios seria de R$ 27,9 bilhões em uma década, conforme noticiado pelo jornal O Estado de S. Paulo.

Embora eu não seja capaz de afirmar se tais previsões estão corretas, este é um assunto interessante e que certamente causará impactos notáveis, seja para os sistemas de previdência social, aos quais caberá arcar com o pagamento dos novos benefícios, seja para os trabalhadores, que serão beneficiados com aposentadorias mais vantajosas.

Mas, antes de falar sobre as futuras regras de aposentadoria dessas categorias, é interessante compreender como funciona hoje a previdência dos agentes comunitários de saúde e dos agentes de combate às endemias, pois isso nos permitirá ter mais clareza sobre as possíveis consequências da PEC nº 14/2021.

Inicialmente, é importante lembrar que, nos termos do art. 40 da Constituição Federal, as regras de concessão de aposentadorias devidas aos servidores públicos civis devem ser homogêneas e, por isso, não podem ser criadas distinções entre os trabalhadores, salvo nas hipóteses expressamente previstas na própria Constituição.

Hoje, tais exceções se limitam aos professores, às pessoas com deficiência, aos policiais, agentes penitenciários e agentes socioeducativos e, por fim, aos trabalhadores expostos a agentes nocivos.

Ou seja, não existe uma regra específica para proteger os ACS nem os ACE, que, por isso, precisam comprovar que, durante sua jornada de trabalho, estão expostos, de maneira habitual e permanente, não ocasional nem intermitente, aos agentes nocivos que justificam a concessão da aposentadoria com redução de idade e tempo de contribuição, prevista no art. 40, § 4º-C, da Constituição Federal.

Ocorre que, pela natureza de suas atividades, que envolvem visitas domiciliares, acompanhamento de atividades em unidades de saúde da família, elaboração de relatórios, dentre outras atribuições específicas e inerentes a cada categoria, muitas vezes esses trabalhadores não conseguem comprovar a exposição permanente aos agentes nocivos e, por isso, acabam não obtendo a redução da idade e do tempo de contribuição autorizada pela Constituição.

Por esse motivo, é muito comum que esses trabalhadores acabem se aposentando como os demais servidores, sem qualquer redução de idade ou de tempo de contribuição e, pior, com proventos calculados com base na média das remunerações auferidas durante toda a vida contributiva e sem direito à paridade em relação aos atuais profissionais da ativa. Isso porque muitos deles somente ingressaram no serviço público efetivo após 2004, quando já não existiam regras permanentes que garantissem a paridade e a integralidade.

A questão que surge agora é saber como ficará a situação desses trabalhadores caso a PEC seja aprovada, pois as alterações propostas serão substanciais e os impactos, muito consideráveis. No entanto, creio que este texto não será suficiente para abordar todos os aspectos e regras específicas. Todavia, em linhas gerais, o que podemos afirmar é que a Proposta de Emenda à Constituição está calcada sobre alguns fundamentos bastante claros.

O primeiro deles é que, uma vez aprovada a PEC, os ACS e os ACE passarão a ter direito a uma aposentadoria criada especialmente para seus respectivos grupos profissionais. Ou seja, para ter direito ao benefício, não se levarão em consideração as condições específicas de trabalho de cada indivíduo, mas sim o fato de ele ser titular de um dos dois cargos abrangidos pela proposta, mesmo que o servidor esteja afastado das atividades habituais para exercer mandato classista ou tenha sido readaptado em funções que não estejam diretamente ligadas ao desempenho ordinário desses cargos.

Além disso, pela primeira vez desde a Emenda Constitucional nº 41/2003, estão sendo criadas regras de aposentadoria que asseguram a paridade e a integralidade dos proventos. Assim, mesmo quem ingressou recentemente no serviço público poderá obter aposentadoria cujo valor será igual à remuneração dos servidores em atividade, sendo também garantido o direito de receber os mesmos reajustes concedidos aos profissionais ativos.

Outra novidade relevante é que os ACS e os ACE dos municípios que não contam com regime próprio de previdência social também terão assegurado o direito de manter, mesmo após a aposentadoria, a mesma renda percebida quando estavam em atividade. Isso, contudo, não implicará a criação de regras de paridade e integralidade no Regime Geral de Previdência Social, o que seria algo inédito.

Para garantir a manutenção da renda dos titulares desses cargos, a PEC prevê que a União assegurará o pagamento de um “benefício extraordinário”, destinado a complementar a diferença entre a totalidade da remuneração do servidor público no cargo efetivo e o valor da aposentadoria concedida pelo INSS.

Ainda de acordo com a PEC, eventuais alterações nas regras remuneratórias dos ACS e dos ACE deverão implicar a revisão do valor desse benefício extraordinário, de modo que seja assegurado o direito à integralidade e à paridade.

Por fim, ainda que as alterações somente produzam efeitos após a aprovação da PEC, o texto prevê a revisão dos proventos dos atuais aposentados, desde que comprovem que já haviam cumprido os novos requisitos na data em que se aposentaram.

Hélder Moreira é advogado desde 2006, com pós-graduação e MBA na área de regimes próprios de previdência social

Hospital SOTE celebra 50 anos: uma história de cuidado que atravessa gerações em Juazeiro

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Era 02 de julho de 1976 quando dois médicos decidiram transformar um sonho em cuidado. Dr. Roberto Bastos de Alencar, ortopedista, e Dr. Paulo Afonso Inácio de Oliveira, cirurgião geral, abriram as portas de uma pequena clínica na Praça Imaculada Conceição, no coração de Juazeiro. Havia apenas uma sala de cirurgia, poucos leitos e um aparelho de raio-X, mas existia algo muito maior movendo aquele projeto: a certeza de que uma região em pleno desenvolvimento precisava de um serviço especializado para cuidar das vítimas de acidentes de trabalho, de trânsito e de tantas outras lesões ortopédicas. Nascia ali o primeiro serviço de Ortopedia e Traumatologia do Vale do São Francisco.

O sonho cresceu junto com a região. Em 1987, o Hospital inaugurou sua sede própria, ampliando sua estrutura, implantando atendimento de urgência e emergência 24 horas e expandindo seus serviços. Com o passar dos anos, tornou-se referência em ortopedia para pacientes de diversas cidades da Bahia, Pernambuco e Piauí, incorporando novas especialidades médicas, tecnologia e uma equipe cada vez mais preparada para oferecer assistência de excelência.

Hoje, a história continua sendo escrita. Em 2025, o Hospital SOTE iniciou a maior reforma e ampliação de seus 50 anos de existência, um investimento que representa não apenas o crescimento da instituição, mas o compromisso permanente de evoluir para cuidar ainda melhor das próximas gerações.

Mas talvez o que melhor defina o Hospital SOTE seja algo que nenhuma estrutura física consegue traduzir. É um hospital construído por pessoas e para pessoas. Cinquenta anos depois de sua fundação, Dr. Roberto Bastos de Alencar continua exercendo a medicina e atendendo pacientes na instituição que ajudou a criar, mantendo vivo o propósito que deu origem ao Hospital. Ao seu lado, Dr. Roberto Bastos de Alencar Filho, a equipe médica e todos os colaboradores dão continuidade a esse legado, unindo experiência, inovação e compromisso com a vida.

Hoje, ao completar 50 anos, o Hospital SOTE celebra muito mais do que uma data. Celebra milhares de histórias transformadas, pacientes que recuperaram sua qualidade de vida, famílias que encontraram acolhimento e a confiança construída ao longo de cinco décadas. Um legado que continua crescendo e sendo escrito todos os dias ao lado da população do Vale do São Francisco.

Ascom

Moradores de Abóbora, em Juazeiro, reivindicam funcionamento da creche em tempo integral: “Algumas mães estão deixando de trabalhar”

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Moradores do distrito de Abóbora, em Juazeiro, enviaram à nossa redação, nesta quarta-feira (1), uma reivindicação, dirigida à gestão municipal, referente ao funcionamento da creche que atende à comunidade. Eles pedem que o equipamento funcione em tempo integral e argumentam que algumas mães estão deixando de trabalhar ou precisando levar as crianças para a roça, porque não têm onde deixá-las em segurança.

Confira  

“Sr. Prefeito de Juazeiro, nós, da Comunidade de Abóbora, vimos por meio desta solicitar um posicionamento da prefeitura sobre pontos urgentes na nossa creche. Hoje a creche não funciona em período integral. Muitas de nós precisamos trabalhar para sustentar nossas famílias, mas ficamos sem ter onde deixar nossos filhos com segurança. Por falta de opção, algumas mães deixam de trabalhar ou precisam levar as crianças para a roça, e com isso elas acabam ficando sem estudar. Observamos que outras comunidades do interior de Juazeiro já contam com creche em período integral. Pedimos que a Comunidade de Abóbora também seja incluída, porque nos sentimos esquecidas. Pedimos uma resposta clara sobre essas situação. Nossas crianças têm direito a estudar com segurança e a serem tratadas com prioridade na primeira infância”.

Estamos encaminhando a reivindicação para a gestão municipal.

Redação PNB

Casa Nova apresenta Plano de Segurança da 35ª Festa do Interior na próxima segunda-feira (6)

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A Prefeitura de Casa Nova realiza, na próxima segunda-feira (6), às 16h, no Novo Plenário da Câmara de Vereadores, a apresentação oficial do Plano Integrado de Segurança da 35ª Festa do Interior, que acontecerá entre os dias 10 e 12 de julho, no Pátio de Eventos da sede do município.

A iniciativa reúne forças de segurança e órgãos municipais para detalhar as estratégias que serão adotadas durante os três dias de festa, garantindo tranquilidade, organização e atendimento aos milhares de moradores e visitantes esperados para um dos maiores eventos do calendário cultural da região.

A apresentação contará com a presença do prefeito Anísio Viana, além de representantes da Polícia Militar da Bahia, por meio da 25ª CIPM e do Batalhão de Polícia Rodoviária, da Polícia Civil, do 9º Batalhão do Corpo de Bombeiros Militar da Bahia, da Polícia Rodoviária Federal, do Ministério Público da Bahia, da Polícia Rodoviária Estadual, do Conselho Tutelar, do Departamento Municipal de Trânsito (Demutran) e da Ordem Pública.

Durante o encontro, cada instituição apresentará seu planejamento operacional, abordando ações de policiamento ostensivo, fiscalização de trânsito, organização da mobilidade urbana, prevenção de ocorrências, atendimento a crianças e adolescentes, além das medidas de proteção e suporte ao público durante toda a programação.

A Festa do Interior contará com grandes atrações musicais, entre elas Asas Livres, Amado Batista, Toque Dez, Tayrone, Desejo de Menina e outros artistas que prometem animar o público durante os três dias de celebração.

Ascom/PMCN

São João PNZ Run atrai atletas de mais de 40 cidades a Petrolina; evento acontece domingo (5)

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A São João PNZ Run, que acontece no próximo domingo (5), já desponta como um dos eventos esportivos mais aguardados do calendário nordestino, reunindo atletas de mais de 40 cidades brasileiras, incluindo São Paulo, Brasília, Natal, Recife, Salvador, Campina Grande e Juazeiro do Norte (CE). A diversidade de participantes reforça o alcance nacional da prova e evidencia o crescente interesse pelo evento.

De acordo com Dadau Barbosa, um dos responsáveis pela realização do evento, o “motivo dessa adesão expressiva passa, também, pelo protagonismo de Petrolina no cenário regional. Considerada uma das cidades mais desejadas do Nordeste, o município alia qualidade de vida elevada, uma orla estruturada e atrativa, além de capacidade logística para receber eventos de grande porte”.

Com largada prevista para às 6 horas, a competição contará com percursos de 5 km e 10 km, realizados nas Orlas II e III, com premiação total de R$ 11 mil. A cronometragem será feita por meio do sistema Cronoschip, sob a coordenação técnica de Marciano e Natan Barros, da Associação Petrolinense de Atletismo (APA), garantindo precisão e credibilidade aos resultados.

Mais do que uma corrida, a São João PNZ Run se destaca pela experiência completa oferecida aos participantes. Após a prova, os atletas terão acesso a uma estrutura diferenciada, com cidade cenográfica temática, feira de saúde, espaço de recuperação física e programação festiva com apresentações musicais.

O evento também aposta na diversidade gastronômica como diferencial. O cardápio inclui opções saudáveis, como o Buffet Fit assinado por Fran Bezerra, da Gran Nutri, com preparações sem glúten e sem açúcar, além do Buffet Fat, comandado pelo chef Leandro Nascimento, com pratos como paella, massas, cuscuz temperado e a tradicional feijoada. Uma mesa de frutas complementa a oferta.

Combinando esporte, turismo e entretenimento, a competição consolida-se como uma experiência que ultrapassa a linha de chegada e convida o público a correr e comemorar.

“Corrida salva vidas, diverte, socializa e merece ser celebrada com alegria, conforto e fartura”, afirma Dadau Barbosa.

Redação PNB

Campanha da CDL tem contagem regressiva para sorteio de um carro zero KM; quem paga na maquininha Cielo garante chance tripla

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A contagem regressiva para o sorteio da campanha São João de Prêmios, promovida pela CDL Juazeiro, já começou. O sorteio será realizado no próximo dia 04 de julho, e os consumidores ainda têm tempo de participar e concorrer a 10 Smart TVs de 50 polegadas e um Renault Kwid 0 km.

Para participar, basta realizar compras nas lojas participantes da campanha e a cada R$ 50 em compras, o cliente recebe um cupom para concorrer. Um ponto importante: quem optar pelo pagamento com cartão na maquininha Cielo garante uma vantagem especial e triplica as chances de ganhar, recebendo três cupons a cada R$ 50 em compras. A iniciativa incentiva as vendas no comércio local e oferece ainda mais oportunidades para os consumidores que escolhem essa forma de pagamento.

A CDL Juazeiro reforça o convite para que a população prestigie o comércio da cidade nesta reta final da campanha, que já tem grande adesão da população, mas pode ir além, aumentando as possibilidades de o cliente aproveitar as ofertas, movimentar a economia local e sair das compras com a chance de levar para casa um dos grandes prêmios da promoção, incluindo um carro Zero KM.

A orientação é que os clientes solicitem seus cupons no momento da compra, preencham corretamente os dados e depositem nas urnas disponíveis nas lojas participantes antes do sorteio.

A expectativa é de grande participação do público nesta reta final da promoção, consolidando mais uma edição de sucesso da campanha, que fortalece as vendas, aquece a economia e ainda premia quem escolhe comprar em Juazeiro.

Ascom

Senadora aciona PGR contra o bolsonarista Paulo Figueiredo por violência política de gênero

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A senadora Soraya Thronicke (PSB-MS) enviou à Procuradoria-Geral da República (PGR) notícia-crime em que pede a abertura de investigação por violência política de gênero contra o influenciador Paulo Figueiredo após declarações dele de que mulheres “votam mal”.

A fala ocorreu durante uma transmissão ao vivo no YouTube, no último dia 25 de junho, após um vídeo publicado pela ex-primeira-dama com acusações de que o pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL-RJ) teria a humilhado.

A senadora citou as ofensas direcionadas à ex-primeira-dama, mas deu enfoque nas declarações relacionadas ao voto feminino. No documento, ela cita a fala: “Mulher vota muito mal. Principalmente mulheres solteiras. Mulheres casadas, em geral, tendem a acompanhar o voto do marido”.

No HU-Univasf, beleza e leveza fazem parte de jardim feito com materiais recicláveis

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O que antes seria destinado ao lixo, hoje floresce na entrada do Hospital Universitário da Universidade Federal do Vale do São Francisco (HU-Univasf), vinculado à Rede HU Brasil. Pneus, cadeiras plásticas inutilizadas, botas, jarras de café, garrafas PET e outros materiais descartados foram transformados em vasos, jardins suspensos e peças decorativas que tornam o ambiente mais acolhedor para pacientes, acompanhantes e trabalhadores.
A iniciativa é de Adinaldo Nascimento, conhecido por todos como Seu Naldo, agente de serviços gerais responsável pela manutenção da área externa do hospital. Há seis anos, ao perceber que o espaço era marcado apenas pelo concreto, decidiu criar um jardim utilizando materiais reaproveitados.
“Quando cheguei aqui não tinha nada. Então senti que precisava de algo a mais. Comecei a separar materiais durante a limpeza e fui montando o jardim”, conta.
Durante a varrição da área, ele separa materiais. Outros objetos chegam por meio de doações. Com criatividade, transforma esses resíduos em vasos, jardins suspensos e peças decorativas que dão identidade ao espaço. “Algumas plantas eu recupero do lixo, as pessoas jogam na rua ou em terrenos baldios. Outras são de doação e eu cultivo as mudas”.
Seu Naldo construiu dois jardins suspensos e deu novos usos a objetos que normalmente terminariam no lixo. Além disso, plantou três jasmineiros, que passaram a oferecer sombra aos visitantes e atraíram novos moradores para o espaço: os passarinhos.
“É um prazer que eu tenho e faço por amor. Vejo que esse jardim estimula as pessoas. Às vezes alguém chega triste e, quando vê as flores, já se sente melhor”, afirma.
Este é um sentimento compartilhado por quem passa diariamente pelo local. “Eu acho esse espaço muito criativo, ele traz leveza e paz. Para quem atua num hospital, é uma oportunidade de apreciar a natureza”, afirma Lilian Ramine Ramos, fisioterapeuta do HU-Univasf.
A história ganha ainda mais significado durante o Junho Verde, mês dedicado à conscientização ambiental. Mais do que reutilizar materiais, o jardim do HU-Univasf mostra que pequenas iniciativas podem transformar espaços, inspirar atitudes sustentáveis e tornar mais humana a rotina de quem passa diariamente pelo hospital.
Política Ambiental 
A  Estratégia 2024-2028 busca o atingimento de vinte e quatro Objetivos Estratégicos. Entre eles, destaca-se o de ‘Promover sustentabilidade ambiental e responsabilidade social em Rede’, que compõe o pilar Responsabilidade Ambiental, Social e Governança da estratégia.
Visando o atingimento desse Objetivo Estratégico foi lançada a nova Política Ambiental que trata das responsabilidades relacionadas à administração, proteção e conservação ambiental no âmbito da HU Brasil, abordando os princípios da sustentabilidade como diretriz. Ela garante que todas as unidades hospitalares filiadas à estatal estejam em consonância em relação à ética ambiental, de forma responsável e monitorada.
Com o objetivo de auxiliar na conservação do meio ambiente, a política busca promover o desenvolvimento de uma cultura sustentável que inclua todos os trabalhadores e usuários da rede. Além disso, procura investir em ações de formação e educação ambiental para garantir a integração da sustentabilidade na tomada de decisões, planejamentos e na cadeira de valor, incluindo terceirizados e fornecedores.
Ascom