Preto no Branco

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Na mira dos ataques: Indígena bolsonarista revela o sonho de ver o STF invadido pelo Exército

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“Meu sonho seria acordar amanhã cedo com a notícia: O EXÉRCITO ACABA DE INVADIR O STF”, publicou a jovem Ysani Kalapalo, no Twitter.

Ela é a indígena bolsonarista, integrante da comitiva brasileira que foi à Assembleia-Geral da ONU, em Nova York.

O sonho de ver o Supremo Tribunal Federal (STF) sendo invadido pelo Exército, foi compartilhado dois dias antes de Jair Bolsonaro, o presidente, publicar um vídeo atacando instituições, como o STF, e a imprensa brasileira. Ele já pediu desculpas, dizendo-se arrependido.

No vídeo, Bolsonaro se compara a um leão, sendo atacado por várias hienas, que seriam seus adversários. Além do SFT, aparecem também representações do MBL, um dos seus apoiadores, e o PSL, partido que o elegeu.

Nem a ONU, a CNBB e a OAB escaparam do ataque de Bolsonaro, o leão ameaçado pelas hienas, que se alia a outro leão chamado “conservador patriota”. Os dois acabam vencendo, após atacarem os “adversários”.

A publicação agressiva, desrespeitosa e nada condizente com a postura de uma chefe de estado, traz também o  lema de campanha do PSL, “Brasil acima de tudo, Deus acima de todos”.

Da Redação

Ministério Público vai recorrer contra absolvição do deputado Marcell Moraes, denunciado por abuso de poder econômico

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De acordo com o site BNews, o Ministério Público Eleitoral (MPE) vai recorrer da decisão do TRE-BA que absolveu, nesta terça-feira (29), o deputado estadual Marcell Moraes (PSDB), no processo em que o parlamentar é acusado por abuso de poder econômico.

Marcell foi absolvido por 4 votos contra 3, mas a Procuradoria Regional Eleitoral (PRE) vai entrar com recurso contra a decisão.

O deputado foi denunciado por supostamente oferecer prestação de atendimento veterinário gratuito, como forma de auto-promoção, durante a campanha eleitoral de 2018.

Caso fosse condenado, o parlamentar perderia o mandato na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA).

A denúncia

O Conselho Regional de Medicina Veterinária da Bahia(CRMV-BA) entrou com denúncia contra o deputado estadual Marcell Moraes(PSDB), junto à Procuradoria Regional Eleitoral por indícios de abuso econômico em campanhas de castração e vacinação de animais realizadas em cidades baianas. De acordo com o Conselho, apurações conduzidas pelo órgão apontaram que o parlamentar praticava atos assistencialistas às vésperas da campanha eleitoral. Na época, o deputado disse que se sentia perseguido por causa do trabalho que realiza.

Outras duas denúncias contra o deputado foram protocoladas nos Ministérios Públicos Estadual e Federal, no dia 30 de julho, por causa de atividades promovidas pelo parlamentar que colocariam em risco a saúde animal, humana e ambiental.

De acordo com a presidente do CRMV-BA, Ana Elisa Almeida, o político realizava campanhas de vacinação e castração sem atender aos requisitos mínimos de segurança determinados pela legislação vigente. “É necessário fornecer ambiente apropriado para realizar os procedimentos, além de espaço suficiente e instalações adequadas”, ressaltou a médica veterinária.

Nas denúncias, o Conselho ressaltou, ainda, que as campanhas de vacinação promovidas pelo parlamentar eram realizadas sem a autorização prévia das respectivas vigilâncias sanitárias e sem as anotações técnicas obrigatórias nas cadernetas de vacinação, o que poderia provocar danos à saúde do animal e interferir no controle de zoonose e na eficácia da campanha de cada município.

A ausência de responsáveis técnicos devidamente habilitados pelo Conselho também foram objeto das queixas apresentadas. “É inconcebível o desenvolvimento das atividades sem a presença ou supervisão do veterinário que é capacitado para garantir a qualidade dos produtos que serão ministrados nos animais. São condutas que vão garantir a eficácia dos procedimentos”, destacou a presidente do CRMV-BA.

Nas ações promovidas pelo deputado estadual, os resíduos provenientes dos procedimentos também seriam descartados de forma indevida. “São restos de tecidos dos animais, medicamentos, anestésicos, objetos perfurocortantes, entre outros, e que, caso não tenham a atenção adequada, podem causar sérios prejuízos ao meio ambiente”, enumerou Ana Elisa Almeida.

Da Redação

 

Prefeitura de Juazeiro oferece descontos para permissionários do Mercado do Produtor através do PPI

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A equipe da Autarquia Municipal de Abastecimento/AMA tem feito um trabalho educativo, através de panfletagem nas dependências do 4º maior Ceasa do país em volume e comercialização com objetivo de divulgar o Programa de Parcelamento Incentivado (PPI).

Para fazer a adesão, o permissionário deve procurar o setor de boletos da sede da administração do Mercado do Produtor de Juazeiro, das 7h às 13h, até o dia 31 de dezembro. Com o PPI, é possível parcelar a dívida ou quitá-la com a redução de encargos moratórios. O cidadão pode regularizar as dívidas com até 100% de descontos em juros, multas e honorários advocatícios e com descontos variados, no caso de parcelamento em até 60 vezes.

Além de poder regularizar a dívida na AMA, o contribuinte que quiser quitar seus débitos tributários também com a Receita Municipal pode aproveitar o incentivo do Programa de Parcelamento Incentivado (PPI). O programa está aberto para os contribuintes com débitos tributários e não tributários, inclusive os inscritos em dívida ativa, ocorridos até 31 de junho de 2019. Entre os tributos incluídos no PPI estão o IPTU e o ISS.

O diretor da AMA, Agnaldo Meira, destacou a importância do programa para os permissionários do entreposto “O programa incentiva os comerciantes a quitarem suas dívidas com a AMA da maneira que for melhor. Com a regularização os permissionários irão contribuir para que a administração possa trabalhar melhor nas demandas estruturais do Ceasa. Pedimos a quem tiver alguma dívida que compareça à administração o quanto antes para regularizar sua situação”, disse.

Para dívidas na Receita Municipal o contribuinte deve fazer sua adesão ao programa no Serviço de Atendimento Municipal (SAM), localizado na Rua 15 de Julho, nº 32 – Centro, das 8h às 14h.

Daniela Duarte/Ascom AMA

Juazeiro: Os trabalhos de remoção continuam e a Costa e Silva deixará a orla na próxima quinta-feira (31)

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O trabalho de remoção da embarcação Costa e Silva, que há seis anos ficou ancorada na Orla I de Juazeiro, causando inúmeros problemas, não está sendo fácil. Uma retroescavadeira e uma Pá carregadeira estão sendo utilizadas para colocar a embarcação no rio, mas não será mais para hoje (29), como informou, anteriormente, Jurandir Almeida, ex-funcionário da Companhia de Navegação, que está coordenando o trabalho de remoção.

Ainda de acordo com ele, a embarcação deverá ser lançada de volta ao Rio São Francisco na próxima quinta-feira (31), prazo dado pela Justiça para que o proprietário retire a embarcação do espaço público.

Segundo Jurandir, mesmo com o suporte as máquinas, será necessário armar uma estrutura de madeira, para nivelar a embarcação com o leito do rio, e assim colocá-la na água.

O destino da Costa e Silva

Ainda não se sabe ao certo o que será da embarcação. Em conversa com o PNB, Ramir Roger, filho do proprietário, disse que ela seria levada para a cidade vizinha, Petrolina-PE, onde funcionaria como um restaurante. “O investimento é de cerca de 2 milhões de reais, e serão gerados mais de 40 empregos, diretos e indiretos. Infelizmente, quem perde é Juazeiro”, disse.

Mas Raimundo Alves, proprietário, não confirmou a informação do filho. Ele disse que a ida da barca para Petrolina não está certa, mas que eles estão “paquerando” algumas ideias de utilização da embarcação.

No dia 30 de setembro, o juiz da 1ª Vara de Fazenda Pública, Vanderley Andrade de Lacerda, determinou que o proprietário, Raimundo Alves da Rocha, retirasse a embarcação no prazo de dez dias, sob pena de multa diária de R$ 5 mil em caso de descumprimento. Entretanto, houve um acordo do proprietário com a Justiça e o prazo foi estendido para 2 meses, encerrando na próxima quinta-feira(31).

A embarcação vinha servindo para práticas criminosas e como depósito de lixo, além de comprometer a estética da cidade. Ela também impediu a conclusão da pista de caminhada que vai até o bairro Angari, prevista na obra do Parque Fluvial de Juazeiro.

Depois de muito incômodo e protestos da população, a embarcação, finalmente, encontrará um local adequado para se instalar, enquanto os proprietários decidem o que fazer com este patrimônio.

Da Redação 

Rui Costa é apontado como governador com melhor avaliação pelos líderes do Congresso

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O governador da Bahia, Rui Costa (PT), foi apontado pelos líderes do Congresso Nacional como o gestor estadual com melhor avaliação, de acordo com a pesquisa Painel do Poder, divulgada nesta terça-feira (29). Rui alcançou a nota 3,6 na média de 1 a 5.

Os governadores do Espírito Santo, Renato Casagrande (PSB), e do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), ficaram em segundo e terceiro lugar, respectivamente, com notas 3,4 e 3,3.

O levantamento foi realizado pelo site Congresso em Foco em parceria com a Inn Press Oficina entre os dias 16 e 27 setembro.

Depois dos três primeiros colocados, vêm os governadores do Ceará, Camilo Santana (PT); do Piauí, Wellington Dias (PT); e de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB).

Realizada com metodologia científica, a Painel do Poder é uma ferramenta para estudos legislativos, que usa a técnica de pesquisa por painel, feita a cada três meses. Ela contempla investigações tanto quantitativas como qualitativas, tomando por base uma amostra de líderes de aproximadamente 100 parlamentares.

Desta vez, foram ouvidas 79 lideranças, mas oito entrevistas foram inteiramente descartadas para que a amostra considerada ficasse mais próxima da correlação real de forças do Congresso em termos de região, atitude em relação ao governo e expressão partidária.

BNews

Feliciano defende Bolsonaro e ataca STF após vídeo das hienas

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O deputado federal Marco Feliciano saiu em defesa do presidente Jair Bolsonaro, mesmo após Bolsonaro ter pedido desculpas por ter publicado no Twitter um vídeo que atacava o Supremo Tribunal Federal (STF), comparando-o com hienas.

O vídeo foi publicado no Twitter do presidente nesta segunda-feira (28) e, posteriormente, foi apagado.

Em entrevista ao jornal Folha de São Paulo, o ministro Celso de Mello criticou a situação e disse que o “atrevimento presidencial” parecia “não encontrar limites”.

Após o comentário do ministro, Feliciano logo saiu em defesa do presidente: “O atrevimento de Celso de Mello não tem limites. Há 30 anos como ministro do STF ajudou a construir um Judiciário que legisla, rasga a Constituição e a separação dos poderes. E que quer soltar todo mundo que a Lava Jato prendeu. E ainda quer dar lição de moral no presidente da República Jair Bolsonaro?”, disse o deputado, através das redes sociais.

Marco Feliciano

@marcofeliciano

O ATREVIMENTO DE CELSO DE MELO NÃO TEM LIMITES! Há 30 anos como min do @STF_oficial ajudou a construir um Judiciário q legisla, rasga a Constituição e a separação dos poderes. E q quer soltar todo mundo q a Lavajato prendeu. E ainda qer dar lição de moral no PR @jairbolsonaro? 🤔

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Em entrevista à coluna Radar, da revista Veja, Feliciano ratificou as críticas a Celso de Mello e disse que fez isso por conta própria, não a mando do presidente.

“Quem atacou [Celso de Mello] fui eu e não o presidente. Jamais afirmei que o presidente Bolsonaro me disse para atacar quem quer que seja. Sou deputado federal em terceiro mandato e tenho opinião própria. Não sou ventríloquo de ninguém”, afirmou o deputado.

Agência Brasil

Flagrante: em pleno centro de Petrolina, usuários consomem e vendem drogas

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(fotos: PNB)

Em plena tarde de segunda-feira(28), a equipe do PNB flagrou a venda e o uso de drogas, no centro de Petrolina.A maioria dos usuários de drogas do centro consome majoritariamente uma substância: o crack. Droga barata, a pedra do crack é vendida pelos traficantes locais por 5 a 10 reais a unidade.

E a cena vem sendo corriqueira.Um grupo pequeno de jovens, utilizando um cachimbo, fumam o craque, e também vendem a droga. Na semana passada, uma mulher também estava no mesmo local, comercializando abertamente.

Mais do que um caso para a polícia, a situação requer o olhar da assistência social do município e da saúde, pois o consumo de drogas, configura-se em um problema de saúde pública.

Euforia, hiperatividade, excitação. Esses são alguns dos efeitos colaterais do crack, que duram em média cinco minutos, o que leva o usuário a consumir a substância muitas vezes em curtos períodos de tempo, facilitando a dependência.

Da Redação

Justiça aponta “rachadinha” no gabinete do líder da bancada evangélica

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A Justiça Federal condenou o ex-secretário parlamentar do deputado Silas Câmara (Republicanos-AM), Raimundo Gomes, pela prática do crime de “rachadinha”. A decisão se baseia em uma denúncia do Ministério Público Federal (MPF) que indica o desvio de recursos públicos no gabinete do deputado, que é presidente da bancada evangélica na Câmara. Silas, como tem foro privilegiado, ainda aguarda julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF).

Na decisão que tornou Raimundo Gomes réu, o juiz Rodrigo Bentemuller, da 15ª Vara do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, revela que “era expediente corriqueiro do deputado federal Silas Câmara nomear para seu gabinete pessoas que não exerciam as funções de secretário parlamentar, na típica situação de funcionários fantasmas, com a intenção de se apropriar dos salários pagos a esses servidores pela Câmara dos Deputados”. O magistrado diz ainda que Raimundo Gomes também praticou esse crime de peculato porque ajudou Silas a recolher esses recursos públicos que foram desviados da Câmara.

“Os elementos que instruem os autos comprovam a existência de um esquema montado pelo deputado federal Silas Câmara para, com auxílio de seu ex-secretário parlamentar, Raimundo da Silva Gomes, desviar em proveito próprio parte dos recursos públicos destinados à contratação de sua assessoria parlamentar, entre janeiro de 2000 a dezembro de 2001”, reafirma a denúncia do Ministério Público Federal.

Nesse período, ainda de acordo com o MPF, Silas Câmara exigia parte ou a totalidade da remuneração de 18 pessoas que foram nomeadas para cargos em em comissão na Câmara dos Deputados. Raimundo recolhia esse dinheiro e repassava-o ao deputado ou às despesas do gabinete. Em depoimento, o ex-secretário ainda contou que, além da prática conhecida como rachadinha, três desses assessores eram funcionários fantasmas e outros dois acumulavam cargos na Câmara e na Assembleia Legislativa do Amazonas, o que configura crime contra a administração pública segundo a Justiça Federal.

O secretário foi condenado, portanto, pelo crime de, enquanto funcionário público, ter desviado dinheiro público em proveito próprio ou alheio. Já o processo contra Silas Câmara está no STF, sob relatoria do ministro Luís Roberto Barroso. O deputado foi procurado para falar sobre a decisão da Justiça Federal, mas não atendeu o Congresso em Foco.

Além de líder da bancada evangélica, Silas Câmara é aliado do presidente Jair Bolsonaro, cujos filhos Flávio e Carlos Bolsonaro também são investigados pela prática de rachadinha – o crime de se apropriar de parte do salário de servidores em proveito próprio, como sugerem os áudios do ex-assessor de Flávio Bolsonaro, Fabrício Queiroz.

Congresso em Foco

Em áudio, Queiroz diz que investigação contra ele “até demorou”

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O policial militar aposentado Fabrício Queiroz afirmou em áudio divulgado nesta segunda-feira (28) que a investigação contra ele, referente a um relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), “até demorou” para acontecer. Ele é suspeito de ter cometido o crime conhecido como rachadinha, prática em que um funcionário público devolve parte do salário.

“Esses depoimentos, cara, eles vão lá e pegam mesmo, esses filhos da puta, rapaz. Até demorou a pegar. O Agostinho foi depor no dia 11 de janeiro, parece que ele foi depor. Já publicaram o depoimento dele na íntegra”, disse Queiroz, que trabalhou para Flávio Bolsonaro de 2007 e 2018, na Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).

Mencionado no áudio, Agostinho Moraes da Silva é ex-funcionário do gabinete de Flávio na Alerj  e a única testemunha a depor no caso. Ele disse ao Ministério Público do Rio, no dia 11 de janeiro, que depositava dois terços do salário na conta de Queiroz, equivalente a cerca de R$ 4 mil.

O áudio de Queiroz foi enviado por WhatApp no dia 21 de fevereiro deste ano a um interlocutor não identificado. A gravação foi divulgada pelo UOL.

Segundo a reportagem, a defesa de Queiroz afirmou que não irá se pronunciar sobre o conteúdo do áudio.

Congresso em Foco