Preto no Branco

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PMBA realiza solenidade de formatura do curso especial de formação de sargentos 2023, em Juazeiro

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A Polícia Militar da Bahia (PMBA), através do 3º Batalhão de Ensino, Instrução e Capacitação (BEIC), em Juazeiro, realizou na manhã desta quinta-feira (13), a Solenidade de Formatura do Curso Especial de Formação de Sargentos (CEFS 2023.1).
A Solenidade foi presidida pelo Coronel PM Valter Araújo, Comandante de Policiamento da Região Norte (CPR-N).
Estavam presentes no evento, Comandantes das Unidades Operacionais, Oficiais e Praças da Região Norte e familiares dos Formandos.
A Turma do CEFS 2023.1, composta por duzentos e cinquenta e um (251) Sargentos PM em todo Estado da Bahia, destes, trinta (30) pertencentes as Unidades Operacionais da Região Norte, sendo o Patrono Cabo PM Cássio de Oliveira Santana (In Memorian).
Galgaram as primeiras colocações na Região Norte os Sargentos PM: Nedson José do Nascimento, Cicero Roberto Freire da Silva e Maria Aparecida do Nascimento Lopes, respectivamente, 1º, 2º e 3º lugar, sendo que os Sargentos PM: Nedson José do Nascimento e Cicero Roberto Freire da Silva, galgaram o 1° e 2° lugar, entre todos os formandos do Estado Bahia.
Ascom/CPR-N

Minha Casa, Minha Vida é reparação histórica com o povo, diz Lula

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Brasília (DF), 13/07/2023 - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participa de cerimônia de assinatura do projeto de lei que cria o novo programa Minha Casa, Minha Vida. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta quinta-feira (13) o projeto de lei que cria o novo programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV). Entre as novidades estão a ampliação do acesso de faixas de renda; a redução de taxas; e o aumento do subsídio para aquisição de imóveis. Durante a cerimônia de lançamento da nova edição do programa, Lula lembrou que o déficit habitacional é um problema histórico e crônico no Brasil.

“Em 1974, na primeira campanha vitoriosa do PMDB, foi dito que o Brasil tinha um déficit habitacional de 7 milhões de casas. Isso foi há 48 anos. Hoje eu vejo as pessoas falarem que temos um déficit ainda de 6 a 7 milhões de casas, mesmo com o programa MCMV fazendo 6 milhões de casas nesses últimos anos”, disse o presidente. 

“Isso demonstra a necessidade do Estado se sentir obrigado a fazer essa reparação”, acrescentou.

As novas regras já estavam em vigor desde o último dia 7, por conta da MP 1.162/23, aprovada em fevereiro pelo Congresso Nacional. Segundo o Planalto, até o início de julho 10.094 unidades já haviam sido entregues em 14 estados. O investimento, até então, já estava em R$ 1,17 bilhão.

De acordo com o Planalto, com as novas regras populações de rua também poderão acessar o programa. A previsão é de que, até o final do ano, sejam entregue mais 8 mil unidades habitacionais, e que 21,6 mil obras sejam retomadas. A meta é contratar 2 milhões de moradias até 2026.

Antes da cerimônia de assinatura, Lula já havia comentado sobre a nova etapa do programa, via redes sociais:

Faixas de renda

Tanto as faixas de renda para beneficiários, como o valor a ser financiado foram ampliados. Com isso, a Faixa 1 do programa contemplará famílias com renda mensal de até R$ 2.640. Já a Faixa 2 contemplará famílias com renda entre R$ 2.640 e R$ 4,4 mil; e a Faixa 3, para famílias com renda mensal entre R$ 4,4 mil e R$ 8 mil.

Já com relação ao valor do imóvel, o financiamento máximo será de R$ 170 mil para empreendimentos voltados à Faixa 1; R$ 264 mil para a Faixa 2; e R$ 350 mil para a Faixa 3.

No caso do MCMV rural, o valor máximo para novas moradias passou de R$ 55 mil para R$ 75 mil. Já o financiamento para melhoria de uma moradia passou de R$ 23 mil para R$ 40 mil.

As taxas de juros variam de acordo com a região e com a renda, indo de 4% ao ano a 5,5%, no caso da Faixa 1; de 4,75% a 7%, para a Faixa 2; e de 7,66% a 8,16% para a Faixa 3.

O governo federal aumentou também os descontos oferecidos para as famílias que acessarem o financiamento com recursos do FGTS para a aquisição do imóvel – de R$ 45,7 mil para R$ 55 mil, restrito aos beneficiários da Faixa 1. Segundo o Planalto, esse limite não era revisto desde 2017

As prestações mensais pagas pelos beneficiários da Faixa 1 serão proporcionais à renda, com um valor mínimo de R$ 80, ao longo de um período de 5 anos.

Avanços

As novas contratações do MCMV trazem melhorias, também, nas especificações dos imóveis. Entre as melhorias estão o aumento da área mínima das unidades, de 40 metros quadrados (m²) para casas e de 41,50 m² para apartamentos; e a criação de varandas “para oferecer um espaço adicional aos moradores”. Além disso, os conjuntos deverão ter sala de biblioteca e equipamentos para a prática esportiva.

Ainda entre as melhorias está a necessidade de o terreno estar localizado na malha urbana, próximo a infraestruturas completas já instaladas e consolidadas – o que inclui acesso a equipamentos públicos de educação, saúde e assistência social, além de acesso a comércio e serviços e transporte público coletivo.

Repercussão

Segundo o presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Renato de Souza Correia, mais de 6 milhões de habitações já foram construídas graças ao programa, desde sua primeira versão, em 2009. Na solenidade de sanção das novas regras, ele avaliou como “positiva” a nova versão do programa.

Segundo o ministro das Cidades, Jader Filho, os entraves e o atraso promovido pelo governo anterior deixou de concluir 186 mil unidades habitacionais. “Destas, 83 mil unidades estavam paralisadas”, disse o ministro. Ele acrescentou que o programa conseguiu retomar mais de 17 mil casas e já entregou mais de 10 mil moradias, beneficiando mais de 100 mil brasileiros que buscavam habitação.

Representante do Movimento Camponês Popular, Jéssica Briito lembrou que a atual edição do MCMV só foi possível no campo, enquanto política pública, após muito diálogo e reivindicações por parte dos camponeses.

“Só chegou nas diversas populações do campo, em todas as regiões desse país, graças a parceria com os movimentos do campo que historicamente fazem a luta por reforma agrária; pelo reconhecimento do campesinato na tarefa permanente de produzir alimentos; e pela luta por melhores condições de produção e de vida no campo. Essas organizações ousaram lutar e reivindicar o direito à moradia para essas populações”, disse.

Representante da Confederação Nacional das Associações de Moradores, Bartira Costa defendeu a priorização de políticas urbanas, enquanto “agenda prioritária para o desenvolvimento urbano do Brasil, tendo a cidade como direito e não apenas como moradia”; a “retomada imediata” do Conselho das Cidades; e a convocação da Conferência das Cidades.

“Precisamos também garantir a universalização do acesso aos serviços de saneamento básico para todas as pessoas independente do local e das condições de moradias, bem como da capacidade de pagamento. Para isso é fundamental fortalecer as empresas e os serviços públicos de saneamento; retomar os investimentos do plano enquanto instrumento de planejamento. O saneamento deve ser encarado como política estratégica para o desenvolvimento do Brasil, condicionante da qualidade de vida nas cidades”, disse.

Agência Brasil

Prefeitura de Juazeiro encerra contrato com a empresa Sinal Vida, responsável pelo sistema Zona Azul

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Após 30 dias de suspensão preventiva, a Prefeitura de Juazeiro encerrou o contrato com a empresa que administra a Zona Azul em Juazeiro, segundo publicação no Diário Oficial do Município desta quinta-feira (13).

Portanto, a Sinal Vida Dispositivo de Segurança Viária LTDA deixa de atuar em Juazeiro, por descumprimento de cláusulas contratuais, segundo consta no DO, que também destacou que a gestão municipal vinha recebendo reclamações diversas da população “pela má prestação de serviço executados pela contratada”.

Com o fim do contrato, a empresa deverá desativar definitivamente todos os equipamentos de recolhimento de valores para os serviços de estacionamento rotativo no município.

“Com a decisão do destrato do contrato com a empresa, a fiscalização da CSTT continuará redobrada, para que os condutores respeitem as regras de trânsito, bem como os estacionamentos de pessoas idosas e com deficiência”, pontuou Tenório Filho, diretor presidente da CSTT.

No último dia 6 de Julho, a Companhia de Segurança Trânsito e Transporte, procurada pelo PNB, informou que após a tramitação do processo administrativo instaurado pela prefeitura contra a empresa e comunicação da decisão final, a gestão municipal irá realizar uma audiência pública para decidir se o município permanece sem o sistema ou se o serviço irá retornar com outra empresa. A data da audiência ainda não foi divulgada.

Suspensão

O sistema zona azul foi suspenso temporariamente em Juazeiro no último dia 14 de junho, após devido a instauração de processo administrativo contra a empresa em razão de irregularidades na prestação de serviço à população.

Após a notificação sobre as irregularidades, foi disponibilizado o prazo de 10 dias para que a empresa se justificasse.

“No entanto, as alegações não foram aceitas pelo poder público, que decidiu pelo fim da zona azul. Junto à rescisão do contrato, foi determinado que todo e qualquer sistema digital porventura existente entre contratada e contratante deverá ser desinstalado”, informou a PMJ.

Redação PNB

 

Governo Lula Celso Sabino aceita convite para o Ministério do Turismo

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27/06/2023 - Frente Parlamentar Mista pela Transparência Pública. Dep. Celso Sabino (UNIÃO - PA). Foto: MyKe Sena/Câmara dos Deputados

 

O Palácio do Planalto confirmou que o deputado federal Celso Sabino (União Brasil-PA) será o novo ministro do Turismo. O convite foi formalizado nesta quinta-feira (13), após reunião entre o parlamentar, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, no gabinete presidencial, em Brasília. O anúncio foi divulgado em um comunicado distribuído à imprensa, e a nomeação deverá ser publicada nos próximos dias no Diário Oficial da União (DOU).

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reuniu na tarde desta quinta-feira (13) com o ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, e com o deputado federal, Celso Sabino (União-PA). O presidente convidou Sabino para o Ministério do Turismo, convite esse que foi aceito pelo deputado. A nomeação sairá no Diário Oficial da União nos próximos dias.

Sabino substituirá Daniela Carneiro no cargo. Nomeada desde o início do governo Lula, Daniela Carneiro foi a deputada federal mais votada do estado do Rio de Janeiro e deve retomar o mandato na Câmara dos Deputados. Ela é casada com o prefeito de Belford Roxo, Waguinho (Republicanos), um importante aliado de Lula na região da Baixada Fluminense na campanha eleitoral de 2022.

A indicação de Celso Sabino é dos dirigentes do partido União Brasil, que vinha reivindicando a reformulação da pasta após divergências internas com Daniela Carneiro, que chegou a anunciar a saída da legenda.

Redação PNB, com informações Agência Brasil

Secretaria de Meio Ambiente e Ordenamento Urbano intensifica fiscalização de construções e reformas de obras irregulares, em Juazeiro

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A Secretaria de Meio Ambiente e Ordenamento Urbano (Semaurb), setor responsável pelas vistorias e emissão de alvarás de construção, está intensificando a fiscalização e regularização de construções na cidade.

Segundo o órgão “o principal objetivo da ação é impedir construções de novas moradias de forma irregular e o prosseguimento de obras em fase inicial, especialmente em áreas verdes e de risco”.De acordo com o Secretário de ordenamento urbano, Islédio Bandeira, a intenção é incentivar a população a agir em conformidade com a lei, além de preservar espaços destinados à implantação de futuros equipamentos públicos.

“O processo de solicitação de licenças para construção, reforma e regularização de imóveis é simples e eficiente. O interessado deve comparecer à sede da Semaurb, onde receberá um checklist com a documentação necessária. Em seguida, a solicitação é feita por meio do 1-DOC, disponível no site da prefeitura, onde o CPF ou CNPJ da empresa devem ser cadastrados. O DOC abrange todas as atividades relacionadas ao cadastro imobiliário e serve como forma de entrada para a análise da equipe técnica e fiscalização no local”, destacou.Os valores dos serviços variam de acordo com o tipo de obra e são calculados principalmente com base na metragem quadrada construída. Os alvarás de construção e habite-se seguem essa mesma lógica, adaptando-se às necessidades específicas de cada empreendimento.Regularização

No caso de construtores que não realizam a devida regularização junto à Semaurb, a fiscalização é acionada para verificar a existência de obras clandestinas ou irregulares. Inicialmente, é emitida uma notificação com prazo máximo de 10 dias para que o responsável compareça à secretaria e regularize a situação. Caso a pessoa se oponha à regularização, um auto de infração é emitido. Se a irregularidade persistir, a obra pode ser interditada e um novo auto de infração será aplicado. Em casos de perigo iminente ou má execução, um embargo imediato pode ser imposto.Quanto à remoção do embargo, o responsável pela obra tem um prazo de cinco dias para regularizar a situação junto à prefeitura. Caso não cumpra essa determinação, a obra permanece embargada até que a situação seja devidamente regularizada. A Semaurb realiza em média 150 fiscalizações mensais, contando com uma equipe de fiscais dedicados. Além disso, plantões aos finais de semana são realizados, especialmente nas áreas mais afastadas, onde há maior incidência de obras irregulares.Informações

Para denúncias ou informações adicionais, os cidadãos devem se dirigir à sede da Semaurb, na Rua Oscar Ribeiro, s/n, no Centro de Juazeiro, ou através do telefone (74) 3612-3582. Além disso, é possível fazer denúncias por meio do 1-DOC, acessando o site da prefeitura de Juazeiro (juazeiro.ba.gov.br) e seguindo o protocolo adequado.Ascom/PMJ

Mais de 43 milhões de pessoas deixam linha da pobreza em junho

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Divulgadas regras de gestão do novo Bolsa Família - Novo cartão do programa Bolsa Família. Foto: Roberta Aline / MDS

 

O Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) informou, nesta quarta-feira (12), que 43,5 milhões de pessoas, ou 18,52 milhões de famílias, deixaram a linha da pobreza em junho, ou seja, passaram a ter rendimentos mensais superiores a R$ 218 per capita.A Bahia foi o estado com maior número de famílias que ultrapassaram a faixa de renda em junho: 2,26 milhões de lares. Em seguida, aparecem São Paulo, com 2,25 milhões de famílias saindo da linha da pobreza; Rio de Janeiro, com 1,63 milhão; Pernambuco, com 1,48 milhão; e Minas Gerais, com 1,38 milhão.

“O Bolsa Família, relançado em março e implementado totalmente no último mês, é o grande responsável por elevar a renda da população mais vulnerável acima da linha da pobreza”, destacou, em nota, o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome.

Segundo o MDS, em março, o governo federal relançou o Bolsa Família com valor mínimo de R$ 600 e adicional de R$ 150 para crianças de até 6 anos. Em junho, concedeu benefícios variáveis de R$ 50 para gestantes, crianças e adolescentes de 7 a 18 anos, e o valor mínimo per capita do programa passou a ser de R$ 142.

De acordo com o ministério, com a reformulação, o tíquete médio do Bolsa Família chegou ao maior valor da história do programa: R$ 705,4.

Agência Brasil

Fim das escolas cívico-militares repercute entre estudantes e escolas; medida foi anunciada pelo governo nesta quarta-feira (12)

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O Presidente Jair Bolsonaro durante o Lançamento do Programa Nacional das Escolas Cívico-Militares – PECIM.

 

O Ministério da Educação (MEC) começou, esta semana, o processo de extinção do Programa Nacional das Escolas Cívico-Militares (Pecim). A decisão, que impacta cerca de 200 escolas nas cinco regiões do país, foi comemorada e criticada. Para alguns, o modelo precisa ser extinto e não está em conformidade com o papel da escola pública. Para outros, o modelo gera resultados e deve ser mantido.Para a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes), a medida é uma vitória, pois o modelo cívico-militar é “um modelo de escola que acaba privando os estudantes de ter liberdade de expressão”. Para a presidenta da entidade, Jade Beatriz, o modelo “não apoia a formação do pensamento crítico e acaba excluindo uma parcela dos estudantes”.

Segundo Beatriz, a escola precisa ser democrática e deve incentivar um maior protagonismo dos estudantes. “Hoje, ter essa vitória representa muito para gente. Mas, de toda forma, a gente continua lutando para que, além de serem democráticas, as escolas tenham infraestrutura adequada e também haja o fortalecimento das escolas técnicas”.

Para ela, papel da educação é “fazer com que você vá para além dos muros da escola, que consiga se questionar o que vive hoje. É preciso garantir que a escola seja um instrumento não só de combate à desigualdade social, mas consiga contribuir para formação de pensamento crítico”.

Já o diretor do Colégio Estadual Beatriz Faria Ansay Cívico-Militar, localizado em Curitiba, no Paraná, Sandro Mira, recebeu a notícia com preocupação. “Claro que não é uma notícia boa, visto que a implantação do programa foi uma grande vitória, um grande presente para nossa comunidade”.

O colégio chegou a ser citado como modelo pela gestão de Jair Bolsonaro na divulgação do balanço do programa no final do ano passado. O caso do Colégio Estadual foi tido como exemplo ao alcançar a meta estabelecida para o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb).

“Nosso colégio era totalmente desacreditado, tanto por parte da comunidade, quanto por parte dos governantes. Por essa razão, foi um dos selecionados para entrar no programa e, a partir do trabalho, com valores em cima dos nossos alunos, professores e funcionários, nós conseguimos fazer uma transformação no colégio, tanto na parte estrutural, quanto na parte pedagógica e social dos nossos alunos. Hoje a gente tem um colégio que é bonito, que é cuidado pela comunidade. Não existe depredação no nosso colégio”, diz Mira.

Escolas cívico-militares

O Pecim era a principal bandeira do governo de Bolsonaro na educação. Ao longo da implementação, o modelo recebeu elogios, mas também uma série de críticas e de denúncias de abusos de militares nas escolas e de exclusão de professores e alunos. Acabar com o programa é, da mesma forma, uma bandeira do governo de Luiz Inácio Lula da Silva.

Esta semana, o MEC enviou um ofício aos secretários de Educação informando que o programa será finalizado e que deverá ser feita uma transição cuidadosa das atividades para não comprometer o cotidiano das escolas.

O programa é executado em parceria entre o MEC e o Ministério da Defesa. Por meio dele, militares atuam na gestão escolar e na gestão educacional. O programa conta com a participação de militares da reserva das Forças Armadas, policiais e bombeiros militares. A proposta do modelo cívico-militar é que militares atuem na administração escolar e na disciplina de estudantes, enquanto os professores são responsáveis pela parte pedagógica.

O modelo tem regras rígidas de aparência para os estudantes. Coque para as meninas e o chamado “cabelo no padrão baixo”, cortado com máquina dois, para os meninos. Adereços como piercings não são permitidos.

Rede Nacional de Pesquisa

De acordo com a professora da Faculdade de Educação da Universidade de Brasília (UnB) e integrante da Rede Nacional de Pesquisa em Militarização da Educação, Catarina de Almeida Santos, o modelo cívico-militar não está em conformidade com a legislação educacional, que não prevê, em lei, a atuação de militares nas escolas. E, além disso, segundo ela, é excludente.

Assim, o ofício enviado pelo MEC às secretarias, a professora afirma, é um primeiro passo para a desmobilização do modelo, mas é necessário que um decreto de fato extinga o programa e, depois disso, sejam tomadas outras medidas para coibir que estados e municípios sigam implementando esse regime nas escolas públicas.

“Para além das escolas militarizadas pelo Pecim, o próprio programa teve um impacto enorme na ampliação da militarização. Por conta própria, em estados e nos municípios. A gente tinha, no início de 2019, cerca de 200 escolas militarizadas. Hoje temos mais de 1 mil”, diz, Santos. “O Governo Federal tem um papel na coordenação dessa política e na definição de diretrizes. Isso é prerrogativa exclusiva da União, definir diretrizes para a educação nacional”.

Catarina ressalta que o modelo é excludente, na medida que acaba deixando de fora aqueles que “não se adequam” a ele. Esses estudantes e professores são transferidos ou são levados a pedir transferência para outras escolas da rede. “O que vimos nesse processo foi isso, a exclusão dos estudantes que dizem que não se adequam ao processo, além do impedimento [de professores] de trabalhar temas que eles entendem que não condiz com a escola. Isso que a gente tem observado nesse processo de militarização, que não é exclusivo das escolas do Pecim, mas que é da lógica dos militares”.

De acordo com a professora, o papel da escola pública é ser um espaço que “acolhe todas as crenças, todas as orientações. Pública é para isso, para atender a todas as pessoas”, diz.

Razões do MEC

Em nota técnica, em que analisa o programa, o MEC conclui que as características do programa e a execução, até agora, indicam que a manutenção não é prioritária e que os objetivos definidos para sua execução devem ser perseguidos mobilizando outras estratégias de política educacional.

A nota, assinada pelo Secretário de Educação Básica substituto Alexsandro Santos desaconselha a manutenção do programa por entender que há problemas de coesão/coerência normativa entre sua estrutura e os alicerces normativos do sistema educacional brasileiro. Além disso, induz o desvio de finalidade das atividades das forças armadas, “invocando sua atuação em uma seara que não é sua expertise e não é condizente com seu lugar institucional no ordenamento jurídico brasileiro”.

A nota técnica acrescenta que a execução orçamentária dos recursos de assistência financeira destinados às escolas do Programa ao longo dos anos de 2020, 2021 e 2021 foi irrisória, comprometendo investimentos que poderiam ser mobilizados em outras frentes prioritárias do MEC.

Por fim, a análise conclui que a justificativa para a realização do programa “apresenta-se problemática, ao assumir que o modelo de gestão educacional, o modelo didático-pedagógico e o modelo de gestão administrativa dos colégios militares seriam a solução para o enfrentamento das questões advindas da vulnerabilidade social dos territórios em que as escolas públicas estão inseridas e que teriam as características necessárias para alcançar o tipo de atendimento universal previsto para a educação básica regular, ignorando que colégios militares são estruturalmente, funcionalmente, demograficamente e legalmente distintos das escolas públicas regulares”.

Agência Brasil

Juazeiro 145 anos: Puxada de Psirico abre programação de aniversário da cidade nesta quinta-feira (13)

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Nesta quinta-feira (13), a banda Psirico vai abrir a programação de shows comemorativos aos 145 anos de Juazeiro. O evento realizado pela Prefeitura de Juazeiro, por meio da Secretaria de Cultura, Turismo e Esporte (Seculte), acontecerá no circuito tradicional do Carnaval, que vai da Av. Adolfo Viana a Orla I com uma grande puxada de trios elétricos.

A banda local Pagodança abre a noite, a partir das 20h. Em seguida, a banda Psirico vai comandar o trio elétrico, a partir das 21h.

Confira programação:

Também na quinta-feira (11), às 18h, começa o campeonato de Beach tennis, na arena montada na Orla II. O local irá reunir inúmeros atletas deste esporte que tem ganhado cada vez mais adeptos no Vale do São Francisco.

Programação Copa Fest 2023:

Quinta-feira, 13 de julho

18h- Beach tennis

Puxada (percurso do carnaval) da Av. Adolfo Viana – Orla I

20h- Pagodança

21h- Psirico

Sexta-feira, 14 de julho

14h- Beach tennis com crianças do CRAS

18h- Competição Beach tennis

18h- Chá das 5- Vaporzinho

20h- Trio parado na Orla 1 -Banda Mirage, Mari Ribeiro e Rayane, Thiago Carvalho e Pagode 874

Sábado, 15 de julho

5h – Alvorada festiva (saindo do Marco Zero até o Vaporzinho)

7h- Beach tennis

8h- Programação cívica

9h- Futebol dos Veteranos (Estádio Adauto Moraes)

14h- Maratona Aquática

15h- Futebol Feminino

16:30h- Aula show fitdance

17h- Jiu-jítsu

18:00h- Apresentação de Hip Hop

Shows musicais a partir das 12h no Parque Fluvial (parte baixa da Orla II)

Tenda da educação (Espaço Kids)

Social Até Você

Saúde em Movimento

Saae Presente

Sesp

Educação Ambiental – Semaurb

Puxada (percurso do carnaval) da Av. Adolfo Viana – Orla I

20h- Matheus Torres

21h- Banda Afrodisíaco

Domingo, 16 de julho

7h – Beach tennis

8h- Vôlei de areia

8h- Competição de Caiaque

Redação PNB, com informações Ascom/ Seculte

Bahia: Casos graves de dengue aumentam em mais de 160% no ano de 2023; Campo Alegre de Lourdes está entre os municípios com maior registro

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Somente no primeiro semestre de 2023 foram registrados 670 casos graves da dengue na Bahia. Um aumento de 168% em relação ao mesmo período, no ano passado, quando foram 250 registros.

No entanto, de acordo com a Secretaria da Saúde do Estado (Sesab) o número de mortes por dengue grave no primeiro semestre caiu de 20 para nove; uma redução de 55%.

Das nove mortes, uma seria por dengue hemorrágica, duas como febre hemorrágica e as outras transitam entre dengue e dengue grave.

Foram registrados três óbitos em Feira e as demais mortes aconteceram nos municípios de Boninal, Campo Alegre de Lourdes, Jandaíra, Mirante, Mucuri e Vitória da Conquista.

Ao todo, ainda de acordo com a Sesab, no primeiro semestre de 2023 foram contabilizados 31.864 casos prováveis de dengue, o que significa um aumento de 8,6%, se comparado com o mesmo período do ano passado, onde foram notificados 29.343 casos prováveis.

Redação PNB