Redação

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SOPH se manifesta sobre tentativa de invasão ao Residencial Santo Expedito I, em Juazeiro

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A Secretaria de Ordem Pública e Habitação (SOPH) se manifestou sobre a tentativa de invasão registrada na madrugada desta quarta-feira (12) no Residencial Santo Expedito I, em Juazeiro, na região Norte da Bahia.

Segundo a secretaria, após receber a denúncia sobre a ocorrência, a Guarda Civil Municipal e a Polícia Militar foram acionadas para adotar as medidas necessárias. A SOPH informou ainda que o caso será encaminhado à Polícia Federal, que ficará responsável pela investigação e apuração das circunstâncias da ocorrência.

Confira a nota na íntegra

A Secretaria de Ordem Pública e Habitação (SOPH) informa que recebeu a denúncia de uma tentativa de invasão aos imóveis do Residencial Santo Expedito I e, diante da situação, acionou a Guarda Civil Municipal e a Polícia Militar para as providências cabíveis.

O caso está sendo encaminhado à Polícia Federal para investigação e apuração das circunstâncias da ocorrência. A Guarda Civil Municipal e a Polícia Militar manterá policiamento contínuo na área. Atualmente, o processo de análise dos candidatos encontra-se sob responsabilidade da Caixa Econômica Federal para publicação da lista final de aptos para assinarem o contrato.

A tentativa de ocupação

Uma tentativa de ocupação foi registrada na madrugada desta quarta-feira (12) no Residencial Santo Expedito 1, no município de Juazeiro, na região Norte da Bahia. O conjunto habitacional faz parte do programa federal Minha Casa, Minha Vida, que atualmente passa por etapas finais de validação cadastral dos candidatos.

Segundo informações apuradas pelo Portal Preto no Branco, alguns imóveis chegaram a ser arrombados e tiveram suas portas de entrada danificadas. Em um vídeo enviado à nossa redação, uma mulher aparece convocando populares para “invadir” os apartamentos.

A Polícia Militar foi acionada e conseguiu evitar a ocupação, retirando as pessoas do local.

O empreendimento conta com 204 unidades habitacionais voltadas para famílias de baixa renda.

Redação PNB

Imóveis são arrombados e tentativa de invasão é barrada pela PM em residencial do Minha Casa, Minha Vida em Juazeiro

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Uma tentativa de ocupação foi registrada na madrugada desta quarta-feira (12) no Residencial Santo Expedito 1, no município de Juazeiro, na região Norte da Bahia. O conjunto habitacional faz parte do programa federal Minha Casa, Minha Vida, que atualmente passa por etapas finais de validação cadastral dos candidatos.

Segundo informações apuradas pelo Portal Preto no Branco, alguns imóveis chegaram a ser arrombados e tiveram suas portas de entrada danificadas. Em um vídeo enviado à nossa redação, uma mulher aparece convocando populares para “invadir” os apartamentos.

A Polícia Militar foi acionada e conseguiu evitar a ocupação, retirando as pessoas do local.

O empreendimento conta com 204 unidades habitacionais voltadas para famílias de baixa renda. Até o momento a Prefeitura de Juazeiro não se manifestou sobre o caso.

Redação PNB

Morador alerta sobre suposta ocupação irregular de terreno próximo ao Porto Fluvial de Juazeiro

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Um morador do município de Juazeiro, na região Norte da Bahia, entrou em contato com o Portal Preto no Branco para alertar sobre uma possível ocupação irregular de terrenos nas proximidades do Porto Fluvial. Segundo o relato, algumas estruturas já estão montadas no local.

“Passei pelo Porto hoje e vi diversos barracos montados por lá, parecendo uma invasão de terreno. Fiquei preocupado com a situação e achei importante comunicar. Acredito que os órgãos responsáveis precisam verificar”, afirmou.

O morador pede ainda que o poder público atue de forma preventiva para garantir a organização do espaço urbano e evitar futuros conflitos.

“Se essa invasão não for evitada agora, o que vai acontecer futuramente são ruas totalmente desalinhadas, como já existe em vários pontos da cidade, ou até mesmo conflitos, como aconteceu recentemente com desocupação e demolição de casas. No meu pensamento, é melhor evitar agora do que ter que destruir após gastos das famílias que ocuparam as áreas”, ressalta o morador.

Ao PNB, a Secretaria de Ordem Pública e Habitação esclareceu que o local é uma área Estadual. Estamos encaminhando o alerta para o órgão responsável.

Redação PNB

Ex-funcionário da empresa terceirizada Qamp, contratada da SESP de Juazeiro, relata atraso no pagamento de rescisão

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Um ex-funcionário da empresa terceirizada Qamp, que presta serviços para a Prefeitura de Juazeiro, na região Norte da Bahia, procurou o Portal Preto no Branco para denunciar o atraso no pagamento de sua rescisão trabalhista. Segundo ele, já se passou mais de um mês desde o desligamento e, até o momento, os valores não teriam sido pagos.

“Mais de um mês que minha rescisão trabalhista está atrasada e não querem me pagar. Eu e mais quatro que foram demitidos sem justa causa. Porém, eu já estou há mais de um mês sem receber nada da minha rescisão. Os outros estão há menos dias”, relatou.

Ainda de acordo com o trabalhador, a situação não seria um caso isolado.

“Os atrasos nos pagamentos são recorrentes nesta empresa. Praticamente todo mês, pagam os funcionários depois da data. Neste mês, por exemplo, o salário que era para ter saído na sexta, só foi pago ontem (11). Além disso, todos que são desligados da empresa só recebem seus direitos trabalhistas se acionarem a Justiça”, declarou.

Por fim, ele afirma que vem tentando obter uma solução, mas que, até agora, estaria recebendo apenas promessas.

“Meu caso já tem mais de um mês que eu não recebo nada da minha rescisão, e eles ficam só me enrolando. Se a prefeitura contrata uma empresa, ela deve fiscalizar e verificar como estão tratando os colaboradores e ex-colaboradores”, desabafou.

O Portal Preto no Branco encaminhará a reclamação para a empresa citada e para a Prefeitura de Juazeiro em busca de esclarecimentos.

Redação PNB

Morador relata acúmulo de lixo e entulho no bairro João Paulo II, em Juazeiro, e cobra atuação do poder público; SESP responde

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Um morador do bairro João Paulo II, em Juazeiro, no norte da Bahia, entrou em contato com o Portal Preto no Branco para relatar o acúmulo de lixo e entulho na comunidade. Segundo ele, uma limpeza foi feita no local há meses, mas o entulho não foi retirado. Desde então, outras pessoas passaram a jogar mais lixo e objetos na área.

“Fizeram uma limpeza por lá, mas, ao invés de levarem a sujeira, deixaram os entulhos. Outros moradores, não sei de onde vêm, vão colocando mais entulho e a gente vem sofrendo com isso”, relatou.

De acordo com o morador, o acúmulo de resíduos tem atraído animais e causado transtornos.

“Estão descartando colchão, fogão e outros objetos, levando mais sujeira para a porta da nossa casa, inclusive insetos, bichos mortos, ratos e baratas. É um descaso e uma falta de respeito com os moradores do João Paulo II”, reclamou.

Ele também cobrou a atuação do poder público e dos parlamentares do município.

“São tantos vereadores que se colocam para serem votados, pedindo voto, e numa situação dessa não aparece nenhum”, afirmou.

Encaminhamos o caso para a Secretaria de Serviços Públicos de Juazeiro. Em resposta, SESP informou que “a demanda referente à limpeza da área localizada na Quadra 9, no bairro João Paulo II, já foi incluída na programação do programa Juazeiro Limpa. A equipe responsável irá realizar a vistoria e programar a retirada dos entulhos e resíduos acumulados no local, contribuindo para melhorar as condições de limpeza e evitar a proliferação de animais e vetores”.

Redação PNB

Seculte reconhece atraso em premiações da Meia Maratona Tiradentes e aponta inconsistências bancárias

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Em resposta à reclamação de atletas sobre o atraso no pagamento das premiações da 40ª Meia Maratona Tiradentes, realizada em abril, a Secretaria de Cultura, Turismo e Esportes (Seculte) de Juazeiro informou ao Portal Preto no Branco que os processos de pagamento foram abertos e que alguns valores já começaram a ser pagos.

De acordo com a Secretaria, o pagamento das premiações tem sido afetado por inconsistências bancárias identificadas durante as transferências.

Confira nota na íntegra

NOTA OFICIAL

A Secretaria de Cultura, Turismo e Esportes (Seculte) informa que todos os processos de pagamento das premiações da Meia Maratona Tiradentes foram abertos e que alguns pagamentos já foram iniciados.

A Secretaria reconhece a pendência e esclarece que o processo vem sendo impactado por inconsistências bancárias identificadas no momento do pagamento, como divergência entre o CPF do atleta e o titular da conta informada, dados bancários incorretos ou indicação de conta de terceiros.

Somente nesta segunda-feira (11), foram identificadas 18 contas com inconsistências, ocasionando o retorno dos valores. A Seculte está realizando o levantamento e a regularização das pendências para concluir os pagamentos das premiações devidas aos atletas.

Reclamação

Atleta critica demora no pagamento de premiações da 40ª Meia Maratona Tiradentes em Juazeiro

Redação PNB

Pai relata demora no fornecimento de medicamentos e fraldas para filho com TEA em Juazeiro; SESAU responde

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O pai de uma criança com Transtorno do Espectro Autista (TEA) nível 3 procurou o Portal Preto no Branco para relatar as dificuldades enfrentadas no recebimento de medicamentos e insumos que, segundo ele, são garantidos por decisão judicial e deveriam ser entregues mensalmente pela Secretaria Municipal de Saúde de Juazeiro, na região Norte da Bahia. Marcos Antônio Silva de Sena afirma que o filho está há meses sem receber regularmente os medicamentos, fraldas e outros itens necessários.

“Os medicamentos só recebemos a cada três, quatro meses, sendo que ele deveria receber mensalmente. São dois frascos de 30 ml, é para serem dois frascos por mês. Só que a gente recebe uma vez a cada três, quatro meses. Às vezes, passa cinco meses para receber e a gente fica se matando para comprar. Teve uma vez que, em vez de dar dois frascos de 30 ml, compraram dois frascos de 15 ml. Eu não percebi na hora. Só percebi depois, pelo formato. A medicação custa R$ 500 um frasco. Eu não tenho condição de ficar comprando. Já as fraldas já vai fazer quase um ano que não recebo.”, relata.

O pai afirma que também enfrenta dificuldades quando procura o Centro de Distribuição, localizado no bairro João XXIII, para saber quando os produtos estarão disponíveis.

“Toda vez que eu vou lá na farmácia, eles me enganam. Eu peço para chamar a supervisora. Quando ela vê, finge que está ligando para alguém. É só para eu sair dali. Fala: ‘Ah, chegou? Pronto, você traz que hora? Ele vai trazer à tarde. Aí eu passo no outro dia para pegar e elas falam: ‘Chegou nada’, relata.

Outra denúncia feita por Marcos é de que medicamentos destinados a determinados pacientes estariam sendo entregues a outras pessoas para tentar suprir a falta de estoque.

“Eles têm mania de pegar medicação de um paciente e dar para outro, para ficar tapando buraco. Aí prejudica todo mundo, porque quem toma aquele remédio específico e não pode ficar sem ele fica sem receber, porque deram para outro. É um descaso danado. Meu filho está precisando muito da medicação, dando crise o tempo inteiro, sem poder estar levando para a escola por falta de medicação. Está causando todo um transtorno para a vida do menino”, afirma.

Marcos afirma ainda que a família é orientada a apresentar novas receitas mesmo quando ainda não recebeu os medicamentos referentes às prescrições anteriores.

“As receitas vencem e ficam pedindo novas receitas sem nem ter entregado a medicação da receita anterior. É um descaso total”, reclama.

Segundo o pai, ao questionar a demora no fornecimento, uma funcionária do Centro de Distribuição teria orientado que ele procurasse a Justiça ou a própria Secretaria de Saúde.

“Uma funcionária, que é uma espécie de gerente, fala assim: ‘Está inconformado? Vá à Justiça e peça o bloqueio. Ou está inconformado? Vá à Secretaria de Saúde. Fui à Secretaria de Saúde e a Secretaria falou que eu tenho que ir ao ponto de recebimento. Agora já está entre o fornecedor e eles. Eles têm o poder de apertar o fornecedor para levar as coisas, mas não fazem isso”, conta.

O pai diz que não quer tratamento diferenciado, mas apenas que o direito do filho seja respeitado.

“Eu já percebi que agora, toda vez que eu chego, aparece um homem, tipo um segurança, que fica sentado me olhando, como se eu fosse fazer algo. Mas eu nunca agi de maneira grosseira e nunca fiz nenhum tipo de ameaça a ninguém. Eu sempre vou com a maior paciência, falando direito, na educação, e tento mostrar os meus direitos e os direitos do meu filho. Mas paciência tem limite. Eu já percebi que eles só fazem alguma coisa se forem expostos”, concluiu.

Encaminhamos os relatos para a Secretaria de Saúde de Juazeiro em busca de esclarecimentos. Em resposta, o órgão informou que “o usuário citado tem sido atendido e orientado pela equipe sempre que procura o serviço, não havendo registro de qualquer situação de desrespeito ou mau atendimento por parte dos profissionais. Sobre as fraldas, o usuário solicita especificamente o modelo tipo shortinho da marca Plenitude. A Sesau reitera que, no momento, essa marca não está disponível, pois não houve empresa ganhadora no processo licitatório e que foi oferecida a opção existente no serviço, não aceita pelo usuário. Novo processo está em andamento, porém ainda sem previsão para o reestabelecimento do fornecimento. Em relação ao Aripiprazol em gotas, a Secretaria informa que o medicamento estava em falta geral no mercado e vinha apresentando dificuldade de disponibilidade pelo fornecedor contratado. Entretanto, estamos acompanhando junto ao fornecedor, com previsão de recebimento nesta terça-feira (11). A Sesau reforça seu compromisso com o atendimento respeitoso aos usuários e com a garantia do acesso aos medicamentos e insumos disponibilizados pela rede municipal”.

Redação PNB

Atleta critica demora no pagamento de premiações da 40ª Meia Maratona Tiradentes em Juazeiro

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Atletas que participaram da 40ª Meia Maratona Tiradentes realizada em Juazeiro, na região Norte da Bahia, ainda aguardam o pagamento de premiações, segundo relato encaminhado ao Portal Preto no Branco. Conforme um participante, a demora no pagamento das premiações é um problema que se repete a cada edição da corrida.

“Todo ano é a mesma coisa. Muda prefeitura, muda tudo, e o descaso com os atletas que sobem no pódio da Meia Maratona Tiradentes é a mesma coisa. Todo ano passam meses para pagar. A corrida aconteceu em abril e até hoje os atletas esperam para receber”, relatou.

A corrida foi realizada em abril deste ano e, segundo ele, até o momento, alguns atletas ainda não receberam os valores correspondentes às premiações.

“Já aconteceram dezenas de corridas na região e receberam na mesma hora, na mesma semana, e a Tiradentes até hoje não pagou a todos os atletas. Somente meses depois vieram entrar em contato para começar a pagar. Pagam algumas premiações e deixaram outras sem receber, principalmente os atletas da cidade”, afirmou.

Encaminhamos a reclamação para a Secretaria de Cultura, Turismo e Esportes de Juazeiro e aguardamos uma resposta.

Foto: arquivo PMJ

Redação PNB

Moradores do Brisa da Serra criticam demora na vacinação na UBS João Paulo II e cobram melhorias no atendimento; Sesau afirma que procedimento segue protocolo de segurança

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Moradores do Residencial Brisa da Serra, em Juazeiro, na região Norte da Bahia, procuraram o Portal Preto no Branco para criticar a demora no atendimento para vacinação de crianças na Unidade Básica de Saúde (UBS) do bairro João Paulo II, responsável por atender também a comunidade do residencial. Segundo uma moradora, os usuários têm enfrentado longos períodos de espera para imunizar os filhos.

“Sou moradora do Residencial Brisa da Serra e todos nós estamos com dificuldades para vacinar nossas crianças. Na verdade, não temos unidade básica lá e somos obrigados a ir para a UBS do bairro João Paulo II para consultas, exames e vacinação. A minha indignação é porque lá ficam quatro vacinadoras dentro de uma sala e só entra um paciente por vez. Não é só um relato meu, é de todos do Brisa da Serra”, afirmou.

A moradora relata que os usuários já encaminharam a insatisfação para a Secretaria de Saúde de Juazeiro.

“Já chegamos a ver vacinadoras conversando na sala, outra no celular e até sentada na maca, enquanto a gente espera lá fora. Já fomos à Secretaria de Saúde e não tivemos resposta. Uma unidade tem quatro vacinadoras e outras nem têm profissionais. Se o Brisa da Serra não tem posto de saúde, que ao menos tentem organizar essa bagunça. Enquanto isso, a comunidade continua sendo prejudicada”, desabafou.

Encaminhamos os relatos para a Secretaria de Saúde. Em nota, a Sesau informou que “o atendimento na sala de vacinação da UBS João Paulo II segue as normas de segurança e boas práticas do Ministério da Saúde. A entrada de um paciente por vez é necessária para garantir a privacidade, a conferência correta do cartão de vacinação, os registros no cartão e prontuário, os aprazamentos e a administração segura dos imunobiológicos, reduzindo o risco de erros. A unidade possui três equipes de saúde e duas profissionais vacinadoras, com atendimento de vacinação de segunda a sexta-feira, nos períodos da manhã e da tarde. A Sesau reforça que a medida não representa restrição ao serviço, mas um protocolo de segurança destinado a garantir a qualidade da assistência prestada aos usuários”.

Redação PNB