Redação

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“Ela está piorando e ninguém diz o que ela tem”, relatam familiares de paciente internada no Hospital Regional de Juazeiro

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Familiares da paciente Erijane de Souza Limoeiro, de 29 anos, procuraram o Portal Preto no Branco para cobrar esclarecimentos sobre o estado de saúde da jovem, que está internada no Hospital Regional de Juazeiro (HRJ) desde a noite da última quinta-feira (16). Segundo os parentes, ela deu entrada na unidade após apresentar diversas crises convulsivas e com suspeita de água no pulmão.

“Já tem cinco dias que ela está no Regional e a gente não tem nenhuma resposta. Os parentes não sabem o que está acontecendo. Ela está apresentando diversas crises convulsivas que estão piorando e a gente quer um parecer do hospital para saber, pelo menos, o que ela tem. Ela está na sala de observação e ainda não recebeu um diagnóstico”, relataram.

Os familiares afirmam que a paciente continua tendo crises frequentes e dizem que não recebem informações da equipe médica.

“As crises vêm uma atrás da outra e o hospital não diz nada para os acompanhantes. Não tem resposta nenhuma. Ela já fez ressonância, já fez uma série de exames, mas ninguém explica o que está acontecendo”, desabafaram.

Ainda segundo os relatos, a falta de um diagnóstico aumenta a preocupação da família.

“Nós estamos loucos, sem saber o que fazer. Se o hospital não consegue identificar o problema, que encaminhe ela para outro lugar. O que não pode é ela continuar piorando e a gente ficar sem entender o que está acontecendo”, disseram.

O Portal Preto no Branco encaminhou o relato ao Hospital Regional de Juazeiro e aguarda um posicionamento da unidade.

Redação PNB

Novo caso de furto e vandalismo é registrado em elevatória de esgoto em Juazeiro; SAAE alerta para impactos no sistema de saneamento

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O sistema de saneamento de Juazeiro, na região Norte da Bahia, foi alvo de uma ação criminosa registrada na madrugada desta segunda-feira (20). Conforme o SAAE, a Elevatória de Esgoto 14, localizada entre os bairros Penha e Nossa Senhora das Grotas, teve cerca de 200 metros de cabos elétricos furtados.

Além do furto, a EEE 14 também sofreu danos no painel elétrico, o que interrompeu o funcionamento da unidade. O SAAE afirmou ainda que com a paralisação da elevatória, o fluxo de esgoto até a estação de tratamento foi comprometido, podendo provocar extravasamentos da rede e alagamentos em áreas mais baixas dos bairros Pedra do Lorde, Kidé, Nossa Senhora das Grotas, Argemiro, Palmares, Jardim Flórida, Água Bela, Residencial São Francisco, Mairi, Dom José Rodrigues e Antônio Conselheiro.

Segundo o eletrotécnico Rodrigo Oliveira, responsável pela manutenção das elevatórias, as equipes iniciaram os trabalhos logo após a ocorrência para tentar restabelecer o funcionamento da estação ainda nesta segunda-feira.

“Nossa equipe iniciou imediatamente o levantamento do material furtado para o devido registro do Boletim de Ocorrência e estamos trabalhando para substituir os cabos e reparar os danos causados. Paralelamente, estamos adotando medidas emergenciais para colocar a elevatória novamente em funcionamento ainda hoje, minimizando os impactos para a população”, afirmou.

De acordo com o setor de manutenção do SAAE, este é o quarto caso de furto e vandalismo registrado neste ano em elevatórias do sistema de esgotamento sanitário do município.

O órgão alerta que esse tipo de crime compromete a prestação de um serviço essencial, provoca prejuízos aos cofres públicos e afeta diretamente milhares de moradores. O SAAE também pede que a população denuncie qualquer movimentação suspeita nas proximidades das unidades operacionais, para ajudar a preservar o patrimônio público e evitar novos prejuízos ao sistema de saneamento.

Redação PNB

Caso Valquíria: Hospital Regional de Juazeiro afirma que paciente segue com tratamento completo

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Após a família de Valquíria Lima do Nascimento voltar a cobrar esclarecimentos sobre o estado de saúde da paciente, internada há mais de 15 dias no Hospital Regional de Juazeiro (HRJ), a unidade encaminhou uma nota ao Portal Preto no Branco.

No posicionamento, o hospital afirma que a paciente continua recebendo toda a assistência necessária e informa que realizou uma reunião com familiares para prestar esclarecimentos sobre o quadro clínico.

Confira a nota

O Hospital Regional de Juazeiro informa que segue mantendo, integralmente, toda a assistência à paciente: antibióticos para infecções como a pneumonia, hemodiálise quando há comprometimento renal, medicações para suporte cardiovascular e demais cuidados necessários, oferecendo suporte pleno com total zelo e responsabilidade.

O Hospital Regional de Juazeiro ressalta ainda que a família da paciente segue sendo acolhida com todas as informações necessárias. Na última sexta-feira (17), por exemplo, a equipe médica realizou uma reunião com um grupo de familiares para tirar todas as dúvidas e esclarecer sobre todo o quadro clínico da paciente.

Relembre o caso

“Qual é o verdadeiro diagnóstico?”: familiares voltam a cobrar esclarecimentos do Hospital Regional sobre estado de saúde de paciente internada na UTI

Redação PNB

Parceiro do Portal Preto no Branco, cinegrafista Ailton Nery conquista prêmio internacional com única reportagem brasileira premiada no Indigenous Media Awards 2026

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O cinegrafista Ailton Nery, parceiro do Portal Preto no Branco, conquistou reconhecimento internacional ao lado do jornalista Fernando Alves com a única reportagem brasileira premiada no Indigenous Media Awards (IMA) 2026, uma das mais importantes premiações voltadas ao jornalismo sobre povos indígenas. A reportagem “Estudo revela alta incidência de doença renal entre indígenas Truká” venceu na categoria Best Feature Story (TV) (Melhor Reportagem Especial de Televisão), na divisão Associate Division – Small Outlets (Divisão Associada para Pequenos Veículos de Comunicação).

Neste ano, a reportagem produzida por Fernando Alves e Ailton Nery, com edição de imagens de Maurício Silva, foi a única representante do Brasil a receber a premiação. A produção,apresenta os resultados de uma pesquisa realizada com o povo indígena Truká, em Cabrobó (PE). O estudo identificou uma alta incidência de Doença Renal Crônica entre adultos da comunidade e aborda os desafios enfrentados no diagnóstico, no acompanhamento e no acesso aos serviços de saúde.

O trabalho teve origem em um projeto selecionado na 1ª Seleção Petrobras de Jornalismo, iniciativa nacional de incentivo a reportagens sobre ciência e diversidade. A proposta foi uma das 15 escolhidas entre 184 projetos inscritos em todo o país.

Promovido pela Indigenous Journalists Association (IJA), o Indigenous Media Awards reconhece anualmente produções jornalísticas de diferentes países que se destacam na cobertura de temas relacionados aos povos indígenas. Neste ano, a reportagem produzida por Fernando Alves e Ailton Nery foi a única representante do Brasil a receber a premiação.

Ao comentar a conquista, Ailton Nery destacou a importância do reconhecimento em um momento em que, segundo ele, o jornalismo enfrenta desafios relacionados à credibilidade.

“A gente está vivendo uma época em que o jornalismo tem perdido muita credibilidade. Hoje, todo mundo vira repórter, todo mundo vira cinegrafista e todo mundo acha que pode emitir opinião, muitas vezes de forma equivocada. Para mim, fazer jornalismo é contar histórias e relatar fatos que acontecem para que eles cheguem à sociedade. A tecnologia tem avançado muito, mas também tem tirado espaço da verdadeira forma de fazer jornalismo. Por tanto, a conquista deste prêmio mostra que em tempos de banalização do jornalismo, contar história com credibilidade aínda é o caminho e tem seu espaço”, afirmou.

O Portal Preto no Branco parabeniza o cinegrafista Ailton Nery, o jornalista Fernando Alves e o editor Maurício Silva pela conquista internacional, que reforça a qualidade do trabalho desenvolvido pelos profissionais e valoriza o jornalismo comprometido com a visibilidade dos povos originários e de pautas de interesse social.

Redação PNB

Ramon Raniere Braz lança livro de estreia no Cais da Palavra

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“Cartografia do Não-Dito” será apresentado nesta sexta-feira (24), às 15h, na tenda Cais da Palavra, durante o Festival Juá Literária, na Orla Nova de Juazeiro. O evento é gratuito e o livro estará à venda no local.

O artista juazeirense Ramon Raniere Braz lança nesta sexta-feira (24), às 15h, seu primeiro livro, Cartografia do Não-Dito, publicado pela Editora Oxente. O lançamento acontece na tenda Cais da Palavra, na Orla Nova, e integra a programação do Festival Juá Literária. A entrada é gratuita e haverá sessão de autógrafos.

A obra reúne poemas escritos desde a juventude do autor e organizados em livro nos últimos anos. A poesia de Cartografia do Não-Dito trabalha o atrito entre a fala e o que a antecede, seu assunto é o silêncio, que na obra tem peso e consequência. Da tensão entre a memória de origem e a experiência urbana nasce uma dicção áspera, avessa ao conforto lírico, que faz da incompletude a sua forma.

O Cais da Palavra é o espaço do Festival Juá Literária dedicado ao lançamento de obras de escritores do Vale do São Francisco. Nesta segunda edição, o edital recebeu quase cem inscrições e selecionou trinta autores. O festival acontece de 20 a 25 de julho e integra as comemorações dos 148 anos de Juazeiro.

Sobre o autor

Ramon Raniere é ator, produtor cultural, gestor público e poeta. Natural de Juazeiro (BA), é Mestrando em Artes da Cena na Escola Superior de Artes Célia Helena-SP, em parceria com a Fundação Itaú, além de discente da pós-graduação em Política e Gestão da Cultura na Universidade Federal do Recôncavo da Bahia – UFRB. Cartografia do Não-Dito é seu livro de estreia.

Ascom

“Qual é o verdadeiro diagnóstico?”: familiares voltam a cobrar esclarecimentos do Hospital Regional sobre estado de saúde de paciente internada na UTI

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Familiares e amigos de Valquíria Lima do Nascimento voltaram a procurar o Portal Preto no Branco para cobrar esclarecimentos do Hospital Regional de Juazeiro (HRJ) sobre o estado de saúde da paciente, internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) há mais de 15 dias. Segundo eles, até o momento, a equipe médica não repassou para a família um diagnóstico exato, aumentando a angústia de todos que acompanham o caso.

De acordo com os relatos, Valquíria, mãe de três filhos, deu entrada no hospital com falta de ar e foi entubada no dia seguinte. Desde então, amigos e familiares afirmam que recebem informações diferentes a cada plantão.

“O hospital precisa dizer qual é o diagnóstico dela. É como se a família estivesse sendo enganada, pois cada médico diz uma coisa diferente do outro. Um dia dizem que é morte cerebral e que só resta esperar um milagre. No outro dia, dizem que ela está estável, mas o que significa esse ‘estável’? Para quem está do lado de fora, estável significa que ela pode melhorar. A família está completamente perdida”, desabafou um amigo.

Os familiares também criticam a forma como ocorreu uma convocação feita pelo hospital durante a madrugada da última sexta-feira (17).

“A assistente social mandou uma mensagem para o irmão dela às 12h46 da madrugada, pedindo que ele fosse pela manhã conversar com o médico. Ele saiu de casa desesperado, achando que receberia a notícia da morte da irmã. Quando os familiares chegaram ao hospital, foram tratados com descaso pela assistência social e impedidos de falar com o médico responsável. Após muita insistência, eles conseguiram informações que, na verdade, não alteraram em nada o quadro clínico dela. Era uma informação que poderia ter sido dada no horário da visita. Foi um sofrimento desnecessário para toda a família”, acrescentou.

Ainda segundo os amigos, o principal pedido é para que a equipe médica apresente uma posição única e oficial sobre o caso.

“A gente só quer que a direção do hospital, a direção clínica e a equipe da UTI se reúnam, fechem um diagnóstico e expliquem com clareza qual é o quadro clínico dela. Está bom? Está ruim? Está muito grave? Existe chance de recuperação? A família precisa ser preparada para a realidade, e não viver esse festival de versões diferentes”, disseram.

Eles também cobram mais transparência e sensibilidade no atendimento.

“Valquíria é uma mulher jovem, mãe solo de três filhos e muito querida por todos. A família está emocionalmente destruída. O mínimo que o hospital pode fazer é comunicar com dignidade, respeito e objetividade o que realmente está acontecendo”, concluíram.

O Portal Preto no Branco encaminhou novamente os questionamentos ao Hospital Regional de Juazeiro, solicitando esclarecimentos sobre o caso.

Relembre

Na última sexta-feira (17), Juliana Ramos, irmã paterna de Valquíria, já havia entrado em contato com o Portal Preto no Branco para cobrar esclarecimentos ao HRJ sobre o quadro clínico da paciente.

“Minha irmã não pode virar estatística”: família pede esclarecimentos após receber diagnósticos diferentes sobre paciente internada no Hospital Regional de Juazeiro

Redação PNB

Reuniões entre IPJ, ATEPAAJ e APLB fortalecem diálogo e avançam em demandas históricas dos aposentados da educação

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O Instituto de Previdência de Juazeiro (IPJ) realizou, durante esta semana, reuniões com representantes da Associação dos Trabalhadores da Educação Pensionistas, Aposentados e Ativos de Juazeiro (ATEPAAJ) e da APLB, Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado da Bahia, com o objetivo de discutir demandas previdenciárias da categoria e buscar soluções para questões que há anos impactam aposentados e pensionistas da educação municipal.

Durante os encontros, foram debatidas pautas relacionadas ao Regime Próprio de Previdência Social (RPPS), incluindo processos de correção e complementação de valores, pagamento de retroativos e adequações referentes à aplicação de legislações que afetaram beneficiários da educação ao longo dos anos.

A presidente da ATEPAAJ, professora Maeth Soares, destacou a importância do diálogo estabelecido entre as entidades e o Instituto. “O que o aposentado tem de mais importante é o seu salário, é o seu vencimento. Alguns sofreram com retirada de direitos em gestões passadas, mas nesta gestão estamos conseguindo diálogo e conquistando avanços importantes. Questões relacionadas à Retribuição por Titulação (RT) e à Vantagem Pessoal Nominalmente Identificada (VPNI) estão sendo corrigidas, e a VPNI já terá atualização neste mês. O diálogo com o IPJ trouxe esperança para a nossa luta. Foi uma reunião extremamente proveitosa”, afirmou.

O trabalho do órgão, neste momento, consiste em reunir todo o histórico das demandas apresentadas para dar encaminhamento às correções necessárias e garantir a efetivação dos direitos dos beneficiários.

O diretor-presidente do Instituto, Davi Stallone, reafirmou o compromisso da gestão com a análise e a resolução das pautas apresentadas.

“O IPJ segue comprometido com o encaminhamento das pautas apresentadas pelos sindicatos e com a garantia dos direitos dos servidores, aposentados e pensionistas. Avançamos significativamente na correção da VPNI e da RT, garantindo que os professores aposentados tenham seus valores devidamente assegurados já na folha de pagamento que será creditada no próximo dia 20 de julho”, destacou.

Para o diretor-presidente, a atuação conjunta entre o Instituto e as entidades fortalece a defesa dos direitos previdenciários e contribui para a construção de soluções mais efetivas para aposentados e pensionistas. “A APLB e a ATEPAAJ desempenham um papel fundamental na defesa dos interesses dos nossos aposentados. O diálogo permanente com essas entidades fortalece o IPJ, permite uma escuta qualificada das demandas apresentadas e contribui para a construção de soluções que garantam a efetivação dos direitos dos aposentados e pensionistas”, concluiu.

Ascom

Família cobra esclarecimentos sobre diagnóstico de paciente internada no Hospital Regional de Juazeiro: “queremos respostas sobre o tratamento”

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A família de uma paciente internada no Hospital Regional de Juazeiro, no norte da Bahia, entrou em contato com o Portal Preto no Branco para relatar a falta de informações sobre o estado de saúde da mulher e cobrar esclarecimentos sobre a condução do tratamento. Segundo os familiares, Rosalina Gonçalves Sobrinha está internada na unidade há cerca de um mês e duas semanas e, desde então, a filha afirma não conseguir compreender qual é o verdadeiro quadro clínico da mãe.

“Deram vários diagnósticos para a minha mãe. Falaram que ela estava com pneumonia bacteriana, que era hospitalar, que era muito forte e que ia matá-la. Deram cuidados paliativos, deram morfina. Depois, outro médico falou que não era pneumonia. Todo dia é uma coisa diferente. Minha mãe está lá lutando pela vida e eu não sei o que está acontecendo”, disse.

Segundo Vitória, a família também estranha a mudança na conduta médica durante a internação.

“Ela estava tomando morfina e não estavam fazendo mais exames nela. Disseram que ela não aguentava mais nada e colocaram-na em cuidados paliativos. Hoje pararam de dar morfina e nem sabemos o motivo”, relatou.

A filha relata ainda que, apesar de um médico ter afirmado que Rosalina surpreendeu ao resistir ao quadro considerado grave, a família continua sem respostas sobre o tratamento.

“Um médico disse que ela surpreendeu a medicina porque acharam que ela ia morrer e ela não morreu. Depois, outro médico chegou para minha irmã e disse que ela é o tipo de paciente que aguenta sofrer, que fica muito tempo em cima de um leito antes de morrer. Como é que uma família escuta uma coisa dessas?”, contou

Vitória também afirma que a mãe já recebeu alta da Unidade de Terapia Intensiva (UTI), mas continua internada aguardando uma vaga na enfermaria.

“Disseram que ela está de alta da UTI e que só está esperando uma vaga na enfermaria. É muita coisa e eu não estou entendendo. Eu só quero saber o que realmente minha mãe tem e o que está sendo feito por ela”, afirmou.

Além dos questionamentos sobre o tratamento, a filha relata que Rosalina desenvolveu uma lesão durante a internação.

“Minha mãe nunca teve uma assadura na vida. Ela adquiriu uma lesão no hospital e uma médica falou para minha irmã que aquilo era por causa de maus-tratos, porque estavam apertando muito a fralda dela. Um absurdo”, afirmou

Vitória também fez um apelo para que a situação seja esclarecida.

“Eu preciso de ajuda. Estamos recorrendo a todos os lugares que podem fazer alguma coisa, porque eu só quero respostas. Quero entender o que está acontecendo com a minha mãe. Acima de tudo, queremos respostas sobre o tratamento da minha mãe”, disse.

Encaminhamos o caso para a gestão do Hospital Regional de Juazeiro e aguardamos uma resposta.

Redação PNB

Após questionamentos de moradores sobre aumento da taxa de iluminação pública, Prefeitura de Juazeiro explica critérios da cobrança da COSIP

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Moradores de comunidades da zona rural do município de Juazeiro, na região Norte da Bahia procuraram o Portal Preto no Branco para questionar o aumento nos valores cobrados da Contribuição para o Custeio da Iluminação Pública (COSIP) nas contas de energia elétrica. Segundo os relatos de consumidores, a taxa ultrapassou R$ 90 nos últimos meses.

“Nós, moradores do Povoado de Campos, Distrito de Maniçoba, município de Juazeiro/BA, viemos questionar a situação da cobrança da Contribuição para Custeio da Iluminação Pública (COSIP), que vem sendo cobrada nas contas de energia elétrica em valores elevados. Há moradores pagando mais de R$ 90,00 de taxa de iluminação pública. Quais são os critérios utilizados na cobrança da COSIP?”, questiona um morador.

A reclamação também é compartilhada por moradores da comunidade de Lagoa do Boi e de localidades vizinhas, no distrito de Pinhões.

“Assim como a comunidade de Campos, a comunidade de Lagoa do Boi, localizada no distrito de Pinhões, zona rural de Juazeiro, e comunidades vizinhas, queremos uma resposta do prefeito sobre essa cobrança da iluminação pública. Já é o terceiro mês que a taxa vem acima de R$ 90. Um absurdo”, relata outro morador.

Em nota técnica, a Secretaria da Fazenda e Finanças de Juazeiro informou que promoveu alterações na legislação tributária municipal em 2025 com o objetivo de tornar a cobrança dos tributos mais justa, corrigir distorções, modernizar procedimentos e adequar a legislação ao novo cenário da reforma tributária nacional. Sobre a COSIP, a pasta esclareceu que a contribuição continua sendo calculada conforme o consumo de energia elétrica. Segundo a secretaria, as mudanças realizadas reorganizaram as faixas de cobrança, buscando proteger os consumidores de menor consumo e promover uma distribuição mais equilibrada dos custos da iluminação pública.

A administração municipal destacou ainda que a arrecadação da COSIP é destinada à manutenção, expansão, modernização e operação da iluminação pública em ruas, avenidas, praças e demais espaços públicos do município. A Secretaria da Fazenda e Finanças também informou que os contribuintes que desejarem esclarecimentos ou solicitarem revisão da cobrança podem procurar o Serviço de Atendimento Municipal (SAM), localizado na Rua Quinze de Julho, nº 32, no Centro de Juazeiro, durante o horário de funcionamento da unidade.

Redação PNB