Redação

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Juazeiro recebe Seletiva final Sub-15 da Copa 2 de Julho: Juventude e talento em campo

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A Prefeitura de Juazeiro, com o apoio do Governo do Estado da Bahia por meio da Superintendência dos Desportos do Estado da Bahia (Sudesb), anuncia a realização da seletiva final para a Copa 2 de Julho Sub-15. O evento acontecerá neste sábado, 30, no Estádio Adauto Moraes, a partir das 08h, reunindo jovens atletas das equipes de Juazeiro, Campo Formoso, Rodelas e Remanso, que disputam uma vaga para a competição estadual.

A seleção de Juazeiro terá sua semifinal marcada para as 12h, com a possibilidade de avançar para a final às 16h, diante dos vencedores da outra partida. O torneio representa o sonho de muitos jovens atletas baianos e uma grande oportunidade para revelar novos talentos do futebol local.

Para o superintendente de Esportes da Secretaria de Cultura, Turismo e Esporte (Seculte), Gilberto Pacheco, este evento reforça o compromisso com o incentivo ao esporte e à formação dos jovens. “A Copa 2 de Julho é uma das maiores vitrines para o futebol de base na Bahia e estamos orgulhosos em trazer a seletiva final para Juazeiro. Este é um momento importante para valorizar o esporte amador, dar oportunidade aos nossos jovens e fortalecer a nossa identidade esportiva.”

Além do aspecto esportivo, a realização da seletiva em Juazeiro também movimenta a economia local, atraindo visitantes e fomentando o comércio e serviços da cidade, gerando um impacto positivo para a comunidade. A Prefeitura reconhece que eventos esportivos são ferramentas poderosas de desenvolvimento social, promovendo integração, cidadania e oportunidades para os jovens.A Prefeitura de Juazeiro reafirma seu compromisso e apoio contínuo ao esporte local, entendendo que investir no esporte é investir na saúde, educação e inclusão social dos seus cidadãos. Eventos como a seletiva da Copa 2 de Julho contribuem para o desenvolvimento integral dos jovens atletas e para o fortalecimento da cultura esportiva no município.

 

Ascom

CAIXA – Corridas pelo Nordeste: Juazeiro Sem Fome arrecada alimentos na retirada dos kits

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A Prefeitura de Juazeiro realizará uma ação solidária do programa Juazeiro Sem Fome durante a retirada dos kits da CAIXA – Corridas pelo Nordeste. A iniciativa convida os participantes da corrida a levarem 1 kg de alimento não perecível, que será destinado às ações de segurança alimentar voltadas a famílias em situação de vulnerabilidade social no município.

A contribuição é voluntária e busca mobilizar os corredores em torno de uma rede de solidariedade. A etapa de Juazeiro da CAIXA – Corridas pelo Nordeste será realizada no dia 31 de maio, na Orla Nova, com provas de 5 km e 10 km e largada prevista para as 6h.

O evento conta com o apoio da Prefeitura de Juazeiro e deve reunir atletas de diferentes cidades da Bahia e de outros estados do Nordeste, fortalecendo a prática esportiva e o turismo na região.

Retirada dos kits

A retirada dos kits será realizada no Centro de Cultura João Gilberto, localizado na Rua José Petitinga, 354, bairro Santo Antônio, no dia 29 de maio, das 12h às 20h, e no dia 30 de maio, das 10h às 17h. Durante a entrega, cada participante poderá doar 1 kg de alimento não perecível para o programa Juazeiro Sem Fome.

Para retirar o kit, o participante deve apresentar documento oficial com foto e comprovante de inscrição com QR Code. A retirada por terceiros também será permitida mediante apresentação de cópia do documento com foto do atleta, comprovante de inscrição e documento com foto da pessoa responsável pela retirada.

 

Ascom

Ocupação de imóvel abandonado preocupa moradores do bairro Santo Antônio, em Juazeiro

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Moradores do bairro Santo Antônio, em Juazeiro, na região Norte da Bahia, procuraram o Portal Preto no Branco para alertar sobre a situação de abandono de um imóvel na Rua Santo Antônio. Segundo os relatos, a residência vem sendo frequentemente ocupada por moradores em situação de rua, causando medo e insegurança na vizinhança.

“Esse local vem sendo frequentado por diferentes moradores de rua. Teve dia de estarem três rapazes lá dentro. Nesse local, eles fazem uso de drogas, discutem e fazem as necessidades fisiológicas sem se preocuparem com a visibilidade dos moradores”, contam.

Os moradores afirmam que já tentaram resolver a situação diretamente com a proprietária do imóvel, mas dizem que nenhuma providência foi tomada até o momento.

“Já foi solicitado diversas vezes para a proprietária tomar uma providência para fechar essa frente da casa, mas sem êxito. Ela alega não ter recursos para executar algum tipo de intervenção no local”, disse.

Ainda segundo os moradores, a preocupação é que a situação acabe provocando conflitos mais graves entre moradores da área e as pessoas que ocupam o imóvel.

“Já houve algumas trocas de ofensas entre moradores e essas pessoas. E, prevendo uma possível situação mais grave, como vias de fato, gostaríamos de chamar a atenção das autoridades sobre essa questão, para que alguma providência seja adotada”, finalizam.

Encaminhamos a situação para a Secretaria de Ordem Pública e Habitação.

Redação PNB 

“Qualquer pessoa pode cair”: alertam moradores sobre risco em intervenção para instalação de poste no bairro Alagadiço, em Juazeiro

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Moradores da Rua do Coliseu, no bairro Alagadiço, em Juazeiro, na região Norte da Bahia, procuraram o Portal Preto no Branco relatar uma situação que estaria causando transtornos e colocando em risco quem passa pelo local. Segundo os relatos, uma calçada foi destruída para a futura instalação de um poste com transformador.

“A calçada foi totalmente destruída, para a abertura de um buraco profundo. Além disso, fizeram a sinalização com um palete de madeira totalmente improvisado e que coloca em risco o acesso de pedestres como: idosos, e crianças. Do jeito que ficou, qualquer pessoa pode cair nesse buraco, principalmente à noite. A sinalização é improvisada e não oferece segurança nenhuma”, reclamou um morador que preferiu não se identificar.

Os moradores também afirmam que a terra retirada da escavação foi deixada espalhada no meio-fio, dificultando ainda mais a circulação de pedestres.

“Além disso, no meio fio da calçada, encontra – se o acúmulo de terra, que acaba impedindo a livre circulação de pessoas. Essa atitude radical, viola as leis de acessibilidade urbana, gerando um risco iminente de acidentes graves para quem transita no local e para a população que reside no entorno”, relatou outra moradora.

Além da preocupação com a segurança, os moradores questionam qual seria o objetivo da obra e se os custos da instalação poderão impactar a população do bairro.

“Além de todos os transtornos que estamos enfrentando, será que toda a manutenção e custos de taxas da rede elétrica para a instalação desse poste ainda, erão repassados de forma indevida para o bolso dos moradores do bairro através da taxa de iluminação pública?”, questionou um dos moradores.

A comunidade pede fiscalização urgente da Prefeitura de Juazeiro e esclarecimentos da concessionária responsável pela rede elétrica para evitar acidentes no local.

“A população solicita uma fiscalização imediata e resposta do órgão competente, ou da concessionária de energia para que se esclareça o real motivo dessa obra, e para que tomem as providências necessárias, e evitem uma tragédia”, finalizam.

O Portal Preto encaminhou a situação para a Neoenergia Coelba e para a Secretaria de Serviços Públicos de Juazeiro em busca de esclarecimentos.

Redação PNB

“Medo, angústia e a síndrome do pequeno poder na educação do sertão baiano”: profissional de educação denuncia suposto assédio moral e autoritarismo em escola estadual de Uauá

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Um profissional da educação que atua na Escola Estadual do Campo Integração Lagoa do Pires, no distrito de Lagoa do Pires, em Uauá, no norte da Bahia, entrou em contato com o Portal Preto no Branco para denunciar suposto caso de assédio moral dentro da instituição. Temendo represálias, o educador preferiu não ser identificado.

Segundo o texto-denúncia, a comunidade acadêmica aponta supostos episódios que teriam provocado constrangimentos a servidores, estudantes e familiares, além de alegações de ameaças, desgaste administrativo e críticas à condução da unidade escolar.

Confira abaixo o texto enviado na íntegra:

“Medo, angústia e a síndrome do pequeno poder na educação do sertão baiano”

Lá tão… tão distante. Onde o sol se esconde, vivem sujeitos que, fruto de sua terra, representam a coragem de um povo que aprendeu com o sol da caatinga a capacidade de ser forte, como diria Euclides da Cunha, e o preço pago pela liberdade da democracia. Essa tantas vezes chamada aos gritos Brasil afora, especialmente nos últimos anos.

Mas, como nossa história sempre foi de contradições, no escuro dos gabinetes e na alcova das assembleias, as tomadas de decisão se baseiam em compadrio, interesses eleitorais e pouca preocupação com a qualidade do serviço público. Dos rincões de Brasília ao interior do sertão baiano, exemplo disso é o que se passa — sobretudo ouvido nos corredores e nas ruas — no distrito de Uauá, Lagoa do Pires, especificamente na Escola Estadual do Campo Integração Lagoa do Pires.

A olhos vistos, nota-se que não é interesse das lideranças políticas da região a eleição democrática de gestores escolares, já que essa instituição jamais realizou eleição direta para gestor e vice-gestor. O que surpreende nos últimos anos é o descaso com a comunidade escolar e com a escuta daquilo que docentes e discentes acreditam ser o melhor para sua instituição. Dizem as más línguas, inclusive, que vereadores mandam mais na escola estadual do que os próprios deputados e a própria secretaria de educação.

As nomeações mais recentes foram marcadas por intensas movimentações partidárias, em um modelo que se aproxima mais das antigas capitanias hereditárias — “agora é a vez da situação escolher a gestora; depois, a oposição” — do que de um projeto consistente de gestão democrática da educação do campo.

Na gestão até 2024, foi empossada uma servidora cujo principal objetivo parecia ser a aposentadoria, deixando em segundo plano o importante trabalho de gestão escolar que poderia ser desenvolvido. Após alcançar esse objetivo, a comunidade viu-se durante meses sem direção efetivamente empossada. Nesse período, a vice-gestão — que, assim como Narciso às avessas, não contempla a si mesma, apenas reflete os valores dos outros — precisou assumir responsabilidades administrativas que por anos pareceram diluídas na rotina burocrática da instituição.

Cansada do descaso e pressionada pelas necessidades urgentes de uma escola sem direção, a comunidade se moveu. Realizou protestos, publicou vídeos e fez cobranças públicas até que um novo diretor foi empossado.

Todos felizes por aquilo que restava na caixa de Pandora sentiram-se finalmente livres para respirar tranquilos e dormir o sono daqueles que acreditam estar construindo um ambiente saudável de trabalho. Esqueceram-se, porém, de que antes da esperança todos os males da humanidade já haviam escapado.

A tranquilidade deu lugar à angústia e ao medo diante da possibilidade de uma nova liderança à frente da instituição, após a saída do diretor no final de 2025 e início de 2026. Começa aí o calvário de uma instituição quadragenária, “nua” para os interesses das capitanias hereditárias que atravessam a política baiana desde que o Brasil é Brasil. Ouvia-se pelos corredores da escola e pelas ruas da comunidade que o que viria não seria bom. Como toda expectativa ruim é capaz de superar-se, a realidade mostrou-se ainda pior.

O espaço que brevemente experimentou os ventos da gestão democrática vê-se agora envolto no autoritarismo do pequeno poder, em frágil semelhança com a “banalidade do mal” proposta por Hannah Arendt. Há quem transforme um crachá em coroa. Nesse caso, uma nomeação publicada no Diário Oficial converte-se em autorização simbólica para destratar funcionários, sustentar relações de vigilância permanente e instaurar um ambiente em que o medo e a desconfiança passam a organizar o cotidiano escolar.

Relatos recorrentes apontam ameaças veladas de devolução de funcionários ao núcleo territorial de educação caso determinadas ordens não sejam cumpridas. Em outro episódio, teria sido sugerido que estudantes poderiam assistir à aula no calor e sem água potável porque “o corpo humano suporta até cinco dias sem água”.

Também causa perplexidade o relato de ameaça de registro de boletim de ocorrência contra uma estudante após cobrança relacionada a demandas da própria instituição. Em outro momento, uma mãe de aluno teria sido mandada a “calar a boca” durante uma discussão, saindo do local em lágrimas. São situações que revelam profundo despreparo para lidar com o contraditório, com a escuta e com a dimensão humana inerente ao ambiente escolar.

Anos antes, a mesma servidora já havia deixado outra instituição pública local após forte desgaste junto à comunidade escolar, materializado inclusive emabaixo-assinado.

Os ratos são os últimos a sair; antes disso, aproveitam tudo. Enquanto não os atingem, roem o que ficou do barco prestes a afundar: alguns atônitos, outros acomodados aos fatos narrados. Alguns oprimidos veem suas questões serem ignoradas; afinal, contratado não opina.

É preciso que a comunidade se levante: professores, estudantes, pais e representantes locais. É necessário lutar por aquilo que faz de nós a espécie capaz de sobreviver mesmo diante da catástrofe: a capacidade de criar novos mundos mesmo diante da catástrofe iminente do desconhecido.

Do contrário, corre-se o risco de ver a instituição mais duradoura, importante e necessária para as comunidades do campo sucumbir não pela ausência de potencial humano, mas pela incompetência política e administrativa de suas lideranças.”

Encaminhamos o caso para o Núcleo Territorial de Educação Norte (NTE-10) e aguardamos uma resposta.

Redação PNB

Semana Estadual de Conciliação reúne serviços gratuitos e renegociação de débitos em Juazeiro

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A semana tem sido de portas abertas para a cidadania em Juazeiro. Até a próxima sexta-feira (29), a Prefeitura de Juazeiro transforma a Faculdade UNIBRAS, no bairro Santo Antônio, com acesso aos serviços públicos gratuitos durante a Semana Estadual de Conciliação 2026.

Das 9h às 16h30, os moradores podem renegociar débitos municipais com descontos de até 100% em juros e multas para pagamento à vista, além de parcelamentos em até 36 vezes. A ação inclui dívidas de IPTU, ISS, TFF, COSIP, ITBI e autos de infração vencidos até 31 de dezembro de 2025.

O aposentado Julio Pereira Lima aproveitou a oportunidade para regularizar pendências. “Ficou mais fácil resolver tudo”, afirmou.

O mutirão também oferece atualização do Cadastro Único, orientações sobre Bolsa Família, serviços jurídicos, emissão de certidões e atendimentos de saúde, como vacinação, testagem rápida e atendimento odontológico.

O fotógrafo Meeg Hungria destacou a praticidade da ação. “A gente resolve várias coisas no mesmo lugar”, disse.

A AMTT participa com emissão de cartões de ônibus e passe livre para idosos e pessoas com deficiência. Já o Procon, SAAE e AMA oferecem orientações e negociação de pendências.

A professora Jamilla Candice ressaltou a importância do atendimento. “Isso traz mais autonomia para a rotina”, comentou.

A programação será encerrada na sexta-feira (29) com distribuição gratuita de mudas.

Ascom PMJ 

Corpus Christi: comércio de Juazeiro funcionará normalmente no dia 4 de junho, informa sindicato

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O comércio de Juazeiro, na região Norte da Bahia, funcionará normalmente no próximo dia 4 de junho, data em que é celebrado Corpus Christi. A informação foi divulgada pelo Sindicato dos Comerciários de Juazeiro e Região (CJR).

Segundo a entidade, a decisão ocorre porque a Prefeitura Municipal de Juazeiro não decretou feriado no município. Com isso, a quinta-feira será considerada um dia normal de trabalho para o setor comercial.

O sindicato informou ainda que o funcionamento das lojas e estabelecimentos comerciais seguirá sem alterações na data.

Redação PNB 

Violência doméstica: Homem é conduzido à DEAM após mulher denunciar agressões no bairro Alto da Aliança, em Juazeiro

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Um homem que não teve a identidade foi conduzido à Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM) de Juazeiro, na região Norte da Bahia, após ser acusado de agredir a companheira no bairro Alto da Aliança. De acordo com informações da Polícia Militar, a ocorrência foi registrada por volta das 19h30 dessa terça-feira (26).

A vítima relatou aos policiais que teria sido agredida pelo companheiro com tapas no rosto e na coxa. A mulher informou ainda que, no dia anterior, também teria sido empurrada pelo suspeito, sofrendo uma lesão no ombro.

Ainda segundo a PM, a mulher contou que o acusado estava dentro da residência. Após ser chamado pela guarnição, o homem se apresentou sem oferecer resistência.

Diante da situação, os envolvidos foram encaminhados à DEAM, onde foram adotadas as medidas cabíveis.

Redação PNB 

Após longa espera por neuropediatra, mãe diz que filha foi atendida por pediatra em Juazeiro: “Me senti enganada”; Sesau se pronuncia

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Uma mãe atípica do município de Juazeiro, na região Norte da Bahia, entrou em contato com o Portal Preto no Branco para relatar uma situação que vivenciou na Policlínica Municipal. Ela afirma que pacientes estariam sendo encaminhados para consultas com neuropediatras, mas estariam sendo atendidos por profissionais de outra especialidade.

“Minha filha sofre com crises epiléticas e precisava muito ser atendida por uma neuropediatra. Demorei muito para conseguir agendar a consulta e, após muita reclamação, conseguiram marcar. Porém, após o atendimento, ao olhar a receita que recebi, percebi, através do carimbo, que a profissional que atendeu a minha filha era, na verdade, uma pediatra e não uma neuropediatra, como me informaram. Me senti enganada. Passei a manhã todinha esperando consulta com especialista e, no final, quem me atendeu foi outra profissional”, relatou.

A mãe da paciente destacou ainda a necessidade da contratação de mais profissionais neuropediatras.

“Ao que parece, o município só tem duas neuropediatras para atender toda a cidade. A demanda é muito alta e as profissionais não têm dado conta de atender todo mundo. Por conta disso, passamos meses aguardando por uma consulta e, às vezes, somos encaminhados para outro profissional. Disseram que contrataram mais especialistas, mas onde estão esses profissionais? Peço esclarecimentos e respeito com as mães e as crianças”, acrescentou.

Encaminhamos a reclamação para a Secretaria de Saúde de Juazeiro. Em nota, a Sesau informou que, “conforme determina o Conselho Federal de Medicina (CFM), todo médico regularmente formado, com diploma registrado e inscrição ativa no Conselho Regional de Medicina (CRM), está legalmente habilitado ao exercício da medicina em qualquer área ou especialidade, podendo realizar atendimentos e procedimentos médicos, assumindo integral responsabilidade técnica, ética e civil pelos atos praticados. A médica citada na reportagem é especialista em neuropediatria e atualmente faz residência médica na área, entretanto, conforme regulamentação do Conselho Federal de Medicina e o Parecer CFM nº 21/2010, o médico somente pode anunciar-se ou divulgar-se como especialista quando possuir o Registro de Qualificação de Especialista (RQE), obtido após conclusão de residência médica ou aprovação em prova de título reconhecida. A Sesau reafirma seu compromisso com a legalidade, a transparência e a garantia da assistência à população”.

 

Redação PNB