Arquivos anuais: 2021

Covid-19: nesta terça-feira (9) Juazeiro registrou dois óbitos e 36 novos casos; taxa de ocupação é de 50%

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Segundo o boletim epidemiológico da Secretaria de Saúde de Juazeiro foram registrados dois óbitos por Covid-19 nesta terça-feira (9). O município soma agora 386 mortes provocadas por complicações da doença, desde o início da pandemia.

Os óbitos foram de duas pessoas do sexo masculino, de 61 e 82 anos, em um hospital particular de Juazeiro. Não há informação de comorbidade.

Foram confirmados 36 novos casos do novo Coronavírus. De acordo com o levantamento, 18.828 moradores foram infectados desde o início da pandemia na cidade, dos quais 18.266 já estão recuperados. Os casos descartados somam 33.710. Juazeiro tem 176 casos ativos do novo coronavírus.

Ocupação de leitos

Na rede hospitalar, o percentual de ocupação dos leitos de UTI para Juazeiro na rede PEBA (hospitais de Pernambuco e Bahia) é de 46%, com 62 leitos disponíveis. Somente em Juazeiro, 50% dos leitos de UTI para pacientes com Covid-19 estão ocupados, com 5 leitos disponíveis.

 

Ascom Sesau

“A escuridão na cidade está generalizada”: moradores de diversos bairros de Juazeiro reclamam sobre falta de iluminação; SESP não responde

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Desde o início da atual gestão municipal de Juazeiro, no Norte da Bahia, as reclamações sobre a falta de iluminação pública em diversos pontos da cidade cresceram.

Da orla, centro, nos bairros mais distantes, a reclamação vem sendo recorrente. As ruas estão às escuras, o que gera uma sensação de insegurança, contribui para o aumento da criminalidade e não valoriza os espaços públicos.

Moradores da Avenida Edgard Chastinet, bairro São Geraldo, reclamam de falta de iluminação. A mesma reclamação parte de quem mora no Jardim Universitário: “Faltam lâmpadas nos postes”.

Os usuários relatam também a falta de assistência da SESP, Secretaria de Serviços Públicos, que não atende a população, quando é solicitada: “A gente liga, manda mensagem no WahtsApp e não somos atendidos. Nenhuma resposta nos dão”, disse Maria de Lourdes, moradora do Cajueiro.

Nesta terça-feira (9), mais uma reclamação chegou ao portal Preto no Branco. Desta vez, através de uma moradora do bairro Maringá. De acordo com ela, há quase um mês um dos postes da rua Araujo Sampaio está com a lâmpada queimada. O órgão já foi acionado, mas não deu uma resposta a comunidade.

“Gostaria de cobrar a SESP (Secretaria de Serviços Públicos) que venha resolver a situação aqui da minha rua. Estamos aproximadamente há um mês, com um poste sem lâmpada. A rua está muito escura. Já solicitamos, mas até agora não foi resolvido o problema. Se antes havia situações pontuais, agora a escuridão na cidade está generalizada e nós nem respostas temos. Piorou muito”, reclamou a moradora, que preferiu não ser identificada.

Todas as reclamações dos moradores, que chegam ao PNB, são encaminhadas à SESP. Novamente, entramos em contato com o órgão, mas até o momento não obtivemos respostas.

Redação PNB

Bahia registra 513 novos casos de Covid-19 e mais 9 óbitos pela doença, nesta terça-feira (9)

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Nas últimas 24 horas, a Bahia registrou 513 casos de Covid-19 (taxa de crescimento de +0,04%) e 542 recuperados (+0,04%). O boletim epidemiológico desta terça-feira (9) também registra 9 óbitos. Dos 1.249.613 casos confirmados desde o início da pandemia, 1.220.076 já são considerados recuperados, 2.401 encontram-se ativos e 27.136 tiveram óbito confirmado.

O boletim epidemiológico contabiliza ainda 1.588.842 casos descartados e 246.551 em investigação. Estes dados representam notificações oficiais compiladas pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica em Saúde da Bahia (Divep-BA), em conjunto com as vigilâncias municipais e as bases de dados do Ministério da Saúde até as 17 horas desta terça-feira. Na Bahia, 52.380 profissionais da saúde foram confirmados para Covid-19.

Vacinação

Com 10.763.804 vacinados contra o coronavírus (Covid-19) com a primeira dose ou dose única, a Bahia já vacinou 84,54% da população com 12 anos ou mais, estimada em 12.732.254.

Redação PNB, com informações Secom

Presidente edita decreto que regulamenta o Auxílio Brasil

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O presidente Jair Bolsonaro participa da abertura do 5º Fórum Nacional de Controle - Educação no Pós-Pandemia.

O presidente Jair Bolsonaro editou o decreto que regulamenta o novo programa social do governo federal, o Auxílio Brasil. O documento foi publicado na noite de ontem (8) em edição extra do Diário Oficial da União e prevê que todas as famílias atendidas pelo Bolsa Família serão migradas para o Auxílio Brasil, sem a obrigatoriedade de recadastramento.

No Auxílio Brasil, a cesta de benefício foi alterada e passa de seis para três:

– Benefício Primeira Infância: no valor mensal de R$ 130 por pessoa – contempla famílias com crianças até 36 meses incompletos.

– Benefício Composição Familiar: no valor mensal de R$ 65 por integrante – diferente da atual estrutura do Bolsa Família, que limita o benefício aos jovens de até 17 anos, será direcionado também a jovens de 18 a 21 anos incompletos, com o objetivo de incentivar esse grupo a permanecer nos estudos para concluir pelo menos um nível de escolarização formal.

No caso desses dois primeiros benefícios, considerados em conjunto, serão pagos até o limite de cinco benefícios por família.

– Benefício de Superação da Extrema Pobreza: calculado por integrante e pago no limite de um benefício por família beneficiária – se, após receber os benefícios anteriores, a renda mensal per capita da família não superar a linha da extrema pobreza, ela terá direito a um apoio financeiro sem limitações relacionadas ao número de integrantes do núcleo familiar.

O valor desse último benefício será o resultado da diferença entre o valor da linha de extrema pobreza (R$ 100), acrescido de R$ 0,01 (um centavo), e a renda mensal per capita, multiplicado pela quantidade de membros da família, arredondado ao múltiplo de R$ 2 imediatamente superior, e respeitado o valor mínimo de R$ 25 por integrante da família.

“Vale explicar que um conceito fundamental do programa é a criação de instrumentos para as famílias se emanciparem”, destacou, em nota, a Secretaria-Geral da Presidência. “Como parte das medidas emancipatórias, os beneficiários que tiverem aumento da renda per capita e essa nova renda ultrapasse o limite para a inclusão no Auxílio Brasil, serão mantidos na folha de pagamento por mais 24 meses. É a Regra de Emancipação. A família beneficiária que deixar de receber o Auxílio Brasil, por vontade própria ou após os 24 meses, poderá retornar ao programa com prioridade, sem enfrentar fila, desde que atenda aos requisitos de elegibilidade”, explicou.

Na semana passada, o governo já havia reajustado os limites para classificação das famílias em situação de pobreza e de extrema pobreza e o valor dos benefícios básicos do Bolsa Família, que foram levados em conta para o pagamento do Auxílio Brasil. Houve um aumento de 17,84% no tíquete médio, que passou a ser de R$ 217,18 mensais.

As famílias com renda per capita de até R$ 100 passaram a ser consideradas em situação de extrema pobreza; aquelas com renda per capita de até R$ 200 passam a ser consideradas em condição de pobreza. No Bolsa Família, os valores eram, respectivamente, de R$ 89 e de R$ 178 por pessoa.

Os benefícios básicos foram incorporados ao programa em caráter definitivo e não tem relação com o valor mínimo de R$ 400 por família para o Auxílio Brasil em 2022. O pagamento deste valor, previsto para ser pago em dezembro retroativo a novembro, depende da aprovação, pelo Congresso Nacional, da Proposta de Emenda à Constituição 23/2021, a PEC dos Precatórios.

O texto-base PEC foi aprovada em primeiro turno na Câmara na semana passada e a votação dos destaques e do segundo turno está prevista para hoje. O texto ainda tem que passar por duas votações no Senado. O valor de R$ 400 do Auxílio Brasil tem caráter temporário com duração até 31 de dezembro de 2022.

Os pagamentos do Auxílio Brasil começam em 17 de novembro para cerca de 14,6 milhões de famílias, seguindo o calendário habitual do Bolsa Família.

Outros benefícios

Além dos benefícios básicos, o programa terá o Benefício Compensatório de Transição que será pago, um por família, para aquelas beneficiárias do Bolsa Família que tiverem redução no valor financeiro total dos benefícios recebidos, em razão do enquadramento na nova estrutura de benefícios do Auxílio Brasil. Será concedido no período de implementação do novo programa e mantido até que haja majoração do valor recebido pela família ou até que não se enquadre mais nos critérios de elegibilidade.

Outras políticas públicas de inserção econômica também são parte do novo programa, “possibilitando às famílias aumentar o valor do benefício básico e trilhar caminhos de emancipação”:

– Auxílio Esporte Escolar: no valor de R$ 100, referentes a cada uma das doze parcelas mensais do benefício e R$ 1 mil, referentes à parcela única, por família. É destinado a estudantes com idades entre 12 e 17 anos incompletos que sejam integrantes de famílias beneficiárias do Auxílio Brasil e que se destacarem em competições oficiais do sistema de jogos escolares brasileiros.

– Bolsa de Iniciação Científica Júnior: no valor de R$ 100, referentes a cada uma das doze parcelas mensais do benefício e R$ 1 mil, referentes à parcela única, por família. Para estudantes com bom desempenho em competições acadêmicas e científicas e que sejam beneficiários do Auxílio Brasil. Não há número máximo de beneficiários.

– Auxílio Criança Cidadã: no valor de R$ 200, para as famílias que tenham crianças matriculadas em turno parcial e R$ 300, para as famílias que tenham crianças matriculadas em turno integral. Ele é direcionado ao responsável por família com crianças até 48 meses incompletos que consiga fonte de renda, mas não encontre vaga em creches públicas ou privadas da rede conveniada. O valor será pago até a criança completar 48 meses de vida e o limite por núcleo familiar ainda será regulamentado.

– Auxílio Inclusão Produtiva Rural: pago em parcelas mensais de R$ 200, por até 36 meses aos agricultores familiares inscritos no Cadastro Único. Esse benefício é limitado a um por pessoa e por família.

– Auxílio Inclusão Produtiva Urbana: pago em parcelas mensais de R$ 200, a partir do mês seguinte à comprovação do vínculo de emprego formal, para quem estiver na folha de pagamento do Auxílio Brasil e comprovar vínculo empregatício. Esse benefício também é limitado a um por pessoa e por família.

Agência Brasil

Idosos e pessoas com deficiência, em Juazeiro, estão isentos da cobrança do sistema Zona Azul; confira orientações

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Foi sancionado pelo executivo municipal, em Juazeiro, a Lei 3.027/2021, que garante a gratuidade para idosos e pessoas com deficiência na cobrança da Zona Azul, sistema de estacionamento rotativo da cidade.

Para ter direito a gratuidade, os contemplados devem se credenciar na Companhia de Segurança, Trânsito e Transporte (CSTT), ficando isentos da cobrança pelo período máximo de duas horas no mesmo local, mesmo que estejam fora da área destinada às vagas especiais.

A credencial original deve está no painel do veículo, para conferência da fiscalização, sob a responsabilidade da empresa que administra o sistema e pelo setor de transporte da CSTT.

Para adquirir o cartão, os idosos, a partir de 60 anos, devem se dirigir à sede da CSTT, Rua Oscar Ribeiro, S/N, Centro, apresentando cópia e original do RG e CPF, comprovante de residência e preencher o requerimento disponível no órgão.

As pessoas com deficiência devem apresentar um atestado médico, com no máximo três meses de emissão, comprovando o comprometimento de mobilidade ou dificuldade de locomoção permanente/temporária, cópia e original do RG e CPF, comprovante de residência emitido, há pelo menos três meses, e preencher o requerimento.

De acordo com a nova norma, os beneficiários não podem emprestar o cartão a terceiros, exceto ao condutor do veículo, que só poderá utilizar o benefício quando estiver transportando o idoso ou a pessoa com deficiência. O descumprimento está sujeito a multa.

A cada cinco anos, o cartão dos beneficiários deverá ser renovado.

Mais informações podem ser obtidos através do número (74) 3611-8836, ou na sede da CSTT.

Redação PNB

Senadores do Cidadania decidem votar contra PEC dos Precatórios

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A Proposta de Emenda à Constituição 23/2021, conhecida como PEC dos Precatórios, ainda não chegou ao Senado, mas a bancada do Cidadania no Senado Federal divulgou no início da tarde desta terça (09) nota oficial em que se manifesta contrária ao texto, aprovado em primeiro turno na Câmara dos Deputados. Os senadores dizem que  “existem formas de viabilizar o pagamento do Auxílio Brasil respeitando as regras fiscais vigentes”. Para tanto, o Governo Federal precisa discutir a alocação dos recursos do orçamento “de maneira transparente e sem privilegiar setores ou grupos. A nota é assinada pelos senadores Alessandro Vieira (SE), Eliziane Gama (MA) e Leila Barros (DF).

“A tentativa de desfigurar o Novo Regime Fiscal é grave e gera incertezas com relação a gestão responsável das contas públicas do País. A discussão sobre a alocação de recursos orçamentários é de suma importância e deve acontecer de forma transparente e respeitando as regras vigentes. O casuísmo com as regras de responsabilidade fiscal não só gera insegurança jurídicas que afastam investimentos como tornam o financiamento da dívida pública mais caro para o País, pois os credores passam a demandar juros mais altos para emprestar ao Governo Brasileiro”, diz a nota.

BNews

Ministro diz que preço do Petróleo ainda vai subir mais

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A Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI) e a Comissão Temporária Externa para averiguar as causas e efeitos da crise hidroenergética (CTECRHE) realizam audiência pública conjunta, com ministro de Minas e Energia, para entender a profundidade dos problemas envolvendo a crise hídrica e quais soluções o governo federal vem adotando para se precaver de possíveis racionamentos. Os senadores debatem os aumentos tarifários e o planejamento que a pasta está adotando para o próximo ano. À mesa, ministro de Estado de Minas e Energia, Bento Albuquerque. Foto: Roque de Sá/Agência Senado

O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, disse nesta terça-feira (9), que o preço do petróleo deve subir mais com a chegada do inverno no Hemisfério Norte e o consequente aumento do consumo. Em audiência pública das Comissões de Infraestrutura e Temporária para discutir as causas da crise energética do Senado ele justificou a alta de preços dos combustíveis em 2021. “Por que houve aumento? Principalmente pela alta do petróleo, 60% só em 2021, e com tendência, com a chegada do inverno no hemisfério norte, de subir um pouco mais”, declarou Albuquerque.

Aos senadores, Albuquerque destacou que embora a produção de petróleo no Brasil tenha aumentado em 2021, no restante do mundo, ela diminuiu, o que teria gerado uma crise de oferta e demanda. Ao citar o preço do barril de petróleo, outro fator destacado pelo ministro para a alta da gasolina e do diesel, foi a desvalorização do real em comparação ao dólar. “O preço saiu de US$ 66, em janeiro de 2020, e o valor subiu, hoje está em US$ 84. E se formos ver a desvalorização cambial, o dólar saiu de R$ 4 em janeiro de 2020 e hoje está em R$ 5,55. Isso tudo leva a aumento nos preços dos combustíveis”.

Alternativa

Albuquerque defendeu a atual política de preços e negou interferência do governo federal neste setor da Petrobras e lembrou que, sendo uma empresa pública de economia mista, a estatal não pode sofrer interferência do governo na fixação dos preços dos combustíveis.

Sem dar detalhes da proposta e nem de quando será oficialmente apresentada, Bento Albuquerque, adiantou aos senadores que o governo estuda criar um “colchão tributário” e uma reserva estabilizadora de preços para conter a alta nos preços. Uma proposta nos mesmos moldes já havia sido sugerida pelo Fórum de Governadores ao Ministério da Economia, Paulo Guedes.

Ainda segundo Bento Albuquerque, a redução de tributos para resolver o problema dependerá de compensações. “Alguns tributos já foram reduzidos, outros estão em análise, tem que haver compensação. O colchão tributário, que é uma medida que pode permitir, ao longo do tempo, que essas variações dos preços do petróleo e também dos combustíveis sejam compensadas de alguma forma. E uma reserva estabilizadora de preço, que seria uma reserva de capital que pudesse ser aplicada quando houvesse uma volatilidade muito grande”, resumiu o ministro.

ANP

Segundo pesquisa da Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP), na média nacional, a gasolina foi vendida a R$ 6,71 por litro, alta de 2,2%, ainda com repasses do último reajuste promovido pela Petrobras, de 7%, no fim de outubro. Em Bagé, no Rio Grande do Sul, o litro do combustível é o mais caro do país, cerca de R$ 7,999. O valor é recorde desde que a agência começou a compilar os preços dos combustíveis em 2002. O diesel também teve alta e custa, em média, R$ 5,339 por litro. O valor é 2,4% superior ao praticado na semana anterior.

ICMS

Em outubro, a Câmara aprovou um projeto que muda a regra sobre o ICMS (imposto estadual) de combustíveis. Pelo texto, para baratear o preço da gasolina, o tributo deve ser aplicado sobre o valor médio dos últimos dois anos. A proposta, alvo de críticas de governadores, está parada no Senado.

Energia

O ministro também foi cobrado a falar sobre o alto custo da energia elétrica no país. As tarifas, ressaltaram os senadores, pressionam a inflação e prejudicam principalmente as famílias de baixa renda, além de atrapalharem a retomada econômica do Brasil no pós-pandemia.

O relator da comissão temporária, senador José Aníbal (PSDB-SP), destacou que há um sentimento comum de que houve falhas do governo no planejamento do setor, resultando numa situação de emergência, com forte impacto na vida das pessoas. “No orçamento doméstico, a conta de luz pesa muito e a inadimplência é grande. Quando as distribuidoras cortam a energia, não o fazem com satisfação. Fazem porque é preciso fazer. Há uma coisa pujante em certas áreas: o brasileiro não ter energia em casa. O custo é elevado, apesar de contarmos com uma matriz limpa” , observou.

Em resposta, Bento Albuquerque disse que o preço da energia cresceu no mundo todo e, nos últimos meses, o país tem enfrentado a pior estiagem dos últimos 91 anos, principalmente nas regiões Sudeste e Centro-Oeste. Apesar do quadro adverso, o ministro disse que as medidas tomadas pelo governo desde outubro do ano passado permitem garantir que não haverá racionamento e nem apagões em 2022.

CAE

Hoje, outra comissão do Senado, a de Assuntos Econômicos, aprovou o convite para que Bento Albuquerque fale sobre a atual política de preço dos combustíveis no colegiado. Além dele, o ministro da Economia, Paulo Guedes, e o presidente da Petrobras, Joaquim Silva e Luna também serão convidados. A audiência pública ainda não tem data marcada.

Agência Brasil

Prefeitura de Juazeiro orienta população sobre migração para o Auxílio Brasil

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A Prefeitura de Juazeiro, através da Secretaria de Desenvolvimento Social, Mulher e Diversidade (Sedes), informa que, com a criação do Auxílio Brasil, os beneficiários do Bolsa Família, que atualizaram o seu cadastro no sistema do Cadastro Único em 2020 ou 2021, não precisam procurar o órgão novamente, pois a migração para o novo programa acontecerá automaticamente.

A gerente do Cadastro Único, Laurinete Souza, esclarece, ainda, que os usuários dos demais programas sociais incluídos no Auxílio Brasil devem aguardar as orientações do Governo Federal antes de buscar o serviço. “As pessoas não precisam se preocupar em procurar o Cadastro Único agora. Ainda estamos aguardando a orientação oficial da União para informar aos usuários os detalhes da migração para o novo programa”, explica.

Mais informações através dos telefones (74) 3611-2763 ou 3611-8916.

 

Eneida Trindade – Ascom Sedes

PROUPE, programa que concede bolsas de estudo na Facape está com inscrições abertas

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Começaram nesta terça-feira (8), as inscrições para o processo seletivo do Programa Universidade para Todos em Pernambuco – PROUPE, da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação de Pernambuco – Secti.

O PROUPE concede bolsas para estudantes das Autarquias Municipais de Ensino em Pernambuco. A Autarquia Educacional do Vale do São Francisco, mantenedora da Faculdade de Petrolina – Facape, é uma dessas instituições. Serão ofertadas 1.000 bolsas para 2022.

Critérios

Os estudantes devem estar matriculados nas Autarquias Municipais, ter nota mínima de 450 (quatrocentos e cinquenta) pontos do ENEM obtida a partir de 2009, a qual deverá ser inserida no sistema pela Autarquia. Do total de bolsas, 5% vão para portadores de deficiência.

Não poderão concorrer às bolsas os alunos que estiverem cursando o último período regular da graduação.

Do total de bolsas destinadas aos cursos de STEM (ciência, tecnologia, engenharia e matemática), 18% das vagas são para estudantes da Facape, do curso de Gestão de Tecnologia da Informação.

O percentual de 45% das bolsas vão para outras graduações contemplando estudantes de Administração, Ciências Contábeis, Comércio Exterior, Direito, Economia, Serviço Social da Facape.

Valores

Os valores mensais das bolsas de estudo correspondem, por aluno, de – R$ 135,00 (cento e trinta e cinco reais) a R$ 245,00 (duzentos e quarenta e cinco reais).

Período de Inscrição:

As inscrições são gratuitas e deverão ser efetuadas no período de 08 a 19 de novembro de 2021, através do site: www.proupe.secti.pe.gov.br.

Mais informações no edital do PROUPE disponível no site: www.secti.pe.gov.br, ou através do telefone (81) 3183-5554 e do e-mail:proupe@secti.pe.gov.br.

Ascom  Facape