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Iago Dantas apresenta Especial Belchior no Casarão, em Petrolina, no Sábado (1)

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No dia 1º de agosto, o cantor, violonista e violinista Iago Dantas, natural de Jacobina (BA), sobe ao palco do Casarão, em Petrolina (PE), para apresentar um espetáculo dedicado à obra de Belchior, um dos maiores nomes da Música Popular Brasileira.

Acompanhado pelo baixista Samuel Medeiros e pelo baterista Gui Cunha, Iago conduz o público por uma viagem pelos grandes clássicos do compositor cearense, reunindo canções como Apenas um Rapaz Latino-Americano, Como Nossos Pais, Velha Roupa Colorida, Paralelas e outros sucessos que marcaram gerações.

O show une voz, violão, violino e uma formação em trio para oferecer uma releitura sensível e marcante da obra de Belchior. Mais do que um tributo, o espetáculo celebra a força poética, a atualidade das letras e a riqueza musical de um dos artistas mais importantes da canção brasileira.

Serviço

Show: Especial Belchior – Iago Dantas
Data: 1º de agosto
Local: Casarão – Petrolina (PE)
Formação: Iago Dantas (voz, violão e violino), Samuel Medeiros (baixo) e Gui Cunha (bateria).

Ascom

“Vão deixar pela metade?”: moradora cobra conclusão de pavimentação na estrada do Palmares II, em Juazeiro; SOEST responde

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Uma moradora do bairro Palmares II, em Juazeiro, na região norte da Bahia, entrou em contato com o Portal Preto no Branco para cobrar a conclusão das obras de pavimentação da estrada que dá acesso à localidade. Segundo ela, parte do serviço foi executada, mas um trecho da via permanece sem pavimentação.

“Do começo da Pedra do Lodo até o Palmares I está ótimo, mas depois, já no Palmares II, está só no pó de brita e não terminam nunca. Os buracos já estão se abrindo. Gostaria de saber quando é que essa obra vai terminar”, disse ela.

A moradora cobra da Secretaria de Obras Estruturantes a conclusão do serviço.

“Começaram o serviço e vão deixar pela metade? Nós também merecemos uma estrada digna. Precisamos de uma resposta”, cobrou a moradora.

Encaminhamos a cobrança para a Secretaria de Obras Estruturantes. Em nota, a Soest informou que “a obra de pavimentação da Avenida Saul Rosa segue em andamento, com mais de 50% dos serviços executados.A Secretaria destaca que a execução de uma obra pública envolve não apenas as atividades realizadas no canteiro de obras, mas também etapas técnicas, administrativas e documentais indispensáveis para o cumprimento dos procedimentos legais e para a continuidade dos serviços”.

Redação PNB

Correntista da Caixa Econômica, em Juazeiro, reclama de instabilidade no sistema e de atendimento na agência: “responderam de forma grosseira e desrespeitosa”

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Uma correntistas da agência da Caixa Econômica Federal, no Centro de Juazeiro, no norte da Bahia, entrou em contato com o Portal Preto no Branco para reclamar da falta de sistema e do atendimento da unidade. Segundo o relato, a agência estaria enfrentando constante instabilidade no sistema, o que tem impedido a realização de diversos serviços, e ao buscarem informações sobre o problema, os correntistas estariam sendo tratados de forma grosseira por funcionárias que fazem a recepção do público.

“Já tem dois dias que a agência da caixa está sem sistema. Os usuários, principalmente idosos, entram achando que o banco está aberto mas se depara com jovens funcionárias que tratam o pessoal mal. Levei meu pai ontem e, com uma simples pergunta, elas já responderam de forma grosseira e desrespeitosa. Hoje voltei sozinha e fui recebida da mesma maneira. Entendemos que qualquer pessoa pode estar passando por um dia difícil, mas os clientes não têm culpa da falta de sistema. Elas atendem muitos idosos e pessoas do interior, que merecem ser tratados com respeito”, afirmou a correntista.

Estamos tentando contato com a agência bancária em busca de respostas.

Redação PNB

Mega-Sena sorteia prêmio acumulado em R$ 78 milhões nesta terça-feira (28)

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A Mega-Sena pode pagar prêmio estimado em R$ 78 milhões para quem acertar as seis dezenas do concurso 3037 que será realizado nesta terça-feira (28).

O sorteio será a partir das 21h (horário de Brasília) com transmissão ao vivo pelo canal da Caixa no YouTube e no Facebook das Loterias Caixa.

As apostas podem ser feitas até as 20h (horário de Brasília) nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet. O jogo simples, com seis números marcados, custa R$ 6.

 

Redação PNB

Pais de alunos da comunidade de Alfavaca, no Salitre, em Juazeiro, cobram agilidade na construção da Escola João Dias Ferreira: “uma obra imensa daquela e tem somente duas pessoas trabalhando”

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Responsáveis por alunos da comunidade de Alfavaca, no distrito do Salitre, zona rural de Juazeiro, voltaram a procurar o Portal Preto no Branco para relatar a demora no andamento das obras da Escola João Dias Ferreira e cobrar agilidade na construção da unidade. Segundo eles, a obra foi iniciada há cerca de dois meses, mas apenas dois trabalhadores estariam atuando no local.

Queremos mais agilidade na construção da escola de Alfavaca. Uma obra imensa daquela e tem somente duas pessoas trabalhando no local. Tem partes da construção que ainda estão só com a sapata, sem um bloco sequer colocado”, disseram.

Enquanto a nova unidade escolar não é concluída, os alunos seguem tendo aulas na associação comunitária. De acordo com a comunidade, o espaço passou apenas por adaptações improvisadas, sem oferecer condições adequadas para o ensino.

“Fizeram uma “reforma” na associação, no improviso. Colocaram apenas divisórias de paredes, mas a parte de cima ficou toda aberta. O barulho de uma sala atrapalha a outra e isso dificulta muito a aprendizagem das crianças”, relataram.

Os responsáveis também criticaram as condições da estrada e do transporte escolar.

“Nossas crianças passam quase uma hora e meia para chegar à escola por causa de um bloqueio na ponte que nunca consertaram. Isso é inadmissível. Ninguém faz nada. A estrada não presta, a escola não presta e o transporte que leva as crianças também não presta. Estamos cobrando uma solução urgente”, disseram.

Encaminhamos a cobrança para a Secretaria de Educação de Juazeiro e aguardamos uma resposta.

Redação PNB

UNEB abre inscrições para vagas remanescentes; Campus Juazeiro oferece vagas em Engenharia Agronômica

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Universidade do Estado da Bahia (UNEB) abre nesta terça-feira (28) as inscrições para o Processo Seletivo Especial de Vagas Remanescentes 2026. A seleção contempla cursos de graduação presenciais e semipresenciais. Em Juazeiro, o Campus III oferta vagas para o curso de Engenharia Agronômica.

As inscrições seguem abertas até o próximo domingo (2), conforme estabelece o Edital nº 067/2026. A oferta contempla vagas em diversas áreas do conhecimento distribuídas entre os 27 campi da universidade, presentes em Salvador e em municípios do interior baiano.

No Departamento de Tecnologia e Ciências Sociais (DTCS III), em Juazeiro, estão disponíveis 15 vagas para ingresso no 2º semestre do curso de Engenharia Agronômica (Bacharelado), no turno diurno. Desse total, são 6 vagas para ampla concorrência, 4 vagas reservadas para candidatos negros e 5 sobrevagas, distribuídas entre candidatos indígenas, quilombolas, ciganos, pessoas com deficiência, transtorno do espectro autista (TEA), altas habilidades/superdotação, além de travestis, homens trans, mulheres trans e pessoas não binárias.

Em todo o estado, o processo seletivo disponibiliza 2.467 oportunidades, sendo 861 vagas para ampla concorrência, 731 reservadas para candidatos negros e 875 sobrevagas destinadas aos públicos contemplados pela política de ações afirmativas da universidade.

Os candidatos que concorrerem às vagas reservadas ou às sobrevagas deverão apresentar, além da documentação acadêmica e pessoal exigida, os documentos que comprovem o direito à modalidade de concorrência escolhida.

Os interessados devem consultar o edital para verificar os requisitos da seleção, a documentação exigida e o cronograma completo do processo seletivo. Em caso de dúvidas, os candidatos podem entrar em contato pelo e-mail psevr2026@uneb.br.

Confira o edital:

edital-067-2026-Republicacao do Edital

TJBA lança projeto ‘Direito de Saber’ para estudantes da rede pública

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O Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA) instituiu, por meio do Decreto Judiciário nº 1.081, de 24 de julho de 2026, o Projeto “Direito de Saber – Aprender Direitos. Construir Futuros”. A medida, assinada pelo Presidente do TJBA, Desembargador José Edivaldo Rocha Rotondano, afirma que trata-se de um programa voltado a estudantes da rede pública de ensino e contará com a participação voluntária de magistrados, servidores e especialistas convidados, que atuarão em linguagem compatível com o público infantojuvenil para disseminar conhecimentos sobre direitos fundamentais, deveres cívicos, o funcionamento do Poder Judiciário e os mecanismos de acesso à justiça.

O projeto tem entre seus objetivos específicos a prevenção de conflitos e de violações de direitos no ambiente escolar, o estímulo à cultura democrática e o respeito aos direitos humanos, bem como a aproximação institucional entre o Judiciário baiano e a comunidade escolar.

A coordenação-geral do projeto foi atribuída à Secretaria de Estratégia e Projetos (SEP), órgão responsável por acompanhar a implementação, monitorar os resultados e propor aprimoramentos. Já a execução prática ficará a cargo da Assessoria de Ação Social, que terá a incumbência de promover o credenciamento dos voluntários, articular as atividades com as escolas, prestar apoio técnico e administrativo, e apresentar à Presidência um relatório anual com os resultados alcançados. O credenciamento de magistrados e servidores interessados em atuar como voluntários será feito por meio de edital próprio, que definirá os requisitos de participação, o procedimento de inscrição e os critérios de organização das atividades, sendo expressamente vedada qualquer geração de direitos remuneratórios ou indenizatórios em razão da adesão.

Bahia BA

O Cais da Palavra e a valorização da literatura local

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A segunda edição do Cais da Palavra, realizada durante a Juá Literária 2026, consolidou-se como um dos mais importantes espaços de valorização da produção literária do Vale do São Francisco. Muito mais do que uma programação dentro do festival, o projeto confirmou que a literatura produzida em Juazeiro e na região possui qualidade, diversidade e, sobretudo, público. O sucesso desta edição demonstrou que investir nos escritores locais é investir na memória, na identidade e no futuro cultural da cidade.

Sob a curadoria do sociólogo, historiador e escritor João Gilberto Guimarães, o Cais da Palavra reafirmou sua missão de fortalecer a cadeia produtiva do livro e aproximar autores e leitores, criando um ambiente de valorização da produção intelectual regional e oferecendo aos escritores locais o protagonismo que há muito reivindicavam.

Pela primeira vez, a Juá Literária reservou dois espaços exclusivos para a literatura regional. Na Praça dos Poetas, o Palco Cais da Palavra transformou-se em um dos principais pontos de encontro do festival. Durante os quatro dias de programação foram realizados 30 lançamentos de livros, além de três espetáculos teatrais e dois shows musicais, reforçando o diálogo entre literatura, música e artes cênicas.

O mais significativo, entretanto, foi a extraordinária resposta do público. Durante os quatro dias de programação, o Palco Cais da Palavra permaneceu lotado, reunindo leitores, estudantes, professores, artistas, pesquisadores e visitantes de diversas cidades. Cada lançamento tornou-se uma celebração da literatura regional, com sessões de autógrafos, conversas entre autores e leitores e intensa participação popular. A presença constante do público demonstrou que existe uma demanda real pela produção literária do Vale do São Francisco e que nossos escritores possuem leitores ávidos por conhecer suas obras.
Paralelamente, o Stand Cais da Palavra tornou-se uma verdadeira vitrine da produção editorial da região. Mais de 100 autores e autoras locais ocuparam o espaço para apresentar seus livros, dialogar com os leitores e fortalecer o mercado editorial independente. O resultado foi histórico: as vendas ultrapassaram R$ 10 mil, comprovando que a literatura também movimenta a economia quando recebe incentivo, organização e visibilidade.

Outro dado que merece destaque foi o impacto direto na economia da cultura. Entre escritores, artistas, músicos, atores, produtores, técnicos, mediadores e equipe de apoio, o Cais da Palavra remunerou 54 profissionais, demonstrando que investir em literatura também significa gerar emprego, renda e fortalecer a economia criativa do município.
Mais do que números, o Cais da Palavra promoveu encontros. Aproximou leitores de seus autores, revelou novos talentos, fortaleceu editoras independentes, incentivou a circulação de livros e criou um ambiente onde a palavra escrita voltou a ocupar o centro das atenções. Crianças, jovens, adultos e idosos tiveram contato com uma produção literária diversa, marcada pela poesia, pelo romance, pela pesquisa histórica, pela dramaturgia e pelas múltiplas vozes que constroem a identidade cultural do Vale do São Francisco.

Os resultados alcançados demonstram que o Cais da Palavra deixou de ser apenas uma programação da Juá Literária para transformar-se em uma referência na promoção da literatura do interior da Bahia. O público compareceu, os livros circularam, os autores venderam suas obras, novos leitores foram conquistados e dezenas de profissionais tiveram seu trabalho reconhecido e remunerado. O projeto provou que existe um público interessado em conhecer e consumir a produção literária local e reafirmou que a literatura é um importante instrumento de formação, cidadania e desenvolvimento cultural.

Ao final desta segunda edição permanece uma certeza: quando a literatura local recebe espaço, investimento e respeito, toda a cultura cresce. O Cais da Palavra já se consolida como um patrimônio da Juá Literária e como uma iniciativa estratégica para fortalecer os escritores do Vale do São Francisco, formar leitores e preservar a memória cultural da nossa região.

A Equipe Cais da Palavra registra seu agradecimento à sensibilidade da gestão municipal e da organização da Juá Literária, que compreenderam a importância de reservar um espaço de destaque para a produção literária local. Em especial, agradecemos ao prefeito Andrei Gonçalves, à secretária de Educação Maeve Melo, ao curador da Juá Literária, Maviael Melo, e ao professor Moésio Belfort, cujo compromisso foi decisivo para que o Cais da Palavra se consolidasse como um dos grandes destaques da Juá Literária 2026.

Que esta experiência inspire as próximas edições e fortaleça cada vez mais as políticas públicas voltadas ao livro, à leitura e à literatura. Afinal, uma cidade que valoriza seus escritores preserva sua memória, fortalece sua identidade e investe, de forma permanente, em seu próprio futuro.

Por Equipe Cais da Palavra

Festival Juá Literária encerra edição histórica e reafirma Juazeiro como a capital da literatura no interior do Nordeste

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A segunda edição do Juá Literária, chegou ao final na noite deste sábado (25), com um balanço positivo e os shows marcantes de Renato Braz, Jéssica Caitano e Osvaldo Montenegro, no palco principal do evento. Uma programação gratuita que atraiu milhares de pessoas à Orla Nova de Juazeiro-BA, depois de um dia inteiro de contações de histórias, lançamentos de livros, mesas, oficinas, teatro e apresentações musicais.

Entre as atrações da manhã e tarde, o público marcou presença na feira de livros, nos espaços Flijuá, Cais da Palavra, Tenda da Palavra, Carreta Literária, Busarte, Kombi de Zé Livrório, Praça dos Poetas e o Planetário. Nomes conhecidos da cena musical e literária nacional, a exemplo de Adriana Calcanhoto, Jocasta Rabelo, Lirinha e Bule Bule, se revezaram em atividades com representantes do cenário local das letras e músicas, como Moésio Belfort, João Gilberto Guimarães e Pok Ribeiro. Tudo na mesma sintonia com o tema do evento “Palavras que navegam pelo tempo”. E por falar em navegação, a coordenação do festival estendeu o serviço da barquinha até as 00h, trazendo e levando os visitantes que vinham e voltavam de Pernambuco e Bahia. A proposta Embarcações de Poesias completou o cenário, transformando o Rio São Francisco num palco para encontros literários e musicais.

Em animados grupos de alunos da rede pública municipal, as crianças eram vistas por toda parte; seja comprando livros, interagindo com os artistas e escritores ou brincando com a educação cósmica e desenhando os horizontes futuros da literatura de Juazeiro. Neste último dia da segunda edição do Juá Literária, também ficou uma sensação de que este evento será lembrado como o maior encontro de literatura, educação, cultura e economia criativa do interior do Nordeste e um dos principais do Brasil. Um sucesso histórico de incentivo à leitura e fortalecimento da identidade cultural de Juazeiro.

Segundo a secretária municipal de Educação, Maeve Melo, o balanço do evento é extremamente positivo. “Tivemos uma excelente resposta quanto ao público, atrações e temas debatidos. Alcançamos a marca das 100 mil pessoas durante todo o evento e contabilizamos a venda de livros na ordem de 6 milhões de reais. Somente na feira de livros tivemos a grata participação de 25 mil estudantes, alunos da rede pública municipal, na sua grande maioria”, ressaltou.

O prefeito Andrei Gonçalves também comemorou os resultados do festival e afirmou que o Juá Literária já integra o calendário cultural e educacional de Juazeiro. “Encerramos esta edição com a certeza de que fizemos história. O Juá Literária superou todas as expectativas, reuniu cerca de 100 mil pessoas, movimentou a economia, fortaleceu o turismo, valorizou os nossos escritores e aproximou milhares de crianças e jovens do universo da leitura. Estamos consolidando Juazeiro como uma cidade leitora, que investe na educação, na cultura e na formação de cidadãos. O sucesso desta edição nos motiva a trabalhar ainda mais para que, no próximo ano, o festival seja ainda maior e continue projetando o nome de Juazeiro para todo o Brasil”, destacou o prefeito.

O Festival Juá Literária é uma realização da Prefeitura Municipal de Juazeiro, por meio da Secretaria de Educação, dentro do Programa Juá Literária, com apoio da Editora IMEPH, Andelivros, Governo do Estado da Bahia e Fundação Pedro Calmon, e produção da Carranca Produções e Melodia Produções.

Ascom PMJ