PNB

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Professores da rede estadual receberão piso salarial de R$ 4,8 mil, anuncia Jerônimo

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O governador Jerônimo Rodrigues (PT), acompanhado da secretária da Educação, Rowenna Brito, anunciou novas medidas para a gestão estadual, incluindo o pagamento do piso salarial nacional dos professores, fixado em R$ 4.877,78.

“Estou anunciando aqui a adoção e o reconhecimento ao piso nacional dos professores. Então, professores, quero agradecer a APLB, e estamos aqui cumprindo. A Bahia cumpre o piso nacional de professores”, declarou o governador.

A secretária Rowenna Brito complementou, informando que os ajustes finais estão sendo feitos para que o projeto seja encaminhado à Assembleia Legislativa.

“Estamos finalizando os últimos ajustes para protocolar o projeto na Assembleia. Ajustando com os sindicatos, os sindicatos vai fazer as assembleias e apresentar para os professores para a gente protocolar na Assembleia”, explicou. No entanto, ainda não há uma data definida para esse encaminhamento.

Outro anúncio feito pelo governador foi o envio à Assembleia Legislativa do projeto “Bahia Alfabetizada”, voltado à alfabetização de jovens e adultos.

“Amanhã estará na Assembleia o meu projeto. Tenho certeza que a Assembleia vai pegar esse projeto vai debater, contribuir, se for preciso melhorar, melhore. Vai ser importantíssima a parceria com as universidades, APLBs. […]”, , ressaltou Jerônimo.

 

Redação PNB, com informações Bahia BA

Após denúncia de moradora, gestão municipal se manifesta sobre lixeiras irregulares no bairro Coreia, em Juazeiro

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Após reclamação de uma moradora sobre a instalação irregular de duas lixeiras na rua Doutor Delwilson, no bairro Coreia, em Juazeiro, no norte da Bahia, a Secretaria de Ordem e Habitação se manifestou.

Em nota enviada ao PNB, o órgão informou que “atendeu a uma denúncia da moradora sobre a instalação irregular de lixeiras no local, realizada por uma vizinha.
Após a fiscalização, foi constatada a infração às normas de postura do município. A responsável pela instalação das lixeiras foi notificada e recebeu um prazo para a remoção, porém não cumpriu a determinação.
Diante do descumprimento, a Secretaria de Ordem Pública e Habitação solicitou à Secretaria de Serviços Públicos (SESP) a remoção das estruturas, que já foi incluída na agenda de serviços do órgão e será realizada o mais breve possível”.

Reclamação

“Uma moradora colocou duas lixeiras enormes fora da calçada, no meio da rua, e isso está gerando transtornos para os moradores. Uma criança já se acidentou brincando e bateu a cabeça na lixeira. Meu carro também já foi danificado. Estou pedindo providências. Já procurei o órgão responsável, mas estou tentando resolver essa situação desde o ano passado e, até agora, nada foi feito. Este ano, fui novamente no dia 13 de janeiro e, desde então, venho insistindo, mas ninguém nunca foi lá verificar. Todos os moradores estão sendo prejudicados por essas lixeiras”, declarou a moradora.

 

Redação PNB

“No tempo da areia, fazia poeira, pega essa cidade pela ponta da orelha…” Por João Gilberto Guimarães

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Certa vez, ao lecionar para uma turma de alunos de uma escola estadual de Juazeiro, fiz a seguinte pergunta: “Vocês sabem quem é João Gilberto?” Um aluno foi categórico em responder: “É um prédio que tem um teatro!” Essa situação me fez questionar a relação da cidade de Juazeiro com sua própria história e como a nossa sociedade sabe pouco sobre si mesma. Muita gente transita pela Rua Juvêncio Alves sem saber que o Doutor Juvêncio foi um médico que participou da Guerra do Paraguai e voltou para Juazeiro para literalmente entrar para a história da cidade, quantos de nós já entraram no casarão de Miguel Siqueira (Museu regional) sem saber quem é o dito cujo.

Esse desconhecimento revela um problema profundo: o apagamento da memória coletiva. Juazeiro é uma cidade rica em história, cultura e personagens ilustres, mas suas próprias gerações parecem estar cada vez mais distantes desse legado. Isso não é culpa dos alunos, tampouco dos professores, mas de um sistema que falha em valorizar e ensinar a história local nas escolas municipais.

A educação tem um papel fundamental na formação da identidade de um povo. Quando os alunos desconhecem figuras como João Gilberto, que revolucionou a música mundial com a Bossa Nova, ou não sabem da importância do Rio São Francisco para a história e o desenvolvimento da cidade, estamos negando a eles uma parte essencial de sua própria identidade. A história de Juazeiro é entrelaçada com o rio, que não apenas forneceu sustento para as primeiras populações, mas também serviu como rota de desenvolvimento econômico e cultural.

A ausência de um ensino estruturado da história local também nos distancia do sentimento de pertencimento. O jovem que não conhece o passado de sua cidade cresce sem entender sua própria importância na construção do futuro. Ele não vê referências, não se identifica com os lugares que frequenta, e a cidade passa a ser apenas um espaço de trânsito, não de raízes. Isso afeta diretamente o desenvolvimento cultural e social da comunidade, pois é essa identidade local que nos une enquanto sociedade.

Juazeiro tem uma riqueza histórica incomparável. Desde as lutas por emancipacão política, lendas, cultura, até as grandes transformações econômicas proporcionadas pelo Rio São Francisco, há muito o que ensinar aos jovens. A cidade foi palco de momentos históricos, berço de artistas renomados e abrigo de personagens que ajudaram a moldar a cultura sertaneja, nordestina e brasileira. No entanto, essas narrativas estão sendo esquecidas, perdidas entre a falta de materiais didáticos adequados e um currículo escolar que prioriza conteúdos globais em detrimento da história regional.

É fundamental que a história de Juazeiro seja abordada de forma estruturada nas escolas municipais. Isso não significa reduzir o ensino de história geral, mas sim integrá-lo à realidade local. Os alunos precisam conhecer as figuras históricas que dão nome às ruas por onde passam, compreender o impacto do Rio São Francisco em suas vidas, conhecer os artistas, escritores, músicos e líderes que ajudaram a moldar a cidade. Só assim poderemos resgatar a memória coletiva e formar cidadãos que não apenas habitam Juazeiro, mas verdadeiramente pertencem e se identificam comela.

Não podemos permitir que o apagamento da história continue. Precisamos incentivar projetos pedagógicos que valorizem a cultura local, promovam visitas a espaços históricos, estimulem pesquisas sobre os personagens que marcaram a cidade e criem materiais didáticos que contemplem essa rica trajetória. A história de Juazeiro não pode ser apenas um detalhe esquecido em livros empoeirados, ela precisa estar viva na consciência de cada aluno, de cada morador.

Resgatar nossa história é resgatar nossa identidade. Se queremos um futuro em que Juazeiro seja respeitada e valorizada, precisamos começar pela educação. Afinal, um povo que conhece sua história constrói seu futuro com muito mais força e orgulho.

Um desafio para você caro leitor, sabe me dizer quem fez essa estátua aí da foto, quando foi feita e o que significa?

João Gilberto Guimarães, é cientista social formado pela Universidade Federal do Vale do São Francisco, pesquisador das políticas públicas de cultura, poeta, editor e fundador da editora CLAE, também escreve para o teatro, em parceria com o ator Elder Ferrari ganhou em 2020, o prêmio Respirarte da Fundação nacional das artes (FUNARTE), com o espetáculo Quebranto.

PIS/Pasep: 1º lote do abono será pago no dia 17; veja quem recebe e calendário

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Real Moeda brasileira

Os pagamentos do abono salarial PIS/Pasep começam na próxima segunda-feira, dia 17 de fevereiro, para aqueles nascidos em janeiro. Desde o último dia 5, os trabalhadores podem verificar se têm direito ao benefício pelo aplicativo da Carteira de Trabalho Digital.

O abono salarial é destinado a trabalhadores da iniciativa privada e servidores públicos que atuaram formalmente por, no mínimo, 30 dias no ano-base de 2023, com remuneração de até dois salários mínimos (R$ 2.640,00).

Para ter direito ao benefício, é necessário estar inscrito no programa há pelo menos cinco anose que o empregador tenha informado corretamente os dados na Relação Anual de Informações Sociais até 15 de maio de 2024 ou no eSocial até 19 de agosto de 2024. Caso as informações tenham sido enviadas após essas datas, o benefício será pago no próximo exercício. O valor do benefício varia de acordo com a quantidade de meses trabalhados no ano-base e o valor máximo é de um salário mínimo.

Confira o calendário de pagamento do abono salarial em 2025 de acordo com o mês de nascimento:

Janeiro: 17 de fevereiro

Fevereiro: 17 de março

Março e abril: 15 de abril

Maio e junho: 15 de maio

Julho e agosto: 16 de junho

Setembro e outubro: 15 de julho

Novembro e dezembro: 15 de agosto

 

 

Estadão

Jerônimo sobre Lei do Celular: “Não pode ser tema contra a educação”

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Já em vigor, não somente na rede estadual de ensino, mas em todas as escolas do Brasil, a Lei do Celular nas escolas – que limita o uso do aparelho celular dentro da sala de aula e nos intervalos das instituições. A ferramenta está sendo constantemente elogiada por líderes educacionais e políticos devido a sua atuação no reforço da aprendizagem de crianças e adolescentes.

O governador do Estado da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), ressaltou nesta segunda-feira, 10, durante inauguração de uma escola de tempo integral em Conceição do Jacuípe, que a medida não é um combate ao uso do celular, mas sim, uma forma de incentivar o processo de aprendizagem de jovens.

“Tem momentos de uso do celular na escola, tem momento do uso pedagógico como ferramenta importante. Não se trata de jogar fora o celular. Não é isso. Mas nós precisamos daquelas 4h de manhã, daquelas 4h da tarde ou da noite para acolher a atenção dos estudantes”, disse o gestor estadual.

O governo estadual está trabalhando constantemente na divulgação das medidas envolvendo a lei, que começa a ser implementada com diretrizes discutidas entre o governador Jerônimo Rodrigues (PT), a secretária estadual Rowenna Brito (PT) e representantes dos 27 Núcleos Territoriais de Educação (NTEs).

Para este mês, são esperadas a entrega de um comunicado padronizado aos responsáveis, a instalação de placas informativas e distribuição de panfletos sobre a lei. Além disso, até o dia 14, serão entregues cartilhas às famílias e promovidas reuniões com estudantes, responsáveis e colegiados escolares para discutir a aplicação da norma.

O governador apontou ainda sobre a interpretação negativa que a lei tem gerado, principalmente por ser uma medida recente. “Não queremos que os estudantes entendam isso como se o celular estivesse proibido na escola. Não é dessa forma. Nos momentos de aula em que o professor não está recomendando o uso, é preciso deixá-lo na bolsa. É preciso respeitar as regras da escola, dos horários pedagógicos”, continuou ele.

 

 

A Tarde

Moradora denuncia lixeiras irregulares no meio da rua no bairro Coreia, em Juazeiro, e pede providências da prefeitura

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Uma moradora do bairro Coreia, em Juazeiro, no norte da Bahia, entrou em contato com o PNB para denunciar a instalação de duas lixeiras na Rua Doutor Del Wilson, em frente a uma residência. Segundo ela, os objetos estão causando transtornos à vizinhança e representam um risco à segurança de pedestres e motoristas.

“Uma moradora colocou duas lixeiras enormes fora da calçada, no meio da rua, e isso está gerando transtornos para os moradores. Uma criança já se acidentou brincando e bateu a cabeça na lixeira. Meu carro também já foi danificado. Estou pedindo providências. Já procurei o órgão responsável, mas estou tentando resolver essa situação desde o ano passado e, até agora, nada foi feito. Este ano, fui novamente no dia 13 de janeiro e, desde então, venho insistindo, mas ninguém nunca foi lá verificar. Todos os moradores estão sendo prejudicados por essas lixeiras”, declarou a moradora.

Encaminhamos a reclamação para a Secretaria de Ordem Pública e Habitação e aguardamos um posicionamento.

 

Redação PNB

Após alerta de leitora, Sema se manifesta sobre descarte irregular de óleo de cozinha no bairro Santo Antônio, em Juazeiro

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Após uma leitora do Portal Preto no Branco alertar sobre o descarte irregular de óleo de cozinha na calçada da Rua do Paraíso, no bairro Santo Antônio, em Juazeiro, na Região Norte da Bahia, a Secretaria de Meio Ambiente (Sema) se manifestou.

Em nota enviada ao PNB, o órgão informou que “a equipe de fiscalização ambiental da Secretaria de Meio Ambiente (Sema) realizará uma vistoria no local. O objetivo dessas visitas é identificar os responsáveis pelos descartes irregulares, que são notificados e convocados a comparecer à secretaria para fornecer esclarecimentos. Dependendo das circunstâncias da ocorrência, poderão ser aplicadas multas previstas na legislação ambiental.”

Reclamação

Uma leitora do Portal Preto no Branco entrou em contato para relatar um problema que, segundo ela, é recorrente na Rua do Paraíso, no bairro Santo Antônio, em Juazeiro, Região Norte da Bahia. De acordo com a leitora, óleo de cozinha está sendo descartado de forma irregular na calçada, representando um risco para pedestres e comprometendo a higiene da via.

“Passando para denunciar esse descaso que acontece há bastante tempo nessa rua. Todos os dias passo por essa calçada a caminho do trabalho e sempre está nessa situação. Estão descartando óleo de cozinha na calçada. Além da falta de higiene e do impacto negativo na aparência da cidade, é um perigo! Já presenciei um idoso quase se acidentando porque deslizou na calçada. Uma falta de educação e conscientização sem tamanho. É preciso identificar os responsáveis e tomar as medidas cabíveis”, relatou a leitora.

 

Redação PNB

Secretaria de Educação de Juazeiro diz que identificou dívida de quase 3 milhões com o transporte escolar, deixada pela gestão passada, e se compromete a quitar débito

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Em comunicado divulgado nesta segunda-feira (10), data em que se iniciou o ano letivo na rede municipal de ensino de Juazeiro, na região Norte da Bahia, a Secretaria de Educação informou que atualmente possui uma dívida de quase 3 milhões de reais com a empresa MD Transportes, uma das responsáveis por prestar o serviço de transporte escolar no município. O débito no valor de R$ 2.986.684,79, seria referente ao mês de dezembro de 2024 e teria sido deixado pela gestão anterior.

A SEDUC informou que a dívida foi identificada durante a auditoria que vem sendo realizada nas contas da Prefeitura de Juazeiro. Ainda conforme o comunicado, a gestão anterior atestou a parcela, mas não deixou recurso em caixa para saldar a dívida.

A Seduc alegou ainda que “diante da situação de calamidade financeira em que a última gestão deixou o município de Juazeiro, com uma dívida de mais de R$ 30 milhões apenas na Secretaria de Educação, a Seduc encontra-se impossibilitada de quitar o débito de forma imediata, mas se compromete a negociar o pagamento da dívida com a empresa de transportes nesta segunda-feira (10)”.

A Secretaria reforçou, ainda, que apesar do débito, a programação escolar que teve início hoje está garantida, assim como o transporte para todos os estudantes que precisam do serviço para ter acesso à escola. A Seduc esclareceu também que a auditoria não identificou outras possíveis dívidas da pasta com os transportadores escolares, por não terem sido processadas e reconhecidas como despesas efetivas.
“Sendo assim, caso existam débitos ocultados pela gestão anterior, o município não pode efetuar o pagamento sem o devido processo legal para reconhecimento da dívida em conformidade com legislações, respeitando as previsões orçamentárias e financeiras do município”, acrescentou.

A Seduc reiterou que está aberta para responder qualquer dúvida da população ou dos trabalhadores, que podem solicitar esclarecimentos na Secretaria ou através da Ouvidoria do Município, por meio do telefone: (74) 98846-0016 ou do e-mail: ouvidoria@juazeiro.ba.gov.br.

Com informações da Ascom

Ansiedade generalizada avança 179% entre crianças e jovens na Bahia, em 10 anos

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Depressão, suicidio

A ansiedade generalizada cresceu 179% de 2014 para 2024 na população baiana de 10 a 14 anos de idade, conforme levantamento dos atendimentos do Sistema Único de Saúde (SUS). Quando o público observado são os jovens dos 15 aos 19 anos, o salto é de 2.733% de 2014 para 2024. As gêmeas Rebeca e Ruth Sales, de 19 anos, são exemplos que já tiveram crises por decorrência da patologia, foram acompanhadas por profissionais e até medicadas. O crescimento dos casos preocupa especialistas da área da psicologia.

A ansiedade generalizada cresceu 179% de 2014 para 2024 na população baiana de 10 a 14 anos de idade, conforme levantamento dos atendimentos do Sistema Único de Saúde (SUS). Quando o público observado são os jovens dos 15 aos 19 anos, o salto é de 2.733% de 2014 para 2024. As gêmeas Rebeca e Ruth Sales, de 19 anos, são exemplos que já tiveram crises por decorrência da patologia, foram acompanhadas por profissionais e até medicadas. O crescimento dos casos preocupa especialistas da área da psicologia.

O aumento das ocorrências não é uma exclusividade da Bahia. Na faixa etária de 10 a 14 anos, os casos no país passaram de 1.850 em 2014 para 24,3 mil em 2024, enquanto entre os jovens de 15 a 19, as ocorrências subiram de 1.534 para 53.514 no mesmo período, respectivamente um crescimento de 2.500% e 3.388%. O psicoterapeuta Iarodi Bezerra, que costuma acompanhar pacientes dessa faixa etária, aponta que o excesso de telas, a ausência dos pais e o estresse da corrida diária mesmo de crianças são algumas das causas desse fenômeno.

Cada vez mais presente na vida moderna, as telas assumem uma posição de destaque devido aos prejuízos que o uso exagerado causa na saúde mental, emocional e na qualidade de vida, segundo a psicóloga e conselheira do Conselho Regional de Psicologia da Bahia (CRP-03), Clausivanhe Mano. “Esse uso excessivo contribui pro aumento da ansiedade porque a criança e o adolescente ficam mais tempo isolados, pelo excesso de notificações, que aumenta a sensação de urgência e pelo excesso de estímulos e luminosidade que traz uma sobrecarga cerebral que a criança ou adolescente ainda não consegue lidar”.

Cada vez mais presente na vida moderna, as telas assumem uma posição de destaque devido aos prejuízos que o uso exagerado causa na saúde mental, emocional e na qualidade de vida, segundo a psicóloga e conselheira do Conselho Regional de Psicologia da Bahia (CRP-03), Clausivanhe Mano. “Esse uso excessivo contribui pro aumento da ansiedade porque a criança e o adolescente ficam mais tempo isolados, pelo excesso de notificações, que aumenta a sensação de urgência e pelo excesso de estímulos e luminosidade que traz uma sobrecarga cerebral que a criança ou adolescente ainda não consegue lidar”.

No caso de Rebeca, que é formada em tecnologia da informação e audiovisual, as redes sociais são um dos gatilhos causadores da ansiedade. “São muitos padrões nas redes sociais, muitas coisas, e bate um desespero de querer se encaixar naquilo”, comenta. Porém, é o medo do futuro que mais causa ansiedade na jovem, que hoje relata ficar menos ansiosa, mas que dos 16 aos 18 anos as ocorrências eram mais comuns.

Sinais

Os sinais começaram na pandemia com dores no peito, falta de ar, tremedeira e seguiram depois do momento pandêmico com o pânico de ficar em locais com muitas pessoas. Outros anseios surgiram com a proximidade do fim da escola. “Tinha medo do meu futuro, de quem eu seria, como conseguiria terminar a escola, a cobrança da profissão, o que fazer agora, salário, trabalho, me sentir atrasado”, conta.

Os sinais começaram na pandemia com dores no peito, falta de ar, tremedeira e seguiram depois do momento pandêmico com o pânico de ficar em locais com muitas pessoas. Outros anseios surgiram com a proximidade do fim da escola. “Tinha medo do meu futuro, de quem eu seria, como conseguiria terminar a escola, a cobrança da profissão, o que fazer agora, salário, trabalho, me sentir atrasado”, conta.

Com o benefício do emprego, Rebeca começou a fazer terapia e depois seguiu para o atendimento online e afirma que isso a ajudou bastante. A psicóloga Clausivanhe reforça que a procura de auxílio médico e psicológico é fundamental para esclarecer dúvidas sobre ansiedade e ter um acompanhamento adequado.

Isolamento, taquicardia, mãos suando, preocupação em excesso com algo ou alguma situação, queda no rendimento escolar, irritabilidade, perda na concentração, dificuldade no aprendizado e na socialização, surgimento de medos, desregulação do apetite, xixi na cama e roer unhas, são indícios de ansiedade que podem ser observados em crianças e adolescentes.

Medo da rejeição, do fracasso, da solidão, de não ser bom o suficiente são traços de medo excessivo que surgem nos comportamentos de crianças e adolescentes ansiosos. No caso de Ruth Sales, a ansiedade começou aos 10 anos e com o passar do tempo ela começou a fazer terapia e tomar remédios, o que foi importante para uma melhora no seu quadro. “A terapia gera um conhecimento de si próprio que me ajudou a entender o que sentis sobre vários tipos de situação ou sobre quando me sentia vulnerável, porque não tinha um certo conhecimento”, explica.

Medo da rejeição, do fracasso, da solidão, de não ser bom o suficiente são traços de medo excessivo que surgem nos comportamentos de crianças e adolescentes ansiosos. No caso de Ruth Sales, a ansiedade começou aos 10 anos e com o passar do tempo ela começou a fazer terapia e tomar remédios, o que foi importante para uma melhora no seu quadro. “A terapia gera um conhecimento de si próprio que me ajudou a entender o que sentis sobre vários tipos de situação ou sobre quando me sentia vulnerável, porque não tinha um certo conhecimento”, explica.

A psicóloga reforça que para além do auxílio especializado, é preciso neste momento incentivar hábitos saudáveis como a prática de esportes e brincadeiras. O psicoterapeuta Iarodi aponta que mudança na rotina, melhora no ambiente ao redor da criança e nas relações familiares são cuidados importantes para crianças que sofrem de ansiedade.

Em nota, a Secretaria Municipal da Saúde (SMS) de Salvador informou que oferece tratamento de questões relacionadas à saúde mental em geral, com uma equipe diversificada nos CAPS (Centros de Atenção Psicossocial) e ambulatórios de saúde mental. Para ter acesso a esse atendimento é preciso consultar clínico geral, que identifique a necessidade de suporte do paciente com relação a saúde mental.

 

 

 

A Tarde