Preto no Branco

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Mais de 1500 estudantes participam da maratona de provas do vestibular da Facape

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As provas aconteceram tranquilamente, com registro de 121 faltosos.

A Faculdade de Ciências Aplicadas e Sociais de Petrolina (Facape) realizou neste domingo (5) mais um vestibular. Mais de 1500 feras participaram da maratona de provas, concorrendo à vaga em um dos seis cursos: Administração, Direito, Serviço Social, Gestão da Tecnologia da Informação (GTI), Ciência da Computação e Ciências Contábeis. Os aprovados nesse processo iniciam as aulas no mês de agosto.

Ao todo, faltaram 121 candidatos dos 1791 inscritos. As provas aconteceram tranquilamente, sem filas, atrasos ou tumultos. Além das 50 questões objetivas das disciplinas de português, matemática, inglês ou espanhol, e conhecimentos gerais, os estudantes fizeram uma redação em que puderam escolher um dos temas: a esperança do brasileiro ou o risco da exposição nas redes sociais.

Os cursos mais concorridos foram Direito, Serviço Social e Ciências Contábeis. A previsão é que o resultado seja divulgado no dia 20 de junho. “Os candidatos devem ficar atentos ao calendário, observando prazos para interposição de recursos, matrícula e até solicitação de dispensa de disciplina”, ressaltou a presidente da Comissão de Vestibular da Facape, Ana Carla Pereira. Outras informações estão disponíveis no site www.facape.br ou pelo telefone: (87) 3866-3260.

ASCOM Facape

Câmara não terá expediente nesta segunda: Faleceu a mãe da Vereadora Suzana.

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O Presidente da Câmara de Vereadores de Juazeiro, Damião Medrado, ao tomar conhecimento do falecimento da mãe da Vereadora Suzana Ramos, determinou a suspensão do expediente e da sessão ordinária da Câmara de Vereadores nesta segunda-feira (06/06).

Nota de Pesar

Nossa amiga, companheira e colega de Câmara, Suzana Ramos, perdeu neste domingo sua mãe.

A Mesa Diretora da Câmara de Vereadores de Juazeiro, une-se a Vereadora Suzana neste momento, com o mesmo sentimento de pesar e dor.

Que Deus a conforte e dê a ela disposição para continuar a contribuir com Juazeiro.

Damião Medrado

Presidente

Após volta de Ricardo Melo, Dilma Rousseff será entrevistada pela TV Brasil

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A decisão do ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), que garantiu liminar ao jornalista Ricardo Melo para retornar ao comando da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), mexeu na grade da programação dos veículos da estatal.

De acordo com O Globo, a volta do comando de Melo garantiu que a presidente afastada Dilma Rousseff seja entrevistada na TV Brasil no próximo domingo (5/6). Ela retorna à capital federal neste sábado (4/6) após participar de evento em Porto Alegre (RS).

Melo tinha sido indicado por Dilma ao comando da EBC para um mandato de quatro anos. No entanto, assim que Michel Temer assumiu como interino, exonerou o jornalista, substituindo-o por Laerte Rimoli.

Sob a gestão Rimoli, a estatal passou por uma grande reestruturação, com a suspensão de sete contratos de jornalistas sob alegação de corte de gastos, mas que teriam sido provocados pelo posicionamento favorável à presidente afastada.

Entre os contratos rescindidos estão Paulo Markun, Sidney Rezende, Paulo Moreira Leite, Tereza Crunivel, Emir Sader, Luís Nassif, entre outros.

De acordo com a apuração de O Globo apurou, Nassif fará a entrevista com Dilma, marcando a sua volta à empresa.

Fonte: Portal Imprensa

Caminhão de cerveja tomba na Br 407 e saqueadores fazem a festa

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Por volta do meio dia, um caminhão com carga de cerveja tombou no contorno da Br 407 que fica próximo ao Batalhão de Polícia Militar, em Juazeiro/BA.
Segundo informações de pessoas que presenciaram o acidente, o motorista sofreu ferimentos leves e foi encaminhado para a UPA.
A ação dos saqueadores foi rápida e “produtiva”. Flagramos populares carregando caixas de cerveja para consumir e vender.
Cometendo um crime à luz do dia e com testemunhas. Saquear carga é crime e quem foi pego pode responder por furto.
Em alguns casos cabe fiança que pode ser de um a 100 salários mínimos. No caso de mais de uma pessoa unidas no furto não cabe fiança e o preso vai para a cadeia.
A polícia Rodoviária Federal, responsável pela BR, deu um giro pelo local, mas deixou o problema com a Polícia Militar de Juazeiro.

 

Ações afirmativas ao público LGBT em Juazeiro: “é preciso reconhecer para não retroceder”!

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Durante o mês de maio, quando se faz uma reflexão a cerca da diversidade, o município de Juazeiro, através da Gerência de Diversidade, da Secretaria de Desenvolvimento e Igualdade Social, realizou uma série de atividades com o objetivo de criar espaços na sociedade que desconstruam preconceitos e combatam à homofobia, lesbofobia, bifobia, transfobia, sensibilizando a sociedade para a necessidade de enfrentar este estigma e superar a discriminação, filha da ignorância. Uma mostra do trabalho que vem sendo realizado durante todo ano, desde que foi criado um setor especial para assistir a este público.

A culminância do “Maio da Diversidade” em Juazeiro, aconteceu durante toda esta sexta-feira (3), no Centro Integrado de Desenvolvimento Social, mais conhecido como Casa do Bolsa Família, com o cadastramento do público LGBT ao CADÚnico.

Através deste cadastro o público LGBT passará a ter a garantia e a oportunidade de participar dos benefícios sociais implantados no Governo da Presidenta Dilma Roussef, oferecidas no município.

Para Anderson Motta, Supervisor do Núcleo LGBT, da Sedis, é urgente a necessidade de enfrentar e combater todas as formas de preconceito, violência e exclusão nos diversos espaços sociais ” Não é exagero reconhecer o empenho desta gestão no enfrentamento ao preconceito cruel sofrido pelo público LGBT. Através de diversas ações afirmativas estamos abrindo espaços e sensibilizando a sociedade a um olhar mais humano e de respeito. Com esta ação do CADÚnico, os LGBTs terão acesso aos programas sociais como o Bolsa Família, MCMV e tarifa social na energia elétrica. Temos muito o que caminhar, mas já avançamos muito e a passos largos. É preciso reconhecer para não retroceder” afirmou Anderson Motta.

A Secretária Lindsai Amaral (Sedis) afirma que a partir do momento em que a população LGBT é incentivada a fazer seu cadastro e mantê-lo atualizado, as oportunidades de trabalho e renda aumentam. “Com a abertura da Agenda da Diversidade no CIDS esperamos servir de exemplo para outros setores públicos e privados” , diz Lindsai.

E o que mais conta é a declaração de Simone de Amorim, que fez seu cadastro e ganhou auto estima, esperança “Eu vejo isso como algo muito especial. É uma sensação de que a gente é valorizada, sabe? Já estamos pleitando a abertura de uma turma na escola de confecções, para a nossa qualificação profissional e oportunidade de emprego e renda”, afirmou Simone.

Presidente da Fundação Hemope ressalta a importância da parceria com a UPAE/IMIP Petrolina

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A presidente da Fundação de Hematologia e Hemoterapia de Pernambuco (Hemope), Yêda Maia, reconheceu recentemente, em entrevista para a publicação “Hemope Notícias”, a importância da parceria com a Unidade de Pronto Atendimento e Atenção Especializada de Petrolina (UPAE/IMIP), com vistas a dar início à descentralização do atendimento hematológico no estado.

A pactuação foi feita em abril, quando a unidade de saúde recebeu a equipe da Fundação Hemope. A proposta de tornar a UPAE/IMIP referência para o serviço no interior do estado atende ao projeto de descentralização do atendimento hematológico, que em Petrolina será feito com o apoio da VIII Gerência Regional de Saúde / IV Macrorregional. A concretização da iniciativa está prevista para esse segundo semestre e, em 2017, o município de Caruru será incluído no processo.

Ainda de acordo com a publicação, Yêda Maia considerou a viagem a Petrolina gratificante, principalmente por permitir um diagnóstico amplo da assistência hemoterápica. “Percebemos que o serviço não está restrito apenas às unidades do Hemope, mas inclui outros elementos da assistência, em especial, alguns dos hospitais da região”, pontuou. A presidente também destacou a receptividade das gestoras da UPAE e VIII Geres, afirmando que “as profissionais ofereceram um apoio excepcional e excelente acolhida, em especial Aline Jerônimo e Magnilde Alves”.

Pactuação

“Estamos buscando cumprir a determinação do Sistema Único de Saúde [SUS], através da oferta ao paciente de um tratamento mais próximo da sua casa. Como suporte, temos o privilégio de ter um hematologista na UPAE/IMIP, que é uma das especialidades médicas mais escassas do mundo. Somos todos Secretaria Estadual de Saúde e queremos que o paciente se sinta seguro para fazer seu tratamento também em Petrolina, e não só no Recife”, afirmou Yêda Maia durante a visita feita em abril.

Vale ressaltar que o acompanhamento será para os pacientes com doenças benignas do sangue, os oncológicos serão encaminhados à APAMI. A marcação das consultas ambulatoriais com o hematologista acontecerá via VIII Geres.

Confira a publicação na íntegra: http://www.hemope.pe.gov.br/download/HN2302.pdf

ASCOM – UPAE Petrolina

Seminário em Defesa do São Francisco discute melhorias socioambientais para a região

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Nesta sexta-feira, 03, a Secretaria de Meio Ambiente e Ordem Pública realizou um dia de ações voltadas à Educação Ambiental e em Defesa do São Francisco. O encontro teve inicio as 08h no Museu Regional do São Francisco, onde membros do Conselho Municipal de Meio Ambiente e população fizeram uma visitação à Exposição fotográfica sobre o Rio São Francisco.

Logo em seguida a equipe se dirigiu para o auditório do Campus da UNEB e lá se reuniu com a Marinha, membros da OAB, representantes de Comunidades indígenas e demais ativistas ambientais, em especial com a situação do Rio São Francisco.

O encontro que teve como tema “Somos Todos Ribeirinhos Defensores do São Francisco, Cuidar é da Nossa Natureza”, discutiu temas para curto, médio e longo prazos, uma vez que o trabalho de preservação é continuo. “O interessante neste encontro é a integração dos diversos órgãos com a questão da gestão ambiental, onde cada instituição tem a sua legislação, mas é preciso haver uma maior interação entre os mesmos. Não adianta nada só falarmos que o rio está morrendo, mas realizarmos ações conjuntas”, pontuou Rafael Sanctos, Capitão Tenente da Marinha e Comandante da Agência Fluvial de Águas em Juazeiro.

Assuntos que englobam desde a importância da água para a vida humana até os cuidados que cada pessoa deve ter com o espaço onde mora e como se comportar no Mundo, foram debatidos no intuito de melhorar a vida da coletividade. “Essa iniciativa foi muito importante, a sociedade e as instituições precisam se organizar e acompanhar mais de perto as ações do Comitê e dar sua contribuição para que o trabalho aconteça aqui na Bacia do São Francisco”, explicou Uilton Tuxá, Cacique da comunidade indígena de Rodelas.

O evento é uma realização de discussões diárias na Secretaria e o encontro serviu para reunir idéias e buscar melhorias para o Meio Ambiente. “Foi um momento de reunir a sociedade para discutir ações para o Rio São Francisco e para a caatinga para assim discutirmos o plano de ação do Comitê para que em breve possa resultar em algo de grande importância para fortalecer o meio ambiente não só no município como de toda a região”, descreveu Agenor Souza, Secretário da Semaop.

ASCOM – Semaop – Prefeitura de Juazeiro

Morre Muhammad Ali, lenda do boxe e ícone do século XX

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Morre Muhammad Ali

Muhammad Ali, um dos maiores atletas do século XX, um homem que se reinventou várias vezes e foi o espelho dos traumas e conflitos dos Estados Unidos de sua época, morreu nesta sexta-feira em um hospital em Phoenix (Arizona), aos 74 anos, devido a complicações respiratórias após ter sido internado na quinta-feira. O pugilista lutava há 32 anos contra o mal de Parkinson, um distúrbio do sistema nervoso que afeta os movimentos.

Com a morte de Ali, não só desaparece um dos três ou quatro símbolos do panteão do esporte norte-americano, três vezes campeão mundial dos pesos-pesados e campeão olímpico aos 18 anos: também desaparece um ícone deste país, uma dessas figuras que explicam o que significa ser norte-americano, um homem polêmico cuja trajetória, desde os conflitos sociais dos anos sessenta até a chegada de um afro-americano à Casa Branca em 2009, define a história recente dos EUA.

Apesar da deterioração de sua saúde, até o final não deixou de participar do debate público. Em dezembro, depois que o candidato republicano à Casa Branca, Donald Trump, anunciou seu plano de barrar a entrada de muçulmanos nos Estados Unidos, Ali disse: “Nós, como muçulmanos, devemos enfrentar aqueles que querem usar o islã para impor a sua agenda pessoal”.

Ali, cujo nome de batismo é Cassius Clay, nasceu em Louisville (Kentucky) em 1942. Sofreu as humilhações da segregação racial, mas sempre proclamou sua identidade com orgulho. Um atleta loquaz que exibia seu ego sem modéstia: “Sou o melhor! Sou o melhor! Sou o rei do mundo”, disse quando ganhou o campeonato mundial contra Sonny Liston. Um ativista que tinha mais a ver com o estilo desafiador de Malcolm X do que com o ecumenismo de Martin Luther King na defesa dos direitos civis dos negros. Um herói esportivo que se converteu a uma religião estranha para a maioria dos norte-americanos. Descendente de escravos anônimos, escolheu ele mesmo seu nome e religião: influenciado pelos ensinamentos do grupo religioso Nação do Islã, adotou o nome de Muhammad Ali. “Não quero ser o que vocês querem que eu seja”, disse.

Sua oposição à Guerra do Vietnã não foi apenas retórica: devido à sua recusa ao recrutamento obrigatório, foi condenado a cinco anos de prisão e perdeu o direito de boxear. “O cong [Vietcong, os vietnamitas que lutavam contra os Estados Unidos na guerra] não me chamam ‘nigger’”, disse. Nigger é a palavra mais pejorativa usada para se referir aos afro-americanos nos EUA.

Metade dos EUA o detestava; meio mundo o adorava. “Nos próximos meses, não há dúvida de que os homens que governam em Washington tentarão prejudicá-lo de todas as maneiras, mas tenho certeza que você sabe que tem falado em nome de seu povo e dos oprimidos de todo o mundo, em um corajoso desafio ao poder americano”, escreveu o filósofo Bertrand Russell. O Supremo Tribunal lhe deu razão em 1971, como objetor de consciência ao serviço militar, e conseguiu voltar ao ringue, onde participou e venceu duas lutas extravagantes e lendárias: o Rugido da Selva no Zaire (atual República Democrática do Congo), em 1974, contra George Foreman; e, no ano seguinte, em Manila (o combate conhecido comoThrilla in Manila) contra Joe Frazier.

Aposentou-se no início dos anos oitenta e logo depois foi diagnosticado com Parkinson. Iniciou sua etapa dedicada a causas humanitárias. Ao longo dos anos, o polarizador se tornou uma figura de consenso, celebrada por brancos e negros, de direita e de esquerda. George W. Bush o condecorou.

“Quem poderia ter previsto, no final dos anos sessenta, quando Muhammad Ali era difamado pela imprensa esportiva e pela maioria da América branca como um racista negro, um agitador falastrão, que se tornaria a escolha óbvia para acender a tocha nos Jogos Olímpicos de Atlanta de 1996, como um símbolo da compreensão, da paz e do amor internacional?”, escreveu em 1998 o escritor Budd Schulberg, autor do romance sobre boxe The Harder They Fall, que inspirou o filme A Trágica Farsa, estrelado por Humphrey Bogart.

Quando iniciava sua carreira política, em seu escritório eleitoral em Chicago, Barack Obama tinha uma fotografia de Muhammad Ali em uma luta contra Sonny Liston. Não era por acaso. “Muhammad Ali representa algo mais do que o boxe. Tinha um sentido político, o sentido de um orgulho afro-americano que se reafirma”, disse David Remnick em uma entrevista há alguns anos ao EL PAÍS, autor de uma das melhores biografias de Ali e Obama.

Como Obama, que cresceu em uma família branca e assumiu sua identidade negra quando adulto, Ali também procurou e encontrou sua identidade. “Cassius Clay não queria ser Cassius Clay. Não queria ser um lutador obediente e tradicional da era da segregação”, disse Remnick. “Queria ser algo diferente. Escolheu a Nação do Islã, escolheu outro nome, escolheu ideias políticas que, para ser honesto, ele pouco entendia”.

Ali, como Obama, foi uma figura essencialmente americana: um ícone negro em um país ainda assolado pelo racismo, um homem que criou sua identidade, um homem livre.

Fonte: El País