É muito curto o que vou dizer.
Reconheço e valorizo todo e qualquer tipo de campanha do bem, que motive a solidariedade, a fraternidade.
Aplaudo e participo de iniciativas assim.
Mas me causou perplexidade a campanha que pede o valor de mil reais (R$ 1.000) para que nosso João Ferreira, cidadão juazeirense dos mais queridos, possa fazer um procedimento cirúrgico, que me parece simples.
Ele, como eu e milhares de brasileiros e juazeirenses, usuários do SUS – Sistema Único de Saúde, temos o DIREITO à saúde. O município tem o DEVER de oferecer este serviço.
Que procedimento de tão baixo custo é este que somente é feito no hospital Unimed?
Não sei qual o procedimento, mas pelo valor percebe-se que não é algo de alta complexidade.
E mesmo que fosse. Se o município não oferece o serviço, é obrigado a custeá-lo e garantir o tratamento do paciente no serviço particular. Dentro ou fora do município.
Já que a rede pública não disponibiliza o procedimento, que ele seja garantido a João e aos demais usuários do SUS que aguardam por algum tipo de exame, medicamento ou cirurgia, há meses e até anos. Conheço alguns casos semelhantes. Atendê-los não seria um favor, uma caridade, mas um DIREITO, repito!
Ainda bem que João tem amigos como Mauriçola e tantos outros que se sensibilizam e lançam campanhas para ajudá-lo.
E quem não tem, como fica?
O compositor já havia afirmado que o dinheiro arrecadado na primeira campanha pagou os exames de tomografia e ultrassom. A rede pública também não disponibiliza esses exames?
A atitude é louvável, caridosa, mas a campanha acaba também dando um diagnóstico da saúde no município de Juazeiro, que não difere de outros tantos municípios brasileiros.
Eu, como usuária do SUS, sem nenhum plano de saúde particular, fico morrendo de medo de precisar de uma cirurgia de mil reais, de mais reais.
Atender a João é urgente!
É urgente prestar atendimento a tantos outros na mesma situação.
Como é urgente salvar a SAÚDE pública!
Há aí o “perículum in móra, digo, o perigo da demora.
A cantora, compositora e atriz Hanna atingiu o sucesso de crítica e público após as apresentações do show mais elogiado neste ano no Rio de Janeiro, além de ter o CD “O Amor é Bossa Nova – Uma homenagem a João Gilberto” indicado na categoria de Melhor Álbum pelo Prêmio da Música Brasileira.
Quis o destino que a primeira apresentação de Hanna na Bahia acontecesse justamente na cidade natal do seu mestre e ídolo João Gilberto. Convidada pela Prefeitura de Juazeiro para se apresentar no evento em homenagem aos 85 anos do mundialmente aclamado artista, a intérprete carioca não escondeu a emoção.
“Este será um momento ímpar para a minha carreira, sem dúvida alguma. Há muito tempo esperava realizar este sonho de cantar na cidade onde nasceu o grande gênio criador da Bossa Nova, o querido João. Este lugar inspirador de onde brotam tantos talentos musicais”.
Hanna interpretará clássicos da Bossa Nova eternizados em todo o mundo pelo mestre João Gilberto com um toque sensual e aveludado de sua voz que passeia com brilhantismo por cada canção, a exemplo de “Pra que discutir com madame”, “Desafinado”, “Garota de Ipanema”, “Chega de Saudade”, “Você e eu”, “Ela é carioca”, “Meditação”, “Este seu olhar”, “O amor em paz”, “Saudade fez um samba”, “O Pato”, “Menino do Rio”, “Wave”, “Bahia com H”, “Inútil paisagem”, “Dindi”, “Por causa de você”, “Nem eu”, dentre outros sucessos.
Hanna que já brilhou nos palcos do mundo levando a nossa Bossa Nova em ritmo de jazz com apresentações em Paris, Grécia, Suíça, Itália e Marrocos, após cantar em Juazeiro partirá para outra turnê internacional, desta vez nos palco de Nova Iorque, Paris e Japão.
“Soube que o cenário do show em Juazeiro é lindo, ao lado da escultura de João e às margens do Velho Chico. Será uma noite maravilhosa e de boas energias, afinal o amor é Bossa Nova e vamos juntos cantar esse belo sentimento em homenagem a tão ilustre baiano e juazeirense”, disse Hanna.
A Secretaria de Meio Ambiente e Ordem Pública (SEMAOP) realizou nesta quinta-feira, 09, a retirada de demarcações em área pública em frente ao Residencial São Francisco e no Bairro Sol Levante próximo a BA 210. A ação contou com o apoio da Secretaria de Serviços Públicos (SESP) e da Companhia de Segurança Trânsito e Transportes (CSTT).
Foi constatado pelos Fiscais de Postura que os espaços estavam completamente separados em lotes e com demarcações em cercas de madeira, arames e espaços já com alicerces. Após constatação, a SEMAOP pediu apoio a SESP com as máquinas para realizar o trabalho e também auxilio da Guarda Municipal para garantir a segurança no local.
Segundo o Secretário da pasta as fiscalizações serão intensificadas a cada dia. “Recebemos várias denúncias informando que pessoas se apropriam de espaços públicos, demarcando e até loteando territórios. Informamos que estamos ostensivamente combatendo essas ações e vamos intensificar ainda mais”, pontuou Agenor Souza.
A população que deseja reclamar ou fazer denúncias pode ligar para o telefone (74) 3613- 3055 ou 3612-3574 ou comparecer na sede da SEMAOP, na Rua Oscar Ribeiro e terá o nome mantido em sigilo.
MPF diz que Cláudia Cruz tinha consciência dos crimes que praticava. Defesa de Cláudia Cruz vai se manifestar após a análise da denúncia.
O juiz federal Sérgio Moro aceitou denúncia nesta quinta-feira (9) contra Cláudia Cordeiro Cruz, mulher do presidente afastado da Câmara Eduardo Cunha, o empresário português Idalécio de Castro Rodrigues de Oliveira, o lobista João Augusto Rezende Henriques, e o ex-diretor da área Internacional da Petrobras Jorge Luiz Zelada em um processo oriundo da Operação Lava Jato. Com isso, eles se tornam réus no processo.
De acordo com as investigações, Cláudia Cruz se favoreceu, por meio de contas na Suíça, de parte de valores de uma propina de cerca de US$ 1,5 milhão recebida pelo marido.
Em nota à imprensa, o deputado Eduardo Cunha afirma que as contas de Cláudia no exterior estavam “dentro das normas da legislação brasileira”, que foram declaradas às autoridades e que não foram abastecidas por recursos ilícitos.
A defesa de Zelada informou que ainda não conhece o teor das acusações. O advogado de Cláudia não se manifestou até a última atualização desta reportagem. O G1 ainda tenta contato com as defesas de Henriques e Oliveira.
Veja os crimes pelos quais os acusados viraram réus:
Cláudia Cordeiro Cruz – lavagem de dinheiro e evasão de divisas; Idalécio de Castro Rodrigues de Oliveira – corrupção ativa e lavagem de dinheiro; Jorge Luiz Zelada – corrupção passiva; João Henriques – lavagem de dinheiro, evasão de divisas e corrupção passiva.
Ex diretor Jorge Luiz Zelada é um dos réus da ação (Foto: Paulo Lisboa/Brazil Photo Press/Estadão Conteúdo)
Segundo o Ministério Público Federal (MPF), Cláudia tinha plena consciência dos crimes que praticava e é a única controladora da conta em nome da offshore Köpek, na Suíça, por meio da qual pagou despesas de cartão de crédito no exterior em um montante superior a US$ 1 milhão num prazo de sete anos, entre 2008 e 2014.
As investigações apontam que o valor é totalmente incompatível com os salários e o patrimônio lícito de seu marido.
Os recursos na conta de Cláudia Cruz foram utilizados, por exemplo, para pagar compras de luxo feitas com cartões de crédito no exterior de artigos de grife como bolsas, sapatos e roupas, ainda conforme o MPF.
“Quase a totalidade do dinheiro depositado na Köpek (99,7%) teve origem nas contas Triumph SP (US$ 1.050.000,00), Netherton (US$ 165 mil) e Orion SP (US$ 60 mil), todas pertencentes a Eduardo Cunha”, afirma o MPF.
As contas de Cunha escondidas no exterior, ainda de acordo com o MPF, eram utilizadas para receber e movimentar propinas, que eram produtos de crimes contra a administração pública praticados por ele.
João Rezende Henriques também se tornou réu na ação penal (Foto: Rodrigo Félix Leal/ Futura Press/ Estadão Conteudo )
As investigações apontam que “por meio da mesma conta Köpek a acusada também se favoreceu de parte de valores de uma propina de cerca de US$ 1,5 milhão que seu marido recebeu para ‘viabilizar’ a aquisição, pela Petrobras, de 50% do bloco 4 de um campo de exploração de petróleo na costa do Benin, na África, em 2011″.
No despacho, o Moro afirma que Cláudia pode ter agido com dolo ou cegueira deliberada.
“(…) a própria ocultação desses valores em conta secreta no exterior, por ela também não declarada, a aparente inconsistência dos gastos efetuados a partir da conta com os rendimentos lícitos do casal, aliada ao afirmado desinteresse dela em indagar a origem dos recursos, autorizam, pelo menos nessa fase preliminar de recebimento da denúncia, o reconhecimento de possível agir com dolo eventual ou com cegueira deliberada (…)”, afirma Moro.
Na mesma decisão, Moro também expediu um novo mandado de prisão preventiva contra João Henriques, que já está detido no Complexo Médico-Penal em Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba.
Ele já tinha sido condenado por crime de corrupção passiva, com pena de seis anos e oito meses de reclusão, em regime inicial fechado.
O juiz federal também determinou que o MPF se manifeste sobre a filha de Cunha, Danielle Dyitz Cunha. O nome dela foi citado na denúncia do STF, mas não apareceu na denúncia do MPF.
Parte da denúncia contra Cláudia Cruz e os outros três é baseada, segundo o MPF, na transferência do processo relacionado a Eduardo Cunha feita pela Suíça à Procuradoria Geral da República, em setembro de 2015.
Eduardo Cunha foi denunciado pela Procuradoria-Geral República pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Como na denúncia havia investigados sem foro por prerrogativa de função, ocorreu o desmembramento da investigação autorizado pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
Denúncia contra Cunha e família
Em março deste ano, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, apresentou ao STF uma denúncia contra Eduardo Cunha, relacionada às contas secretas atribuídas a ele na Suíça.
A acusação é baseada em investigação aberta em outubro do ano passado sobre o deputado, sua mulher, Cláudia Cruz, e de uma de suas filhas, Danielle Cunha. O inquérito apontava indícios de que o deputado teria cometido evasão de divisas, corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
Segundo a Procuradoria, Cunha recebeu pelo menos US$ 1,31 milhão – R$ 5,2 milhões – em uma conta na Suíça. O dinheiro, segundo a Suíça, foi recebido como propina pela viabilização da aquisição, pela Petrobras, de um campo de petróleo em Benin, na África.
A PGR pede a devolução de valores e reparação de danos materiais e morais no valor de duas vezes a propina – R$ 10,5 milhões.
A denúncia no Supremo foi feita apenas contra o deputado, já que a PGR entende que Cláudia e Danielle, por não serem parlamentares, devem responder às investigações na primeira instância da Justiça Federal no Paraná.
O STF ainda não aceitou esta denúncia contra Cunha, portanto, ele não é réu.
O que as defesas dizem
A defesa de Cláudia Cruz que vai se manifestar após a análise da denúncia. Já a defesa de Jorge Zelada informou que ainda desconhece o teor das acusações e, assim que possível, apresentará os argumentos para refutá-las. O G1 ainda tenta contato com as defesas de Henriques e Oliveira.
Leia abaixo a nota enviada por Eduardo Cunhada à imprensa:
“Trata-se de processo desmembrado do inquérito 4146 do STF, em que foi apresentada a denúncia, pelo Procurador Geral da República, ainda não apreciada pelo Supremo.
Foi oferecida a denúncia a denúncia ao Juízo de 1º Grau, em que o rito é diferenciado, com recebimento preliminar de denúncia, abertura de prazo para defesa em dez dias e posterior decisão sobre a manutenção ou não do seu recebimento.
O desmembramento da denúncia foi alvo de recursos e Reclamação ainda não julgados pelo STF que, se providos, farão retornar esse processo ao STF.
Independentemente do aguardo do julgamento do STF, será oferecida a defesa após a notificação, com a certeza de que os argumentos da defesa serão acolhidos.
Minha esposa possuía conta no exterior dentro das normas da legislação brasileira, declarada às autoridades competentes no momento obrigatório, e a origem dos recursos nela depositados em nada tem a ver com quaisquer recursos ilícitos ou recebimento de vantagem indevida”
Quem de Juazeiro-BA não conhece ou já ouviu falar em João Martins(João Doido- João Galileu)? Uma figura ilustre, carismática, querido por todos, e que pode ser considerado um “patrimônio histórico” da cidade.
Nos últimos messes, o folclórico juazeirense vem passando por problemas de saúde e conta com a ajuda dos amigos e conhecidos. Em abril desse ano, o movimento Música Solidária promoveu um evento que levantou fundos que foram destinados para a realização de exames e medicamentos fundamentais para tratamento de João. “foi muito positivo, conseguimos remédios, exames, colchão, ventilador, roupas, alimentos e dinheiro, João fez “tomografia” “ultrassom”.” disse o músico e juazeirense, Mauricio Dias Cordeiro, Mauriçola,um dos organizadores do evento.
Mas agora, João precisa mais uma vez da ajuda de todos. Ele esta precisando fazer urgentemente um procedimento cirúrgico que só é possível no hospital “Unimed” em Juazeiro e custa R$1.000,00. ” Não dá tempo organizar outro evento, então vamos direto ajudar..Basta ligar para sua irmã mais velha(que cuida e sempre cuidou dele) Raimunda, o número é 74-98802-0502 ou ir na rua das flores, 836, no bairro Coréia. Todo mundo sabe por ali onde João mora.” pede Mauriçola.
João vai completar 74 anos e precisa da solidariedade de todos. Sobre o estado dele, Mauriçola informou que ” Ele esta bem melhor, não esta mais com inchaço” e dores, mas este procedimento é urgente. “.
O II Encontro Nacional dos Advogados do Sertão, vai nós próximos dias 30 de Junho e 01 de Julho, Complexo Multieventos – Universidade Federal do Vale de São Francisco – UNIVASF, localizado em Juazeiro-BA.
O evento está sendo organizado pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), com o apoio do Conselho Federal da OAB, Conselho seccional da OAB/BA, Subseção de Juazeiro-BA, Conselho seccional da OAB/PE, Subseção de Petrolina-PE.
De acordo com os organizadores o II encontro tem o intuito de dispensar atenção especial aos advogados atuantes no sertão brasileiro. “Há uma necessidade manifesta de se olhar para o advogado do sertão, que ocupa grande parte do território brasileiro. Ele vive sob peculiaridades históricas e aspectos diferenciados, muitas vezes com grandes adversidades.”
A primeira edição do evento aconteceu em Juazeiro do Norte, “reuniu um público muito expressivo em Juazeiro do Norte (CE) e contou com uma programação riquíssima”. acrescentou a organização.
Vítima do estupro em Pajeú chega à Gerência de Polícia do Interior para prestar depoimento (Foto: Beto Marques/G1)
Vítima do estupro em Pajeú chega à Gerência de Polícia do Interior para prestar depoimento (Foto: Beto Marques/G1)
Uma garota de 14 anos foi vítima de um estupro coletivo na cidade de Pajeú do Piauí, De acordo com a polícia, quatro pessoas são suspeitas de participação no crime, entre elas, três adolescentes. O crime ocorreu na noite dessa terça-feira (7) em um ginásio poliesportivo e, segundo a polícia, a menina foi encontrada desacordada pela mãe em um dos banheiros do local, que ainda chegou a flagrar o ato criminoso.
De acordo com o delegado Willame Morais, gerente de policiamento do interior, a menina relatou que conhecia um dos suspeitos e já teria tido um relacionamento com ele. Ainda conforme o delegado, um dos rapazes ofereceu coca-cola à garota e ela disse não lembrar do que aconteceu após tomar o refrigerante. Em depoimento à polícia, os suspeitos falaram que ofereceram bebida alcoólica e que o ato sexual teria sido consentido.
“Nós temos aí uma garota de 14 anos, possivelmente sob efeito de bebida alcoólica ou outra substância, fatos que por si só já caracterizam o estupro”, falou o delegado.
Menina foi violentada em ginásio poliesportivo (Foto: Erivaldo Paraguai/Arquivo Pessoal)
Segundo a Polícia Civil, a mãe da vítima a encontrou a filha de 14 anos no chão banheiro desacordada e acompanhada de quatro jovens, todos sem roupa. O maior foi preso e os três adolescentes foram apreendidos em flagrante.
Ainda na noite de terça-feira a menina foi encaminhada para Teresina para ser submetida a exames e na manhã de ontem quarta-feira (8) recebeu atendimento no Serviço de Atenção a Mulheres Vítimas de Violência Sexual (Sanvis) na Maternidade Dona Evangelina Rosa.
Para o promotor de Justiça Márcio Carcará, o testemunho da mãe da vítima de estupro coletivo, ocorrido em Pajeú do Piauí, e o laudo do exame de corpo de delito comprovam que houve de fato o crime. Baseado nessas provas, o Ministério Público pediu a prisão preventiva do maior preso pelo estupro e a internação dos outros três adolescentes suspeitos no Centro Educacional de Internação Provisória (CEIP), em Teresina.
“A priori, o exame de corpo de delito é bastante robusto quanto à indicação de que houve relação sexual recente. Eles confessam parcialmente, admitem que houve algum contato sexual, mas utilizam argumentos para afastar a responsabilidade pelo caso. O que na nossa visão não se sustenta porque o exame e o testemunho são mais do que robustos para representar pela internação dos adolescentes e pedir a prisão do maior”, afirmou o promotor.
O promotor de Justiça Márcio Carcará afirma que em depoimento, os jovens apresentaram versão conflitantes e afirmaram que o contato sexual que existiu foi consensual. “Eles dizem que estavam no ginásio e começam a beber. Os argumentos são contraditórios, não batem. Tentam descredibilizar a versão da vítima, mas o laudo do exame do corpo de delito assevera o que de fato aconteceu”, disse Carcará.
Em entrevista para a TV Clube, afiliada Globo do Piauí, a mãe da vítima, que pediu para não ser identificada, contou como encontrou a filha e que ainda tentou evitar a fuga dos suspeitos . “Eu escutei um gemido no banheiro. Quando eu entrei, eu bati na porta do banheiro e vi os quatro caras pelados. Todos pelados e ela já deitada no chão sem roupas, desmaiada. Aí eu fechei a porta do banheiro e pedi socorro pro guarda que estava no outro lado, só que eu não tive força para ‘sustentar’ a porta. Eles arrombaram, bateram na porta e saíram correndo, todos pelados. Mãe nenhuma aguenta isso que estou passando”.
A menina, que também participou da entrevista, contou que tomou um refrigerante oferecido pelos suspeitos e depois disso só lembrar que acordou no hospital. “Disseram para mim que era uma coca (refrigerante) e eu disse ‘não, não quero tomar’, insistiram até que uma hora eu tomei e depois de dois copos eu já não lembro o que aconteceu. Foi a hora que eu me apaguei. Só fui lembrar o que estava acontecendo quando eu estava no hospital”, afirmou a vítima.
Os advogados dos adolescentes suspeitos, Osorio Filho e Paulo de Tarso, afirmaram que vários pontos mostrados na investigação mostram que não houve participação dos jovens no crime. Segundo os advogados, a vítima não reconhece os quatro adolescentes como sendo seus agressores.
Um outro estupro coletivo ocorrido em Castelo do Piauí, Norte do estado, chocou o país pelos requintes de crueldade praticados contra quatro amigas que saíram para fotografar em um ponto turístico da cidade. O crime aconteceu no dia 27 de maio do ano passado.
Quatro menores e mais um adulto, identificado como Adão José da Silva Sousa, foram apontados pelo Ministério Público Estadual e pela polícia como autores da série de atrocidades cometidas contra quatro garotas que foram estupradas, agredidas e arremessadas do alto de um penhasco de cerca de 10 metros de altura. Uma delas, Daniely Rodrigues, não resistiu aos graves ferimentos e morreu após 10 dias internada na UTI do Hospital de Urgência de Teresina (HUT).
Na semana passada, o Tribunal de Justiça do Piauí não aceitou a tese de que os três adolescentes condenados pelo estupro coletivo de Castelo do Piauí não tiveram participação no crime e foram obrigados admitir culpa. O recurso da Defensoria Pública, julgado nesta sexta-feira (3), pedia a absolvição dos jovens por falta de provas, mas o argumento não foi aceito pelo pleno do TJ, que decidiu pela manutenção da medida sócio educativa. O quatro adolescente envolvido, foi espancado até a morte dentro do alojamento do Centro Educacional Masculino (CEM) quando já cumpria medida socioeducativa.
De acordo com informações do 5º Batalhão da Polícia Militar, ontem (8) por volta das 20h30, três assaltantes arrombam caixa eletrônico da Galeria Eco Center no centro de Petrolina-PE.
A equipe da Central de Operações a GT K-9, do 5º BPM, foi acionada e se deslocou para o local para averiguar a denúncia que tinha recebido. Os policiais informaram que ao chegarem na galeria, os entraram em contato com o vigilante, testemunha I que informou que estava de serviço e chegaram 03 ( três) homens com suposta autorização de obra.
Ainda de acordo com o 5ºBPM, o vigilante afirmou que a entrada de funcionários para reforma a noite é normal, por isso não desconfiou da entrada dos malfeitores. Em torno de 20h30, os mesmos homens renderam o vigilante e iniciaram o roubo armados. Os assaltantes utilizando um maçarico e outras ferramentas para arrobar 01 (um) caixa eletrônico do Banco do Brasil.
O vigilante contou ainda que em torno das 23h45, outros dias vigilantes (Testemunhas II e III) chegaram e bateram na porta, assustando os assaltantes, os quais decidiram logo saírem do local levando uma quantia em dinheiro de valor não informado e ainda ameaçaram o vigilante que estava rendido. O mesmo somente conseguiu pedir ajuda, por volta de 01h00 da madrugada desta quinta-feira (09/06), entrando em contato com o Centro de Vigilantes que de imediato empenharam os vigilantes ( Testemunha II e III).
Momentos depois depois ligaram para a Central de Operações do 5º BPM que enviou a supracitada equipe policial e algumas guarnições de apoio. A GT K-9 e ao chegar no local não conseguiram contato imediato, porém depois de um tempo os vigilantes abriram a porta para a equipe policial adentrar ao local.
A equipe policial chegou no local do crime por volta de 01h35 desta quinta-feira (09/06) e juntamente com os vigilantes fizeram uma varredura no local, conferindo e colhendo os materiais do crime que foi encaminhado a Delegacia de Plantão, dentre eles a importância de R$ 9.900,00 ( Nove Mil e Novecentos Reais).
Todos os materiais apreendidos foram os seguintes:
04 (quatro) cilindros de gás;
03 (três) mangueiras;
01 (um) maçarico;
03 (três) alicates;
02 (dois) encaixes para mangueira;
01 (uma) lanterna de cano;
04 ( quatro) canos de ferro;
02 (duas) lixadeiras da marca BOSCH Profissional;
04 (quatro) mochilas;
03 (três) óculos de proteção.
O 5ºBPM informou que todos os materiais apreendidos, juntamente com as testemunhas, foram encaminhados à 1ª DPC, onde foram apresentados e entregues a Autoridade Policial a fim de serem tomadas as devidas providências legais.
Acidente aconteceu entre as cidades de Mogi das Cruzes e Bertioga. Jovens mortos voltavam da universidade.
Um ônibus da Companhia União Litoral, com pelo menos 46 pessoas a bordo, capotou por volta das 23h desta quarta-feira, na Rodovia Mogi-Bertioga, em São Paulo. Segundo as primeiras informações dos bombeiros, 18 pessoas morreram e 31 ficaram feridas, algumas em estado grave.
De acordo com as equipes de socorro, o veículo levava estudantes das Universidade de Mogi das Cruzes (UMC) e Brás Cubs para a cidade de São Sebastião, no litoral paulista. Também estariam no coletivo alunos da escola técnica estadual (Etec) de Mogi. O acidente ocorreu no km 84, entre Mogi das Cruzes e Bertioga. Ainda segundo informações dos bombeiros, o motorista perdeu o controle do veículo e colidiu de frente com um rochedo na pista contrária.
Pelos menos 20 viaturas e 67 homens do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar, além de oito ambulâncias do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) do litoral, atenderam a ocorrência. Grupos de outras cidades litorâneas também foram deslocados para prestar atendimento às vítimas. Equipes do Departamento de Estradas e Rodagem (DER) estavam no local ainda no início da manhã desta quinta-feira, uma vez que o tráfego teve de ser bloqueado nos dois sentidos.
Causas
O capitão Marcos Palumbo, porta-voz do Corpo de Bombeiros, informou à Rede Tribuna que havia muita neblina no momento do acidente. Pelo menos quatro ônibus faziam a travessia em comboio, incluindo o que sofreu o acidente.
Segundo informações do delegado responsável pelo caso, problemas no freio do ônibus, foi um dos motivos que levaram o motorista do coletivo, um fretado de prefixo 4900, a perder o controle. O acidente continua sendo investigado. Por volta de 01h00 desta quinta, o Corpo de Bombeiros informou que as vítimas estavam sendo atendidas no Pronto Socorro de Bertioga e em outras unidades de saúde da região.