Redação

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Plantão de Especialidades Médicas em Otorrino, zera fila de consulta no bairro Dom Thomaz

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Cerca de 20 pacientes foram atendidos pelo otorrinolaringologista na manhã desta segunda-feira (20), na Unidade de Saúde do bairro Dom Thomaz. A ação faz parte dos Plantões de Especialidades Médicas, realizado pela Secretaria Municipal de Saúde, com o objetivo de sanar a demanda reprimida Atenção Básica de Juazeiro.

Solange da Silva, de 42 anos, procurou o especialista pra tratar de uma coceira e tosse constante na garganta. “O médico diagnosticou meu problema como refluxo. Passou o medicamento e algumas restrições na minha alimentação, como evitar café e refrigerantes. Gostei muito do atendimento e de ser consultada pelo especialista aqui no posto de saúde do meu bairro”, disse a dona de casa.

O aposentado Adão Souza, de 68 anos, também passou pela avaliação do profissional. “Busquei o otorrino porque estou há dois meses com uma tosse seca e pigarro. Foi muito bom o atendimento, ele avaliou minha garganta, nariz e ouvido e vou tomar a medicação indicada e seguir a orientação. Muito bom esses plantões em nossa comunidade”, relatou.

Com o plantão de Otorrino no bairro, o especialista avaliou problemas relativos as doenças do ouvido, nariz e garganta, como obstrução nasal, dor de cabeça e na face, secreção nasal, sangramento nasal, dificuldade auditiva/surdez, zumbido e tontura.

A Diretora de Atenção Básica, Lara Ramos destacou que diariamente tem um especialista nas unidades de saúde. “A própria equipe faz o levantamento da demanda e entra em contato com os pacientes que estão aguardando atendimento. Hoje sanamos a demanda do posto do Dom Tomaz na área de otorrino e nossa meta é zerar no município”, externou Lara.

Com os mutirões de especialidades, iniciados em 24 de maio, a Secretaria de Saúde contabiliza 200 atendimentos nas áreas de ginecologia, dermatologia, neurologia e otorrinolaringologia. Os bairros atendidos até o momento, além do Dom Thomaz foram: João XXIII, Piranga, Maringá, Palmares, João Paulo II, Itaberaba, Argemiro e Alagadiço.

 

Por: Daniela Duarte/SESAU

Mulher pertencente a quadrilha da Bahia especializada em roubo de celulares em festas é presa em flagrante em Petrolina-PE

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Muitas pessoas que foram ao Pátio de Eventos Ana das Carrancas em Petrolina-PE, durante as noites do São João do Vale 2016, declaram que tiveram seus celulares furtados. Ontem (20), durante a quarta noite do evento, uma mulher foi presa acusada de participar de uma quadrilha da Bahia especializada em roubo de celulares.

Segundo informações do 5º Batalhão da Polícia Militar de Petrolina, por volta das 04h40min, Policiais Militares do GATI/5º BPM foram solicitados por uma equipe de vigilância do estacionamento, dando conta que haviam flagrado uma jovem de nome Érica Aragão Medeiros, idade 24 anos, residente em Salvador-BA, ex-presidiária, portando 06 aparelhos celulares, sendo 05 de marca Samsung e 01 da marca Motorola.

Ainda de acordo com o 5º BPM, os aparelhos foram encontrados nos bolsos frontais da calça e na parte interna de suas vestes da acusada.  Os policiais informaram que ao ser indagada sobre a procedência dos celulares, a suspeita citou que apenas  um dos citados aparelhos era de seu uso particular, vindo a desbloquear o acesso com senha. Logo depois, ela confessou que participa de uma quadrilha especializada em furtos de aparelhos celulares.

O Batalhão informou ainda que a acusada declarou que os aparelhos furtados por essa quadrilha na noite do São João do último sábado (19) já haviam sido remetidos para o estado da Bahia, que a função da acusada no esquema de furto era receber os aparelhos telefônicos e transportar para fora da área dos festejos juninos, ganhando para isso a quantia de R$150.

Segundo a polícia, a mulher atuava com diversos homens e mulheres todos residentes no estado da Bahia.

A acusada e todos os produtos envolvidos foram conduzidos e apresentados na Delegacia de Plantão onde foi lavrado em desfavor da imputada um Auto de Prisão em Flagrante Delito pelo crime de receptação de produtos furtados.

Por: Yonara Santos

Com informações do 5ºBPM

 

Concurso PM-PE 2016: Divulgado o resultado final da prova objetiva para Soldado. Confira!

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A Comissão de Concursos da Universidade de Pernambuco acaba de divulgar em seu endereço eletrônico o resultado definitivo da prova objetiva do certame. Foi divulgada também a convocação para o Teste de Aptidão Física.

Sobre a prova objetiva

De caráter eliminatório e classificatório, o exame teve inicio às 8h15 e duração de quatro horas, consistindo de 60 questões com valor de dois pontos, sendo 15 de Língua Portuguesa, dez de Matemática, dez de Geografia, dez de História e 15 de Direitos e Garantias Fundamentais. Para ser considerado aprovado, o participante deverá acumular, no mínimo, 40% de aproveitamento em cada disciplina (seis acertos nas de 15 perguntas e quatro nas de 10 perguntas).

Demais etapas e o certame

Devido ao grande número de candidatos com nota igual ao 6000º colocado, foram convocados 7.108 candidatos para a segunda etapa, de aptidão física, compreendida entre natação, flexão na barra fixa, salto em distância, teste abdominal e corrida. A seleção ainda terá avaliação psicológica, exames médicos, investigação social e curso de formação e habilitação de praças. Devido ao grande número de concorrentes convocados o dia e horário de aplicação da prova objetiva foi alterado, a nova data e horário serão divulgados no dia 22 de junho de 2016.

A instituição planeja preencher 1.500 vagas de soldado, cargo que exige o nível médio completo, além de idade mínima de 18 anos e máxima de 28 (na data de inscrição), carteira de habilitação na categoria B (ou superior) e altura mínima de 1,65m (homens) e 1,60m (mulheres). Os futuros soldados terão remuneração de R$ 2.319,88 após a conclusão do curso de formação, enquanto durante a academia a bolsa será de R$ 970,42. O regime de contratação é o estatutário, sinônimo de estabilidade. Durante o período de validade do concurso, de dois anos renovável por mais dois, haverá formação de cadastro de reserva, possibilitando mais convocações do que o número inicial de vagas.

Clique AQUI e confira o resultado individual!

Para mais informações clique AQUI!

Temer anuncia acordo que suspende dívida dos estados até o fim do ano

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O presidente em exercício Michel Temer anunciou ontem  (20), por meio de sua conta no microblog Twitter, que o governo federal concordou em alongar as dívidas estaduais com a União por mais 20 anos e, também, em suspender até o fim de 2016 o pagamento das parcelas mensais de dívidas dos estados com a União.

“O que estamos anunciando hoje, na verdade, é uma situação emergencial. Estamos fazendo isso em caráter de emergência para, depois, consolidarmos uma grande reforma federativa no país”, disse o presidente em exercício, Michel Temer. O anúncio foi feito durante reunião com governadores no Palácio do Planalto.

Veja os principais pontos do acordo:
– Alongamento do prazo das dívidas dos estados com a União por mais 20 anos;
– Suspensão do pagamento das parcelas mensais da dívida até o fim de 2016;
– Cobrança a partir de janeiro de 2017 de 5,55% do valor total da parcela, com aumento gradual de 5,55 pontos percentuais por 18 meses, até atingir em 100% o valor da parcela original;
– Alongamento por 10 anos, com 4 anos de carência, de cinco linhas de crédito do BNDES;
– Pagamento da parcela cheia pelos estados a partir de meados de 2018;
– Inclusão dos estados na proposta enviada pelo governo ao Congresso sobre teto dos gastos públicos.

De acordo com o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, os estados deixarão de pagar cerca de R$ 50 bilhões ao governo federal até 2018 por conta da renegociação de suas dívidas, sendo R$ 20 bilhões só em 2016.

A cobrança das parcelas mensais, de acordo com o presidente, voltará a partir de janeiro de 2017, mas com desconto. O valor das parcelas aumentará gradualmente por um período de 18 meses.

Os estados passarão a pagar, a partir do ano que vem, uma parcela mensal que iniciará com o valor equivalente a 5,55% da dívida que é paga por mês atualmente. Por exemplo, a unidade da federação que hoje tem uma parcela mensal de R$ 1 milhão pagará, no primeiro mês de 2017, R$ 55,5 mil para a União.

No mês seguinte, esse mesmo estado pagará ao governo federal uma parcela de R$ 110 mil, equivalente a 11,1% do valor original da prestação. No terceiro mês e nos subsequentes, o valor da parcela continuará sendo acrescida de 5,55 pontos percentuais, crescendo, de forma progressiva, para 16,65%, 22,2%, etc. Em meados de 2018, os estados retomarão o pagamento da parcela cheia de suas dívidas com a União.

Não se trata, porém, de perdão de dívida, esclareu o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles. De acordo com ele, os estados terão que pagar esse valor mais à frente. “Isso será pago no restante do contrato. Náo há perdão de divida”, disse

No caso das linhas de crédito do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), também haverá alongamento das dívidas estaduais, neste caso por dez anos, sendo quatro deles de carência. Esse acordo valerá para cinco linhas de crédito do banco de fomento.

“Quero registrar que é com grande satisfação que nós todos podemos chegar a este acordo num conserto federativo. Durante muito tempo se trabalhou nesse tema”, declarou o presidente em exercício, Michel Temer.

Ele observou que o próprio governo tem dito, ao longo do tempo, que se fazia “indispensável uma revisão do pacto federativo”. “Queremos depois, mais adiante, propor uma fortíssima revisão do pacto federativo que conceda maior autonomia aos estados”, acrescentou Temer.

“Depois de um longo inverno, parece que a luz se acendeu no horizonte. Quero recordar que este tema da dívida dos estados vem sendo discutido há muito tempo, não só pelo Executivo, mas também pelo Legislativo”, avaliou o presidente em exercício.

Contrapartida com teto de gasto público
A contrapartida do acordo da dívida, segundo explicou Temer, é a inserção dos estados naproposta enviada ao Congresso de limitação dos gastos públicos.

“Ficou estabelecido que haveria limitação dos gastos estaduais tal como ocorre na chamada proposta de emenda à Constituição fixadora de teto para os gastos da União. Evidentemente, vamos cuidar de inserir esta fórmula na emenda em tramitação”, disse Temer, em áudio divulgado pelo Twitter.

A proposta de emenda constitucional sobre esse assunto, que já foi enviada ao Congresso Nacional, prevê que as despesas não possam crescer mais do que a inflação do ano anterior, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – a inflação oficial do país.

Liminares na Justiça
Ainda segundo o presidente em exercício, os estados que conseguiram recentemente liminares (decisões provisórias) na Justiça para reduzir o valor de suas dívidas com a União, deverão transferir ao governo federal os valores que deixaram de pagar nos últimos meses. Esse pagamento será feito em um prazo de 24 meses.

As liminares permitiam a aos estados pagar menos, usando juros simples no cálculo de um desconto concedido pela União em 2014, o que reduzia o montante devido. O governo federal defende o uso da taxa Selic capitalizada (juros sobre juros, os chamados juros compostos).

Mudança na proposta
Mais cedo nesta segunda, o governador de Goiás, Marconi Perillo, informou que o governo havia aceitado dar desconto, por dois anos, no valor das parcelas pagas pelos estados à União.

Por essa proposta, o pagamento da dívida dos estados ficaria suspenso entre julho e agosto de 2016. Depois disso, os governadores voltariam a pagar, mas com desconto.

O percentual do desconto cairia 10 pontos a cada dois meses, até chegar, em julho de 2017, a 40% sobre a parcela da dívida que cada estado deve à União. Nessa altura, portanto, os estados pagariam 60% da parcela. Esse percentual de desconto seria mantido até o final de 2017.

A partir de janeiro 2018, o desconto voltaria a cair 10 pontos a cada bimestre até que, em julho daquele ano, os estados voltariam a pagar 100% das parcelas de suas dívidas.

Histórico das dívidas
As dívidas dos estados com a União foram formadas na década de 1990, quando vários entes federativos assinaram contratos de refinanciamento com o Tesouro Nacional. Parte dessa dívida decorre de passivos de bancos estaduais. Naquele momento, o governo federal assumiu os débitos estaduais e passou a receber parcelas mensais dos entes federativos.

Em contrapartida, o governo federal fez uma série de exigências, como privatização de bancos estaduais e limitação de gastos com pessoal, entre outras. Se os estados não pagarem os valores mensais, os contratos autorizam a União a reter repasses de contribuições – o que já aconteceu em alguns casos, mais recentemente com o Rio Grande do Sul.

Os governos dos estados, porém, reclamaram por diversas vezes que, devido aos juros cobrados pelo governo, a dívida subiu muito nos últimos anos e absorveu parte importante de suas receitas. No fim do ano passado, após discussão no Congresso Nacional, o governo concordou em mudar os indexadores das dívidas dos estados e municípios.

Pelo formato anterior, os débitos de prefeituras e governos estaduais com a União são corrigidos pelo IGP-DI mais 6% a 9% ao ano, índice mais oneroso. Pelas novas regras, o governo deverá corrigir os débitos pela taxa Selic ou pelo IPCA – o que for menor – mais 4% ao ano. Os estados, entretanto, têm de assinar a mudança do indexador para que isso tenha validade.

Mais recentemente, durante as discussões sobre a mudança dos indexadores das dívidas estaduais, alguns governos estaduais, como os de Rio Grande do Sul e Santa Catarina, questionaram outro ponto: a utilização dos juros compostos nos contratos de refinanciamento.

Na visão desses governos estaduais, deveriam ser cobrados juros simples, o que reduziria o estoque do endividamento dos estados com a União em R$ 300 bilhões pois esse fomato seria aplicado desde o início dos contratos.

Para o Ministério da Fazenda, esse argumento carece de embasamento técnico. A discussão, porém, foi parar no Supremo Tribunal Federal (STF) que, no fim de abril, deu um prazo de 60 dias para os estados entrarem em acordo sobre dívidas com União.

FONTE: G1

Responsabilidade política dos jovens será tema de evento na Facape

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Seminário Responsabilidade Política da Juventude final

As eleições municipais se aproximam e estudantes de Direito da Faculdade de Ciências Aplicadas e Sociais de Petrolina (Facape) sentiram a necessidade de discutir a responsabilidade política da juventude. O debate acontecerá na próxima segunda-feira (27), no auditório principal da instituição, e qualquer pessoa interessada no tema poderá participar.

A inscrição será feita pouco antes do evento, marcado para as 18h, com o custo social de um quilo de alimento. Segundo o professor Edmar Silveira, que organiza o debate junto aos alunos, a ideia é discutir a participação da juventude no âmbito da sociedade civil e da própria política, no exercício do voto e na escolha de seus representantes.

O evento terá a participação da comunicadora Sibelle Fonseca, deputados estaduais, vereadores e membros de movimentos estudantis. Também serão abordados temas referentes à democracia, ética e mobilização política.

Ascom Facape

Após derrotas na Câmara, Cunha vai se pronunciar nesta terça

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O presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), concederá entrevista coletiva nesta terça-feira (21) depois de mais de um mês sem fazer pronunciamentos à imprensa. A declaração será dada após Cunha sofrer revés político no Conselho de Ética da Câmara no último dia 14, quando o colegiado aprovou parecer que pede a cassação do mandato dele.

Com a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de suspender o mandato de Cunha, investigado por corrupção e lavagem de dinheiro, o peemedebista está proibido de circular pelos corredores da Câmara.

 O motivo oficial da entrevista desta terça-feira, agendada para 11h no Hotel Nacional, em Brasília, não foi divulgado, o que abriu margem para especulações. Nas palavras de um dos principais interlocutores do peemedebista, o objetivo da convocação da imprensa é rebater acusações e tranquilizar deputados aliados em relação a rumores sobre eventual acordo de delação premiada de Cunha na Operação Lava Jato.

Por meio de sua conta no microblog Twitter, Cunha já negou mais de uma vez a intenção de virar delator da Lava Jato, que investiga esquema de corrupção e desvio de dinheiro em contratos da Petrobras. O presidente afastado da Câmara diz não ter praticado nenhum crime e, portanto, não teria o que delatar.

No meio político, também se falou na possibilidade de Eduardo Cunha renunciar ao cargo de presidente da Câmara, numa tentativa de minimizar o impacto do pedido de prisão contra ele feito pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot. No documento, Janot argumenta que Cunha usa o cargo para atrapalhar investigações.

Possibilidade de renúncia
Uma eventual renúncia de Cunha também foi especulada por parlamentares como forma de tentar angariar mais apoio no plenário e tentar barrar a aprovação da cassação do seu mandato. No Conselho de Ética, o parecer do relator, deputado Marcos Rogério (DEM-RO), pela cassação, foi aprovado por 11 votos a 9.

O placar surpreendeu até mesmo adversários do presidente afastado, que não contavam com os votos contrários a Cunha do deputado Wladimir Costa (SD-PA), que mudou de ideia na última hora, e da deputada Tia Eron (PRB-BA), que só se posicionou no instante final.

Um dos principais defensores de Cunha, odeputado Carlos Marun (PMDB-MS), sustenta a tese da renúncia por entender que, dificilmente, ele conseguirá reassumir o posto. “Não vejo hoje nenhum benefício em se lutar pela presidência”, disse Marun nesta segunda.

Outros aliados do peemedebista, no entanto, descartam essa possibilidade. “O que ele ganharia com a renúncia agora? Ele não teria o que dar em troca”, avalia um líder partidário próximo a Cunha.

Parecer do Conselho de Ética
O pronunciamento à imprensa também deverá ser usado para rebater ponto a ponto o parecer aprovado no Conselho de Ética. “Eu acho que ele vai antecipar o que virá no recurso que a defesa apresentará nesta semana”, afirma um integrante influente do colegiado.

No conselho, Cunha respondeu a um processo por quebra de decoro parlamentar pela suspeita de ter ocultado contas bancárias secretas no exterior e de ter mentido sobre a existência delas em depoimento à CPI da Petrobras, no ano passado.

Ele reiteradamente repete que não é dono de conta no exterior, mas apenas o beneficiário de recursos geridos por trustes, entidades jurídicas formadas para administrar bens e dinheiro.

O prazo para a defesa dele recorrer à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da votação no Conselho de Ética vai até esta quinta-feira (23).

Processos
Cunha já é réu no Supremo pela acusação de ter recebido US$ 5 milhões de propina resultante de contratos entre a Petrobras e as empresas Samsung Heavy Industries e Mitsui. Ele nega ter recebido propina.

Na semana passada, o Banco Central informou ao Conselho de Ética da Câmara ter multado Cunha e a mulher dele, Cláudia Cruz, em R$ 1,13 milhão por não terem declarado recursos no exterior à Receita Federal entre 2007 e 2014. Cabe recurso da defesa.

 FONTE: G1

Cesta básica está mais cara em Juazeiro-BA, diz pesquisa

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Um dado chamou a atenção na pesquisa sobre o valor da cesta básica em Petrolina e Juazeiro – realizada mensalmente pela Faculdade de Ciências Aplicadas e Sociais de Petrolina (Facape): os alimentos estão mais caros na cidade baiana. Segundo os coordenadores da pesquisa, é a primeira vez que isso acontece desde agosto de 2013, quando o custo da cesta básica começou a ser calculado nas duas cidades.

Os dados são do mês de maio. Em Petrolina, o preço da cesta básica chegou a R$ 302,12 e em Juazeiro, a R$ 304,35. De acordo com o coordenador da pesquisa, Dr. João Ricardo Lima, a mudança pode alterar o comportamento dos consumidores, caso o valor permaneça mais alto do lado baiano. “É uma informação importante, já que muitas pessoas preferem sair de Petrolina e ir até Juazeiro para fazer suas compras mensais. Se este dado se mantiver para outros meses, o melhor será comprar na cidade pernambucana”, explicou.

Na comparação do mês de maio de 2016 com abril, houve deflação de 3,08% em Petrolina.  Segundo o levantamento, as carnes e o tomate mantêm uma forte diminuição em seus preços. Por outro lado, o feijão, a farinha e a margarina apresentaram alta nas duas cidades pesquisadas. Os motivos continuam os mesmos: no caso do leite, o período de entressafra faz diminuir a oferta do produto e o aumento do seu preço e de seus derivados.

Os preços da farinha de mandioca, mesmo com a colheita normal atualmente, ainda refletem um período anterior de menor oferta do produto. No caso do feijão, a escassez de chuvas ao longo dos meses no Nordeste e o excesso de chuvas em outras regiões produtoras fizeram diminuir a disponibilidade do produto e mantiveram os preços elevados.

ICB

O Índice da Cesta Básica (ICB) é realizado mensalmente pelo Colegiado de Economia da Facape. A pesquisa completa está disponível no site da instituição (www.facape.br, seção ICB).

Justiça do Trabalho garante mais de R$ 500 milhões para trabalhadores em acordos trabalhistas

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Em uma semana, a Justiça do Trabalho garantiu mais de 545 milhões em homologações de acordos trabalhistas. Foram mais de 25 mil acordos firmados entre patrões e empregados que apostaram na conciliação como o modo mais rápido e eficaz de resolver os processos trabalhistas.

Os números são resultados da II Semana Nacional da Conciliação Trabalhista, promovida pelo Conselho Superior da Justiça do Trabalho de 13 a 17 de junho, e refletem o esforço dos 24 Tribunais Regionais do Trabalho do país na busca de soluções consensuais para disputas judiciais. No total, foram cerca de 150 mil pessoas atendidas em todo o país.

Para o vice-presidente do CSJT, ministro Emmanoel Pereira, o resultado do evento é um sucesso diante da crise econômica enfrentada no país. “Em uma semana a Justiça do Trabalho conseguiu destinar aos trabalhadores R$ 545 milhões em direitos trabalhistas”, frisou o ministro.

O resultado da semana também arrecadou aos cofres públicos quase R$ 20 milhões em tributos. “Esse resultado é mais do que expressivo diante de um cenário de crise política, econômica e moral em que vivemos”, destacou o ministro.

Os dados superaram os resultados da primeira edição do evento que registrou em 2015, R$ 446 milhões.

Anos de espera foram solucionados

Os acordos, além de diminuir o montante de processos existentes na Justiça do Trabalho, resolveram pendências de milhares de trabalhadores, que aguardavam há anos por uma solução.

No Rio Grande do Norte, por exemplo, em apenas um acordo, que tramitava há 11 anos na Justiça do Trabalho, 132 trabalhadores foram beneficiados. O processo mais longo da Justiça do Trabalho em Boa Vista (RR), há 26 anos sem solução, também foi solucionado ao longo da II Semana Nacional. E em Mato Grosso, outro entendimento entre patrão e empregada pôs fim a um processo trabalhista que tramitava na Justiça desde 1999.

A trabalhadora Dilzimar Mendonça, de Belém (PA), ficou satisfeita com o acordo firmado com o Banco Itaú e recebeu de uma só vez R$40 mil. “Estou feliz e mais calma”, declarou após receber o termo de conciliação em mãos, já com direito a saque de FGTS e seguro-desemprego.

O Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil de São José dos Campos (SP) e a Petrobras fecharam acordo para liberação de R$ 1.190.000,00 aos filiados. O processo foi um dos indicados pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST) para tentativa de conciliação na Semana nacional dedicada a esses entendimentos.

Números

No interior paulista, durante a Semana Nacional de Conciliação 2016, as unidades de primeiro e de segundo grau do Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região contabilizaram mais de R$ 97 milhões em acordos entre trabalhadores e empregadores. Foram mais de 7 mil audiências realizadas, das quais cerca de 3.600 resultaram em acordo. O dinheiro será destinado ao pagamento de créditos a trabalhadores do interior paulista.

O Tribunal Regional do Trabalho da 14ª Região realizou mais de R$ 29 milhões em 700 acordos firmados, beneficiando quase 5 mil pessoas que aguardavam por solucionar seus processos nos estados de Rondônia e Acre. Nesta edição da Semana Nacional da Conciliação Trabalhista o TRT14 aplicou, com mais ênfase, os recursos de tecnologia da informação na realização de audiências por meio de videoconferência envolvendo partes que estão a mais de 700 km nos dois estados.

No Distrito Federal, cerca de 40% das audiências terminaram em acordo, alcançando 4,5 milhões em créditos trabalhistas. O destaque foi para a União Federal que celebrou 48 acordos de um total de 88 processos pautados. Dos trabalhadores que compareceram às audiências com representantes da União, mais de 90% obtiveram uma solução negociada para suas ações judiciais.

O Tribunal Regional do Trabalho da 19ª Região, em Alagoas, também alcançou resultados expressivos. Foi contabilizado o montante de quase R$ 6 milhões em acordos homologados.

Na Bahia, foram concluídos mais de mil acordos que movimentaram mais de R$ 23 milhões em favor dos trabalhadores envolvidos nos processos.

No Rio Grande do Norte, a II Semana Nacional de Conciliação do Tribunal Regional do Trabalho da 21ª Região ultrapassou a movimentação realizada no ano passado. Em 2015, o valor total movimentado durante a semana inteira foi de R$ 7 milhões. Já em 2016, foram pagos aos reclamantes mais de R$ 24 milhões em processos conciliados.

No Ceará, os acordos firmados somaram R$ 24,6 milhões, superando os valores arrecadados no evento do ano passado. Para chegar a essa soma, a Justiça do Trabalho cearense realizou 1.967 audiências, na primeira e na segunda instâncias, que resultaram em 1.097 acordos.

No Paraná, um acordo fez com que a Multilit Fibrocimento S.A., se comprometesse a eliminar o amianto de sua produção até o final de 2018. Uma outra cláusula estabeleceu o pagamento de indenização no valor de R$ 600 mil para a Associação Paranaense de Expostos ao Amianto e Vítimas de Agrotóxicos (APREAA).

Na Paraíba, a Semana da Conciliação atingiu mais de R$ 5 milhões em acordos, com mais de 1.900 pessoas atendidas.

O TRT de Sergipe registrou mais de R$ 1 milhão em acordos homologados para o pagamento de dívidas trabalhistas, além do recolhimento previdenciário (INSS) no valor de mais de R$ 40. mil.

Em Espírito Santo, em cerca de 100 conciliações, o Regional capixaba alcançou mais de 5 milhões em acordos.

Na região Amazônica, mais de 9 mil pessoas foram atendidas ao longo da Semana. De acordo com os dados do Tribunal Regional do Trabalho da 11ª Região (AM/RR), foram realizadas mais de 1.200 audiências de conciliação e movimentados mais de R$ 10 milhões. O destaque na Região foi um acordo celebrado em processo que tramitava há mais de 26 anos na Justiça do Trabalho de Boa Vista.

No Maranhão, os acordos homologados ultrapassaram R$ 4 milhões, segundo dados compilados pela Secretaria da Corregedoria do Tribunal Regional do Trabalho da 16ª Região (TRT-MA). A soma corresponde a quase 500 acordos firmados entre patrões e empregados.

Já em Santa Catarina, foram 600 acordos firmados e mais de 17 milhões em homologações.

Em Pernambuco, o Tribunal Regional do Trabalho da 6ª Região (TRT-PE) informou a promoção de mais de 1.400 acordos, rendendo mais de R$ 13 milhões em créditos trabalhistas.

Rio de Janeiro: 2.235 acordos firmados, representando quase 70 milhões em homologações.

São Paulo: 2.816 acordos firmados, representando cerca de 60 milhões em homologações.

Minas Gerais: 2.860 acordos firmados, representando quase 50 milhões em homologações.

Rio Grande do Sul: 1397 acordos firmados, representando mais de R$ 21 milhões em homologações.

Médicos do Hospital Regional de Juazeiro decidem dar mais um tempo a Secretaria Estadual de Saúde

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No último dia 9, os médicos do Hospital Regional de Juazeiro-BA decidiram paralisar as atividades para chamar a atenção da Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (Sesab) para as péssimas condições de trabalho na instituição. Segundo a categoria, o serviço prestado aos pacientes é precário. Falta material básico para as atividades médicas, material de higiene e até medicamentos, além dos equipamentos estarem sucateados e haver, constantemente, atraso no pagamento do salário dos funcionários.

As primeiras paralisações aconteceram nos dias 14 e 15 desse mês e serviram como advertência. O aviso era o de que, caso a Sesab não atendesse as solicitações, a categoria entraria em greve por tempo indeterminado à partir de hoje (20).

Em entrevista ao Portal Preto no Branco, o delegado sindical (Sindimed) José Carlos Tanuri Júnior, informou que a greve ainda não foi deflagrada, já que a Secretaria entrou em contato com a categoria, agendando uma reunião para amanhã (21) no Ministério Público Estadual . “A greve não aconteceu hoje, porque o objetivo da classe médica de sentar com a Sesab para discutir a reestruturação do hospital, as licitações, repasses, falta de segurança, substituição dos esquipamentos que estão sucateados, foi alcançado. A Sesab se manifestou e marcou uma reunião para esta terça-feira, portanto nós decidimos esperar a posição da secretaria” declarou o delegado.

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O médico acrescentou ainda que após essa reunião será realizada uma nova assembleia com os médicos do Hospital. “Nesse encontro será discutido se a classe vai aceitar ou não a resposta da Sesab em relação aos anseios da categoria”, afirmou Tanuri.

Apesar de terem conseguido receber os salários que já estavam atrasados há 3 meses, a classe continuava decidida pela greve, já que as reivindicações também são pela melhoria nas condições de trabalho. ” Salário é importante, mas nós queremos estrutura, condições de trabalho para atender bem à população de Juazeiro e região” afirmou José Carlos Tanuri Júnior.

Nossa equipe  esteve na primeira assembleia que aconteceu no último dia 9. Nós conversamos com alguns médicos que denunciaram o estado do hospital. 

Veja o vídeo:

Por: Redação Preto no Branco